Implementação integrada de instrumentos  de gestão territorial nos municípios  do Alto Acre e Capixaba  V o  Seminário de Ordenamento Territorial na Região MAP Puerto Maldonado, 26 de agosto de 2010 Pavel Jezek, DED /  CONDIAC
A população do território quer  ganhar mais e perder menos ...    Ela participa na  elaboração  e implementação integrada  de instrumentos de gestão territorial: Construindo arranjos produtivos;    Ela busca  estratégias de adaptação a riscos e mudanças:  Cooperando com o combate às  queimadas;  Implementando drenagem pluvial;  Mapeando zonas de riscos.
Alguns c ritérios para  a elaboração dos instrumentos:   confiáveis, baseados em conhecimento,  realistas, lógicos, coerentes,  estratégicos, sustentáveis;   Alguns critérios para  a implementação dos instrumentos:  viáveis, flexíveis, justos, inclusivos.
Algumas funções dos instrumentos: Fundamentar as decisões sobre ocupação e uso do território no conhecimento das suas características;  Facilitar a conciliar desenvolvimento e conservação;  Restringir os usos para fins de conservação (categorias: proteção integrada, uso sustentável); Contribuir com prevenção e controle de riscos,  adaptação da população  à mudanças.
Integração Federação  Administração Publica Município Estado Atividades Setores vertical horizontal
Integração Plano de Contingência Operacional, Plano de Gestão de Recursos Hídricos,  Plano de Habitação de Interesse Social, Plano de Gestão Integrada de Resíduos Programas “Territórios da Cidadania”, Programa Aquisição de Alimentos,  “ Luz para Todos”, Pro Ambiente Instrumentos de gestão PD, PLOT, A21Local ZEE,  Plano Estadual de Recursos Hídricos
Plano Diretor: Obrigatório; Enfoque principal nas zonas urbanizadas (cidades); Escala 1:10.000 ou maior; Definir zonas de ocupação e uso do solo urbano e regras de convivência;  Ordenamento Territorial: Indicativo;  Enfoque principal na zona rural; Escala 1:100.000; Definir zonas de ocupação e uso do território, em base à conhecimento dos potenciais e riscos;  Plano Habitacional: Enfoque principal nos bairros e loteamentos; Escala 1:1.000; Definir localização, tamanho de lotes, quantidade e qualidade de moradias; mecanismo de aprovação; Plano de Gestão de Resíduos Sólidos: Enfoque principal na infra-estrutura do sistema; Escala 1:1.000; Definir localização,  segurança, higiene, eficiência, capacidades, inovações; Exemplos de Integração de Instrumentos
Exemplos de Integração de Instrumentos
Integração de instrumentos  em diferentes escalas:   Mapas do Estado 1:1.000.000-1:250.000, 164.000 km², ZEE; Mapas do Município 1:100.000, 1000 – 5000 km², OTL;  Mapas de Zonas de produção, UC e partes  Zona urbana 1:10.000, 100 km², PD.
O uso do instrumento requer de uma referencia regulatória (manual)
Zonas de uso Uso consolidado  Uso para conservação / Uso com restrições  Uso para ordenamento  Cidades
Conceitos da espacialização nacional:   Bacia hidrográfica do Rio Amazonas; Bioma da Floresta Amazônica; Região Norte (Estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Amapá, Para, Tocantins); Amazônia Legal (jurisdição);
 
Inclusão de Assis Brasil  no mundo (2006)
Cadeias produtivas
www.territoriosdacidadania.gov.br Inclusão em arranjos produtivos Castanha, látex, aves, frutas, madeira, outros
Diversificação do desenvolvimento econômico  com melhor distribuição de renda e menor impacto na floresta SEAP, SEAPROF, PME
Cadeia produtiva do peixe Estação de alevinos Epitaciolândia 2009
Os instrumentos da gestão territorial  ZEE, OTL orientam os investimentos  do governo: O programa “Territórios da Cidadania”  contribui com o desenvolvimento  de cadeias produtivas  (frutas, frango, látex, madeira)
Cadeia da madeira Xapuri 2009
ZONAS ÁREAS Denominação Sigla Sub-zona Denominação Zona de Produção Extrativista ZP1 1.1 Àrea Extrativista Chico Mendes Zona de Produção Agroextrativista ZP2 2.1. Área Agroextrativista Chico Mendes 2.2.  Área Agroextrativista Esperança 2.3. Área Agroextrativista Xipamanu 2.4. Área Agroextrativista Porto Rico Zona de Produção Agropecuária Sustentável ZP3 3.1. Área Agropecuária de Minifúndios 3.2.  Área da Pequena e Média Agropecuária Familiar 3.3. Área de Pequena e Média Pecuária Mista (leiteira) 3.4. Área de Grande Pecuária de Corte Zona Ribeirinha ZR 4.1.  Área Ribeirinha Rio Acre Zona Urbana ZU 5.1.  Área Urbana (a ser estratificada pelo Plano Diretor) Zona Indicativa de Criação de UC ZC 6.1.  Área de UC (a ser estratificada pelo Plano de Manejo)
Controle do uso do fogo
MODIS TERRA  7 de agosto de 2010
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil Queimadas podem ter grandes áreas  de influencia e ultrapassar fronteiras
Os Planos de Ordenamento Territorial Local dos Município de Brasiléia e Epitaciolândia  contribuem na orientação de cadeia produtiva  Abatedouro de aves – Processamento de milho para ração
 
