FISIOLOGIA E
FENOLOGIA DO MILHO
2025
Cairo Augusto e
Felipe Ribeiro Cruvinel
SUMÁRIO
1. Introdução;
2. Características do milho;
3. Fisiologia do milho;
4. O que é fisiologia?;
10. Ecofisiologia do milho;
5. Germinação do milho;
6. Fotossíntese do milho;
7. Respiração e transpiração;
8. Absorção de nutrientes;
9. Fixação de Nitrogênio;
11. Radiação Solar;
12. Temperatura no milho;
13. Água x milho;
15. Vento;
16. Fenologia do milho;
17. Estádios vegetativos;
18. Estádios reprodutivos;
19. Conclusão.
14.Nutrientes no solo;
1
INTRODUÇÃO
2
Características do milho
Família: Gramíneas (Poaceae);
Nome científico: Zea mays L.;
Folha: Simples, alternada e dística, forma uma bainha na base;
Caule: Do tipo e colmo e com consistência herbácea;
Raiz: Fasciculado ou de cabeleira;
Origem: América (México e América Central), domesticado
há cerca de 9.000 anos a partir de uma planta silvestre
chamada teosinto (Zea mays ssp. parviglumis);
Importância econômica: Alimentação
humana e animal, industrial (óleos e
biocombustíveis, outros derivados químicos).
Fruto: Cariopse, seco e indeiscente;
fonte: dreamstime
fonte: revistagalileu.com
3
FISIOLOGIA DO MILHO
Estudo das funções e dos processos vitais dos organismos vivos, ou seja, como eles
vivem, crescem e se desenvolvem;
Absorção de nutrientes e fixação
do nitrogênio.
4
FISIOLOGIA DO MILHO
O que é?
Principais processos fisiológicos:
Germinação;
Fotossíntese;
Respiração;
Transpiração;
fonte: myfarm.com
5
GERMINAÇÃO DO MILHO
Amilases e proteases quebram o amido e proteínas do endosperma e
o embrião utiliza os nutrientes mobilizados para crescimento inicial;
6
GERMINAÇÃO DO MILHO
Principais fases
Imbibição:
A semente absorve água do ambiente, atividade enzimática
reativada e o embrião desperta iniciando seu metabolsmo;
Ativação Metabólica:
Emissão da radícula:
Emergência ocorre quando o coleóptilo rompe o solo e a primeira
estrutura se expande, a radícula, que se tornará a raiz primária,
depois surgem as adventícias.
fonte: infoescola.com.br
7
FOTOSSÍNTESE
8
FOTOSSÍNTESE
O que é?
É o processo pelo qual as plantas convertem energia luminosa em energia química,
produzindo açúcares a partir de CO₂ e água, liberando oxigênio como subproduto.
No milho:
O milho é uma planta C4, o que o torna muito eficiente no uso de luz, água e CO₂;
Principais vantagens do C4:
Elevada taxa fotossintética sob altas temperaturas (ótimo entre 30–35°C);
Menor perda de carbono por fotorrespiração;
Maior eficiência no uso da água;
Melhor aproveitamento da luz intensa;
Alta eficiência na captura de CO₂ mesmo com estômatos mais fechados.
9
FOTOSSÍNTESE
fonte: elevagro
10
RESPIRAÇÃO E
TRANSPIRAÇÃO
11
RESPIRAÇÃO E TRANSPIRAÇÃO
Conceitos
Respiração:
É um processo metabólico em que a planta oxida
carboidratos (como glicose) para produzir energia
(ATP);
Transpiração:
Ela envolve a perda de água na forma de vapor,
principalmente pelos estômatos presentes na
epiderme das folhas.
fonte: elevagro
Glicólise:
A glicose é quebrada em moléculas menores (piruvato),
gera um pouco de ATP e NADH;
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RESPIRAÇÃO E TRANSPIRAÇÃO
Respiração no milho
Onde ocorre:Mitocôndrias;
Ciclo de krebs:
O piruvato é totalmente oxidado, produz CO₂ e
transportadores de elétrons (NADH, FADH₂);
Fosforilação oxidativa:
A energia liberada pela transferência de elétrons é usada para bombear prótons
através da membrana mitocondrial. Esse gradiente de prótons é usado pela enzima
ATP sintase para produzir ATP.
fonte: quizur.com
13
RESPIRAÇÃO E TRANSPIRAÇÃO
Transpiração no milho
Ocorre de três formas:
Estomática (principal) – 90% da perda de água;
Cuticular – pequena perda pela cutícula das folhas;
Lenticular – praticamente irrelevante no milho.
fonte: shutterstock
14
ABSORÇÃO DE
NUTRIENTES E FIXAÇÃO
DE NITROGÊNIO
Nitrato (NO₃⁻);
Cálcio (Ca);
Enxofre (S).
