O Duende da Mercearia
De Hans Christian Andersen
O Duende da Mercearia
De Hans Christian Andersen
O Duende da Mercearia
De Hans Christian Andersen




        Moinho de café
O Duende da Mercearia
De Hans Christian Andersen




      Máquina de café
O Duende da Mercearia
      De Hans Christian Andersen




Claro que percebo! — respondeu a banheira. — A poesia é uma coisa
que vem no fim das folhas dos jornais e que as pessoas costumam
recortar. Acho até que tenho mais poesia dentro de mim do que o
estudante; e, apesar disso, sou apenas uma humilde banheira,
comparada com o merceeiro.
O Duende da Mercearia
De Hans Christian Andersen
O Duende da Mercearia
De Hans Christian Andersen
O Duende da Mercearia
De Hans Christian Andersen
O Duende da Mercearia
       De Hans Christian Andersen




Que grande claridade havia no quarto! Do livro saía um brilhante raio de
luz, que se tornou num tronco de árvore, de uma nobre árvore que subiu
e espalhou os seus ramos por cima do estudante. As folhas eram novas e
verdes, e cada flor tinha o rosto de uma linda rapariga, algumas com
olhos escuros e misteriosos e outras com olhos azuis cintilantes. Cada
fruto era uma estrela luminosa e o ar estava impregnado de um belo som
de canções.
O Duende da Mercearia
De Hans Christian Andersen
O Duende da Mercearia
 De Hans Christian Andersen




Que casa é que estava a arder? Aquela ou a do lado? Onde era
o fogo? Que gritos! Que pânico! Que agitação!
O Duende da Mercearia
De Hans Christian Andersen




   A coisa mais preciosa da casa estava salva.
              Quadro de Van Gogh

O duende da mercearia

  • 1.
    O Duende daMercearia De Hans Christian Andersen
  • 2.
    O Duende daMercearia De Hans Christian Andersen
  • 3.
    O Duende daMercearia De Hans Christian Andersen Moinho de café
  • 4.
    O Duende daMercearia De Hans Christian Andersen Máquina de café
  • 5.
    O Duende daMercearia De Hans Christian Andersen Claro que percebo! — respondeu a banheira. — A poesia é uma coisa que vem no fim das folhas dos jornais e que as pessoas costumam recortar. Acho até que tenho mais poesia dentro de mim do que o estudante; e, apesar disso, sou apenas uma humilde banheira, comparada com o merceeiro.
  • 6.
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  • 7.
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    O Duende daMercearia De Hans Christian Andersen Que grande claridade havia no quarto! Do livro saía um brilhante raio de luz, que se tornou num tronco de árvore, de uma nobre árvore que subiu e espalhou os seus ramos por cima do estudante. As folhas eram novas e verdes, e cada flor tinha o rosto de uma linda rapariga, algumas com olhos escuros e misteriosos e outras com olhos azuis cintilantes. Cada fruto era uma estrela luminosa e o ar estava impregnado de um belo som de canções.
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    O Duende daMercearia De Hans Christian Andersen Que casa é que estava a arder? Aquela ou a do lado? Onde era o fogo? Que gritos! Que pânico! Que agitação!
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    O Duende daMercearia De Hans Christian Andersen A coisa mais preciosa da casa estava salva. Quadro de Van Gogh