O documento discute a história e o impacto da tuberculose na cidade do Porto, destacando a relação entre o crescimento populacional, as condições socioeconômicas e a arquitetura urbana, especialmente em relação a edifícios de tratamento da doença como os sanatórios e o SLAT. Apesar das iniciativas de tratamento, a crise de saúde pública revelou desigualdades sociais profundas, onde a doença afetava principalmente a classe trabalhadora. Por fim, a análise aponta como o poder político e econômico moldou a paisagem urbana e o tratamento da tuberculose, frequentemente isolando os doentes e perpetuando a exclusão social.