3ª Parte Protocolos de Transporte
3.1 - X.25 Protocolo X.25: Desenvolvido no inicio dos anos 70 pelo CCITT (Comité Consultivo de Telefones e Telégrafos Internacional), agora ITU ( International Telecommunications Union ) Protocolo  standard  de telecomunicações, (ainda) utilizado Ex. rede Telepac Protocolo de comutação de pacotes: Encaminhamento de pacotes de dimensão variável Necessidade de processamento de pacotes por nós + Utilizadores  Atrasos de transmissão Controlo de erros/fluxo ponto-a-ponto (protocolo fiável) 1 canal físico partilhado por diferentes utilizadores
Protocolo X.25: Protocolo  Connection-oriented Todas as mensagens efectuam o mesmo percurso na rede (Circuito Virtual) Garante ordem cronológica na chegada de pacotes Utilização de circuitos virtuais, possibilita: Circuitos temporários por chamada Circuitos permanentes Pouco apropriado para aplicações de tempo-real Pacotes sujeitos a atrasos variáveis Baixas velocidade (64 Kbps) Transporta de bastante informação de controlo ( overhead ) 3.1 - X.25
Pacotes de vários utilizadores (clientes) de uma rede X.25 (fornecedor) são multiplexados numa única ligação para acederem a serviços e/ou outras redes 3.1 - X.25 A B C R C C C C B A C B A R Link  X.25 A A A B B B Servidor Remoto Gateway  c\  Interface  X.25 Rede X.25
Aplicação Apresentação Sessão Transporte Rede Ligação de dados Física X.25 - PLP OSI X.25 LAPB X.21 Relação entre X.25 e modelo OSI 3.1 - X.25
Camada Física Possibilidade de utilização de uma série de protocolos  standards  : X21, X21bis Comunicação Terminal (DTE) / Rede (DCE) Camada Ligação de Dados Protocolo LAPB ( Link Access Procedure-Balanced ) Comunicação fiável ao nível da trama Camada Rede Protocolo PLP ( Packet Layer Protocol) Gestão de estabelecimento de ligações virtuais 3.1 - X.25
3.1 - X.25 Equipamentos de Rede X.25: DTE –  Data Terminal Equipment DCE –  Data Communication Equipment PSE –  Packet Switching Exchange PAD –  Packet Assembler / Disassembler *  Buffering  – armazenamento de pacotes  * Assemblar/Desassemblar pacotes * Inserção/Remoção de cabeçalho * Acoplado a DTE
3.1 - X.25 Circuito Físico vs. Circuito Virtual em Rede X.25: 2 tipos de Circuito Virtual: SVC –  Switched Virtual Circuit  ligação lógica temporária estabelecida durante a comunicação DTE-DTE  PVC –  Permanent Virtual Circuit ligação lógica permanente sem necessidade de estabelecimento prévio   ligação sempre activa.
3.1 - X.25 GFI –  General Format Identifier  Identificador de formato de pacote: * Dados ou Controlo LCI –  Local Channel Identifier Identificador de circuito virtual  PTI –  Packet Type Identifier  Identificador de tipo de pacote: * ex.  setup ,  reset  de ligação
3.1 - X.25 Flag  – Delimitador de trama Address  –  Endereço de nó destino Control  – Especifica Numero de sequência +  tipo de trama: * Trama S (Supervisão), I (Informação) ou U(não numerada) Data  – contém o pacote PLP de  layer  3 FCS  –  Frame Check Sequence Checksum  de trama
Protocolo  Frame-Relay Protocolo de transporte de tramas - normas ITU-T Q.922 e Q.933 Implementado em meados do anos 80, com o objectivo de contornar limitações de velocidade de X.25 Apropriado para redes rápidas e fiáveis - fibras ópticas Controlo de Fluxo Controlo de Erros  Nós apenas realizam funções de encaminhamento das tramas: Não detectam erros Eliminam tramas se não as reconhecerem  (endereços) Suporta e garante maiores velocidades de transmissão n  x 64  Kpbs Connection Oriented -  circuitos virtuais Garantia de ritmo de transmissão (CIR) 3.2 –  Frame Relay Realizado nos Protocolos das camadas Superiores (Terminais) Não requerem retransmissão
