ESTÉTICA E HISTÓRIA DA ARTE
PROF. ODAIR TUONO
ESTÉTICA E ARTE
CONCEITOS E EXPRESSÕES
O QUE É ARTE?...
Individuo que cria formas de repre-
sentação na ARTE.
Expressão de pensamentos e valo-
res para gerar estimulo e distração.
Domina técnicas formais ou inusita-
das de produção aplicadas a diver-
sos meios de comunicação.
Explora novas formas de percepção
e interpretação sobre a forma ou
objeto de produção artística.
I. CATS – Musical Broadway, EUA.
ARTISTA
ARTE
Produto da criação humana relacio-
nada a valores estéticos como: bele-
za, equilíbrio, harmonia e seus limi-
tes contrários.
Pode representar a síntese de emo-
ções, fatos, culturas e tradições.
Esta relacionada a um conjuntos de
procedimentos manuais, técnicos e
tecnológicos aplicados na realização
da obra.
I. Mona Lisa, 1503-07. Leonardo da
Vinci
NAM JUNE PAIK
VÍDEO INSTALAÇÃO
DIÁLOGO ARTÍSTICO
OBRA DE ARTE
Produto
ARTISTA
Concepção da obra
ESPECTADOR
Gosto
Assunto
Cor / Textura
Correlação
ESTÉTICA
Caráter ou concepção do que é belo;
relativo a beleza. Estudo do belo e
de sua propriedades.
A estética também pode ocupar-se
do sublime, ou da privação da bele-
za, o que pode ser considerado feio,
ou até mesmo ridículo.
Em determinados momentos a bele-
za esta ligada a cânones impostos
como regra de estilo ou criação, en-
quanto no século XXI caminhamos
para uma liberdade de expressão
plural em diversas áreas da socie-
dade.
I. Photo Amanda Lepore 2007 David
LaChapelle.
ANÁLISE ESTÉTICA
Existem muitas formas de analisar
um produto artístico, profissionais
especializados como historiadores,
antropólogos, sociólogos, críticos en-
tre outros buscam desvendar os ele-
mentos que constituem a obra de
arte e seus possíveis significados.
Adentramos em um campo comple-
xo de interpretações que muitas ve-
zes esbarram na simplicidade ou
hermetismo da arte.
I. Spider. Louise Bourgeois.
ELEMENTOS DE ARTE
O artista pode empregar um ou di-
versos elementos para compor a
obra de arte.
Estes elementos podem ser soma-
dos a tecnologia ou ao emprego de
outros colaboradores no processo,
transformando assim o artista no
mentor intelectual da obra de arte.
I. Paul Cadden, fizcafe.com.
ELEMENTOS DE ARTE
PONTO
Sinal, marca ou mancha de dimen-
são mínima e formato geralmente
arredondado.
Escola de pintura que utiliza a técni-
ca de justapor pequenas pinceladas
de cores puras em forma de pontos
para compor as imagens.
A distância do observador revela a
divisão ordenada das cores ou a fu-
são óptica dos pigmentos.
I. Domingo, 1895. Paul Signac.
LINHA
Disposição em série e continua de
pontos de forma real ou imaginária.
Em geometria pode ser uma reta,
uma curva, uma forma fechada co-
mo um circulo entre outros elemen-
tos que podem ser criados a partir
de uma linha.
I. Piet Mondrian.
ELEMENTOS DE ARTE
FORMA
O efeito produzido pelo traçado ou
pela combinação de linhas na forma
exterior de alguma coisa.
Contorno, aspecto, configuração de
um objeto ou de um corpo reco-
nhecível ou não pela percepção hu-
mana.
I. Wassily Kandisnky.
ELEMENTOS DE ARTE
SUPERFÍCIE
Medida geométrica que são conside-
radas apenas duas dimensões do
corpo ou espaço: comprimento e lar-
gura.
Extensão de uma área limitada, a
parte externa dos corpos, aparência,
aspecto.
I. Regina Silveira.
ELEMENTOS DE ARTE
TEXTURA
Características que as superfícies se
apresentam ao sentido do tato: liso,
áspero, seco, úmido, irregular entre
outros.
