O gato é retratado como um ser que, apesar de não demandar amor, é capaz de oferecer afeto genuíno e silencioso, sendo um reflexo do que os humanos muitas vezes não percebem. Ele age como um médium que nos ensina sobre a verdadeira intimidade, paciência e auto-suficiência, desafiando-nos a entender suas sutilezas e a reconhecer sua presença. O autor dedica o texto ao seu gato Nuno e à amiga Paloma, refletindo sobre as lições que esses animais de estimação oferecem ao longo de suas vidas.