A carta discute a relação entre pais e filhos, comparando os filhos a navios que precisam partir do "porto seguro" dos pais para navegar sozinhos pela vida. Embora os pais queiram proteger os filhos, eles devem prepará-los para serem independentes e "cidadãos do mundo", equipando-os com valores como humildade, humanidade e honestidade. A carta transmite conselhos e apoio à filha Ágatha nesta nova fase da vida dela.