I. Large Head of Diego, 1954.
Alberto Giacometti.
ELEMENTOS DE ARTE
VOLUME
Espaço ocupado por um corpo sólido
ou que possa ser mensurado, consi-
deramos as medidas de comprimen-
to, altura e profundidade.
Características: Corpulência, tama-
nho, desenvolvimento de algo, inten-
sidade (de som ou voz).
I. Apresentação no Templo, detalhe,
1502-03. Raphael Sanzio.
ELEMENTOS DE ARTE
LUZ
Radiação eletromagnética capaz de
provocar sensação visual num ob-
servador normal; claridade emitida
ou refletida por um elemento.
A cor branca, ou simplesmente o
branco, é a junção de todas as
cores do espectro de cores. É defini-
da como "a cor da luz", em cores-
luz, ou como "a ausência de cor", em
cores-pigmento.
É a cor que reflete todos os raios
luminosos, não absorvendo nenhum
e por isso aparecendo como clareza
máxima
I. Skeletos Light Painting. Janne
Parviainen.
ELEMENTOS DE ARTE
ELEMENTOS DE ARTE
COR
O aspecto dos corpos decorrente da
percepção de radiações eletromag-
néticas pelo órgão visual, determina-
do, basicamente, por suas variáveis
(a fonte de luz e a superfície refle-
tora, um objeto colorido), e que tem
como atributos principais o matiz, a
luminosidade e a saturação.
A cor pode ser caracterizada por ele-
mentos simbólicos de representação
segundo as intenções do artista e in-
terpretação do observador.
I. Sem titulo, 2001. Arcangelo Ianeli
ELEMENTOS DE ARTE
MOVIMENTO
Ato ou processo de deslocamento no
espaço, animação das formas, ele-
mentos ou objetos. Na arte pode
significar a representação ou efeito
de movimento.
O efeito do movimento pode imprimir
a idéia de velocidade, continuidade,
ascensão, declínio, leveza, peso,
gravidade a nossa percepção.
I. Aluminum Leaves, Red Post. 1941
Alexander Calder
CONTEXTUALIZAÇÃO
Conjunto de informações sobre o
produto da arte e seu criador.
Biografia do artista, contexto da
época, fatos históricos, sociais, reli-
giosos ou psicológicos que possam
ter influenciado na produção da
obra.
Influências que o artista recebeu de
seus mestres, de outras obras de
arte, escolas ou movimentos.
I. Tiradentes Esquartejado, 1893.
Pedro Américo.
ELEMENTOS DE ARTE
ESTILO ARTÍSTICO
O conjunto de elementos capazes de
imprimir diferentes graus de valor às
criações artísticas, tendo em vista
determinados padrões estéticos en-
trelaçados a um período.
Cada artista tem um estilo único,
mas pode estar eventualmente liga-
do a um movimento de arte (escola).
I. Hieronymus Bosch.
ELEMENTOS DE ARTE
MOVIMENTO ARTÍSTICO
Conjunto de manifestações de or-
dem política, social, artística que vi-
sam um objetivo.
Todo movimento almeja um ruptura
com o estado atual dos fatos, pro-
pondo mudanças na forma de ser ou
fazer sobre algo relativo ao individuo
ou a sociedade.
I. O Atirador de Arcos, 1925. Rego
Monteiro
ELEMENTOS DE ARTE
HISTÓRIA DA ARTE
Estudo que relaciona a produção ar-
tística associando a obra de arte aos
parâmetros temporais, estéticos, te-
máticos e estilísticos.
Permite a compreensão da obra de
arte e da produção do artista revela-
da a um publico especifico.
Contextualiza obras e movimentos
em sintonia com os fatos sociais,
políticos, econômicos de forma local
ou global.
I. Museu do Louvre, Paris FR.
EXPRESSÕES DE ARTE
O artista pode expressar de várias
formas a obra de arte, ao longo de
sua produção pode desenvolver tra-
balhos em parceira ou utilizar técni-
cas e resultados diferentes.
A percepção da obra de arte pode
estar relacionada a um ou mais sen-
tidos do ser humano.