Protocolo  Frame-Relay Connection Oriented -  circuitos virtuais: PVC -  Permanent Virtual Circuit   Circuito Permanente Gestão mais simples de rede Pré-Definição de características de ligação Velocidade Dimensão de pacotes SVC -  Switched Virtual Circuit   Circuito Comutado Gestão dinâmica de rede  3.2 -  Frame Relay
Interligação de LANs (clientes) através de uma rede de pública de comutação de pacotes (fornecedor) 3.2 -  Frame Relay FRAD Rede  Frame-Relay -  Fornecedor: FRAD PVC Gw Gw Hub R FRAD -  Frame Relay Access Device FRS -  Frame Relay Switch PVC -  Permanent Virtual Circuit Cliente Cliente FRS
Aplicação Apresentação Sessão Transporte Rede Ligação de dados Física OSI Frame Relay Frame Relay Relação entre  Frame-Relay  e modelo OSI 3.2 - Frame Relay
Estrutura de trama  Frame-Relay Flag  - padrão de  bits  que identifica inicio/fim de trama Cabeçalho: DLCI -  Data Link Connection Identifier   Identificador de Circuito Virtual DE -  Bit   Discard Eligibility   Identificador de tramas menos prioritárias FECN -  Forward Explicit Congestion Notification   BECN -  Backward Explicit Congestion Notification   FCS -  Frame Check Sequence  Checksum  do cabeçalho da trama 3.2 -  Frame Relay Bits  de Notificação de congestionamento nos sentidos E>R  (FECN) e R>E (BECN) Flag Cabeçalho Informação FCS Flag
Controlo de congestionamento na rede  Garantia de QoS: Contrato Débito de Ligação - parâmetros negociados Rede/Utilizador: CIR -  Commited Information Rate  Velocidade   média que rede se compromete a disponibilizar CBS  -  Commited   Burst Size Dimensão média de pacote de dados ( bits ) que rede se compromete a transmitir por unidade tempo  T CIR = CBS / T   AR –  Access   Rate  Velocidade   máxima do canal do utilizador EBS  -  Excess Burst Size  Dimensão máxima de pacote de dados (acima de CBS) que rede tentará transmitir por unidade de tempo  T AR = EBS / T 3.2 -  Frame Relay
3.2 -  Frame Relay Ritmo Máximo Canal (AR) CIR Ritmo Tx  Tempo Transmissão Garantida Transmissão se possível Excesso Eliminado
Controlo de congestionamento na rede: Utilizador compromete-se a respeitar contrato c\ auto-disciplina Rede compromete-se a  respeitar o contrato com: Controlo de Policiamento (utilizadores correntes) Controlo de Admissão (novos utilizadores)  Utilização de parâmetros FECN/BECN FECN: Indicar a elemento de rede que recebe trama que foi detectado congestionamento no caminho que percorreu Receptor recebe trama e reduz ritmo de transmissão (inversa) BECN: Informação transportada por tramas que fazem percurso inverso ao das tramas que encontram congestionamento Emissor recebe trama e reduz ritmo de transmissão Bit  DE=1 em tramas de Aplicações: -- Prioritárias  Não cumpridoras de valores de Contrato de Tráfego 3.2 -  Frame Relay
RDIS - Rede Digital com Integração de Serviços 3.3 -   RDIS Integração de serviços dispersos por várias redes numa única rede Ex: telefone, telex e dados Melhor qualidade  Rede Digital Acessos simultâneos / Maior velocidade (do que rede analógicas) Comutação digital Comutação digital
Interfaces  RDIS Acesso Básico (BA - Basic Access ) 2 Canais B - Dados a 64 Kbit/s 1 Canal D - Sinalização a 16 Kbit/s Acesso Primário (PA -  Primary Access ) 30 Canais B  (Versão americana tem 23 canais) 1 Canal D  -  Sinalização a 64 Kbit/s 1 Canal de sincronismo de 64 Kbit/s 3.3 -   RDIS
Sessão Aplicação Apresentação LAPD ISDN Modelo OSI / Protocolos ISDN LAPD  - Link Acess Procedure on D Channel 3.3 - RDIS Rede Transporte Ligação de dados Física
3.3 -   RDIS i) Serviços de suporte Serviços de telecomunicações são classificados em 3 grupos ii) Teleserviços iii) Serviços suplementares
Serviços de Suporte Possibilitam a transferência de informação digital entre utilizadores Caracterizados pelo seguinte conjunto de atributos: Transferência de Informação Acesso Gerais 3.3 -   RDIS Atributos de transferência  de informação Serviços Suplementares oferecidos pela rede Canal (D/B) + Ritmo de Acesso Modo de Tx: CS / PS Tipo de Serviço: * Dados, Audio, Video RDIS Atributos de Acesso Atributos Gerais
