O texto aborda memórias pessoais relacionadas às lutas feministas e como o processo de escrita pode ajudar a resgatar experiências esquecidas. A autora reflete sobre como a memória não é linear e é acionada também pelo corpo, levando em conta fatores como classe e raça. Ela busca explorar as relações entre memória, história, lembrança e esquecimento para compreender melhor as estruturas de opressão sexista e como as resistências a elas se articulam.