Raça
Não há uma raça humana especifica. A raça podemos dizer que é uma mistura de cada cor formando um arco-ires.
 
Mas também há a luta do movimento social negro pelas cotas nas universidade.
 
Há um mito de que a sociedade brasileira é contra as cotas, a verdade é que diversas pesquisas de opinião mostram que houve um progressivo e contundente reconhecimento da importância das cotas na sociedade brasileira. Mais da metade dos reitores e reitoras das universidades federais já é favorável às cotas. Pesquisas realizadas pelo Programa Políticas da Cor, na ANPED e na ANPOCS, duas das mais importantes associações científicas do Brasil, bem como em diversas universidades públicas, mostram o apoio da comunidade acadêmica às cotas, inclusive entre os professores dos cursos denominados "mais competitivos" (medicina, direito, engenharia etc). Alguns meios de comunicação e alguns jornalistas têm fustigado as políticas afirmativas e, particularmente, as cotas. Mas isso não significa, obviamente, que a sociedade brasileira as rejeita.
Brasil com varias culturas.
Então fica a pergunta: Se os negros tem direito há cota,quer dizer que ele não é capaz ? Ai vai da sua resposta.
Por isso que o conceito da raça já não existe mais para uns...surgiram etnias que também é uma mistura das cores.
Outra falácia é o argumento de que as cotas não podem incluir critérios raciais ou étnicos devido ao alto grau de miscigenação da sociedade brasileira, que impossibilita distinguir quem é negro ou branco no país. Os brasileiros, sem dúvida nenhuma, constituem uma sociedade mestiça, mas o valor dessa mestiçagem é meramente retórico no Brasil. Na cotidianidade, as pessoas são discriminadas pela sua cor, sua etnia, sua origem, seu sotaque, seu sexo e sua opção sexual. Quando se trata de fazer uma política pública de afirmação de direitos, a cor das pessoas magicamente se desmancha. Mas, quando pretende-se obter um emprego, uma vaga na universidade ou, simplesmente, evitar o constrangimento por arbitrariedades de todo tipo, a cor torna-se um fator crucial para a vantagem de alguns e desvantagens de outros. A população negra é discriminada porque grande parte dela é pobre, mas também pela cor da sua pele. No Brasil, quase a metade da população é negra. E grande parte dela é pobre, discriminada e excluída. Isto não é uma mera coincidência.
 
 
 
Alguns ainda defendem que as cotas são prejudiciais para os próprios negros, já que os estigmatizam como sendo incompetentes e não merecedores do lugar que ocupam nas universidades. Argumentações deste tipo não são freqüentes entre a população negra e, menos ainda, entre os alunos e alunas cotistas. As cotas são consideradas por eles, como uma vitória democrática, não como uma derrota na sua auto-estima, ser cotista é hoje um orgulho para estes alunos e alunas. Porque, nessa condição, há um passado de lutas, de sofrimento, de derrotas e, também, de conquistas. Há um compromisso assumido. Há um direito realizado. Hoje, como no passado, os grupos excluídos e discriminados se sentem mais e não menos reconhecidos socialmente quando seus direitos são afirmados, quando a lei cria condições efetivas para lutar contra as diversas formas de segregação. A multiplicação, nas universidades, de alunos e alunas pobres, de jovens negros e negras, de filhos e filhas das mais diversas comunidades indígenas é um orgulho para todos eles.
A ciência já provou que os seres humanos são biologicamente iguais, mas isso, ainda, não transformou o racismo social, que é o que determina a desigualdade de condições entre os negros e os brancos nas seleções públicas como vestibulares e concursos. As ações afirmativas não visam sanar as diferenças biológicas, essas é sabido que não existem, sua função é tratar de forma desigual os socialmente desiguais, dando tratamento diferenciado a uma população que teve sua cultura massacrada e ficou 300 anos proibida de estudar.
 
O fato de não haver raças, não quer dizer que todos os seres humanos são iguais, se o fossem não era necessário a Constituição Federal de 1988 determinar que "Todos são iguais perante à lei", isso quer dizer: não somos iguais, possuímos culturas, religiões, países e condições sociais diversas e por isso precisamos de uma legislação que garanta o mesmo tratamento à todos. Dessa forma, o que diferencia os brancos dos negros é a etnia, as diferenças são determinadas pela cultura e não pelo aspecto físico de cada povo, os árabes, por exemplo, não são uma raça, e sim, uma etnia. Da mesma forma que os japoneses, os judeus, os índios, os muçulmanos etc. que também sofrem preconceito em razão das suas crenças.
 
Ser preconceituoso é ter uma idéia pré-definida sobre alguém em razão da sua cultura, cor da pele, lugar onde mora ou qualquer fator que crie rótulos em alguém. É difícil encontrar alguém completamente desprovido de preconceitos, as pessoas constroem "rótulos" para grupos sociais a partir da sua educação e família, eles não necessariamente são negativos, pode-se pensar que alguém por ser negro tem facilidade para tocar instrumentos, isso não é um problema, a ignorância está na crença de que essa facilidade está na cor da pele, na "raça", e não na cultura africana herdada de inúmeras gerações.
Misturando tudo,um pouco de cor,amor,etnia,cultura,etc...se tem...
 
Em quanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos haverá guerra.
 