O artista incessantemente busca no-
vas formas de expressão para cana-
lizar sua emoção e mensagem ao
espectador da arte.
I. Instituo Tomie Ohtake, São Paulo
BR.
EXPRESSÕES DE ARTE
PINTURA
A arte e a técnica de aplicar tintas
sobre uma superfície plana ou irre-
gular a fim de representar figuras ou
formas abstratas.
Utilizando diversos tipos de suporte
como quadros, painéis, paredes, es-
culturas entre outros, tendo a cor
como elemento básico.
I. Nú com Lírios, 1944. Diego Rivera
EXPRESSÕES DE ARTE
ARQUITETURA
Os princípios, normas, materiais e as
técnicas utilizados para criar o espa-
ço arquitetônico.
Arte de criar espaços organizados e
animados, por meio do agenciamen-
to urbano e da edificação, para abri-
gar os diferentes tipos de atividades
humanas.
I. Fallingwater, 1936. Frank Lloyd
Wright
EXPRESSÕES DE ARTE
ESCULTURA
A obra de arte realizada especial-
mente em três dimensões que cons-
titui uma estrutura, geralmente está-
tica, integrada no espaço.
I. “Cowlorida Voadora”, Cow Parede
2010. Cako Martin.
EXPRESSÕES DE ARTE
MÚSICA
Arte e ciência de combinar os sons
realizando uma composição musical.
A música abrange diversos estilos de
manifestação sonora evocando a
erudição, a religiosidade, o popular,
o instrumental entre outros.
I. Glam Rock. David Bowie.
EXPRESSÕES DE ARTE
DANÇA
Seqüência de movimentos corporais
executados de maneira ritmada, em
geral ao som de música.
A dança pode ser pautada num com-
junto de normas que regem os movi-
mentos, passos e gestos dentro do
estilo clássico, folclórico, religioso,
contemporâneo entre outros.
I. Michael Clark and Leigh Bowery.
EXPRESSÕES DE ARTE
LITERATURA
Arte de compor ou escrever traba-
lhos artísticos em prosa ou verso.
A literatura apresenta diversos esti-
los narrativos sobre fatos reais ou
imaginados pelo escritor.
Desperta a imaginação e sensibilida-
de permitindo ao leitor se transportar
no tempo aos personagens e situa-
ções vivenciadas em suas narrati-
vas.
I. Mitologia Grega. Píramo e Tisbe.
EXPRESSÕES DE ARTE
TEATRO
A arte de representar, lugar onde se
passa algum acontecimento memo-
rável; palco. Edifício onde se repre-
sentam obras dramáticas, óperas,
etc.
O teatro pode fundir várias lingua-
gens artísticas como figurino, ceno-
grafia, dança, musica, vídeos entre
outros.
I. Hamlet. Willian Shakespeare.
EXPRESSÕES DE ARTE
HAPPENING / PERFOMANCE
Manifestação artística em que se
mesclam artes visuais, improvisa-
ções cênicas e objetos não-artísti-
cos, e que é aberta à participação do
público.
Qualquer atividade artística elabora-
da e previsível que, inspirada nas
artes cênicas, se apresenta como
evento transitório, e que pode incluir
dança, música, poesia, e até mesmo
cinema, ou televisão, ou vídeo sem
necessariamente a participação do
publico.
I. Performance Art, NY – EUA, 2009.
Jill McDermid.
EXPRESSÕES DE ARTE
BODY ART
Expressão artística associada à arte
conceitual e ao minimalismo. O cor-
po do artista é utilizado como supor-
te ou meio de expressão. O especta-
dor pode atuar não apenas de forma
passiva, mas também como voyeur
ou agente interativo.
Há casos em que a body art assume
o papel de ritual ou apresentação
pública, sintonizando se com o Hap-
pening e a Performance. Outras ve-
zes, sua comunicação se dá através
de documentação, por meio de ví-
deos ou fotografia.
I. Craig Tracy, Body-Art artist.
EXPRESSÕES DE ARTE
FOTOGRAFIA
Processo de formar e fixar sobre
uma emulsão fotossensível a ima-
gem dum objeto, e que compreende,
usualmente, duas fases distintas: na
primeira, a emulsão é impressionada
pela luz, e sobre ela se forma, por
meio dum sistema óptico, a imagem
do objeto; na segunda, a emulsão
impressionada é tratada por meio de
reagentes químicos que revelam e
fixam, permanentemente, a imagem
desejada.