Teleserviços Serviço de comunicação entre: 2 Utilizadores Utilizador/Servidor de Rede Tipos de Teleserviços: Telefonia - Transmissão bidireccional de um sinal de voz com largura de banda 3,1 KHz Teletexto - Transmissão de informação em modo carácter Telefax - Transmissão de informação em modo  facsimile Documentos com resolução até 400 dpi Videotexto - Transmissão de informação em modo alfa-fotográfico Texto + Gráficos + Imagens  3.3 -   RDIS
Serviços Suplementares Modificam/complementam um serviço básico de telecomunicações (teleserviço) Não têm existência autónoma São disponibilizados em associação com serviços básicos Existem 8 tipos de Serviços Suplementares: Identificação de número Oferta de chamadas Estabelecimento de chamadas Multi-utilizador Comunidade de utilizadores Taxação Transferência de informação adicional 3.3 -   RDIS
Identificação de Número DDI -  Direct Dialing In MSN -  Multiple Subscriber Number CLIP -  Calling Line Id. Presentation CLIR -  Calling Line Id. Restriction COLP -  Connected Line Id. Presentation COLR -  Connectede Line Id. Restriction MCID -  Malicious Call IDentification Oferta de Chamadas CT -  Call Transfer CFB -  Call Forwarding Busy CFNR -  Call Forwarding No Reply CFW -  Call Forwarding Immediate Estabelecimento de Chamadas CW -  Call Waiting TP-  Terminal Portability Multi-utilizador CONF -  Conference Call 3PTY -  Three-Party Service Comunidade de Utilizadores CUG -  Closed User Group Tarifação AOC -  Advice Of Charging RC -  Reverse Charging Transferência de Informação Adicional UUS -  User-to-User Signaling 3.3 -   RDIS Resumo dos serviços suplementares
Identificação de número - permitem  facilidades adicionais relacionadas com endereços Marcação Directa de Entrada (DDI)   Permite a um utilizador chamar directamente outro utilizador, num sistema privado, sem intervenção de operadora Identificação de Linha Chamadora (CLIP)   Serviço oferecido ao utilizador chamado, que lhe fornece o número RDIS do chamador Restrição de Identificação de Linha Chamadora (CLIR) Serviço oferecido ao utilizador chamador, restringe a apresentação do seu número RDIS no terminal chamado Identificação de Linha Ligada (COLP) Serviço oferecido ao utilizador chamador, que lhe fornece o número RDIS do utilizador ao qual ele está efectivamente ligado 3.3 -   RDIS
Restrição de Identificação de Linha Ligada (COLR) Serviço oferecido ao utilizador ligado, que restringe a apresentação do seu número ao chamador Anulação de Restrição de Id. de Linha Chamadora (CLIR  override ) Permite a identificação do número RDIS do chamador, mesmo quando este possui CLIR Identificação de Chamada Mal Intencionada (MCID) Permite ao utilizador que recebe uma chamada mal intencionada a identificação do chamador (sobrepondo-se ao CLIR). Esta chamada fica identificada na central Número de Utilizador Múltiplo (MSN)   Permite atribuir múltiplos números RDIS a uma única interface 3.3 -   RDIS
Oferta de chamadas - permitem efectuar operações de redireccionamento de chamadas Transferência de Chamadas (CT)   Permite a um utilizador transferir uma chamada estabelecida para um terceiro terminal, independentemente de ter sido originada ou recebida pelo utilizador Redireccionamento se Ocupado (CFB)   Permite a um utilizador ter as suas chamadas de entrada reencaminhadas para outro terminal, se o seu se encontrar ocupado Redireccionamento se Não Responder (CFNR)   Permite a um utilizador ter as suas chamadas de entrada reencaminhadas para outro terminal, se o seu não as atender Redireccionamento Incondicional (CFU)   Permite a um utilizador ter as suas chamadas de entrada reencaminhadas para outro terminal incondicionalmente 3.3 -   RDIS
