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𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯
Página Discussão Ver fonte Ver histórico
Adolf Hitler
𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 (nasc. 20 de Abril de 1889., 𝔅𝔯𝔞𝔲𝔫𝔞𝔲 𝔞𝔪 ℑ𝔫𝔫,
Imperio Austro-Húngaro (também conhecido como Estados
Austriacos) (actualmente Austria); † 30 de abril de 1945 em
Berlim, Alemanha) foi um político Alemão, leader do Partido
Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (𝔑.𝔖.𝔇.𝔄.𝔓.,
𝔑𝔞𝔱𝔦𝔬𝔫𝔞𝔩ſ𝔬𝔷𝔦𝔞𝔩𝔦ſ𝔱𝔦𝔠𝔥𝔢 𝔇𝔢𝔲𝔱ſ𝔠𝔥𝔢 𝔄𝔯𝔟𝔢𝔦𝔱𝔢𝔯𝔭𝔞𝔯𝔱𝔢𝔦) a partir de 1921,
Chanceler a partir de 1933. e 𝔉𝔲̈𝔥𝔯𝔢𝔯 a partir de 1934,
occupando as posições de chefe de governo e estado até à
sua morte em 1945.
Lutou pela Alemanha na Primeira Guerra Mundial, sendo
condecorado com a Cruz de Ferro. Após o 𝔓𝔲𝔱ſ𝔠𝔥 (tumulto) da
Cervejaria em Munique, em 1923, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 foi preso por oito
meses, periodo no qual escreveu 𝔐𝔢𝔦𝔫 𝔎𝔞𝔪𝔭𝔣 (A Minha Luta).
Sob a sua liderança, o Nacional Socialismo Alemão obteve
victoria eleitoral durante a crise da República de
Weimar, dando origem ao Terceiro ℜ𝔢𝔦𝔠𝔥 (Imperio).
A Alemanha recuperou-se da crise e diminuiu o
desemprego, e começou uma campanha de
perseguição aos judeus e outras minorias, mas seu
sistema politico-economico ameaçava o dominio
dos banqueiros no occidente, levando a uma
boicotagem internacional. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 tentou unificar
territorios Alemães separados da nação pelo
Tratado de Versalhes. Recebeu apoio da Italia,
aproximando-se de Benito Mussolini. Ameaçado
pela Inglaterra e França, criou a 𝔚𝔢𝔥𝔯𝔪𝔞𝔠𝔥𝔱 (Forças
de Defensa da Alemanha) e restabeleceu o serviço
militar obrigatorio. As forças armadas foram
modernizadas ante a iminencia de guerra.
Unificou a Austria à Alemanha e buscou,
2.
𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯
Discurso de𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯
Árvore Genealógica
diplomaticamente, uma conexão com a Prussia
Oriental (hoje Oblast de Kaliningrado), um enclave,
através da Polonia. Protegida por Inglaterra e
França, a Polonia recusou a diplomacia e planejou
uma invasão. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 antecipou-se e iniciou a
Campanha da Polonia, desencadeando a Segunda
Guerra Mundial. Apesar das victorias iniciais do
imperio Alemão, a guerra tornou-se desfavorável
após a Batalha de Stalingrado e os bombardeios.
ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 sobreviveu a um atentado em 20 de julho de
1944 no 𝔚𝔬𝔩𝔣𝔰ſ𝔠𝔥𝔞𝔫𝔷𝔢 e, desde então, refugiou-se
num 𝔟𝔲𝔫𝔨𝔢𝔯 em Berlim. Com a derrota iminente,
casou-se com 𝔈𝔳𝔞 𝔅𝔯𝔞𝔲𝔫 pouco antes de cometer
suicidio. No seu testamento, nomeou 𝔎𝔞𝔯𝔩 𝔇𝔬̈𝔫𝔦𝔱𝔷
como successor, que foi Chanceler por breves dias
até a rendição.
Um traço da personalidade de 𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 era seu
apreço pelo belo e a sua valorização pelas artes,
incluindo as literárias. Ele mostrou talento para
arquitetura, desenho e pintura, e produziu obras
tanto literárias quanto pictóricas.
𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 nasceu em 𝔅𝔯𝔞𝔲𝔫𝔞𝔲 𝔞𝔪 ℑ𝔫𝔫, uma
cidade na fronteira entre a Áustria e a Alemanha.
Seu pai trabalhou como funcionário público em
várias cidades, incluindo Passau e Lints. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯
descreve seu pai como alguém que trabalhou duro
desde a juventude para melhorar sua situação,
saindo da pobreza rural para se tornar um
funcionário público. Quando seu pai se aposentou,
ele continuou trabalhando ativamente em vez de
descansar.
Documentos históricos guardados nos Arquivos do
Senado e da Câmara dos Deputados, em Brasília,
mostram que os rumos da política brasileira foram
influenciados por 𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 (1889-1945). De
forma involuntária e indireta, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 teve papel
tanto na implantação quanto na derrubada do
Estado Novo (1937-1945), a ditadura de Getúlio
Vargas.
0 26
3.
Livro
Assinatura
Jair Bolsonaro
Os documentosda época indicam que não foram
poucos os senadores e deputados brasileiros que,
admiradores do governo de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯, defenderam a
adoção de um governo autoritário no país.
Índice [esconder]
1 Biografia
1.1 Início da carreira política
1.2 Putsch da Cervejaria
2 Uniforme nazista
3 𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 e a pintura
4 𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 como colecionador
5 Pinturas de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 no tempo
6 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 era católico?
7 Vida particular
8 𝔐𝔢𝔦𝔫 𝔎𝔞𝔪𝔭𝔣 (Minha Luta)
9 Resumo do documento sobre 𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯:
10 Referências
Biografia
ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 nasceu na Áustria, então parte do Império
Austro-Húngaro, e foi criado na cidade de Lints.
Mudou-se para a Alemanha em 1913 e serviu no
exército alemão durante a Primeira Guerra Mundial. Juntou-se ao Partido Alemão dos
Trabalhadores, precursor do Partido Nazi, em 1919, e tornou-se seu líder em 1921. Em 1923,
organizou um golpe de Estado em Munique para tentar tomar o poder. O fracassado golpe
resultou na prisão de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯. Enquanto preso, ele ditou seu primeiro trabalho literário, a sua
autobiografia e manifesto político, 𝔐𝔢𝔦𝔫 𝔎𝔞𝔪𝔭𝔣 ("Minha Luta"). Quando foi solto da cadeia, em
1924, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 ganhou apoio popular pela Alemanha com sua forte oposição ao Tratado de Versalhes
e promoveu suas ideias de pangermanismo, antissemitismo e anticomunismo, com seu carisma e
forte propaganda. Ele frequentemente criticava os sistemas capitalista e comunista como sendo
partes de uma conspiração judia. Em 1933, o Partido Nazi tornou-se o maior partido eleito no
ℜ𝔢𝔦𝔠𝔥𝔰𝔱𝔞𝔤, com seu líder, 𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯, sendo apontado Chanceler da Alemanha no dia 30 de
janeiro do mesmo ano. Após novas eleições, ganhas por sua coalizão, o Parlamento aprovou a Lei
habilitante de 1933, que começou o processo de transformar a República de Weimar na Alemanha
Nazi, uma ditadura de partido único totalitária e autocrática de ideologia nacional socialista. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯
pregava a eliminação dos judeus da Alemanha e o estabelecimento de uma Nova Ordem para
combater o que ele via como "injustiças pós Primeira Grande Guerra", numa Europa dominada
pelos britânicos e franceses.
Em seus primeiros seis anos no poder, a economia alemã recuperou-se da Grande Depressão, as
4.
