MICHAEL JACKSON “O outro lado da moeda” Tem Som Por: Wesley Simões
O comentário da mídia destes últimos dias é a morte do cantor,  compositor, ator, dançarino publicitário, escritor, produtor, diretor,  poeta, instrumentista, estilista, ilusionista e empresário  Michael Jackson.
Como sempre vejo as conseqüências da vida por outros ângulos;  da vida e “morte” deste cantor, tiro exemplos, e um destes exemplos, destaquei um para compartilhar, para que possamos trazer  para nosso dia a dia este exemplo.
Quando assistimos as histórias de desequilíbrios deste ser humano, julgamos, apontamos o dedo, proferimos palavras de desdenho,  e por ai vai... Sem ao menos saber os motivos que o levaram  a estas atitudes equivocadas.
Mas esquecemos do que pode estar por trás de toda uma aparência,  por debaixo de uma máscara, desconhecemos o sentimento de uma pessoa... Mas isto não é só com ele, fazemos isto com as outras pessoas quase todos os dias. Aliás, tem pessoas que são especialistas nisto!
Nem Jesus se achou a altura para julgar alguém... Quem somos nós para julgar?  Ou nos julgamos estar num patamar evolutivo acima de Jesus?
Por trás de toda aquela aparência até desconfigurada do cantor, existe um ser humano que sofreu e muito, com preconceito e discriminação pela parte do Pai, que veio provar isto através do testamento do cantor,  pois foi constatado que o Pai não é um dos herdeiros.
Durante sua infância Michael sofreu constante abuso de seu pai. Que o batia freqüentemente, e o aterrorizava psicologicamente. Os ensaios eram supervisionados pelo pai com um cinto na mão.
Certa vez Michael foi dormir no quarto de um hotel e deixou a janela aberta. Joseph (Pai de Michael) escalou a janela com uma máscara  no rosto e lhe deu um susto, somente para ensiná-lo a não deixar  a janela aberta quando fosse dormir.
Anos depois, Jackson sofreu pesadelos sobre ser seqüestrado do seu quarto, e chorava com isso. Durante sua entrevista a apresentadora Oprah Winfrey, em 1993, Michael disse que durante sua infância chorou várias vezes por solidão e que muitas vezes vomitava só de ver seu pai.
No documentário de 2003, "Living with Michael Jackson"  o cantor chorou ao relembrar de sua infância
Lembro de uma musica que ele fez para o único amigo que ele tinha, o nome da musica é “Ben”, que era também o nome deste amigo. Ele tinha este amigo para confessar, trocar idéias e ter alguém com quem conversar, apesar do amigo nunca responder, pois este amigo  era um rato ...  Sim! Um rato!
Ele não tinha com quem brincar, interagir, nem mesmo da própria família, então adotou o rato como companheiro e amigo.
Tanto, que quando ele pôde, estruturou um parque infantil no quintal  da mansão onde morava, e chamava certo número de crianças para brincar na “Terra do nunca” (nome dado ao parque). Como se tentasse passar para aquelas crianças o que ele nunca teve... Infância!
Mas, infelizmente, olhamos para ele, e para muitos dos nossos irmãos, e julgamos, sem ao menos saber o motivo que ocorreu para aquela pessoa estar naquele estado em que se encontra.
Quase não praticamos a caridade de ajudar, mas julgar é conosco mesmo! (Se bem que ajudar o nosso próximo não é caridade... É obrigação!)
Vamos procurar conhecer os fatos, ajudar até onde podemos ajudar, auxiliar até o ponto que podemos, e vamos deixar o julgamento de lado,  pois isto só compete a Deus... A mais ninguém!  Só a Deus!
Claro que o passado do Michael não lhe dá o passaporte gratuito para  os desequilíbrios que o levou as loucuras que ele fez, e as demasias nos gastos exorbitantes. Mas tudo isto por falta de estrutura emocional,  que nem sempre, nós também temos.
Nunca fui um fã de Michael Jackson, usei o cantor como exemplo,  para analisarmos melhor quando formos fazer a barbárie de julgar alguém  por qualquer atitude que ele venha a tomar ou que já tenha tomado...