Criado por: Carla A. Meireles Caixeta. Tháis. Kélma. 2º v/a Gratos

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    Não há umaraça humana especifica. A raça podemos dizer que é uma mistura de cada cor formando um arco-ires.
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    Mas também háa luta do movimento social negro pelas cotas nas universidade.
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    Há um mitode que a sociedade brasileira é contra as cotas, a verdade é que diversas pesquisas de opinião mostram que houve um progressivo e contundente reconhecimento da importância das cotas na sociedade brasileira. Mais da metade dos reitores e reitoras das universidades federais já é favorável às cotas. Pesquisas realizadas pelo Programa Políticas da Cor, na ANPED e na ANPOCS, duas das mais importantes associações científicas do Brasil, bem como em diversas universidades públicas, mostram o apoio da comunidade acadêmica às cotas, inclusive entre os professores dos cursos denominados "mais competitivos" (medicina, direito, engenharia etc). Alguns meios de comunicação e alguns jornalistas têm fustigado as políticas afirmativas e, particularmente, as cotas. Mas isso não significa, obviamente, que a sociedade brasileira as rejeita.
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    Então fica apergunta: Se os negros tem direito há cota,quer dizer que ele não é capaz ? Ai vai da sua resposta.
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    Outra falácia éo argumento de que as cotas não podem incluir critérios raciais ou étnicos devido ao alto grau de miscigenação da sociedade brasileira, que impossibilita distinguir quem é negro ou branco no país. Os brasileiros, sem dúvida nenhuma, constituem uma sociedade mestiça, mas o valor dessa mestiçagem é meramente retórico no Brasil. Na cotidianidade, as pessoas são discriminadas pela sua cor, sua etnia, sua origem, seu sotaque, seu sexo e sua opção sexual. Quando se trata de fazer uma política pública de afirmação de direitos, a cor das pessoas magicamente se desmancha. Mas, quando pretende-se obter um emprego, uma vaga na universidade ou, simplesmente, evitar o constrangimento por arbitrariedades de todo tipo, a cor torna-se um fator crucial para a vantagem de alguns e desvantagens de outros. A população negra é discriminada porque grande parte dela é pobre, mas também pela cor da sua pele. No Brasil, quase a metade da população é negra. E grande parte dela é pobre, discriminada e excluída. Isto não é uma mera coincidência.
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    Alguns ainda defendemque as cotas são prejudiciais para os próprios negros, já que os estigmatizam como sendo incompetentes e não merecedores do lugar que ocupam nas universidades. Argumentações deste tipo não são freqüentes entre a população negra e, menos ainda, entre os alunos e alunas cotistas. As cotas são consideradas por eles, como uma vitória democrática, não como uma derrota na sua auto-estima, ser cotista é hoje um orgulho para estes alunos e alunas. Porque, nessa condição, há um passado de lutas, de sofrimento, de derrotas e, também, de conquistas. Há um compromisso assumido. Há um direito realizado. Hoje, como no passado, os grupos excluídos e discriminados se sentem mais e não menos reconhecidos socialmente quando seus direitos são afirmados, quando a lei cria condições efetivas para lutar contra as diversas formas de segregação. A multiplicação, nas universidades, de alunos e alunas pobres, de jovens negros e negras, de filhos e filhas das mais diversas comunidades indígenas é um orgulho para todos eles.
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    A ciência jáprovou que os seres humanos são biologicamente iguais, mas isso, ainda, não transformou o racismo social, que é o que determina a desigualdade de condições entre os negros e os brancos nas seleções públicas como vestibulares e concursos. As ações afirmativas não visam sanar as diferenças biológicas, essas é sabido que não existem, sua função é tratar de forma desigual os socialmente desiguais, dando tratamento diferenciado a uma população que teve sua cultura massacrada e ficou 300 anos proibida de estudar.
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    O fato denão haver raças, não quer dizer que todos os seres humanos são iguais, se o fossem não era necessário a Constituição Federal de 1988 determinar que "Todos são iguais perante à lei", isso quer dizer: não somos iguais, possuímos culturas, religiões, países e condições sociais diversas e por isso precisamos de uma legislação que garanta o mesmo tratamento à todos. Dessa forma, o que diferencia os brancos dos negros é a etnia, as diferenças são determinadas pela cultura e não pelo aspecto físico de cada povo, os árabes, por exemplo, não são uma raça, e sim, uma etnia. Da mesma forma que os japoneses, os judeus, os índios, os muçulmanos etc. que também sofrem preconceito em razão das suas crenças.
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    Ser preconceituoso éter uma idéia pré-definida sobre alguém em razão da sua cultura, cor da pele, lugar onde mora ou qualquer fator que crie rótulos em alguém. É difícil encontrar alguém completamente desprovido de preconceitos, as pessoas constroem "rótulos" para grupos sociais a partir da sua educação e família, eles não necessariamente são negativos, pode-se pensar que alguém por ser negro tem facilidade para tocar instrumentos, isso não é um problema, a ignorância está na crença de que essa facilidade está na cor da pele, na "raça", e não na cultura africana herdada de inúmeras gerações.
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    Misturando tudo,um poucode cor,amor,etnia,cultura,etc...se tem...
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    Em quanto acor da pele for mais importante que o brilho dos olhos haverá guerra.
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    Criado por: CarlaA. Meireles Caixeta. Tháis. Kélma. 2º v/a Gratos