15
ABSORÇÃO DE NUTRIENTES
Absorção passiva:
Ocorre por difusão através das raízes, não
consome energia;
Principais nutrientes envolvidos:
Absorção ativa:
A planta usa transportadores específicos na
membrana das células das raízes, o que
exige energia;
Principais nutrientes envolvidos:
Amônio (NH₄⁺);
Fósforo (P);
Potássio (K);
Magnésio(Mg).
fonte: tmffertilizantes
fonte: encrypted
A planta precisa de nitrogênio do solo, de adubações e de microrganismos associados;
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FIXAÇÃO DE NITROGÊNIO
Na planta de milho
O milho não fixa nitrogênio por si próprio, ele não possui nódulos e não abriga rizóbios,
portanto, não fixa nitrogênio atmosférico diretamente;
Alguns microrganismos que fixam N associados ao milho:
Azospirillum brasilense;
Herbaspirillum spp.;
Burkholderia spp.;
Gluconacetobacter diazotrophicus.
fonte: blog.verde.ag
17
ECOFISIOLOGIA DO
MILHO
18
ECOFISIOLOGIA DO MILHO
O que é?
Estudo das interações entre as plantas e o ambiente, analisando como os fatores
ambientais afetam os processos fisiológicos;
Principais fatores ambientais:
Radiação Solar;
Temperatura;
Água;
Nutrientes do solo;
Vento.
fonte: terramagna.com.br
19
RADIAÇÃO SOLAR
20
RADIAÇÃO SOLAR
É importante porque
Emergência e fase vegetativa:
A planta precisa de radiação para rápida produção de biomassa, também influencia o
alongamento do colmo e o crescimento das folhas;
Déficit luminoso nessa fase resulta em menor área foliar e plantas mais frágeis.
fonte: mfrural.com.br fonte: maissoja.com.br
21
fonte: BARSONI; BARSHAGNI, 2002
O momento mais sensível da cultura em relação a radiação solar uma vez que a alta
luminosidade garante:
22
RADIAÇÃO SOLAR
É importante porque
Período crítico: No pré-pendoamento até a polinização;
Maior número de flores femininas;
Maior desenvolvimento dos grãos;
Maior produção de açúcares para o enchimento
das espigas;
Baixa radiação nesse período reduz o
tamanho das espigas e o número de
grãos, esses que são mal formados.
fonte: pioneer.com
23
TEMPERATURA
Na germinação:Quanto mais longe da temperatura ótima, mais devagar a germinação
ocorre;
24
TEMPERATURA
É importante porque
Máxima: ~35-40ºC (acima disso a planta
não germina).
Níveis de temperatura:
Ótima: 25-30ºC;
Mínima: ~10ºC (abaixo disso a germinação
é muito lenta ou falha);
fonte: gstatic.com
Aumentam a distância entre as flores masculinas e femininas, deixando então a a
reprodução dessincronizada.
25
TEMPERATURA
É importante porque
No florescimento e polinização:Temperaturas altas (>35-38ºC);
Reduzem a viabilidade do pólen e causam falhas na polinização e má formação
das espigas;
fonte: gstatic.com fonte: gstatic.com
26
ÁGUA X PLANTA DO
MILHO
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ÁGUA
É importante porque
Na germinação: O solo precisa estar com boa umidade para a semente absorver água
(embebição);
Umidade insuficiente: emergência irregular;
Excesso de água: baixa oxigenação, favorecendo fungos e reduzindo vigor.
fonte: dreamstime.com
Causa falhas de polinização e espigas mal granadas;
28
ÁGUA
É importante porque
Pendoamento e florescimento:
Pouca água reduz a emissão de pólen;
Diminui a recepção dos estigmas (estiletes);
Uma falta de água aqui pode reduzir em até 50% da
produtividade.
fonte: gstatic.com
fonte: sementesbiomatrix.com.br
Leva ao encurtamento do período de enchimento dos grãos;
Resulta em grãos menores;
Aumenta a porcentagem de grãos “chocos”.
29
ÁGUA
É importante porque
Enchimento de grãos: O estresse hídrico no milho também causa:
fonte: revistacultivar.com.br
30
NUTRIENTES NO SOLO
Excesso: crescimento exagerado e menor investimento em grãos.
31
NUTRIENTES NO SOLO
Macronutrientes primários
Nitrogênio (N):Nutriente mais demandado pela planta do milho;
Função: componente de clorofila, enzimas e proteínas; crescimento vegetativo e coloração
verde;
Deficiência: folhas amarelas, plantas pequenas e menor área foliar;
fonte: gstatic.com fonte: cloudfunctions.net
32
NUTRIENTES NO SOLO
Macronutrientes primários
Fósforo (P):Importante no início do ciclo;
Função: energia ATP, enraizamento, velocidade de emergência e
florescimento;
Deficiência: folhas arroxeadas, crescimento lento e raízes fracas.
fonte: sementesbiomatrix.com.br fonte: gstatic.com
Deficiência: bordas queimadas e menor enchimento de grãos.
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NUTRIENTES NO SOLO
Macronutrientes primários
Potássio (K):
Função: relacionado ao estresse hídrico e doenças, regulação estomática e translocação de
carboidratos;
fonte: sementesbiomatrix.com.br fonte: verde.ag
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NUTRIENTES NO SOLO
Macronutrientes secundários
Cálcio (Ca):
Deficiência é rara no milho, mas pode ocorrer em solos ácidos.