Construção participativa dos  Planos Diretores Municipais Drenagem pluvial e prevenção de riscos em Epitaciolândia,  rede hídrica e APP em Capixaba
MODELO DIGITAL DE ELEVAÇÃO
MODELO DIGITAL DE ELEVAÇÃO
MODELO DIGITAL DE ELEVAÇÃO
INTERPRETAÇÃO DE DADOS Rua Dom Julio Mattioli 109
INTERPRETAÇÃO DE DADOS
Outros riscos Peso da obra, estrutura, estabilidade do solo
 
 
Ocupação e uso de bens comuns
Erosão
 
 
Elaboração participativa e implementação integrada de instrumentos de gestão territorial  Estratégias de adaptação a riscos e mudanças  Drenagem pluvial Epitaciolândia
BASE CARTOGRÁFICA Mosaico Aerofotográfico 2006 Base Cartográfica do  Município de Capixaba
 
 
Brasiléia Parque Centenário   A rede hídrica, igarapés, áreas alagadiças  Podem apresentar riscos da urbanização  Podem ser utilizadas para lazer da comunidade
Parcelamento
1 Proprietário Empresa  Privada (vende) 2 Morador Comunidade (compra) 3  Prefeitura Municipal Poder  Público (abastece) Prática de parcelamento  (não recomendada) Tempo Rentabilidade
CONDIAC CARE Equipe de Consultores Núcleo Gestor alimenta aprova Plano Diretor coordena Relações entre os atores e as suas funções na Leitura Técnica da construção do Plano Diretor contrata aprova cobra apóia propõe conduz viabiliza
 
 
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Instrumentos de Gestão Territorial

