O texto narra a história de um estudante, Lúcio, que abandona a escola devido ao ridículo de seus colegas por sua forma de falar. Anos depois, a ex-professora encontra Lúcio, que revela uma vida de sofrimento e adversidades, apontando a educação como uma guilhotina que oprime e marginaliza estudantes como ele. A autora reflete sobre a culpa e as consequências da rigidez das normas gramaticais que desvalorizam a identidade cultural dos alunos.