Crescimento de raízes e paredes celulares;
Magnésio (Mg):
Parte central da clorofila, essencial para fotossíntese;
Deficiência: clorose internerval, principalmente em folhas velhas.
Enxofre (S):
Formação de aminoácidos;
Deficiência: folhas jovens amareladas.
Zinco (Zn): Muito importante para o milho;
Deficiência gera entrenós curtos e folhas riscadas.
Deficiência reduz óvulos viáveis.
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NUTRIENTES NO SOLO
Micronutrientes
Boro (B):Formação de grãos;
Manganês (Mn), Ferro (Fe), Cobre (Cu),
Molibdênio (Mo) e Cloro (Cl):
Participam de enzimas, clorofila e
metabolismo da planta do milho.
fonte: maissoja.com.br
36
NUTRIENTES NO SOLO
fonte: npct.com
37
VENTO
38
VENTO
Polinização do milho
O milho é uma planta anemófila, ou seja, sua polinização é
feita pelo vento, isso significa que:
O vento transporta os grãos de pólen das espigas masculinas para os estiletes
(cabelo das espigas);
Ventos leves a moderados favorecem a dispersão do pólen, aumentando a eficiência da
polinização;
Ventos fortes demais podem dispersar o pólen para longe, reduzindo a fecundação.
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FENOLOGIA DO MILHO
40
FENOLOGIA DO MILHO
O que é?
É o estudo dos estágios de desenvolvimento da planta do milho ao longo do seu ciclo de
vida, relacionando cada fase com as condições ambientais, como temperatura, luz, água e
nutrientes.
fonte: sementesbiomatrix.com.br
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FENOLOGIA DO MILHO
Importância de seu estudo
Planejamento do plantio:Escolher a melhor época de semeadura para aproveitar
condições ideais;
Manejo nutricional:Cada fase do milho tem necessidades nutricionais diferentes;
Controle de pragas, doenças e plantas daninhas:O milho é mais vulnerável a essas
adversidades em fases específicas de seu ciclo;
Previsão da produtividade:Estádios fenológicos ajudam a prever o desempenho da lavoura,
permitindo decisões mais assertivas;
Gestão hídrica: Milho é muito sensível ao déficit hídrico, ao conhecer seus momentos
críticos, pode-se otimizar a irrigação por exemplo;
Determinação do momento ideal de colheita: Ajuda a identificar o ponto certo para
colher o milho grão ou para silagem;
Melhoramento genético: Pesquisadores usam a fenologia para comparar ciclos
híbridos, escolher aqueles mais adaptados à região e melhorar as características.
42
ESTÁDIOS VEGETATIVOS
43
ESTÁDIOS VEGETATIVOS
Período
Compreende o período desde a emergência da planta até o início de seu florescimento;
cerca de 55-65 dias.
fonte: sementesbiomatrix.com.br
44
ESTÁDIOS VEGETATIVOS
Estádio VE - Emergência
A semente germina e o coleóptilo rompe o solo;
A planta depende totalmente das reservas da
semente;
Danos por encharcamento, pragas e baixas
temperaturas são críticos aqui.
fonte: gstatic.com
45
ESTÁDIOS VEGETATIVOS
Estádio V1 - Primeira folha expandida
Primeira folha verdadeira com colar definido;
Raízes começam a se expandir lateralmente.
fonte: gstatic.com
46
ESTÁDIOS VEGETATIVOS
Estádio V2 - Segunda folha expandida
A planta inicia sua maior absorção de nutrientes
externos;
Estabelecimento inicial do estande, onde o
produtor pode avaliar a densidade de
plantas por hectare.
fonte: gstatic.com
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ESTÁDIOS VEGETATIVOS
Estádio V3 - Terceira folha expandida
Formação do coleto e início do
desenvolvimento nodal;
Forte sensibilidade a estresses, pois o
meristema apical ainda está abaixo do
solo.
fonte: gstatic.com
48
ESTÁDIOS VEGETATIVOS
Estádio V4 - Quarta folha expandida
Início da formação dos primórdios de espigas e
pendão, a planta define o potencial produtivo;
Alta demanda por nitrogênio.
fonte: gstatic.com
49
ESTÁDIOS VEGETATIVOS
Estádio V6 - Sexta folha expandida
O ponto de crescimento do meristema apical
emerge do colmo;
Começa o rápido alongamento do colmo;
A planta se torna mais vulnerável a danos
mecânicos e herbicidas pós-emergentes.
fonte: gstatic.com
50
ESTÁDIOS VEGETATIVOS
Estádio V10 - Décima folha expandida
Intensifica-se a fotossíntese;
A planta se prepara estruturalmente para
sustentar o pendão e a espiga;
A absorção de nutrientes é muito elevada.
fonte: gstatic.com
51
ESTÁDIOS VEGETATIVOS
Estádio V12 - Décima segunda folha expandida
Número final de fileiras de grãos já está
praticamente definido;
Qualquer estresse hídrico ou nutricional
nessa fase reduz potencial de produção.