I. Seu Jorge, CD “Cru”. Vik Muniz.
EXPRESSÕES DE ARTE
CINEMA gr. Kinema, movimento.
Arte e técnica de compor e realizar
filmes cinematográficos.
Há mais de um século imagens em
movimento seduzem o ser humano,
os gêneros se multiplicaram aliados
a tecnologia da contemporaneidade.
I. Blade Runner – O Caçador de
Androídes. Ridley Scott, 1982.
Phillip K. Dick, 1968.
EXPRESSÕES DE ARTE
INSTALAÇÃO
Na arte contemporânea, obra tridi-
mensional concebida e montada pa-
ra ocupar uma área determinada, e
cujos diversos elementos ou disposi-
tivos agem sobre os sentidos e ima-
ginário do espectador. Sua exposi-
ção é temporária e a obra, desmon-
tada, subsiste apenas através de re-
gistros fotográficos.
Pode ser chama também de Site-
specific art, Land Art, Arte Ambiente
remetem a noção de arte pública.
I. Wrapped Tree, 1998, Suiça.
Christo.
EXPRESSÕES DE ARTE
MINIMAL ART / CONCEITUAL
Corrente artística surgida na década
de 1960, que privilegia o conceito, a
idéia aonde o artista recorre a asso-
ciações que convidam à reflexão.
Estruturas bi ou tridimensionais que
podem ser chamadas de "objetos"
(ou ainda, "não-objetos") e eventual-
mente de instalações. Desta forma,
não se submetiam à limitação que se
fazia entre o campo da pintura e o
campo da escultura, indo além des-
tes conceitos.
I. Dan Flavins, blogs.artinfo.com
EXPRESSÕES DE ARTE
STREET ART
Arte Urbana, urbanografia ou street
art é a expressão que se refere a
manifestações artísticas no espaço
público.
A princípio, considerado um movi-
mento underground, foi gradativa-
mente se constituindo como forma
do fazer artístico, abrangendo várias
modalidades que vão do Graffiti ao
Estêncil, passando por stickers,
cartazes lambe-lambe (também cha-
mados poster-bombs), intervenções,
instalações, flash mob, entre outras.
I. Snort, London UK. villageofjoy.com
EXPRESSÕES DE ARTE
ART NAIF
Arte que é produzida por artistas
sem preparação acadêmica (o que
não implica que a qualidade seja in-
ferior). Caracteriza-se, em termos
gerais, pela simplicidade e pela falta
de alguns elementos ou qualidades
formais na arte produzida por artis-
tas com formação nessa área.
As principais características são as
di-ficuldades no desenho e no uso
da perspectiva que resultam numa
beleza desequilibrada; uso frequente
de padrões, cores primárias e sim-
plicidade no lugar da subtileza.
I. Café a colheita Nerival Rodrigues
EXPRESSÕES DE ARTE
ARTES MENORES
Objetos artísticos com função utilitá-
ria e portátil, realizadas de forma úni-
ca expressando uma característica
de tradição ou ornamento.
Cestaria, tapetes, mosaicos, vitrais,
utensílios, joalheria entre outros.
I. Cesta Guarani-Mbyá, Jacqueline
Gomes. flickr.com
EXPRESSÕES DE ARTE
ARTESANATO
O produto do trabalho do artesão;
objeto ou conjunto de objetos feitos
artesanalmente.
O artesão pode dominar técnicas
artísticas empregadas de forma exi-
mia, mas o produto final gerado não
se trata de uma obra de arte.
I. babeldasartes.wordpress.com
EXPRESSÕES DE ARTE
ARTETERAPIA
Processo terapêutico que se serve
do recurso expressivo a fim de co-
nectar os mundos internos e exter-
nos do indivíduo, através de sua
simbologia e auto-expressão.