  • 1.
    Implementação integrada deinstrumentos de gestão territorial nos municípios do Alto Acre e Capixaba V o Seminário de Ordenamento Territorial na Região MAP Puerto Maldonado, 26 de agosto de 2010 Pavel Jezek, DED / CONDIAC
  • 2.
    A população doterritório quer ganhar mais e perder menos ... Ela participa na elaboração e implementação integrada de instrumentos de gestão territorial: Construindo arranjos produtivos; Ela busca estratégias de adaptação a riscos e mudanças: Cooperando com o combate às queimadas; Implementando drenagem pluvial; Mapeando zonas de riscos.
  • 3.
    Alguns c ritériospara a elaboração dos instrumentos: confiáveis, baseados em conhecimento, realistas, lógicos, coerentes, estratégicos, sustentáveis; Alguns critérios para a implementação dos instrumentos: viáveis, flexíveis, justos, inclusivos.
  • 4.
    Algumas funções dosinstrumentos: Fundamentar as decisões sobre ocupação e uso do território no conhecimento das suas características; Facilitar a conciliar desenvolvimento e conservação; Restringir os usos para fins de conservação (categorias: proteção integrada, uso sustentável); Contribuir com prevenção e controle de riscos, adaptação da população à mudanças.
  • 5.
    Integração Federação Administração Publica Município Estado Atividades Setores vertical horizontal
  • 6.
    Integração Plano deContingência Operacional, Plano de Gestão de Recursos Hídricos, Plano de Habitação de Interesse Social, Plano de Gestão Integrada de Resíduos Programas “Territórios da Cidadania”, Programa Aquisição de Alimentos, “ Luz para Todos”, Pro Ambiente Instrumentos de gestão PD, PLOT, A21Local ZEE, Plano Estadual de Recursos Hídricos
  • 7.
    Plano Diretor: Obrigatório;Enfoque principal nas zonas urbanizadas (cidades); Escala 1:10.000 ou maior; Definir zonas de ocupação e uso do solo urbano e regras de convivência; Ordenamento Territorial: Indicativo; Enfoque principal na zona rural; Escala 1:100.000; Definir zonas de ocupação e uso do território, em base à conhecimento dos potenciais e riscos; Plano Habitacional: Enfoque principal nos bairros e loteamentos; Escala 1:1.000; Definir localização, tamanho de lotes, quantidade e qualidade de moradias; mecanismo de aprovação; Plano de Gestão de Resíduos Sólidos: Enfoque principal na infra-estrutura do sistema; Escala 1:1.000; Definir localização, segurança, higiene, eficiência, capacidades, inovações; Exemplos de Integração de Instrumentos
  • 8.
    Exemplos de Integraçãode Instrumentos
  • 9.
    Integração de instrumentos em diferentes escalas: Mapas do Estado 1:1.000.000-1:250.000, 164.000 km², ZEE; Mapas do Município 1:100.000, 1000 – 5000 km², OTL; Mapas de Zonas de produção, UC e partes Zona urbana 1:10.000, 100 km², PD.
  • 10.
    O uso doinstrumento requer de uma referencia regulatória (manual)
  • 11.
    Zonas de usoUso consolidado Uso para conservação / Uso com restrições Uso para ordenamento Cidades
  • 12.
    Conceitos da espacializaçãonacional: Bacia hidrográfica do Rio Amazonas; Bioma da Floresta Amazônica; Região Norte (Estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Amapá, Para, Tocantins); Amazônia Legal (jurisdição);
  • 13.
  • 14.
    Inclusão de AssisBrasil no mundo (2006)
  • 15.
  • 16.
    www.territoriosdacidadania.gov.br Inclusão emarranjos produtivos Castanha, látex, aves, frutas, madeira, outros
  • 17.
    Diversificação do desenvolvimentoeconômico com melhor distribuição de renda e menor impacto na floresta SEAP, SEAPROF, PME
  • 18.
    Cadeia produtiva dopeixe Estação de alevinos Epitaciolândia 2009
  • 19.
    Os instrumentos dagestão territorial ZEE, OTL orientam os investimentos do governo: O programa “Territórios da Cidadania” contribui com o desenvolvimento de cadeias produtivas (frutas, frango, látex, madeira)
  • 20.
    Cadeia da madeiraXapuri 2009
  • 21.
    ZONAS ÁREAS DenominaçãoSigla Sub-zona Denominação Zona de Produção Extrativista ZP1 1.1 Àrea Extrativista Chico Mendes Zona de Produção Agroextrativista ZP2 2.1. Área Agroextrativista Chico Mendes 2.2. Área Agroextrativista Esperança 2.3. Área Agroextrativista Xipamanu 2.4. Área Agroextrativista Porto Rico Zona de Produção Agropecuária Sustentável ZP3 3.1. Área Agropecuária de Minifúndios 3.2. Área da Pequena e Média Agropecuária Familiar 3.3. Área de Pequena e Média Pecuária Mista (leiteira) 3.4. Área de Grande Pecuária de Corte Zona Ribeirinha ZR 4.1. Área Ribeirinha Rio Acre Zona Urbana ZU 5.1. Área Urbana (a ser estratificada pelo Plano Diretor) Zona Indicativa de Criação de UC ZC 6.1. Área de UC (a ser estratificada pelo Plano de Manejo)
  • 22.
  • 23.
    MODIS TERRA 7 de agosto de 2010
  • 24.
    Coordenadoria Estadual deDefesa Civil Queimadas podem ter grandes áreas de influencia e ultrapassar fronteiras
  • 25.
    Os Planos deOrdenamento Territorial Local dos Município de Brasiléia e Epitaciolândia contribuem na orientação de cadeia produtiva Abatedouro de aves – Processamento de milho para ração
  • 26.
  • 27.
    Construção participativa dos Planos Diretores Municipais Drenagem pluvial e prevenção de riscos em Epitaciolândia, rede hídrica e APP em Capixaba
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    INTERPRETAÇÃO DE DADOSRua Dom Julio Mattioli 109
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    Outros riscos Pesoda obra, estrutura, estabilidade do solo
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    Elaboração participativa eimplementação integrada de instrumentos de gestão territorial Estratégias de adaptação a riscos e mudanças Drenagem pluvial Epitaciolândia
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    BASE CARTOGRÁFICA MosaicoAerofotográfico 2006 Base Cartográfica do Município de Capixaba
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    Brasiléia Parque Centenário A rede hídrica, igarapés, áreas alagadiças Podem apresentar riscos da urbanização Podem ser utilizadas para lazer da comunidade
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    1 Proprietário Empresa Privada (vende) 2 Morador Comunidade (compra) 3 Prefeitura Municipal Poder Público (abastece) Prática de parcelamento (não recomendada) Tempo Rentabilidade
  • 47.
    CONDIAC CARE Equipede Consultores Núcleo Gestor alimenta aprova Plano Diretor coordena Relações entre os atores e as suas funções na Leitura Técnica da construção do Plano Diretor contrata aprova cobra apóia propõe conduz viabiliza
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  • 49.
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