fonte: gstatic.com
52
ESTÁDIOS VEGETATIVOS
Estádio VT - Fase final do vegetativo
Máximo acúmulo de biomassa vegetativa;
Aproxima-se o pendoamento, quando o
pendão está completamente exposto;
A planta entra na fase reprodutiva após R1
(espigamento e polinização).
fonte: agropos.com.br
53
ESTÁDIOS REPRODUTIVOS
Compreende o período desde o florescimento até a maturação dos frutos;
54
ESTÁDIOS REPRODUTIVOS
Período
cerca de 45-55 dias.
fonte: sementesbiomatrix.com.br
55
ESTÁDIOS REPRODUTIVOS
Estádio R1 - Florescimento
Pendoamento e espigamento;
Inicia quando os estigmas aparecem
na espiga;
Ocorre a polinização, geralmente cruzada,
pelo pólen liberado pelo pendão;
Período mais sensível a estresses (hídrico,
temperatura, déficit nutricional), pois
determinam o número de grãos possíveis.
fonte: gstatic.com
56
ESTÁDIOS REPRODUTIVOS
Estádio R2 - Grão leite
Os grãos estão recém fecundados e cheios
de um líquido claro;
A espiga ainda tem coloração verde intensa;
A perda de produtividade ainda pode ser
alta se ocorrer algum estresse.
fonte: gstatic.com
57
ESTÁDIOS REPRODUTIVOS
Estádio R3 - Grão leitoso
Conteúdo dos grãos passa a ter aparência
leitosa por acúmulo de amido;
Planta segue exigindo muita água e
nutrientes, principalmente nitrogênio e
potássio.
fonte: gstatic.com
58
ESTÁDIOS REPRODUTIVOS
Estádio R4 - Grão pastoso
O conteúdo dos grãos fica mais consistente,
semelhante a uma massa;
Começa a formação da linha de leite, que
avança da base para o topo do grão;
Perdas por estresses ainda ocorrem, mas
já são menores comparadas a R1-R3;
Farináceo.
fonte: gstatic.com
59
ESTÁDIOS REPRODUTIVOS
Estádio R5 - Grão duro
Aparece o formato de dente nos grãos;
Linha de leite progride até o ápice;
Maior parte do peso final dos grãos é
definida aqui.
fonte: gstatic.com
A planta seca naturalmente, indicando que os
nutrientes foram concentrados nas espigas;
60
ESTÁDIOS REPRODUTIVOS
Estádio R5 - Maturidade fisiológica
Linha de leite desaparece;
Forma-se a mancha preta, indicando que o
transporte de nutrientes para o grão cessou;
O grão atinge sua máxima massa seca.
fonte: stoller.com.br
61
CONCLUSÃO
62
CONCLUSÃO
Fisiologia:Processos vitais do organismo;
Ecofisiologia:Interações da planta com o meio ambiente;
Fenologia: Ciclo de vida da planta do milho;
Estádios vegetativos:Manejo;
Estádios reprodutivos: Rendimento final;
Objetivo de maximizar a produtividade da lavoura de milho.
63
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
64
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FANCELLI, A. L.; DOURADO NETO, D. Fisiologia da produção de milho. Piracicaba:
ESALQ/USP, 2004.
EMBRAPA. Sistema de Produção do Milho. Brasília: Embrapa Milho e Sorgo, 2023.
SANGOI, L. et al. Fisiologia do crescimento e desenvolvimento do milho. Revista
Brasileira de Milho e Sorgo, v. 6, n. 3, p. 311–322, 2007.
Struik PC. Physiology of forage maize (Zea mays L.) in relation to its production and
quality. Wageningen: Agricultural University Wageningen; 1983.
RITCHIE, S.W.; HANWAY, J.J.; BENSON, G.O. (1989). How a Corn Plant Develops.
Special Report 48. Iowa State University.
MAGALHÃES, P. C.; DURÃES, F. O. Milho: características da planta e fenologia.
Embrapa Milho e Sorgo. Portal Embrapa.
SCHMIDT, M.; et al. Fenologia do milho: entendendo o ciclo e os estádios da
cultura. Revista Attalea Agronegócios, 2021.
Disponível em: https://revistadeagronegocios.com.br/fenologia-do-milho/.
65
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BIOMATRIX Sementes. Fenologia do milho: entenda o ciclo e os estádios da cultura. Blog
Biomatrix, 2022. Disponível em:
https://sementesbiomatrix.com.br/blog/produtividade/fenologia-do-milho/;
MAIS SOJA. Desenvolvimento da cultura do milho: sexta folha (V6) × manejo. MaisSoja
Agronegócios, 2020. Disponível em: https://maissoja.com.br/desenvolvimento-da-cultura-
do-milho-sexta-folha-v6-x-manejo/;
MISOSUL. Informações Técnicas para Milho e Sorgo 2023/24 – 2024/25. Porto Alegre:
Governo do Estado do Rio Grande do Sul / Secretaria da Agricultura, Pecuária e
Desenvolvimento Rural, 2024. Disponível em:
https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202406/19154728-informacoes-
tecnicas-milho-e-sorgo-2023-24-2024-25-misosul-2023.pdf;
66
DÚVIDAS OU SUGESTÕES?