É a arte livre, segundo a Associação
Brasileira de Arteterapia, é “um mo-
do de trabalhar utilizando a lingua-
gem artística como base da comuni-
cação cliente-profissional. Sua es-
sência é a criação estética e a elabo-
ração artística em prol da saúde”.
I. anacafe.blogspot.com
EXPRESSÕES DE ARTE
DESIGN
Em latim, designare quer dizer es-
colher por sinais, na língua inglesa,
significando desenho ou projeto.
“O design é uma atividade criadora
cujo propósito é determinar as quali-
dades formais dos objetos produzi-
dos industrialmente. Por qualidades
formais não se deve apenas enten-
der as características exteriores,
mas, sobretudo, as relações estrutu-
rais e funcionais que são objeto de
uma unidade coerente.” Internatio-
nal Council of Societies of Indus-
trial Design.
I. Smilecup by Studio Psycho.
EXPRESSÕES DE ARTE
MODA / FASHION
Uso passageiro que rege, de acordo
com o momento, a maneira de viver,
de vestir.
Derivado do latim factio, que signifi-
ca “a ação ou processo de fazer”,
“modo” ou “maneira”.
“A moda é um sistema original de
regulação e de pressão sociais: suas
mudanças apresentam um caráter
constrangedor, são acompanhadas
do “dever” de adoção e de assimila-
ção, impõem-se mais ou menos obri-
gatoriamente a um meio social deter-
minado”. Lipovetsky
I. POP ART, Yves Saint Laurent
ARTE PÓS MODERNA
• Autoria - não põe as mãos na obra, possui uma equipe de trabalho;
• Metalinguagem - utiliza a arte para falar sobre a própria arte, principalmente
quando entra na questão dos valores estéticos da cultura de massa.
• Inspiração Cotidiana - busca elementos do cotidiano das pessoas para ques-
tioná-los e discuti-los.
• Participação Pública. - alguns trabalhos só se formam com a presença do ob-
servador, chegando, às vezes, a ser o próprio observador.
• Espaços não convencionais - alguns trabalhos são realizados dentro da mídia,
• Mistura entre Personagem e Artista - o artista passa a ser o próprio persona-
gem da obra.
• Novos Critérios e Valores - questionamento dos paradigmas impostos pelo
mercado de arte, através de uma sutil ironia (padrões de beleza).O culpado de tudo. Oswald de Andrade.
CONSIDERAÇÃO FINAIS
Podemos perguntar sobre a ARTE:
• Qual seu objetivo?
• Qual seu significado?
• Qual sua importância?
• O homem necessita dela?
• Como seria nossa vida sem ela?
“Talvez, no sentido amplo da palavra
a arte, como processo nos aproxime
mais de DEUS como criador e cria-
tura”
I. Transgressão de detalhe. A Cria-
ção de Adão. Michelângelo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BELL, Julian. Uma Nova História da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
FARTHING, Stephen. Tudo Sobre Arte. Rio de Janeiro: Editora Sextante,
2011.
GRAHAM, Andrew. O Guia Visual Definitivo da Arte: da Pré História ao
Século XXI. São Paulo: Publifolha,2011.
JANSON, H.W.; Anthony E. Iniciação à História da Arte. 3ª ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2009.
MACKENZIE, Mairi. Ismos para Entender a Arte. São Paulo: Editora Globo,
2010.
PAREYSON, Luigi. Os Problemas da Estética. São Paulo: Martins Fontes,
2011.
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EHA01 Conceitos

  • 1.
    ESTÉTICA E HISTÓRIADA ARTE PROF. ODAIR TUONO ESTÉTICA E ARTE CONCEITOS E EXPRESSÕES
  • 2.
    O QUE ÉARTE?...
  • 3.
    Individuo que criaformas de repre- sentação na ARTE. Expressão de pensamentos e valo- res para gerar estimulo e distração. Domina técnicas formais ou inusita- das de produção aplicadas a diver- sos meios de comunicação. Explora novas formas de percepção e interpretação sobre a forma ou objeto de produção artística. I. CATS – Musical Broadway, EUA. ARTISTA
  • 4.