A não ser que você tenha plena consciência e certeza do que é certo ou errado, ou seja, terá que ser um exemplo de pessoa, e que esteja acima de Jesus, pois nem Ele se achou a altura de condenar alguém por qualquer possível “erro” que o outro venha a ter cometido por falta de  estrutura ou conhecimento.
“  ...Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho,  estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em  tirar o argueiro do olho do teu irmão.  (Mateus 7:4 e 5)”
“ Não julgueis para não serdes julgados ” Uma coisa que a gente faz a todo o momento, além de respirar, é julgar os outros. Não só os outros, mas também as instituições e os  acontecimentos. É muito raro, numa conversa, não surgir uma referência  a terceiros, algumas delas de caráter negativo. Somos Juízes e não sabemos. O pior é que somos juízes sem provas.  Nisso diferimos daqueles julgadores que dão solução às causas jurídicas  depois de um longo processo, depois de apurado exame de provas,  depois de uma profunda reflexão. Jesus fez aquela advertência que está no Sermão da Montanha:  “ não julgueis para não serdes julgados, porque com a medida com que  julgardes sereis julgados”. Sentença dura. Nela está expressa a chamada  lei de causa e efeito. Tudo que semeamos, colheremos depois.  É a tal coisa: a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. E a gente vive julgando a todo instante, como se não tivéssemos faltas.  Julgando muitas vezes por ouvir dizer. Vendo argueiro no olho do  vizinho e esquecendo a trave em nossos olhos. Não julgueis para não serdes julgados. Coloque esta sentença na cabeça.  Ao invés de julgar os outros, julguemos a nós mesmos. E não há melhor tribunal  do que o da consciência. Esta, sim, é que vai nos dar o paraíso ou o inferno.
1958 - 2009 Pense nisso!! Créditos: Formatado por: Wesley Simões. Texto: O outro lado da moeda. Música: La vie continue (André Rieu). Contato:  [email_address] Acesse:  www.evangelismoemslides.com.br
 
 

Michael Jackson O outro lado da moeda

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    MICHAEL JACKSON “Ooutro lado da moeda” Tem Som Por: Wesley Simões
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    O comentário damídia destes últimos dias é a morte do cantor, compositor, ator, dançarino publicitário, escritor, produtor, diretor, poeta, instrumentista, estilista, ilusionista e empresário Michael Jackson.
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    Como sempre vejoas conseqüências da vida por outros ângulos; da vida e “morte” deste cantor, tiro exemplos, e um destes exemplos, destaquei um para compartilhar, para que possamos trazer para nosso dia a dia este exemplo.
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    Quando assistimos ashistórias de desequilíbrios deste ser humano, julgamos, apontamos o dedo, proferimos palavras de desdenho, e por ai vai... Sem ao menos saber os motivos que o levaram a estas atitudes equivocadas.
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    Mas esquecemos doque pode estar por trás de toda uma aparência, por debaixo de uma máscara, desconhecemos o sentimento de uma pessoa... Mas isto não é só com ele, fazemos isto com as outras pessoas quase todos os dias. Aliás, tem pessoas que são especialistas nisto!
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    Nem Jesus seachou a altura para julgar alguém... Quem somos nós para julgar? Ou nos julgamos estar num patamar evolutivo acima de Jesus?
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    Por trás detoda aquela aparência até desconfigurada do cantor, existe um ser humano que sofreu e muito, com preconceito e discriminação pela parte do Pai, que veio provar isto através do testamento do cantor, pois foi constatado que o Pai não é um dos herdeiros.
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    Durante sua infânciaMichael sofreu constante abuso de seu pai. Que o batia freqüentemente, e o aterrorizava psicologicamente. Os ensaios eram supervisionados pelo pai com um cinto na mão.
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    Certa vez Michaelfoi dormir no quarto de um hotel e deixou a janela aberta. Joseph (Pai de Michael) escalou a janela com uma máscara no rosto e lhe deu um susto, somente para ensiná-lo a não deixar a janela aberta quando fosse dormir.