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OBRIGADO!
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cruvinelribeiro@discente.ufg.br
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(62) 98471 - 0224
@duarte_cairo_

FISIOLOGIA E FENOLOGIA DO MILHO - FELIPE CRUVINEL E CAIRO

  • 1.
    FISIOLOGIA E FENOLOGIA DOMILHO 2025 Cairo Augusto e Felipe Ribeiro Cruvinel
  • 2.
    SUMÁRIO 1. Introdução; 2. Característicasdo milho; 3. Fisiologia do milho; 4. O que é fisiologia?; 10. Ecofisiologia do milho; 5. Germinação do milho; 6. Fotossíntese do milho; 7. Respiração e transpiração; 8. Absorção de nutrientes; 9. Fixação de Nitrogênio; 11. Radiação Solar; 12. Temperatura no milho; 13. Água x milho; 15. Vento; 16. Fenologia do milho; 17. Estádios vegetativos; 18. Estádios reprodutivos; 19. Conclusão. 14.Nutrientes no solo;
  • 3.
  • 4.
    2 Características do milho Família:Gramíneas (Poaceae); Nome científico: Zea mays L.; Folha: Simples, alternada e dística, forma uma bainha na base; Caule: Do tipo e colmo e com consistência herbácea; Raiz: Fasciculado ou de cabeleira; Origem: América (México e América Central), domesticado há cerca de 9.000 anos a partir de uma planta silvestre chamada teosinto (Zea mays ssp. parviglumis); Importância econômica: Alimentação humana e animal, industrial (óleos e biocombustíveis, outros derivados químicos). Fruto: Cariopse, seco e indeiscente; fonte: dreamstime fonte: revistagalileu.com
  • 5.
  • 6.
    Estudo das funçõese dos processos vitais dos organismos vivos, ou seja, como eles vivem, crescem e se desenvolvem; Absorção de nutrientes e fixação do nitrogênio. 4 FISIOLOGIA DO MILHO O que é? Principais processos fisiológicos: Germinação; Fotossíntese; Respiração; Transpiração; fonte: myfarm.com
  • 7.
  • 8.
    Amilases e proteasesquebram o amido e proteínas do endosperma e o embrião utiliza os nutrientes mobilizados para crescimento inicial; 6 GERMINAÇÃO DO MILHO Principais fases Imbibição: A semente absorve água do ambiente, atividade enzimática reativada e o embrião desperta iniciando seu metabolsmo; Ativação Metabólica: Emissão da radícula: Emergência ocorre quando o coleóptilo rompe o solo e a primeira estrutura se expande, a radícula, que se tornará a raiz primária, depois surgem as adventícias. fonte: infoescola.com.br
  • 9.
  • 10.
    8 FOTOSSÍNTESE O que é? Éo processo pelo qual as plantas convertem energia luminosa em energia química, produzindo açúcares a partir de CO₂ e água, liberando oxigênio como subproduto. No milho: O milho é uma planta C4, o que o torna muito eficiente no uso de luz, água e CO₂; Principais vantagens do C4: Elevada taxa fotossintética sob altas temperaturas (ótimo entre 30–35°C); Menor perda de carbono por fotorrespiração; Maior eficiência no uso da água; Melhor aproveitamento da luz intensa; Alta eficiência na captura de CO₂ mesmo com estômatos mais fechados.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
    11 RESPIRAÇÃO E TRANSPIRAÇÃO Conceitos Respiração: Éum processo metabólico em que a planta oxida carboidratos (como glicose) para produzir energia (ATP); Transpiração: Ela envolve a perda de água na forma de vapor, principalmente pelos estômatos presentes na epiderme das folhas. fonte: elevagro
  • 14.
    Glicólise: A glicose équebrada em moléculas menores (piruvato), gera um pouco de ATP e NADH; 12 RESPIRAÇÃO E TRANSPIRAÇÃO Respiração no milho Onde ocorre:Mitocôndrias; Ciclo de krebs: O piruvato é totalmente oxidado, produz CO₂ e transportadores de elétrons (NADH, FADH₂); Fosforilação oxidativa: A energia liberada pela transferência de elétrons é usada para bombear prótons através da membrana mitocondrial. Esse gradiente de prótons é usado pela enzima ATP sintase para produzir ATP. fonte: quizur.com
  • 15.
    13 RESPIRAÇÃO E TRANSPIRAÇÃO Transpiraçãono milho Ocorre de três formas: Estomática (principal) – 90% da perda de água; Cuticular – pequena perda pela cutícula das folhas; Lenticular – praticamente irrelevante no milho. fonte: shutterstock
  • 16.
    14 ABSORÇÃO DE NUTRIENTES EFIXAÇÃO DE NITROGÊNIO
  • 17.