    ARTE Produto da criaçãohumana relacio- nada a valores estéticos como: bele- za, equilíbrio, harmonia e seus limi- tes contrários. Pode representar a síntese de emo- ções, fatos, culturas e tradições. Esta relacionada a um conjuntos de procedimentos manuais, técnicos e tecnológicos aplicados na realização da obra. I. Mona Lisa, 1503-07. Leonardo da Vinci
  • 5.
    NAM JUNE PAIK VÍDEOINSTALAÇÃO DIÁLOGO ARTÍSTICO OBRA DE ARTE Produto ARTISTA Concepção da obra ESPECTADOR Gosto Assunto Cor / Textura Correlação
  • 6.
    ESTÉTICA Caráter ou concepçãodo que é belo; relativo a beleza. Estudo do belo e de sua propriedades. A estética também pode ocupar-se do sublime, ou da privação da bele- za, o que pode ser considerado feio, ou até mesmo ridículo. Em determinados momentos a bele- za esta ligada a cânones impostos como regra de estilo ou criação, en- quanto no século XXI caminhamos para uma liberdade de expressão plural em diversas áreas da socie- dade. I. Photo Amanda Lepore 2007 David LaChapelle.
  • 7.
    ANÁLISE ESTÉTICA Existem muitasformas de analisar um produto artístico, profissionais especializados como historiadores, antropólogos, sociólogos, críticos en- tre outros buscam desvendar os ele- mentos que constituem a obra de arte e seus possíveis significados. Adentramos em um campo comple- xo de interpretações que muitas ve- zes esbarram na simplicidade ou hermetismo da arte. I. Spider. Louise Bourgeois.
  • 8.
    ELEMENTOS DE ARTE Oartista pode empregar um ou di- versos elementos para compor a obra de arte. Estes elementos podem ser soma- dos a tecnologia ou ao emprego de outros colaboradores no processo, transformando assim o artista no mentor intelectual da obra de arte. I. Paul Cadden, fizcafe.com.
  • 9.
    ELEMENTOS DE ARTE PONTO Sinal,marca ou mancha de dimen- são mínima e formato geralmente arredondado. Escola de pintura que utiliza a técni- ca de justapor pequenas pinceladas de cores puras em forma de pontos para compor as imagens. A distância do observador revela a divisão ordenada das cores ou a fu- são óptica dos pigmentos. I. Domingo, 1895. Paul Signac.
  • 10.
    LINHA Disposição em sériee continua de pontos de forma real ou imaginária. Em geometria pode ser uma reta, uma curva, uma forma fechada co- mo um circulo entre outros elemen- tos que podem ser criados a partir de uma linha. I. Piet Mondrian. ELEMENTOS DE ARTE
  • 11.
    FORMA O efeito produzidopelo traçado ou pela combinação de linhas na forma exterior de alguma coisa. Contorno, aspecto, configuração de um objeto ou de um corpo reco- nhecível ou não pela percepção hu- mana. I. Wassily Kandisnky. ELEMENTOS DE ARTE
  • 12.
    SUPERFÍCIE Medida geométrica quesão conside- radas apenas duas dimensões do corpo ou espaço: comprimento e lar- gura. Extensão de uma área limitada, a parte externa dos corpos, aparência, aspecto. I. Regina Silveira. ELEMENTOS DE ARTE
  • 13.
    TEXTURA Características que assuperfícies se apresentam ao sentido do tato: liso, áspero, seco, úmido, irregular entre outros. I. Large Head of Diego, 1954. Alberto Giacometti. ELEMENTOS DE ARTE
  • 14.
    VOLUME Espaço ocupado porum corpo sólido ou que possa ser mensurado, consi- deramos as medidas de comprimen- to, altura e profundidade. Características: Corpulência, tama- nho, desenvolvimento de algo, inten- sidade (de som ou voz). I. Apresentação no Templo, detalhe, 1502-03. Raphael Sanzio. ELEMENTOS DE ARTE
  • 15.
    LUZ Radiação eletromagnética capazde provocar sensação visual num ob- servador normal; claridade emitida ou refletida por um elemento. A cor branca, ou simplesmente o branco, é a junção de todas as cores do espectro de cores. É defini- da como "a cor da luz", em cores- luz, ou como "a ausência de cor", em cores-pigmento. É a cor que reflete todos os raios luminosos, não absorvendo nenhum e por isso aparecendo como clareza máxima I. Skeletos Light Painting. Janne Parviainen. ELEMENTOS DE ARTE
  • 16.
