Guerra dos Farrapos Revolução Farroupilha
Revolução Farroupilha A Guerra dos Farrapos, também chamada Revolução Farroupilha, foi a mais longa guerra civil brasileira. Durou 10 anos. Foi liderada pela classe dominante gaúcha, formada por fazendeiros de gado, que usou as camadas pobres da população como massa de apoio no processo de luta.
A diferença Apesar da participação do povo, esse movimento difere da Cabanagem e da Balaiada, pois os fazendeiros, unidos, jamais permitiram que as camadas populares assumissem a liderança do movimento ou se organizassem em lutas próprias.
A Elite A elite fazendeira do Rio Grande do Sul contestava a centralização política, o desinteresse do governo central pelos problemas das províncias e os tratados comerciais que prejudicavam o país. Contestava também os impostos e as baixas taxas alfandegárias cobradas na importação de produtos estrangeiros, principalmente o charque (carne-seca) argentino e uruguaio, que concorria com mercados consumidores brasileiros.
Economia Desde o século XVII, a base da economia gaúcha era a criação de gado e principalmente a fabricação do charque, importante produto para a alimentação dos escravos e das populações mais necessitadas que viviam nas zonas mineradoras e nos latifúndios do Norte e do Nordeste. Entretanto, os fazendeiros gaúchos, para venderem o charque nas outras províncias do Brasil, eram obrigados a pagar impostos alfandegários, como se o produto fosse estrangeiro.
 
 

Guerra Dos Farrapos

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    Guerra dos FarraposRevolução Farroupilha
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    Revolução Farroupilha AGuerra dos Farrapos, também chamada Revolução Farroupilha, foi a mais longa guerra civil brasileira. Durou 10 anos. Foi liderada pela classe dominante gaúcha, formada por fazendeiros de gado, que usou as camadas pobres da população como massa de apoio no processo de luta.
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    A diferença Apesarda participação do povo, esse movimento difere da Cabanagem e da Balaiada, pois os fazendeiros, unidos, jamais permitiram que as camadas populares assumissem a liderança do movimento ou se organizassem em lutas próprias.
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    A Elite Aelite fazendeira do Rio Grande do Sul contestava a centralização política, o desinteresse do governo central pelos problemas das províncias e os tratados comerciais que prejudicavam o país. Contestava também os impostos e as baixas taxas alfandegárias cobradas na importação de produtos estrangeiros, principalmente o charque (carne-seca) argentino e uruguaio, que concorria com mercados consumidores brasileiros.
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    Economia Desde oséculo XVII, a base da economia gaúcha era a criação de gado e principalmente a fabricação do charque, importante produto para a alimentação dos escravos e das populações mais necessitadas que viviam nas zonas mineradoras e nos latifúndios do Norte e do Nordeste. Entretanto, os fazendeiros gaúchos, para venderem o charque nas outras províncias do Brasil, eram obrigados a pagar impostos alfandegários, como se o produto fosse estrangeiro.
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