Você sabe por quê o mar é tão grande? Tão imenso? Tão
poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns
centímetros abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os
rios, não seria mar, mas uma ilha. Toda sua água iria para
os outros e estaria isolado.
A perda faz parte, a queda faz parte, o erro faz parte, a
morte faz parte ...
É impossível vivermos satisfatoriamente, sem aceitar a
perda, a queda, o erro e a morte.
Precisamos aprender a perder. Impossível andar, sem cair.
Impossível acertar, sem saber errar. Impossível viver, sem
saber morrer.
Se aprendermos a perder, a cair, a errar ninguém mais nos
controlará.
Porque o máximo que poderá nos acontecer é cairmos,
errarmos, perdermos, e isso já sabemos.
Bem-aventurados aqueles que já conseguem receber com
a mesma naturalidade, o ganho e a perda... o acerto e o
erro... o triunfo e a queda... a vida e a morte...

A dualidade está sempre presente.
Como na dor e no prazer ou no amor e no ódio, ambas
são faces das mesmas vibrações energéticas.
O mar

O mar

  • 2.
    Você sabe porquê o mar é tão grande? Tão imenso? Tão poderoso? É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros abaixo de todos os rios. Sabendo receber, tornou-se grande.
  • 3.
    Se quisesse sero primeiro, centímetros acima de todos os rios, não seria mar, mas uma ilha. Toda sua água iria para os outros e estaria isolado. A perda faz parte, a queda faz parte, o erro faz parte, a morte faz parte ...
  • 4.
    É impossível vivermossatisfatoriamente, sem aceitar a perda, a queda, o erro e a morte. Precisamos aprender a perder. Impossível andar, sem cair. Impossível acertar, sem saber errar. Impossível viver, sem saber morrer.
  • 5.
    Se aprendermos aperder, a cair, a errar ninguém mais nos controlará. Porque o máximo que poderá nos acontecer é cairmos, errarmos, perdermos, e isso já sabemos.
  • 6.
    Bem-aventurados aqueles quejá conseguem receber com a mesma naturalidade, o ganho e a perda... o acerto e o erro... o triunfo e a queda... a vida e a morte... A dualidade está sempre presente. Como na dor e no prazer ou no amor e no ódio, ambas são faces das mesmas vibrações energéticas.