Durante um debate nos EUA, o ex-ministro da educação brasileiro Cristóvam Buarque respondeu à questão sobre a internacionalização da Amazônia de forma engenhosa. Ele argumentou que, se a Amazônia deve ser internacionalizada por razões humanistas, outros recursos globais como petróleo, capitais financeiros e arsenais nucleares também deveriam ser, além de museus, cidades e crianças de todo o mundo.