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    Anos depois, Jacksonsofreu pesadelos sobre ser seqüestrado do seu quarto, e chorava com isso. Durante sua entrevista a apresentadora Oprah Winfrey, em 1993, Michael disse que durante sua infância chorou várias vezes por solidão e que muitas vezes vomitava só de ver seu pai.
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    No documentário de2003, "Living with Michael Jackson" o cantor chorou ao relembrar de sua infância
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    Lembro de umamusica que ele fez para o único amigo que ele tinha, o nome da musica é “Ben”, que era também o nome deste amigo. Ele tinha este amigo para confessar, trocar idéias e ter alguém com quem conversar, apesar do amigo nunca responder, pois este amigo era um rato ... Sim! Um rato!
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    Ele não tinhacom quem brincar, interagir, nem mesmo da própria família, então adotou o rato como companheiro e amigo.
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    Tanto, que quandoele pôde, estruturou um parque infantil no quintal da mansão onde morava, e chamava certo número de crianças para brincar na “Terra do nunca” (nome dado ao parque). Como se tentasse passar para aquelas crianças o que ele nunca teve... Infância!
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    Mas, infelizmente, olhamospara ele, e para muitos dos nossos irmãos, e julgamos, sem ao menos saber o motivo que ocorreu para aquela pessoa estar naquele estado em que se encontra.
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    Quase não praticamosa caridade de ajudar, mas julgar é conosco mesmo! (Se bem que ajudar o nosso próximo não é caridade... É obrigação!)
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    Vamos procurar conheceros fatos, ajudar até onde podemos ajudar, auxiliar até o ponto que podemos, e vamos deixar o julgamento de lado, pois isto só compete a Deus... A mais ninguém! Só a Deus!
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    Claro que opassado do Michael não lhe dá o passaporte gratuito para os desequilíbrios que o levou as loucuras que ele fez, e as demasias nos gastos exorbitantes. Mas tudo isto por falta de estrutura emocional, que nem sempre, nós também temos.
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    Nunca fui umfã de Michael Jackson, usei o cantor como exemplo, para analisarmos melhor quando formos fazer a barbárie de julgar alguém por qualquer atitude que ele venha a tomar ou que já tenha tomado...
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    A não serque você tenha plena consciência e certeza do que é certo ou errado, ou seja, terá que ser um exemplo de pessoa, e que esteja acima de Jesus, pois nem Ele se achou a altura de condenar alguém por qualquer possível “erro” que o outro venha a ter cometido por falta de estrutura ou conhecimento.
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    “ ...Oucomo dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão. (Mateus 7:4 e 5)”
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    “ Não julgueispara não serdes julgados ” Uma coisa que a gente faz a todo o momento, além de respirar, é julgar os outros. Não só os outros, mas também as instituições e os acontecimentos. É muito raro, numa conversa, não surgir uma referência a terceiros, algumas delas de caráter negativo. Somos Juízes e não sabemos. O pior é que somos juízes sem provas. Nisso diferimos daqueles julgadores que dão solução às causas jurídicas depois de um longo processo, depois de apurado exame de provas, depois de uma profunda reflexão. Jesus fez aquela advertência que está no Sermão da Montanha: “ não julgueis para não serdes julgados, porque com a medida com que julgardes sereis julgados”. Sentença dura. Nela está expressa a chamada lei de causa e efeito. Tudo que semeamos, colheremos depois. É a tal coisa: a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. E a gente vive julgando a todo instante, como se não tivéssemos faltas. Julgando muitas vezes por ouvir dizer. Vendo argueiro no olho do vizinho e esquecendo a trave em nossos olhos. Não julgueis para não serdes julgados. Coloque esta sentença na cabeça. Ao invés de julgar os outros, julguemos a nós mesmos. E não há melhor tribunal do que o da consciência. Esta, sim, é que vai nos dar o paraíso ou o inferno.
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    1958 - 2009Pense nisso!! Créditos: Formatado por: Wesley Simões. Texto: O outro lado da moeda. Música: La vie continue (André Rieu). Contato: [email_address] Acesse: www.evangelismoemslides.com.br
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