    Nitrato (NO₃⁻); Cálcio (Ca); Enxofre(S). 15 ABSORÇÃO DE NUTRIENTES Absorção passiva: Ocorre por difusão através das raízes, não consome energia; Principais nutrientes envolvidos: Absorção ativa: A planta usa transportadores específicos na membrana das células das raízes, o que exige energia; Principais nutrientes envolvidos: Amônio (NH₄⁺); Fósforo (P); Potássio (K); Magnésio(Mg). fonte: tmffertilizantes fonte: encrypted
  • 18.
    A planta precisade nitrogênio do solo, de adubações e de microrganismos associados; 16 FIXAÇÃO DE NITROGÊNIO Na planta de milho O milho não fixa nitrogênio por si próprio, ele não possui nódulos e não abriga rizóbios, portanto, não fixa nitrogênio atmosférico diretamente; Alguns microrganismos que fixam N associados ao milho: Azospirillum brasilense; Herbaspirillum spp.; Burkholderia spp.; Gluconacetobacter diazotrophicus. fonte: blog.verde.ag
  • 19.
  • 20.
    18 ECOFISIOLOGIA DO MILHO Oque é? Estudo das interações entre as plantas e o ambiente, analisando como os fatores ambientais afetam os processos fisiológicos; Principais fatores ambientais: Radiação Solar; Temperatura; Água; Nutrientes do solo; Vento. fonte: terramagna.com.br
  • 21.
  • 22.
    20 RADIAÇÃO SOLAR É importanteporque Emergência e fase vegetativa: A planta precisa de radiação para rápida produção de biomassa, também influencia o alongamento do colmo e o crescimento das folhas; Déficit luminoso nessa fase resulta em menor área foliar e plantas mais frágeis. fonte: mfrural.com.br fonte: maissoja.com.br
  • 23.
  • 24.
    O momento maissensível da cultura em relação a radiação solar uma vez que a alta luminosidade garante: 22 RADIAÇÃO SOLAR É importante porque Período crítico: No pré-pendoamento até a polinização; Maior número de flores femininas; Maior desenvolvimento dos grãos; Maior produção de açúcares para o enchimento das espigas; Baixa radiação nesse período reduz o tamanho das espigas e o número de grãos, esses que são mal formados. fonte: pioneer.com
  • 25.
  • 26.
    Na germinação:Quanto maislonge da temperatura ótima, mais devagar a germinação ocorre; 24 TEMPERATURA É importante porque Máxima: ~35-40ºC (acima disso a planta não germina). Níveis de temperatura: Ótima: 25-30ºC; Mínima: ~10ºC (abaixo disso a germinação é muito lenta ou falha); fonte: gstatic.com
  • 27.
    Aumentam a distânciaentre as flores masculinas e femininas, deixando então a a reprodução dessincronizada. 25 TEMPERATURA É importante porque No florescimento e polinização:Temperaturas altas (>35-38ºC); Reduzem a viabilidade do pólen e causam falhas na polinização e má formação das espigas; fonte: gstatic.com fonte: gstatic.com
  • 28.
  • 29.
    27 ÁGUA É importante porque Nagerminação: O solo precisa estar com boa umidade para a semente absorver água (embebição); Umidade insuficiente: emergência irregular; Excesso de água: baixa oxigenação, favorecendo fungos e reduzindo vigor. fonte: dreamstime.com
  • 30.
    Causa falhas depolinização e espigas mal granadas; 28 ÁGUA É importante porque Pendoamento e florescimento: Pouca água reduz a emissão de pólen; Diminui a recepção dos estigmas (estiletes); Uma falta de água aqui pode reduzir em até 50% da produtividade. fonte: gstatic.com fonte: sementesbiomatrix.com.br
  • 31.
    Leva ao encurtamentodo período de enchimento dos grãos; Resulta em grãos menores; Aumenta a porcentagem de grãos “chocos”. 29 ÁGUA É importante porque Enchimento de grãos: O estresse hídrico no milho também causa: fonte: revistacultivar.com.br
  • 32.
  • 33.
    Excesso: crescimento exageradoe menor investimento em grãos. 31 NUTRIENTES NO SOLO Macronutrientes primários Nitrogênio (N):Nutriente mais demandado pela planta do milho; Função: componente de clorofila, enzimas e proteínas; crescimento vegetativo e coloração verde; Deficiência: folhas amarelas, plantas pequenas e menor área foliar; fonte: gstatic.com fonte: cloudfunctions.net
  • 34.
    32 NUTRIENTES NO SOLO Macronutrientesprimários Fósforo (P):Importante no início do ciclo; Função: energia ATP, enraizamento, velocidade de emergência e florescimento; Deficiência: folhas arroxeadas, crescimento lento e raízes fracas. fonte: sementesbiomatrix.com.br fonte: gstatic.com
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    Deficiência: bordas queimadase menor enchimento de grãos. 33 NUTRIENTES NO SOLO Macronutrientes primários Potássio (K): Função: relacionado ao estresse hídrico e doenças, regulação estomática e translocação de carboidratos; fonte: sementesbiomatrix.com.br fonte: verde.ag
  • 36.
