Uma senhora elegante procura rudemente pelo médico do hospital, mas se recusa a acreditar que o homem descontraído à sua frente vestindo roupas casuais é o médico. Ele a corrige gentilmente, explicando que as roupas não definem quem ele é ou sua profissão. Ela se desculpa, reconhecendo que as aparências podem ser enganosas. A moral da história é que educação e humildade são trajes da alma mais importantes do que vestimentas.