Estabelecimento de chamadas - Permitem efectuar operações de controlo de estabelecimento de chamadas  Chamada em Espera (CW) Permite a um utilizador ser avisado da existência de uma chamada de entrada, com a indicação de que não há canal de informação (B) disponível na interface Portabilidade de Terminal (TP) Permite ao utilizador interromper uma chamada existente e posteriormente restabelecer a ligação noutro local 3.3 -   RDIS
Multi-utilizador - Permitem efectuar operações de controlo de chamadas envolvendo vários interlocutores Chamada de Conferência (CONF) Permite a um utilizador comunicar simultaneamente com vários utilizadores, os quais podem também comunicar entre si Conferência Tripartida (3PTY) Permite a um utilizador juntar 2 chamadas numa conversação a três 3.3 - RDIS
Comunidade de Utilizadores - permitem a definição de atributos a grupos de utilizadores  Grupo Fechado de Utilizadores (CUG) Permite formar grupos de utilizadores para os quais o acesso é restrito (ex.: elementos desse grupo podem comunicar entre si mas não para fora desse grupo) Taxação - serviços relacionados com a contabilização de custos de chamadas Aviso de Taxação (AOC) Permite ao utilizador que paga a chamada receber informação da taxação relativa a essa  chamada, no inicio, durante ou no fim da chamada Tarifação no Destinatário (REV) Permite imputar ao receptor de uma chamada o custo da mesma 3.3 -   RDIS
Transferência de informação adicional - permitem definir formas adicionais de transferência de informação User-to-User Signaling  (UUS) Permite a um utilizador RDIS enviar/receber informação de/para outro utilizador RDIS, sobre o canal de sinalização em associação com uma chamada para outro utilizador RDIS 3.3 -   RDIS

R&C 0301 07 1

  • 1.
    3ª Parte Protocolosde Transporte
  • 2.
    3.1 - X.25Protocolo X.25: Desenvolvido no inicio dos anos 70 pelo CCITT (Comité Consultivo de Telefones e Telégrafos Internacional), agora ITU ( International Telecommunications Union ) Protocolo standard de telecomunicações, (ainda) utilizado Ex. rede Telepac Protocolo de comutação de pacotes: Encaminhamento de pacotes de dimensão variável Necessidade de processamento de pacotes por nós + Utilizadores Atrasos de transmissão Controlo de erros/fluxo ponto-a-ponto (protocolo fiável) 1 canal físico partilhado por diferentes utilizadores
  • 3.
    Protocolo X.25: Protocolo Connection-oriented Todas as mensagens efectuam o mesmo percurso na rede (Circuito Virtual) Garante ordem cronológica na chegada de pacotes Utilização de circuitos virtuais, possibilita: Circuitos temporários por chamada Circuitos permanentes Pouco apropriado para aplicações de tempo-real Pacotes sujeitos a atrasos variáveis Baixas velocidade (64 Kbps) Transporta de bastante informação de controlo ( overhead ) 3.1 - X.25
  • 4.
    Pacotes de váriosutilizadores (clientes) de uma rede X.25 (fornecedor) são multiplexados numa única ligação para acederem a serviços e/ou outras redes 3.1 - X.25 A B C R C C C C B A C B A R Link X.25 A A A B B B Servidor Remoto Gateway c\ Interface X.25 Rede X.25
  • 5.
    Aplicação Apresentação SessãoTransporte Rede Ligação de dados Física X.25 - PLP OSI X.25 LAPB X.21 Relação entre X.25 e modelo OSI 3.1 - X.25
  • 6.
    Camada Física Possibilidadede utilização de uma série de protocolos standards : X21, X21bis Comunicação Terminal (DTE) / Rede (DCE) Camada Ligação de Dados Protocolo LAPB ( Link Access Procedure-Balanced ) Comunicação fiável ao nível da trama Camada Rede Protocolo PLP ( Packet Layer Protocol) Gestão de estabelecimento de ligações virtuais 3.1 - X.25
  • 7.
