Para saber mais
“O xadrez me mostrou que é possível sonhar”
A seguir os principais trechos de uma entrevista que Phiona, hoje com 24 anos, concedeu à ISTOÉ
durante a 41ª edição do Festival Internacional de Cinema de Toronto.
 Como nasceu o seu interesse pelo xadrez?
Comecei a frequentar as aulas de xadrez, oferecidas pelo missionário Robert
porque eu tinha fome e eles davam comida. Como eles só ofereciam o mingau aos
alunos no final da aula, fui aprendendo. Em pouco tempo, peguei gosto pelo jogo,
principalmente depois que consegui ganhar a partida de um menino (risos). Aí
interessada em vencer o maior número possível de homens no tabuleiro…
 O que você mais aprendeu com o xadrez?
O esporte me deu a chance de desenvolver habilidades para usar na minha vida.
Aprendi a planejar, a fazer estratégia e a tomar decisões. O xadrez também me
mostrou que era possível sonhar.
 O filme retrata como você precisou lutar para encontrar o seu lugar no xadrez,
um esporte de brancos. Como está a sua vida agora?
Ainda sou enxadrista e agora sou estudante também. Graças ao meu desempenho,
tive a oportunidade de voltar a estudar. Aos seis anos, antes mesmo de ser
alfabetizada, tive de abandonar a escola para ajudar a minha mãe, que é viúva, a
sustentar a casa, com cinco filhos. Finalmente, eu vou terminar o colegial este ano,
para tentar uma vaga na faculdade de Direito no ano que vem. Quero defender os
direitos humanos, trabalhando na África. Vou me dedicar às crianças e às mulheres
que precisam de ajuda.
Adaptado para fins didáticos de: https://istoe.com.br/o-xadrez-me-mostrou-que-e-possivel-sonhar/#:~:text=Antes%20mesmo%2
0de%20aprender%20a,quando%20ela%20tinha%20nove%20anos.

Entrevista

  • 1.
    Para saber mais “Oxadrez me mostrou que é possível sonhar” A seguir os principais trechos de uma entrevista que Phiona, hoje com 24 anos, concedeu à ISTOÉ durante a 41ª edição do Festival Internacional de Cinema de Toronto.
  • 2.
     Como nasceuo seu interesse pelo xadrez? Comecei a frequentar as aulas de xadrez, oferecidas pelo missionário Robert porque eu tinha fome e eles davam comida. Como eles só ofereciam o mingau aos alunos no final da aula, fui aprendendo. Em pouco tempo, peguei gosto pelo jogo, principalmente depois que consegui ganhar a partida de um menino (risos). Aí interessada em vencer o maior número possível de homens no tabuleiro…  O que você mais aprendeu com o xadrez? O esporte me deu a chance de desenvolver habilidades para usar na minha vida. Aprendi a planejar, a fazer estratégia e a tomar decisões. O xadrez também me mostrou que era possível sonhar.
  • 3.
     O filmeretrata como você precisou lutar para encontrar o seu lugar no xadrez, um esporte de brancos. Como está a sua vida agora? Ainda sou enxadrista e agora sou estudante também. Graças ao meu desempenho, tive a oportunidade de voltar a estudar. Aos seis anos, antes mesmo de ser alfabetizada, tive de abandonar a escola para ajudar a minha mãe, que é viúva, a sustentar a casa, com cinco filhos. Finalmente, eu vou terminar o colegial este ano, para tentar uma vaga na faculdade de Direito no ano que vem. Quero defender os direitos humanos, trabalhando na África. Vou me dedicar às crianças e às mulheres que precisam de ajuda. Adaptado para fins didáticos de: https://istoe.com.br/o-xadrez-me-mostrou-que-e-possivel-sonhar/#:~:text=Antes%20mesmo%2 0de%20aprender%20a,quando%20ela%20tinha%20nove%20anos.