restrições impostas aopaís após a Primeira Guerra Mundial foram ignoradas e territórios na
fronteira, lar de milhões de 𝔙𝔬𝔩𝔨𝔰𝔡𝔢𝔲𝔱ſ𝔠𝔥𝔢 (alemães étnicos), foram anexados — ações que deram a
ele grande apoio popular. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 queria estabelecer o 𝔏𝔢𝔟𝔢𝔫𝔰𝔯𝔞𝔲𝔪 ("espaço vital") para o povo
alemão. Sua política externa agressiva é considerada um dos motivos que levaram a Europa e o
mundo à segunda grande guerra. Ele iniciou um grande programa de reindustrialização e
rearmamento da Alemanha em meados da década de 1930 e então, a 1 de setembro de 1939,
ordenou a invasão da Polônia, resultando numa declaração de guerra por parte do Reino Unido e
da França alguns dias depois. Em junho de 1941, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 ordenou a invasão da União Soviética. Em
meados de 1942, a 𝔚𝔢𝔥𝔯𝔪𝔞𝔠𝔥𝔱 (as forças armadas nazis) e as tropas do Eixo já ocupavam boa parte
da Europa continental, do Norte da África e quase um quarto do território soviético. Contudo,
após falharem em conquistar Moscou e serem derrotados em Stalingrado, as forças nazis
começaram a retroceder. A entrada dos Estados Unidos na guerra ao lado dos Aliados forçou a
Alemanha a ficar na defensiva, acumulando uma série de derrotas a partir de 1943. Nos últimos
dias do conflito, durante a Batalha de Berlim em 1945, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 se casou com sua amante de longa
data, Eva Braun. No dia 30 de abril de 1945, os dois cometeram suicídio para evitar serem
capturados pelo exército vermelho. Seus corpos foram queimados e enterrados. Uma semana mais
tarde a Alemanha se rendeu formalmente.
Sob a liderança de 𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯, com uma ideologia racialmente motivada, o regime nazi perpetrou
um dos maiores genocídios da história da humanidade, matando pelo menos 6 milhões de judeus
e milhares de outras pessoas que ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 e seus seguidores consideravam como 𝔘̈𝔫𝔱𝔢𝔯𝔪𝔢𝔫ſ𝔠𝔥𝔢𝔫
("sub-humanos") e socialmente "indesejáveis". Os nazis também foram responsáveis pela morte de
mais de 19,3 milhões de civis e prisioneiros de guerra. Além disso, no total, 29 milhões de
soldados e civis morreram como resultado do conflito na Europa durante a Segunda Guerra
Mundial. O número de fatalidades neste conflito foi sem precedentes e ainda é uma das guerras
mais mortais da história.
Início da carreira política
Após a primeira guerra mundial, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 retornou para Munique. Sem uma educação formal ou
prospectos de carreira, ele decidiu permanecer no exército. Em julho de 1919, ele foi apontado
como 𝔙𝔢𝔯𝔟𝔦𝔫𝔡𝔲𝔫𝔤𝔰𝔪𝔞𝔫𝔫 (agente de inteligência) da 𝔄𝔲𝔣𝔨𝔩𝔞̈𝔯𝔲𝔫𝔤𝔰𝔨𝔬𝔪𝔪𝔞𝔫𝔡𝔬 (Comando de
Reconhecimento) do ℜ𝔢𝔦𝔠𝔥𝔰𝔴𝔢𝔥𝔯 (o novo exército alemão), com o propósito de influenciar outros
soldados e se infiltrar no Partido Alemão dos Trabalhadores (𝔇.𝔄.𝔓). Enquanto monitorava as
atividades do 𝔇.𝔄.𝔓, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 foi atraído pelo fundador do partido, Anton Drexler, e sua retórica
antissemita, nacionalista, anticapitalista e antimarxista. Drexler favorecia um governo forte e ativo,
uma versão não judaica do socialismo (como ele descrevia), e solidariedade entre os membros da
sociedade. Impressionado com as capacidades oratórias de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯, Drexler o convidou para se
juntar ao 𝔇.𝔄.𝔓. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 aceitou a 12 de setembro de 1919, tornando-se o membro nº 555 (o
partido havia começado a contagem de membros no número 500 para dar a impressão de ser
maior do que realmente era).
No 𝔇.𝔄.𝔓, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 conheceu 𝔇𝔦𝔢𝔱𝔯𝔦𝔠𝔥 𝔈𝔠𝔨𝔞𝔯𝔱, um dos fundadores do partido e membro da ocultista
5.
