O texto fala sobre o encanto da vida que só existe porque não é duradouro, comparando-o a um pássaro encantado que cantava para uma menina todas as manhãs. Quando ela tentou aprisioná-lo em uma gaiola para ouvir seu canto por mais tempo, ele ficou triste e parou de cantar, mostrando que o encanto estava na liberdade do pássaro, e não em sua posse. Da mesma forma, devemos apreciar o encanto diário da vida sem tentar prendê-la ou possuí-la.