    34 NUTRIENTES NO SOLO Macronutrientessecundários Cálcio (Ca): Deficiência é rara no milho, mas pode ocorrer em solos ácidos. Crescimento de raízes e paredes celulares; Magnésio (Mg): Parte central da clorofila, essencial para fotossíntese; Deficiência: clorose internerval, principalmente em folhas velhas. Enxofre (S): Formação de aminoácidos; Deficiência: folhas jovens amareladas.
  • 37.
    Zinco (Zn): Muitoimportante para o milho; Deficiência gera entrenós curtos e folhas riscadas. Deficiência reduz óvulos viáveis. 35 NUTRIENTES NO SOLO Micronutrientes Boro (B):Formação de grãos; Manganês (Mn), Ferro (Fe), Cobre (Cu), Molibdênio (Mo) e Cloro (Cl): Participam de enzimas, clorofila e metabolismo da planta do milho. fonte: maissoja.com.br
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    38 VENTO Polinização do milho Omilho é uma planta anemófila, ou seja, sua polinização é feita pelo vento, isso significa que: O vento transporta os grãos de pólen das espigas masculinas para os estiletes (cabelo das espigas); Ventos leves a moderados favorecem a dispersão do pólen, aumentando a eficiência da polinização; Ventos fortes demais podem dispersar o pólen para longe, reduzindo a fecundação.
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    40 FENOLOGIA DO MILHO Oque é? É o estudo dos estágios de desenvolvimento da planta do milho ao longo do seu ciclo de vida, relacionando cada fase com as condições ambientais, como temperatura, luz, água e nutrientes. fonte: sementesbiomatrix.com.br
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    41 FENOLOGIA DO MILHO Importânciade seu estudo Planejamento do plantio:Escolher a melhor época de semeadura para aproveitar condições ideais; Manejo nutricional:Cada fase do milho tem necessidades nutricionais diferentes; Controle de pragas, doenças e plantas daninhas:O milho é mais vulnerável a essas adversidades em fases específicas de seu ciclo; Previsão da produtividade:Estádios fenológicos ajudam a prever o desempenho da lavoura, permitindo decisões mais assertivas; Gestão hídrica: Milho é muito sensível ao déficit hídrico, ao conhecer seus momentos críticos, pode-se otimizar a irrigação por exemplo; Determinação do momento ideal de colheita: Ajuda a identificar o ponto certo para colher o milho grão ou para silagem; Melhoramento genético: Pesquisadores usam a fenologia para comparar ciclos híbridos, escolher aqueles mais adaptados à região e melhorar as características.
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    43 ESTÁDIOS VEGETATIVOS Período Compreende operíodo desde a emergência da planta até o início de seu florescimento; cerca de 55-65 dias. fonte: sementesbiomatrix.com.br
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    44 ESTÁDIOS VEGETATIVOS Estádio VE- Emergência A semente germina e o coleóptilo rompe o solo; A planta depende totalmente das reservas da semente; Danos por encharcamento, pragas e baixas temperaturas são críticos aqui. fonte: gstatic.com
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    45 ESTÁDIOS VEGETATIVOS Estádio V1- Primeira folha expandida Primeira folha verdadeira com colar definido; Raízes começam a se expandir lateralmente. fonte: gstatic.com
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    46 ESTÁDIOS VEGETATIVOS Estádio V2- Segunda folha expandida A planta inicia sua maior absorção de nutrientes externos; Estabelecimento inicial do estande, onde o produtor pode avaliar a densidade de plantas por hectare. fonte: gstatic.com
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    47 ESTÁDIOS VEGETATIVOS Estádio V3- Terceira folha expandida Formação do coleto e início do desenvolvimento nodal; Forte sensibilidade a estresses, pois o meristema apical ainda está abaixo do solo. fonte: gstatic.com
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    48 ESTÁDIOS VEGETATIVOS Estádio V4- Quarta folha expandida Início da formação dos primórdios de espigas e pendão, a planta define o potencial produtivo; Alta demanda por nitrogênio. fonte: gstatic.com
  • 51.
