Terrena desesp

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Terrena desesp

  1. 1. TERRENA Larissa Vecchi Machado Escola de Arquitetura e Urbanismo
  2. 2. A intervenão feita na cidade de Glaura foi um trabalho porposto por nossos professores a nós, alunos do primeiro período de Arquitetura e Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Nos foi pedido para escolher um local da cidade para realizar a intervenção e escolhemos o espaço ao lado da igreja matriz de Glaura. O que nos chamou atenção na cidade foi uma casinha ao fundo de um amplo gramado e uma árvore com balanço. Um espaço que, considerei pitoresco, mas mal era notado pelos próprios habitantes da cidade e quase não era utilizado. Assim, apaixonados pelo local, fizemos nossa intervenção objetivando mostrar, aos moradores de Glaura e à todos, a graciosidade daquele espaço, fazendo-os andar por todo gramado e chamando sua atenção para a casinha e a árvore com o balanço. A INTERVENÇÃO
  3. 3. IDEALIZAÇÃO
  4. 4. Luzes Sensores Texturas Imagens Movimento Sons
  5. 5. PRÉ-MON
  6. 6. NTAGEM
  7. 7. • 17 pisca-piscas com 100 leds cor: azul (com função fade) • 700 canudinhos cor: branco com listras • 1000 canudinhos neon cores: amarelo, verde, rosa e alaranjado Nosso objetivo era criar uma iluminação diferente de “luz de natal” que ficaria fincada no terreno. Colocamos o led do pisca-pisca dentro do canudinho e, com a cola quente prendemos o conjunto canudo/led/palito de churrasco. Colamos as cores para evitar repetição de cores consecutivas. Pisca-pisca azul com canudinho neon e palito de churrasco LUZ
  8. 8. • 600 guizos pequenos • 100 metros de nylon transparente Nosso objetivo era criar um som sutil ambiente provocado pelos guizos balançando com o vento. Amarramos de três a seis guizos em cada fio. Deixamos um guizo em uma extremidade da linha, cerca de 10cm entre cada guizo e 20 cm de fio na outra extremidade (importante). Pequenos guizos presos a fions de nylon SOM
  9. 9. • Uma táboa de madeira tamanho 40 cm por 25 cm • 5m de corda • Sensores* • 2 pisca-piscas com 100 leds cor: branco Nosso objetivo era criar um balanço de verdade onde antes havia apenas uma corda, pois o balanço atrairia mais gente para aquele espaço. E para o balanço ser ainda mais atrativo, ligamos sensores de forma que, quando alguem balançava, luzes se acendia na árvore. Fizemos quatro furos nas extremmidades da táboa para passar a corda e amarramos a corda na árvore. Fixamos os sensores nas laterais do balanço.* Balanço e pisca-pisca branco MOVIMENTO • 3 sensores de sombra • 2 sensores de mercúrio • fio* Nosso objetivo causar surpresa e divertimento nas pessoas. No caso dos sensores de sombra, fizemos um buraquinho em uma caixa e colocamos o sensor lá dentro. Deixamos o LDR virado para o buraquinho, de forma que ele possa ser atingido pela luz do laser que apontaríamos para a caixa. No caso do sensor de mercúrio, colocamos os dois nas laterias do balanço de maneira oposta, e só ativando quando o balanço sai da posição inicial. Obs.: Pegamos emprestado no o sensor de sompra pronto. Sensor de sombra Sensor de Mercúrio SENSORES
  10. 10. • 1 retroprojetor (execução) • 2 folhas de acetato tamanho A4 (execução) • 5 pacotes de grânulos de polímero acrílico para planta de cores diferentes • um recipiente grande e transparente para colocar os grânulos (refratário) • água para encher o recipiente Nosso objetivo criar uma textura bonita para ser projetada e, ao mesmo tempo, interativa. Enchemos um refratário com água e acrescentamos os grânulos. Cerca de 3 horas depois eles já incharam o suficiente pra criar a textura que desejávamos e já podia ser projetada. Projeção de bolinhas IMAGENS E TEXTURAS
  11. 11. • extensões e “T”s • 4 sacos de lixo pretos • 32 canudinhos com a ponta flexivel • barbante • arame • fio com fêmea de tomada* Como os leds com canudinho ficam fincados espalhados por toda a extensão do terreno, foram necessárias muitas extensções e “T”s para conseguir ligar todos os grupos. Cortamos vários pedaços de arame para prender os fios no chão e evitar tropeços. Fizemos quatro aros de 8 canudinhos e colocamos na boca de dois sacos de lixo e amarramos barbante em 3 pontos. (grandes extensões de barbante) Saco de lixo, canudinhos e barbante Extensões e arame OBSERVAÇÕES
  12. 12. PREPARAÇÃO
