Este documento revisa a utilização do cortisol capilar como um biomarcador de estresse crônico, destacando sua eficácia em comparação com métodos tradicionais de coleta de sangue, saliva e urina. A pesquisa analisou 19 estudos dos últimos dez anos, evidenciando a viabilidade do cortisol capilar em contextos clínicos e esportivos, dada sua natureza não invasiva e custos reduzidos. Embora promissor, o método ainda enfrenta limitações e requer considerações sobre o crescimento do cabelo e condições de coleta.