093 - A Doce e Bela História
Eu folgo em repeti-la, A história de Jesus, Que da suprema glória Baixou à amarga cruz! Sim, folgo em repeti-la, Pois ela satisfaz As ânsias de minha alma E nela encontro paz.
Oh, doce e bela história De Cristo, o Salvador! De Sua imensa graça, De Seu infindo amor!
Eu folgo em repeti-la, Narrando o grande amor Com que Jesus redime Na cruz ao pecador. Seu sangue derramado Ainda agora tem Poder de tornar puros A quantos nEle crêem.
Oh, doce e bela história De Cristo, o Salvador! De Sua imensa graça, De Seu infindo amor!
Aos tristes e cansados Eu folgo em repetir Que em Cristo ainda podem Descanso e paz fruir. Aos presos em pecados Desejo convencer De que Jesus tem forças De seus grilhões romper.
Oh, doce e bela história De Cristo, o Salvador! De Sua imensa graça, De Seu infindo amor!
Sim, folgo em repeti-la, Pois há quem nunca ouviu Da salvação de Cristo Nem Seu amor sentiu! E quando lá na glória Dos santos eu entrar, Ainda o amor imenso De Cristo irei cantar!
Oh, doce e bela história De Cristo, o Salvador! De Sua imensa graça, De Seu infindo amor!

Salmos e hinos 093

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    093 - ADoce e Bela História
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    Eu folgo emrepeti-la, A história de Jesus, Que da suprema glória Baixou à amarga cruz! Sim, folgo em repeti-la, Pois ela satisfaz As ânsias de minha alma E nela encontro paz.
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    Oh, doce ebela história De Cristo, o Salvador! De Sua imensa graça, De Seu infindo amor!
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    Eu folgo emrepeti-la, Narrando o grande amor Com que Jesus redime Na cruz ao pecador. Seu sangue derramado Ainda agora tem Poder de tornar puros A quantos nEle crêem.
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    Oh, doce ebela história De Cristo, o Salvador! De Sua imensa graça, De Seu infindo amor!
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    Aos tristes ecansados Eu folgo em repetir Que em Cristo ainda podem Descanso e paz fruir. Aos presos em pecados Desejo convencer De que Jesus tem forças De seus grilhões romper.
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    Oh, doce ebela história De Cristo, o Salvador! De Sua imensa graça, De Seu infindo amor!
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    Sim, folgo emrepeti-la, Pois há quem nunca ouviu Da salvação de Cristo Nem Seu amor sentiu! E quando lá na glória Dos santos eu entrar, Ainda o amor imenso De Cristo irei cantar!
  • 9.
    Oh, doce ebela história De Cristo, o Salvador! De Sua imensa graça, De Seu infindo amor!