Este poema explora a sensação de ser observado por uma presença invisível e incompreensível. O poeta descreve ouvir sons silenciosos e ver algo que seus olhos não alcançam, sentindo que algo o vigia e o acompanha, porém sem saber definir exatamente o que vê, ouve ou sente. Ao longo do poema, questiona se percebe algo intocável ou se é apenas fruto de um sonho, sugerindo no final que talvez esteja sendo acompanhado pela "Força da Fragilidade".