Sociedade Thule. Eckartse tornou um dos mentores de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯, trocando ideias com ele e o
apresentando à alta sociedade de Munique. Para aumentar seu apelo popular, o 𝔇.𝔄.𝔓 mudou seu
nome para 𝔑𝔞𝔱𝔦𝔬𝔫𝔞𝔩ſ𝔬𝔷𝔦𝔞𝔩𝔦ſ𝔱𝔦𝔠𝔥𝔢 𝔇𝔢𝔲𝔱ſ𝔠𝔥𝔢 𝔄𝔯𝔟𝔢𝔦𝔱𝔢𝔯𝔭𝔞𝔯𝔱𝔢𝔦 (Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores
Alemães; 𝔑.𝔖.𝔇.𝔄.𝔓, ou Partido Nazi). ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 desenhou a bandeira do partido colocando uma
suástica preta dentro de um círculo branco com um fundo vermelho.
ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 foi formalmente dispensado pelo exército em 31 de março de 1920 e começou a trabalhar
em tempo integral no Partido Nazi (𝔑.𝔖.𝔇.𝔄.𝔓). O quartel-general do partido era em Munique, um
viveiro do sentimento nacionalista alemão antigoverno determinado a esmagar o marxismo e
minar a autoridade da República de Weimar. Em fevereiro de 1921 — já acostumado a falar para
grandes públicos — ele se dirigiu a uma plateia de mais de 6 000 numa noite. Para divulgar a
reunião, dois caminhões cheios de partidários do seu movimento dirigiram por Munique
balançando suásticas e distribuindo panfletos nazis. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 ganhou notoriedade por seus grandes e
polêmicos discursos contra o Tratado de Versalhes, rivais políticos e especialmente contra os
marxistas-comunistas e os judeus.
Em junho de 1921, enquanto ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 e Eckart estavam em uma viagem para angariar fundos em
Berlim, um motim irrompeu na sede do 𝔑.𝔖.𝔇.𝔄.𝔓 em Munique. Membros do comitê executivo
queriam fundir a legenda com os rivais do Partido Socialista Alemão (DSP), que também era de
extrema-direita. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 retornou para Munique em 11 de julho e, com raiva, renunciou a sua
filiação do partido. Os membros do comitê sabiam que a demissão da sua principal figura pública
e orador significaria o fim do partido. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 anunciou que ele retornaria à legenda na condição de
que ele substituiria Drexler na liderança do partido e o quartel-general deles permaneceria em
Munique. O comitê aceitou e ele formalmente retornou ao 𝔑.𝔖.𝔇.𝔄.𝔓 em 26 de julho como o
membro nº 3 680. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 continuou a enfrentar oposição dentro do próprio 𝔑.𝔖.𝔇.𝔄.𝔓: entre seus
principais oponentes estava Hermann Esser, que fora expulso do partido. Foram impressos mais de
3 000 panfletos criticando ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯, acusando-o de ser um traidor. Nos dias seguintes, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯
discursou em vários locais (sempre lotados) e se defendeu, atacando Esser, sempre recebendo
estrondosos aplausos. Sua estratégia foi bem-sucedida e em uma reunião com a cúpula do
partido, em 29 de julho, foram concedidos a ele poderes absolutos dentro do Partido Nazi,
substituindo Drexler, numa votação de 533 a 1.
Os discursos cáusticos de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 na cervejaria de Munique começaram a atrair grandes multidões
com muita frequência. Ele utilizava táticas populistas, incluindo o uso de bodes expiatórios, que
ele culpava por todas as dificuldades econômicas dos seus ouvintes. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 usava o magnetismo
pessoal e seu entendimento da psicologia das multidões quando falava com o público. Ele sabia
como falar e o que falar e em qual momento.