    3.1 - X.25Equipamentos de Rede X.25: DTE – Data Terminal Equipment DCE – Data Communication Equipment PSE – Packet Switching Exchange PAD – Packet Assembler / Disassembler * Buffering – armazenamento de pacotes * Assemblar/Desassemblar pacotes * Inserção/Remoção de cabeçalho * Acoplado a DTE
  • 8.
    3.1 - X.25Circuito Físico vs. Circuito Virtual em Rede X.25: 2 tipos de Circuito Virtual: SVC – Switched Virtual Circuit ligação lógica temporária estabelecida durante a comunicação DTE-DTE PVC – Permanent Virtual Circuit ligação lógica permanente sem necessidade de estabelecimento prévio ligação sempre activa.
  • 9.
    3.1 - X.25GFI – General Format Identifier Identificador de formato de pacote: * Dados ou Controlo LCI – Local Channel Identifier Identificador de circuito virtual PTI – Packet Type Identifier Identificador de tipo de pacote: * ex. setup , reset de ligação
  • 10.
    3.1 - X.25Flag – Delimitador de trama Address – Endereço de nó destino Control – Especifica Numero de sequência + tipo de trama: * Trama S (Supervisão), I (Informação) ou U(não numerada) Data – contém o pacote PLP de layer 3 FCS – Frame Check Sequence Checksum de trama
  • 11.
    Protocolo Frame-RelayProtocolo de transporte de tramas - normas ITU-T Q.922 e Q.933 Implementado em meados do anos 80, com o objectivo de contornar limitações de velocidade de X.25 Apropriado para redes rápidas e fiáveis - fibras ópticas Controlo de Fluxo Controlo de Erros Nós apenas realizam funções de encaminhamento das tramas: Não detectam erros Eliminam tramas se não as reconhecerem (endereços) Suporta e garante maiores velocidades de transmissão n x 64 Kpbs Connection Oriented - circuitos virtuais Garantia de ritmo de transmissão (CIR) 3.2 – Frame Relay Realizado nos Protocolos das camadas Superiores (Terminais) Não requerem retransmissão
  • 12.
    Protocolo Frame-RelayConnection Oriented - circuitos virtuais: PVC - Permanent Virtual Circuit Circuito Permanente Gestão mais simples de rede Pré-Definição de características de ligação Velocidade Dimensão de pacotes SVC - Switched Virtual Circuit Circuito Comutado Gestão dinâmica de rede 3.2 - Frame Relay
  • 13.
    Interligação de LANs(clientes) através de uma rede de pública de comutação de pacotes (fornecedor) 3.2 - Frame Relay FRAD Rede Frame-Relay - Fornecedor: FRAD PVC Gw Gw Hub R FRAD - Frame Relay Access Device FRS - Frame Relay Switch PVC - Permanent Virtual Circuit Cliente Cliente FRS
  • 14.
    Aplicação Apresentação SessãoTransporte Rede Ligação de dados Física OSI Frame Relay Frame Relay Relação entre Frame-Relay e modelo OSI 3.2 - Frame Relay
  • 15.
    Estrutura de trama Frame-Relay Flag - padrão de bits que identifica inicio/fim de trama Cabeçalho: DLCI - Data Link Connection Identifier Identificador de Circuito Virtual DE - Bit Discard Eligibility Identificador de tramas menos prioritárias FECN - Forward Explicit Congestion Notification BECN - Backward Explicit Congestion Notification FCS - Frame Check Sequence Checksum do cabeçalho da trama 3.2 - Frame Relay Bits de Notificação de congestionamento nos sentidos E>R (FECN) e R>E (BECN) Flag Cabeçalho Informação FCS Flag
  • 16.
    Controlo de congestionamentona rede Garantia de QoS: Contrato Débito de Ligação - parâmetros negociados Rede/Utilizador: CIR - Commited Information Rate Velocidade média que rede se compromete a disponibilizar CBS - Commited Burst Size Dimensão média de pacote de dados ( bits ) que rede se compromete a transmitir por unidade tempo T CIR = CBS / T AR – Access Rate Velocidade máxima do canal do utilizador EBS - Excess Burst Size Dimensão máxima de pacote de dados (acima de CBS) que rede tentará transmitir por unidade de tempo T AR = EBS / T 3.2 - Frame Relay
  • 17.
