O documento faz uma sátira sobre as diferentes linhas e modelos de papel higiênico, destacando suas características supostamente desnecessárias, como texturas que imitam pétalas de rosa ou cores. O autor também questiona se alguém já usou uma pétala de rosa para esse fim e ironiza os benefícios propagandeados por um modelo mais caro, como sair do banheiro com o "cu vitaminado".