Docente:
Eugénia Cavele
/MD. Cirurgiã Geral/
Discentes:
 Arão Chongo
 Darino Nota
 Delfim Muchapangua
 Laurenciana Macuácua
Maputo, Abril de 2025
Licenciatura em Cirurgia Geral
Disciplina: Fisiopatologia Cirúrgica
Tema: Fisiopatologia da dor
DOR O.M.S.
5
5o
o
. SINAL
. SINAL
VITAL
VITAL
PULSO
PULSO
TEMPERATURA
TEMPERATURA
PRESSÃO
PRESSÃO
RESPIRAÇÃO
RESPIRAÇÃO
Classificação da dor
 Quanto ao tipo:
 Dor rápida (0,1s);
 Dor lenta (1s ou mais).
 Quanto a evolução
 Aguda
 Crônica
Dor (aguda x crônica)
- Aguda:
▪ Presença de lesão (pele,
tecidos profundos e vísceras)
▪ Período curto (< 3 semanas);
▪ Sinal de alerta;
▪ Processos inflamatórios.
- Crônica:
▪ Ausência de lesão;
▪ Duração prolongada
(> 3 semanas/ meses/anos);
▪ Consequência de lesão prévia;
▪ Influência externa.
Classificação da dor, cont...
 Quanto a origem:
 Somática
o Cutânea
o Tecidos profundos
 Visceral
 Neuropática
Fisiologia da dor
 Começa quando estimulos
nociceptivos excitam os
nociceptores, que
despolarizam e enviam
sinais dolorosos ao SNC.
Receptores de dor e sua estimulação
Mecanismos básicos de sensação de dor
nociceptiva
 Transdução: activação e transformação de nociceptores
em potencial de acção;
Mecanismos básicos de sensação de dor
nociceptiva, cont..
 Transmissão
╚ Dor rápida: fibras Ad (6 a 30 m/s);
╚ Dor lenta: fibras C (0,5 a 2 m/s).
V= 30 a 70 m/s
V= 6 a 30 m/s
V= 0,5 a 2 m/s
Mecanismos básicos de sensação de dor
nociceptiva, cont..
Estímulos nociceptivos
do local injuriado
Condução lenta
(0.5 - 2 m/s) Condução rápida
(6-30 m/s)
Via Neoespinotalâmica
Percepção: pontada e bem
localizada;
Neurotransmissor: glutamato.
Via Paleoespinotalâmica
Percepção: em queimação mal
localizada e difusa;
Neurotransmissor: glutamato e
Substância P.
 Transmissão da dor ao SNC
Ao entrar na medula espinal, os sinais dolorosos tomam duas
vias para o encéfalo, a saber:
Mecanismos básicos de sensação de dor
nociceptiva, cont..
É mediada por
neurotrasmissores:
 Encefalina e
 Serotonina.
 Modulação
 Percepção
Impulso é integrado e
percebido como dor.
Mecanismos básicos de sensação de dor
nociceptiva, cont..
Repercussões fisiológicas da dor
 Cardiovasculares:
╚ Hipertensão;
╚ Taquicardia;
╚ Aumento das necessidades de oxigénio ao miocárdio;
╚ Trombose venosa profunda (TVP).
Repercussões fisiológicas da dor, cont..
Imobilização
Repercussões fisiológicas da dor, cont..
 Respiratórias:
╚ Diminuição do volume corrente;
╚ Prejuízo no reflexo de tosse e eliminação de secreções;
╚ Diminuição da ventilação alveolar;
╚ Hipoxémia;
╚ Atelectasia;
Repercussões fisiológicas da dor, cont..
 Gastrointestinais:
 Aumento do tónus esfíncteriano;
 Diminuição da motilidade intestinal;
 Hipersecreção gástrica.
Repercussões fisiológicas da dor, cont..
 Metabólicas e Endócrinas
╚ Retenção Hidrossalina;
╚ Hipermetabolismo → catabolismo protéico negativo.
 Músculo- esquelético
╚ Dor → contractura → dor;
╚ Imobilização → atrofia → caquexia.
Repercussões fisiológicas da dor, cont..
 Sistema Imunitário
╚ Depressão imunitária;
╚ Infecção → atraso na cicatrização das feridas.
 Psíquico
╚ Depressão;
╚ Agitação psico-motora.
Escalas para avaliação da dor
Escalas para avaliação da dor, cont...
Escala visual analógica (EVA)
Escala de faces
Escalas para avaliação da dor, cont...
Escalas para avaliação da dor, cont...
Escala dos cubos da intensidade da dor
Escala terapêutica da OMS
Morfina
Morfina
Petidina
Petidina
Codeina
Codeina
Tramadol
Tramadol
Paracetamol
Paracetamol
AINS
AINS
Bibliografia
 Guyton & Hall, J. E. (2021).Tratado de Fisiologia Médica
(14ª ed.). Rio de Janeiro: Elsevier.
 FAUCI, Jameson (2020). Medicina Interna de Harrison
(20ª ed.) Porto Alegre.
 MITIKO, Silvia. Neurobiologia- Somestesia.
 BEAR, M et all (2002). Neurociência. Porto Alegre.

FISIOPATOLOGIA DA DOR, NOCICEPÇÃO, TERAPIA.