Entre seguidores que o apoiaram desde o início incluem-se ℜ𝔲𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔢ß, o ex piloto Hermann
Göring e o capitão do exército Ernst Röhm. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 recrutou Röhm para organizar e comandar o
grupo paramilitar conhecido como 𝔖𝔱𝔲𝔯𝔪𝔞𝔟𝔱𝔢𝔦𝔩𝔲𝔫𝔤 (SA), que servia como braço armado do partido,
protegendo as reuniões e os líderes nazis e também atacava oponentes políticos. Uma influência
importante sobre o pensar de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 aconteceu durante o período da 𝔄𝔲𝔣𝔟𝔞𝔲 𝔙𝔢𝔯𝔢𝔦𝔫𝔦𝔤𝔲𝔫𝔤, um
6.
grupo conspiratório formadopor "russos brancos" (como eram chamados os monarquistas
contrarrevolucionários do antigo Império Russo) exilados e nacionais-socialistas no início. Este
grupo, financiado por líderes industriais ricos, introduziu a ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 a ideia de uma conspiração
judaica internacional, ligada ao movimento bolchevique.
Putsch da Cervejaria
O Putsch da Cervejaria, também conhecido como Putsch de Munique, foi um golpe de estado
fracassado do Partido Nazi (𝔑𝔞𝔱𝔦𝔬𝔫𝔞𝔩ſ𝔬𝔷𝔦𝔞𝔩𝔦ſ𝔱𝔦𝔠𝔥𝔢 𝔇𝔢𝔲𝔱ſ𝔠𝔥𝔢 𝔄𝔯𝔟𝔢𝔦𝔱𝔢𝔯𝔭𝔞𝔯𝔱𝔢𝔦 ou 𝔑.𝔖.𝔇.𝔄.𝔓) por seu líder
𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯, Generalquartiermeister 𝔈𝔯𝔦𝔠𝔥 𝔏𝔲𝔡𝔢𝔫𝔡𝔬𝔯𝔣𝔣 e outros líderes 𝔎𝔞𝔪𝔭𝔣𝔟𝔲𝔫𝔡 em Munique,
Baviera, em 8–9 de novembro de 1923, durante a República de Weimar. Aproximadamente dois
mil nazis marcharam sobre o Feldherrnhalle, no centro da cidade, mas foram confrontados por um
cordão policial, que resultou na morte de 16 nazis, quatro policiais e um transeunte.
ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 escapou da prisão imediata e foi levado para um local seguro no campo. Depois de dois
dias, ele foi preso e acusado de traição.
O golpe chamou a atenção da nação alemã para ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 pela primeira vez e gerou manchetes de
primeira página em jornais de todo o mundo. A sua prisão foi seguida de um julgamento de 24
dias, que foi amplamente divulgado e lhe deu uma plataforma para expressar os seus sentimentos
nacionalistas à nação. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 foi considerado culpado de traição e condenado a cinco anos na
Prisão de Landsberg, onde ditou 𝔐𝔢𝔦𝔫 𝔎𝔞𝔪𝔭𝔣 aos companheiros de prisão Emil Maurice e ℜ𝔲𝔡𝔬𝔩𝔣
ℌ𝔢ß. Em 20 de dezembro de 1924, depois de cumprir apenas nove meses, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 foi libertado.
Uma vez libertado, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 redirecionou o seu foco para a obtenção do poder através de meios
legais e não através da revolução ou da força, e consequentemente mudou as suas táticas,
desenvolvendo ainda mais a propaganda nazi.
Em 1923, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 se aproximou do general 𝔈𝔯𝔦𝔠𝔥 𝔏𝔲𝔡𝔢𝔫𝔡𝔬𝔯𝔣𝔣, que também era veterano da primeira
guerra mundial, para tentar tomar o poder na Baviera através de um golpe (conhecido como
"Putsch da Cervejaria"). O Partido Nazi se inspirou no fascismo italiano como modelo para sua
aparência, estilo e até políticas. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 queria emular a "Marcha sobre Roma" de Benito Mussolini,
feita em 1922, dando seu próprio golpe em Munique, desafiando o governo central em Berlim.
ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 e 𝔏𝔲𝔡𝔢𝔫𝔡𝔬𝔯𝔣𝔣 buscaram apoio do Staatskommissar (comissário do estado) Gustav Ritter von
Kahr, o de facto governador da Baviera. Contudo, Kahr, junto com o chefe de polícia Hans Ritter
von Seisser e o general do exército 𝔒𝔱𝔱𝔬 𝔳𝔬𝔫 𝔏𝔬ſſ𝔬𝔴, queriam tentar seu próprio golpe e instituir no
país uma ditadura militar sob sua liderança, sem a participação de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯.