    3.2 - Frame Relay Ritmo Máximo Canal (AR) CIR Ritmo Tx Tempo Transmissão Garantida Transmissão se possível Excesso Eliminado
  • 18.
    Controlo de congestionamentona rede: Utilizador compromete-se a respeitar contrato c\ auto-disciplina Rede compromete-se a respeitar o contrato com: Controlo de Policiamento (utilizadores correntes) Controlo de Admissão (novos utilizadores) Utilização de parâmetros FECN/BECN FECN: Indicar a elemento de rede que recebe trama que foi detectado congestionamento no caminho que percorreu Receptor recebe trama e reduz ritmo de transmissão (inversa) BECN: Informação transportada por tramas que fazem percurso inverso ao das tramas que encontram congestionamento Emissor recebe trama e reduz ritmo de transmissão Bit DE=1 em tramas de Aplicações: -- Prioritárias Não cumpridoras de valores de Contrato de Tráfego 3.2 - Frame Relay
  • 19.
    RDIS - RedeDigital com Integração de Serviços 3.3 - RDIS Integração de serviços dispersos por várias redes numa única rede Ex: telefone, telex e dados Melhor qualidade Rede Digital Acessos simultâneos / Maior velocidade (do que rede analógicas) Comutação digital Comutação digital
  • 20.
    Interfaces RDISAcesso Básico (BA - Basic Access ) 2 Canais B - Dados a 64 Kbit/s 1 Canal D - Sinalização a 16 Kbit/s Acesso Primário (PA - Primary Access ) 30 Canais B (Versão americana tem 23 canais) 1 Canal D - Sinalização a 64 Kbit/s 1 Canal de sincronismo de 64 Kbit/s 3.3 - RDIS
  • 21.
    Sessão Aplicação ApresentaçãoLAPD ISDN Modelo OSI / Protocolos ISDN LAPD - Link Acess Procedure on D Channel 3.3 - RDIS Rede Transporte Ligação de dados Física
  • 22.
    3.3 - RDIS i) Serviços de suporte Serviços de telecomunicações são classificados em 3 grupos ii) Teleserviços iii) Serviços suplementares
  • 23.
    Serviços de SuportePossibilitam a transferência de informação digital entre utilizadores Caracterizados pelo seguinte conjunto de atributos: Transferência de Informação Acesso Gerais 3.3 - RDIS Atributos de transferência de informação Serviços Suplementares oferecidos pela rede Canal (D/B) + Ritmo de Acesso Modo de Tx: CS / PS Tipo de Serviço: * Dados, Audio, Video RDIS Atributos de Acesso Atributos Gerais
  • 24.
    Teleserviços Serviço decomunicação entre: 2 Utilizadores Utilizador/Servidor de Rede Tipos de Teleserviços: Telefonia - Transmissão bidireccional de um sinal de voz com largura de banda 3,1 KHz Teletexto - Transmissão de informação em modo carácter Telefax - Transmissão de informação em modo facsimile Documentos com resolução até 400 dpi Videotexto - Transmissão de informação em modo alfa-fotográfico Texto + Gráficos + Imagens 3.3 - RDIS
  • 25.
    Serviços Suplementares Modificam/complementamum serviço básico de telecomunicações (teleserviço) Não têm existência autónoma São disponibilizados em associação com serviços básicos Existem 8 tipos de Serviços Suplementares: Identificação de número Oferta de chamadas Estabelecimento de chamadas Multi-utilizador Comunidade de utilizadores Taxação Transferência de informação adicional 3.3 - RDIS
  • 26.
    Identificação de NúmeroDDI - Direct Dialing In MSN - Multiple Subscriber Number CLIP - Calling Line Id. Presentation CLIR - Calling Line Id. Restriction COLP - Connected Line Id. Presentation COLR - Connectede Line Id. Restriction MCID - Malicious Call IDentification Oferta de Chamadas CT - Call Transfer CFB - Call Forwarding Busy CFNR - Call Forwarding No Reply CFW - Call Forwarding Immediate Estabelecimento de Chamadas CW - Call Waiting TP- Terminal Portability Multi-utilizador CONF - Conference Call 3PTY - Three-Party Service Comunidade de Utilizadores CUG - Closed User Group Tarifação AOC - Advice Of Charging RC - Reverse Charging Transferência de Informação Adicional UUS - User-to-User Signaling 3.3 - RDIS Resumo dos serviços suplementares
  • 27.
