O documento descreve a reconstituição do assassinato do menino Flanio em um ritual de magia negra no estado de Pernambuco. A acusada Maria Edileuza fornece detalhes do crime, afirmando que Flanio foi atraído, estuprado e morto por estrangulamento pelos acusados. A polícia identificou o mandante do crime como sendo um homem chamado Irani. Fotos dos acusados em rituais satânicos também foram encontradas.