Em 8 de novembro de 1923, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 e vários membros da SA invadiram uma reunião pública,
organizada por Kahr, onde 3 000 pessoas estavam reunidas na Bürgerbräukeller, uma grande
cervejaria de Munique. Interrompendo o discurso de Kahr, ele anunciou que a revolução nacional
havia começado e declarou a formação de um novo governo com 𝔏𝔲𝔡𝔢𝔫𝔡𝔬𝔯𝔣𝔣. Numa sala nos
fundos, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯, com uma pistola em mãos, exigiu apoio de Kahr, Seisser e Lossow. Eles,
temporariamente, concordaram. As tropas de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 inicialmente conseguiram ocupar o quartel-
general do ℜ𝔢𝔦𝔠𝔥𝔰𝔴𝔢𝔥𝔯 e da polícia, mas Kahr e seus colegas retiraram seu apoio e fugiram. As
7.
forças de segurançada Baviera decidiram não apoiar ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯. No dia seguinte, os nazis marcharam
da cervejaria até o prédio do ministério da guerra bávaro para derrubar o governo local, mas a
polícia estava preparada e abriu fogo contra as multidões, dispersando-os. Dezesseis membros do
𝔑.𝔖.𝔇.𝔄.𝔓 e quatro policiais morreram no fracassado golpe.
ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 fugiu para a casa de 𝔈𝔯𝔫ſ𝔱 ℌ𝔞𝔫𝔣ſ𝔱𝔞𝔢𝔫𝔤𝔩, um membro do partido, e lá chegou a considerar o
suicídio. Ele estava deprimido, mas calmo quando foi preso pelas autoridades locais em 11 de
novembro de 1923 sob acusação de alta traição. Foi levado a corte popular de Munique e seu
julgamento começou em fevereiro de 1924. Alfred Rosenberg assumiu interinamente a liderança
do partido. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 usou o julgamento em seu benefício, usando a publicidade que a tentativa de
golpe fracassada lhe trouxe. Ele discursou em defesa própria e chamou a atenção de muita gente
para sua causa. Ainda assim, em 1 de abril, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 foi sentenciado a cinco anos de prisão em
Landsberg. Lá, ele foi muito bem tratado pelos guardas e foi permitido que recebesse constantes
visitas de camaradas do 𝔑.𝔖.𝔇.𝔄.𝔓, além de cartas e encomendas de apoiadores. Após ser
perdoado pela Suprema Corte da Baviera, foi liberado da cadeia em 20 de dezembro de 1924, sob
objeções do procurador-geral do estado. Incluindo o tempo da prisão preventiva, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 ficou
apenas um pouco mais de um ano na prisão.
Enquanto estava preso em Landsberg, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 ditou boa parte do seu livro 𝔐𝔢𝔦𝔫 𝔎𝔞𝔪𝔭𝔣 ("Minha
Luta"; originalmente chamado de Quatro anos e meio de Lutas contra Mentiras, Estupidez e
Covardia) para o seu ajudante, ℜ𝔲𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔢ß. O livro, dedicado ao membro da Sociedade Thule e
amigo 𝔇𝔦𝔢𝔱𝔯𝔦𝔠𝔥 𝔈𝔠𝔨𝔞𝔯𝔱, era uma autobiografia e exposição de suas ideologias. O livro detalhou os
planos de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 para transformar a sociedade alemã em uma baseada na raça. Algumas
passagens do livro deixavam explícita a ideia de genocídio. Publicado em dois volumes, em 1925 e
1926, vendeu pelo menos 228 000 cópias entre 1925 e 1932. Um milhão de cópias foram vendidas
em 1933, o primeiro ano de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 no poder.
Pouco antes de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 poder entrar com um pedido de condicional, o governo da Baviera tentou
extraditá-lo para a Áustria. Contudo, o Chanceler da Áustria, Rudolf Ramek, recusou o pedido,
argumentando que o serviço no exército alemão tornara nula sua cidadania austríaca. ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯
renunciou a sua cidadania austríaca em 7 de abril de 1925.
