O documento contrasta a representação glamourosa da Índia na televisão com a dura realidade enfrentada por sua população, onde 92% vive na pobreza e a falta de higiene é alarmante. Descreve práticas religiosas que perpetuam a miséria, como o descarte de cadáveres no rio Ganges, considerado sagrado, que também é um foco de poluição. A crítica finaliza questionando a eficácia das crenças religiosas em trazer melhorias reais para o povo indiano.