O movimento rastafári, iniciado na Jamaica na década de 1930, enfatiza a reconexão com a África e a rejeição à opressão, tendo se expandido no Brasil nas décadas de 1970 e 1980, impulsionado pelo reggae. Este movimento inclui práticas como o uso de cannabis como sacramento e celebrações culturais africanas. Os grupos sociais variam de nyahbinghi, que focam na resistência, a bobo ashanti e doze tribos de israel, cada um com seus objetivos específicos.