Uniforme nazista
Após a Primeira Guerra Mundial, a Alemanha enfrentava dificuldades econômicas e havia um
excedente de materiais e roupas de tonalidades terrosas. Os uniformes marrons se mostraram
econômicos e de fácil acesso. Além disso, esse tom, por ser discreto e robusto, contrastava com os
uniformes tradicionais das forças militares e de outros partidos, permitindo que os integrantes do
movimento nazista se destacassem visualmente e ajudassem a criar uma imagem poderosa e
unificada. Esse aspecto visual era um componente importante na propaganda do regime, que
valorizava a aparência de disciplina e coletividade.
O marrom também passou a ser associado a uma conexão com a terra, reforçando temas como o
8.
Pintura de 𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯
“Blut und Boden” (“sangue e solo”), que mais tarde se converteriam em ideais centrais da ideologia
nazista. A padronização do uniforme, com sua cor marcante, ajudava a transmitir uma sensação de
pertencimento e lealdade ao movimento, servindo para diferenciar claramente os membros do
partido e seus grupos paramilitares de outros segmentos da sociedade. A decisão de adotar esse
uniforme, que inicialmente já era usado por jovens da própria Sturmabteilung, ajudou a moldar
uma identidade visual coerente e imediata, fundamental para mobilizar e engajar a população.
Essa convergência de fatores – praticidade, custos, distinção visual e significado simbólico –
explica por que o marrom se tornou a cor emblemática dos uniformes nazistas, contribuindo para
o impacto propagandístico e a coesão interna do movimento.
𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 e a pintura
ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 dedicou-se à pintura, abordando uma
variedade de temas, desde arquitetura até
paisagens. Em sua época em Viena, ele se
sustentou por um tempo criando e vendendo
cartões-postais turísticos, desenhos e pinturas.
Apesar de suas habilidades, foi reprovado duas
vezes nos exames de admissão da Academia de
Artes de Viena, em 1907 e 1908.
𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 como colecionador
Desde a década de 1930, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 começou a dedicar-se também à coleção de arte, principalmente
do século XIX. A sensibilidade artística e estética de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 apreciava a pintura alemã e austríaca,
em especial o estilo romântico-realista das pinturas de gênero e paisagens da escola artística de
Dachau. Ele tinha uma preferência particular pelas obras de pintores como Hans Thoma, Karl
Spitzweg, Wilhelm Leibl, Hans Makart, Karl von Piloty, Franz von Defregger e Ferdinand Georg
Waldmüller.
Pinturas de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 no tempo
As pinturas de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 são itens valorizados em leilões. A obra "Der nächtliche Hafen", com
dimensões de 60x40, criada por ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 em 1913, foi vendida por 32.000 euros em janeiro de 2012
no leilão da Dartre. Segundo o leiloeiro, a peça foi comprada por um americano e anteriormente
pertencia a um pintor eslovaco que supostamente conheceu ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 em Viena. Em outro leilão
ocorrido em 2009 em Nuremberg, as pinturas "Gehöft" e "Hofanlage am Fluß" foram vendidas
pelo mesmo valor total de 32.000 euros.
ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 era católico?
𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 foi educado por seu pai, um católico, e sua mãe, uma cristã devota. No entanto, ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯
9.
ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 e suacadela Pastor Alemão
Bürgerbräukeller em Munique, a cervejaria
onde ocorreu o Putsch.
afastou-se dos sacramentos e mais tarde apoiou o Movimento Cristão Alemão, que buscava
combinar o Nazismo com o Cristianismo.
Vida particular
𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯, apesar de sua retórica articulada e
convincente, era de natureza reservada e modesta
em sua vida privada. É conhecido o seu amor pelos
animais e há afirmações de que era vegetariano.
Ele não fumava e não consumia álcool. Sua parceira
afetiva era Eva Braun, com quem se casou antes de
cometer suicídio em 30 de abril de 1945, diante da
iminente queda da Alemanha.
Um traço marcante da personalidade de ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 era
seu apreço pela beleza, pelas artes e seu talento
para o desenho e a pintura. Além disso, tinha um
interesse especial por arquitetura. Sua relação com
a arte foi um aspecto notável de sua vida.