  • 1.
    Docente: Eugénia Cavele /MD. CirurgiãGeral/ Discentes:  Arão Chongo  Darino Nota  Delfim Muchapangua  Laurenciana Macuácua Maputo, Abril de 2025 Licenciatura em Cirurgia Geral Disciplina: Fisiopatologia Cirúrgica Tema: Fisiopatologia da dor
  • 3.
    DOR O.M.S. 5 5o o . SINAL .SINAL VITAL VITAL PULSO PULSO TEMPERATURA TEMPERATURA PRESSÃO PRESSÃO RESPIRAÇÃO RESPIRAÇÃO
  • 4.
    Classificação da dor Quanto ao tipo:  Dor rápida (0,1s);  Dor lenta (1s ou mais).  Quanto a evolução  Aguda  Crônica
  • 5.
    Dor (aguda xcrônica) - Aguda: ▪ Presença de lesão (pele, tecidos profundos e vísceras) ▪ Período curto (< 3 semanas); ▪ Sinal de alerta; ▪ Processos inflamatórios. - Crônica: ▪ Ausência de lesão; ▪ Duração prolongada (> 3 semanas/ meses/anos); ▪ Consequência de lesão prévia; ▪ Influência externa.
  • 6.
    Classificação da dor,cont...  Quanto a origem:  Somática o Cutânea o Tecidos profundos  Visceral  Neuropática
  • 7.
    Fisiologia da dor Começa quando estimulos nociceptivos excitam os nociceptores, que despolarizam e enviam sinais dolorosos ao SNC.
  • 8.
    Receptores de dore sua estimulação
  • 9.
    Mecanismos básicos desensação de dor nociceptiva  Transdução: activação e transformação de nociceptores em potencial de acção;
  • 10.
    Mecanismos básicos desensação de dor nociceptiva, cont..  Transmissão ╚ Dor rápida: fibras Ad (6 a 30 m/s); ╚ Dor lenta: fibras C (0,5 a 2 m/s). V= 30 a 70 m/s V= 6 a 30 m/s V= 0,5 a 2 m/s
  • 11.
    Mecanismos básicos desensação de dor nociceptiva, cont.. Estímulos nociceptivos do local injuriado Condução lenta (0.5 - 2 m/s) Condução rápida (6-30 m/s) Via Neoespinotalâmica Percepção: pontada e bem localizada; Neurotransmissor: glutamato. Via Paleoespinotalâmica Percepção: em queimação mal localizada e difusa; Neurotransmissor: glutamato e Substância P.  Transmissão da dor ao SNC Ao entrar na medula espinal, os sinais dolorosos tomam duas vias para o encéfalo, a saber:
  • 13.
    Mecanismos básicos desensação de dor nociceptiva, cont.. É mediada por neurotrasmissores:  Encefalina e  Serotonina.  Modulação
  • 14.
     Percepção Impulso éintegrado e percebido como dor. Mecanismos básicos de sensação de dor nociceptiva, cont..
  • 16.
    Repercussões fisiológicas dador  Cardiovasculares: ╚ Hipertensão; ╚ Taquicardia; ╚ Aumento das necessidades de oxigénio ao miocárdio; ╚ Trombose venosa profunda (TVP).
  • 17.
    Repercussões fisiológicas dador, cont.. Imobilização
  • 18.
    Repercussões fisiológicas dador, cont..  Respiratórias: ╚ Diminuição do volume corrente; ╚ Prejuízo no reflexo de tosse e eliminação de secreções; ╚ Diminuição da ventilação alveolar; ╚ Hipoxémia; ╚ Atelectasia;
  • 19.
    Repercussões fisiológicas dador, cont..  Gastrointestinais:  Aumento do tónus esfíncteriano;  Diminuição da motilidade intestinal;  Hipersecreção gástrica.
  • 20.
    Repercussões fisiológicas dador, cont..  Metabólicas e Endócrinas ╚ Retenção Hidrossalina; ╚ Hipermetabolismo → catabolismo protéico negativo.  Músculo- esquelético ╚ Dor → contractura → dor; ╚ Imobilização → atrofia → caquexia.
  • 21.
    Repercussões fisiológicas dador, cont..  Sistema Imunitário ╚ Depressão imunitária; ╚ Infecção → atraso na cicatrização das feridas.  Psíquico ╚ Depressão; ╚ Agitação psico-motora.
  • 22.
  • 23.
    Escalas para avaliaçãoda dor, cont... Escala visual analógica (EVA)
  • 24.
    Escala de faces Escalaspara avaliação da dor, cont...
  • 25.
    Escalas para avaliaçãoda dor, cont... Escala dos cubos da intensidade da dor
  • 26.
    Escala terapêutica daOMS Morfina Morfina Petidina Petidina Codeina Codeina Tramadol Tramadol Paracetamol Paracetamol AINS AINS
  • 27.
    Bibliografia  Guyton &Hall, J. E. (2021).Tratado de Fisiologia Médica (14ª ed.). Rio de Janeiro: Elsevier.  FAUCI, Jameson (2020). Medicina Interna de Harrison (20ª ed.) Porto Alegre.  MITIKO, Silvia. Neurobiologia- Somestesia.  BEAR, M et all (2002). Neurociência. Porto Alegre.