    Identificação de número- permitem facilidades adicionais relacionadas com endereços Marcação Directa de Entrada (DDI) Permite a um utilizador chamar directamente outro utilizador, num sistema privado, sem intervenção de operadora Identificação de Linha Chamadora (CLIP) Serviço oferecido ao utilizador chamado, que lhe fornece o número RDIS do chamador Restrição de Identificação de Linha Chamadora (CLIR) Serviço oferecido ao utilizador chamador, restringe a apresentação do seu número RDIS no terminal chamado Identificação de Linha Ligada (COLP) Serviço oferecido ao utilizador chamador, que lhe fornece o número RDIS do utilizador ao qual ele está efectivamente ligado 3.3 - RDIS
  • 28.
    Restrição de Identificaçãode Linha Ligada (COLR) Serviço oferecido ao utilizador ligado, que restringe a apresentação do seu número ao chamador Anulação de Restrição de Id. de Linha Chamadora (CLIR override ) Permite a identificação do número RDIS do chamador, mesmo quando este possui CLIR Identificação de Chamada Mal Intencionada (MCID) Permite ao utilizador que recebe uma chamada mal intencionada a identificação do chamador (sobrepondo-se ao CLIR). Esta chamada fica identificada na central Número de Utilizador Múltiplo (MSN) Permite atribuir múltiplos números RDIS a uma única interface 3.3 - RDIS
  • 29.
    Oferta de chamadas- permitem efectuar operações de redireccionamento de chamadas Transferência de Chamadas (CT) Permite a um utilizador transferir uma chamada estabelecida para um terceiro terminal, independentemente de ter sido originada ou recebida pelo utilizador Redireccionamento se Ocupado (CFB) Permite a um utilizador ter as suas chamadas de entrada reencaminhadas para outro terminal, se o seu se encontrar ocupado Redireccionamento se Não Responder (CFNR) Permite a um utilizador ter as suas chamadas de entrada reencaminhadas para outro terminal, se o seu não as atender Redireccionamento Incondicional (CFU) Permite a um utilizador ter as suas chamadas de entrada reencaminhadas para outro terminal incondicionalmente 3.3 - RDIS
  • 30.
    Estabelecimento de chamadas- Permitem efectuar operações de controlo de estabelecimento de chamadas Chamada em Espera (CW) Permite a um utilizador ser avisado da existência de uma chamada de entrada, com a indicação de que não há canal de informação (B) disponível na interface Portabilidade de Terminal (TP) Permite ao utilizador interromper uma chamada existente e posteriormente restabelecer a ligação noutro local 3.3 - RDIS
  • 31.
    Multi-utilizador - Permitemefectuar operações de controlo de chamadas envolvendo vários interlocutores Chamada de Conferência (CONF) Permite a um utilizador comunicar simultaneamente com vários utilizadores, os quais podem também comunicar entre si Conferência Tripartida (3PTY) Permite a um utilizador juntar 2 chamadas numa conversação a três 3.3 - RDIS
  • 32.
    Comunidade de Utilizadores- permitem a definição de atributos a grupos de utilizadores Grupo Fechado de Utilizadores (CUG) Permite formar grupos de utilizadores para os quais o acesso é restrito (ex.: elementos desse grupo podem comunicar entre si mas não para fora desse grupo) Taxação - serviços relacionados com a contabilização de custos de chamadas Aviso de Taxação (AOC) Permite ao utilizador que paga a chamada receber informação da taxação relativa a essa chamada, no inicio, durante ou no fim da chamada Tarifação no Destinatário (REV) Permite imputar ao receptor de uma chamada o custo da mesma 3.3 - RDIS
  • 33.
    Transferência de informaçãoadicional - permitem definir formas adicionais de transferência de informação User-to-User Signaling (UUS) Permite a um utilizador RDIS enviar/receber informação de/para outro utilizador RDIS, sobre o canal de sinalização em associação com uma chamada para outro utilizador RDIS 3.3 - RDIS