  13. 13. Para instalar nossa intervenção, precisávamos de 3 pontos de energia: a casa maior, a igreja e a casinha. Os moradores da casa maior nos deixaram utilizar uma tomada, então só utilizamos uma extensão para trazer a energia de lá. O dono da casinha não se encontrava, mas ligamos para ele e tivemos autorização de pegar energia do bocal da luz de sua varanda. Para facilitar, retiramos o bocal e colocamos uma fêmea de tomada (o bocal foi recolocado após a intervenção). Na igreja, tivemos autorização te utilizar a energia proveniente da fiação dos holofotes externos, assim, saindo de uma parte desencapada, colocamos outro fio ligado a uma fêmea de tomada. Totalizamos assim, os três pontos de energia necessários. Pontos de energia PREPARANDO O TERRENO
  14. 14. Como nossa intervenção utilizava luz e projeção como pontos principais, precisávamos “apagar” dois postes que iluminavam diretamente o local. Com a ajuda de três professores, amarramos barbante a um drone que subiu com o saco de lixo (já preparado anteriomente) e o posicionou sobre a lâmpada do poste. Dois outros barbantes amarrados na boca do saco ajudaram a guiar o saco até que ele tampar a luz do poste. Foi feito isso com os dois postes de luz. Postes de Luz PREPARANDO O TERRENO
  15. 15. EXEC
  16. 16. CUÇÃO
  17. 17. Dispomos os pisca-piscas de forma homogênea no terreno, tentando ocupar o máximo de espaço possível, em curvas, tentando dar ideia de movimento. Dispomos três sensores de sombra para acender ou apagar as luzes de alguns pisca-piscas e surpreender quem passava. Observação 1: evitamos que ficassem paralelos à rua, pois dá a eles o aspecto de cerca. Observação 2: não fizemos caminhos, não fechamos possibilidades, pois não queríamos dar aspécto de labirinto. *Observação 3: descobrimos qual dos fios do pisca-pisca não passava nenhum led, o desenrolamos e usamos para ligar o led no sensor e economizar fio. Pisca-Piscas
  18. 18. Dispomos os guizos nas árvores de maneira que ficou com uma densidade suficiente para as pessoas esbarrarem nos guizos quando passarem e para os fios não se embolarem com o balança do vento. Observação 1: Priorizamos a árvore do balanço, pois o som dos guizos era muito legal quando alguém balançava. Observação 2: Os guizos não ficaram visiveis a noite, então é interessante deixar que fiquem na altura das pessoas para que elas esbarrem. Guizos
  19. 19. Não retiramos a corda que ja existia naquela árvore, nós apenas a amarramos nos galhos acima. Depois posicionamos o balanço na altura ideal e o amarramos no mesmo galho que estava amarrada a outra corda. Dispomos dois pisca-piscas brancos de forma que suas luzes ocupassem o máximo de galhos possível. Depois fixamos os sensores nas laterais do balanço. Obsevação 1: Também desenrolamos o fio sem leds do pisca-pisca para ligar os sensores e economizar fio. Observação 2: À noite, quando havia alguém balançando, a árvore ficou parecida com uma nuvem de chuva trovejando. Não foi um efeito esperado mas foi muito interesante. Observação 3: O balanço potencializou o som dos guizos. Balanço
  20. 20. Projetamos a textura dos grânulos na casinha utilizando um retroprojetor que ficou em cima do muro da igreja. Obsevação 1: Para proteger o retroprojetor, utilizamos duas folhas de acetato que colocamos embaixo do refratário, de forma a “salva-lo” dos respingos de água. Observação 2: Vários focos do retroprojetor são interessantes para se projetar. Observação 3: Colocamos um palito ligado a um motor para deixar a projeção em movimento, mas depois o retiramos, pois se ternou mais interessante a interação direta dos visitantes, que colocavam a mão no refratário e mexia nas bolinhas. Projeção
  21. 21. Posicionamos os lasers longe dos sensores e os fixamos com fita adesiva em árvores, de porma que a luz do laser corta os caminhos supostamente mais percorridos. Cortamos vários arcos de arame e prendemos os fios das extensões e sensores no chão para evitar problemas. Depois de checar se estava tudo funcionando estávamos prontos. Finalizações
  22. 22. RESUL
  23. 23. LTADO
  24. 24. AGRADECIMENTOS
  25. 25. Ao meu grupo por todo o trabalho duro À Ana Paula por suas críticas sempre bem direcionadas Ao Guilherme pelas palavras de apoio num momento de desepero Ao Cabral por nos ajudar a bater o martelo Ao Matheus por nos salvar com o drone Ao Henrique por ter se divertido tanto com o que fizemos Ao Anderson por me ajudar mesmo que a distância Aos meus pais pela paciência comigo Aos moradores de Glaura pela receptividade e carinho
  26. 26. INFORMAÇÕES
  27. 27. aluno LARISSA VECCHI MACHADO ESCOLA DE ARQUITETURA E URBANISMO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS professores ANA PAULA BALTAZAR GUILHERME FERREIRA HENRIQUE GAZOLLA JOSE CABRAL MATHEUS VAN STRALEN grupo DANIELLA GAUER KEYLA HELENA LARISSA SANCHES LARISSA VECCHI MICHELLE MARQUES TAFNES TAVARES YAGO ASSIS

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