𝔐𝔢𝔦𝔫 𝔎𝔞𝔪𝔭𝔣 (Minha Luta)
O livro 𝔐𝔢𝔦𝔫 𝔎𝔞𝔪𝔭𝔣 (Minha Luta) de 𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 é o
texto nazi mais conhecido e popular já publicado.
Promovia os principais componentes do nazismo:
um antissemitismo rábido, uma visão de mundo
racista, e uma política externa agressiva voltada
para conquistar o que denominavam como um
Lebensraum (espaço vital) na Europa Oriental.
De 1925 ao verão de 1945, o livro vendeu mais de
12 milhões de cópias e foi traduzido para mais de
uma dúzia de idiomas, incluindo uma edição em
braille para alemães cegos. Atualmente, o livro
encontra-se totalmente disponível na Internet (no
site da Rádio Islam) e é uma obra fundamental
para os neonazis, os antissemitas e os racistas em
todo o mundo, principalmente dos países árabes,
do Hamas e do Hezbollah.
Resumo do documento sobre
[1]
10.
𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯
Minha Lutade 𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯
Goebbels brasileiro na Rede Goebbels de
Televisão
𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯:
𝔄𝔡𝔬𝔩𝔣 ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 (1889-1945) foi um político alemão,
líder do Partido Nazi (𝔑𝔞𝔱𝔦𝔬𝔫𝔞𝔩ſ𝔬𝔷𝔦𝔞𝔩𝔦ſ𝔱𝔦𝔠𝔥𝔢 𝔇𝔢𝔲𝔱ſ𝔠𝔥𝔢
𝔄𝔯𝔟𝔢𝔦𝔱𝔢𝔯𝔭𝔞𝔯𝔱𝔢𝔦 - 𝔑.𝔖.𝔇.𝔄.𝔓), e atuou como Chanceler
do ℜ𝔢𝔦𝔠𝔥 de 1933 a 1945. Também ocupou o posto
de Führer da Alemanha Nazi. Nascido na Áustria,
mudou-se para a Alemanha em 1913 e serviu no
exército alemão durante a Primeira Guerra Mundial.
Biografia: ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 foi um político alemão que
liderou o 𝔑.𝔖.𝔇.𝔄.𝔓 e o Terceiro ℜ𝔢𝔦𝔠𝔥. Ele
participou da Primeira Guerra Mundial e tentou
um golpe em 1923. Ele escreveu o 𝔐𝔢𝔦𝔫 𝔎𝔞𝔪𝔭𝔣
na prisão. Ele iniciou a Segunda Guerra Mundial
ao invadir a Polônia em 1939. Ele se suicidou
em 1945, após a derrota da Alemanha.
Foi Führer e ℜ𝔢𝔦𝔠𝔥𝔰𝔨𝔞𝔫𝔷𝔩𝔢𝔯 do III ℜ𝔢𝔦𝔠𝔥.
Mandato: Como chanceler: 30 de janeiro de 1933
a 30 de abril de 1945; Como Führer: 2 de agosto
de 1934 a 30 de abril de 1945.
Precedido por: Paul von Hindenburg (Presidente)
e Kurt von Schleicher (Chanceler).
Sucedido por: Karl Dönitz (Presidente) e Joseph
Goebbels (Chanceler).
Arte: ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 tinha vocação para a arquitetura, o
desenho e a pintura. Ele criou e vendeu obras
artísticas em Viena. Ele foi rejeitado pela
Academia de Artes de Viena. Ele colecionou
obras de arte do século XIX, especialmente do
estilo romântico realista. Suas pinturas são
valorizadas em leilões.
Personalidade: ℌ𝔦𝔱𝔩𝔢𝔯 era discreto e contido no
âmbito privado. Ele amava os animais e era
vegetariano. Ele não fumava nem bebia álcool.
Ele se casou com Eva Braun, sua companheira
de longa data, pouco antes de se matar. Ele
tinha um sentimento para o belo e uma
apreciação das artes.
Referências
0 27
0 35
11.
Livro
1. ↑ https://www.islam-
radio.net/historia/hitler/mkampf/por/por.htm
Ferramentas
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de 17 de maio de 2025.
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