    49 ESTÁDIOS VEGETATIVOS Estádio V6- Sexta folha expandida O ponto de crescimento do meristema apical emerge do colmo; Começa o rápido alongamento do colmo; A planta se torna mais vulnerável a danos mecânicos e herbicidas pós-emergentes. fonte: gstatic.com
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    50 ESTÁDIOS VEGETATIVOS Estádio V10- Décima folha expandida Intensifica-se a fotossíntese; A planta se prepara estruturalmente para sustentar o pendão e a espiga; A absorção de nutrientes é muito elevada. fonte: gstatic.com
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    51 ESTÁDIOS VEGETATIVOS Estádio V12- Décima segunda folha expandida Número final de fileiras de grãos já está praticamente definido; Qualquer estresse hídrico ou nutricional nessa fase reduz potencial de produção. fonte: gstatic.com
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    52 ESTÁDIOS VEGETATIVOS Estádio VT- Fase final do vegetativo Máximo acúmulo de biomassa vegetativa; Aproxima-se o pendoamento, quando o pendão está completamente exposto; A planta entra na fase reprodutiva após R1 (espigamento e polinização). fonte: agropos.com.br
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    Compreende o períododesde o florescimento até a maturação dos frutos; 54 ESTÁDIOS REPRODUTIVOS Período cerca de 45-55 dias. fonte: sementesbiomatrix.com.br
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    55 ESTÁDIOS REPRODUTIVOS Estádio R1- Florescimento Pendoamento e espigamento; Inicia quando os estigmas aparecem na espiga; Ocorre a polinização, geralmente cruzada, pelo pólen liberado pelo pendão; Período mais sensível a estresses (hídrico, temperatura, déficit nutricional), pois determinam o número de grãos possíveis. fonte: gstatic.com
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    56 ESTÁDIOS REPRODUTIVOS Estádio R2- Grão leite Os grãos estão recém fecundados e cheios de um líquido claro; A espiga ainda tem coloração verde intensa; A perda de produtividade ainda pode ser alta se ocorrer algum estresse. fonte: gstatic.com
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    57 ESTÁDIOS REPRODUTIVOS Estádio R3- Grão leitoso Conteúdo dos grãos passa a ter aparência leitosa por acúmulo de amido; Planta segue exigindo muita água e nutrientes, principalmente nitrogênio e potássio. fonte: gstatic.com
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    58 ESTÁDIOS REPRODUTIVOS Estádio R4- Grão pastoso O conteúdo dos grãos fica mais consistente, semelhante a uma massa; Começa a formação da linha de leite, que avança da base para o topo do grão; Perdas por estresses ainda ocorrem, mas já são menores comparadas a R1-R3; Farináceo. fonte: gstatic.com
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    59 ESTÁDIOS REPRODUTIVOS Estádio R5- Grão duro Aparece o formato de dente nos grãos; Linha de leite progride até o ápice; Maior parte do peso final dos grãos é definida aqui. fonte: gstatic.com
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    A planta secanaturalmente, indicando que os nutrientes foram concentrados nas espigas; 60 ESTÁDIOS REPRODUTIVOS Estádio R5 - Maturidade fisiológica Linha de leite desaparece; Forma-se a mancha preta, indicando que o transporte de nutrientes para o grão cessou; O grão atinge sua máxima massa seca. fonte: stoller.com.br
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    62 CONCLUSÃO Fisiologia:Processos vitais doorganismo; Ecofisiologia:Interações da planta com o meio ambiente; Fenologia: Ciclo de vida da planta do milho; Estádios vegetativos:Manejo; Estádios reprodutivos: Rendimento final; Objetivo de maximizar a produtividade da lavoura de milho.
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    64 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FANCELLI, A.L.; DOURADO NETO, D. Fisiologia da produção de milho. Piracicaba: ESALQ/USP, 2004. EMBRAPA. Sistema de Produção do Milho. Brasília: Embrapa Milho e Sorgo, 2023. SANGOI, L. et al. Fisiologia do crescimento e desenvolvimento do milho. Revista Brasileira de Milho e Sorgo, v. 6, n. 3, p. 311–322, 2007. Struik PC. Physiology of forage maize (Zea mays L.) in relation to its production and quality. Wageningen: Agricultural University Wageningen; 1983. RITCHIE, S.W.; HANWAY, J.J.; BENSON, G.O. (1989). How a Corn Plant Develops. Special Report 48. Iowa State University. MAGALHÃES, P. C.; DURÃES, F. O. Milho: características da planta e fenologia. Embrapa Milho e Sorgo. Portal Embrapa. SCHMIDT, M.; et al. Fenologia do milho: entendendo o ciclo e os estádios da cultura. Revista Attalea Agronegócios, 2021. Disponível em: https://revistadeagronegocios.com.br/fenologia-do-milho/.
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    65 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BIOMATRIX Sementes.Fenologia do milho: entenda o ciclo e os estádios da cultura. Blog Biomatrix, 2022. Disponível em: https://sementesbiomatrix.com.br/blog/produtividade/fenologia-do-milho/; MAIS SOJA. Desenvolvimento da cultura do milho: sexta folha (V6) × manejo. MaisSoja Agronegócios, 2020. Disponível em: https://maissoja.com.br/desenvolvimento-da-cultura- do-milho-sexta-folha-v6-x-manejo/; MISOSUL. Informações Técnicas para Milho e Sorgo 2023/24 – 2024/25. Porto Alegre: Governo do Estado do Rio Grande do Sul / Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, 2024. Disponível em: https://www.agricultura.rs.gov.br/upload/arquivos/202406/19154728-informacoes- tecnicas-milho-e-sorgo-2023-24-2024-25-misosul-2023.pdf;
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    (64) 98108 -5139 cruvinelribeiro@discente.ufg.br Felipe Ribeiro Cruvinel @fr_cruvinel Cairo Augusto Maia Duarte cairoaugusto@discente.ufg.br (62) 98471 - 0224 @duarte_cairo_