    ELEMENTOS DE ARTE COR Oaspecto dos corpos decorrente da percepção de radiações eletromag- néticas pelo órgão visual, determina- do, basicamente, por suas variáveis (a fonte de luz e a superfície refle- tora, um objeto colorido), e que tem como atributos principais o matiz, a luminosidade e a saturação. A cor pode ser caracterizada por ele- mentos simbólicos de representação segundo as intenções do artista e in- terpretação do observador. I. Sem titulo, 2001. Arcangelo Ianeli
  • 17.
    ELEMENTOS DE ARTE MOVIMENTO Atoou processo de deslocamento no espaço, animação das formas, ele- mentos ou objetos. Na arte pode significar a representação ou efeito de movimento. O efeito do movimento pode imprimir a idéia de velocidade, continuidade, ascensão, declínio, leveza, peso, gravidade a nossa percepção. I. Aluminum Leaves, Red Post. 1941 Alexander Calder
  • 18.
    CONTEXTUALIZAÇÃO Conjunto de informaçõessobre o produto da arte e seu criador. Biografia do artista, contexto da época, fatos históricos, sociais, reli- giosos ou psicológicos que possam ter influenciado na produção da obra. Influências que o artista recebeu de seus mestres, de outras obras de arte, escolas ou movimentos. I. Tiradentes Esquartejado, 1893. Pedro Américo. ELEMENTOS DE ARTE
  • 19.
    ESTILO ARTÍSTICO O conjuntode elementos capazes de imprimir diferentes graus de valor às criações artísticas, tendo em vista determinados padrões estéticos en- trelaçados a um período. Cada artista tem um estilo único, mas pode estar eventualmente liga- do a um movimento de arte (escola). I. Hieronymus Bosch. ELEMENTOS DE ARTE
  • 20.
    MOVIMENTO ARTÍSTICO Conjunto demanifestações de or- dem política, social, artística que vi- sam um objetivo. Todo movimento almeja um ruptura com o estado atual dos fatos, pro- pondo mudanças na forma de ser ou fazer sobre algo relativo ao individuo ou a sociedade. I. O Atirador de Arcos, 1925. Rego Monteiro ELEMENTOS DE ARTE
  • 21.
    HISTÓRIA DA ARTE Estudoque relaciona a produção ar- tística associando a obra de arte aos parâmetros temporais, estéticos, te- máticos e estilísticos. Permite a compreensão da obra de arte e da produção do artista revela- da a um publico especifico. Contextualiza obras e movimentos em sintonia com os fatos sociais, políticos, econômicos de forma local ou global. I. Museu do Louvre, Paris FR.
  • 22.
    EXPRESSÕES DE ARTE Oartista pode expressar de várias formas a obra de arte, ao longo de sua produção pode desenvolver tra- balhos em parceira ou utilizar técni- cas e resultados diferentes. A percepção da obra de arte pode estar relacionada a um ou mais sen- tidos do ser humano. O artista incessantemente busca no- vas formas de expressão para cana- lizar sua emoção e mensagem ao espectador da arte. I. Instituo Tomie Ohtake, São Paulo BR.
  • 23.
    EXPRESSÕES DE ARTE PINTURA Aarte e a técnica de aplicar tintas sobre uma superfície plana ou irre- gular a fim de representar figuras ou formas abstratas. Utilizando diversos tipos de suporte como quadros, painéis, paredes, es- culturas entre outros, tendo a cor como elemento básico. I. Nú com Lírios, 1944. Diego Rivera
  • 24.
    EXPRESSÕES DE ARTE ARQUITETURA Osprincípios, normas, materiais e as técnicas utilizados para criar o espa- ço arquitetônico. Arte de criar espaços organizados e animados, por meio do agenciamen- to urbano e da edificação, para abri- gar os diferentes tipos de atividades humanas. I. Fallingwater, 1936. Frank Lloyd Wright
  • 25.
    EXPRESSÕES DE ARTE ESCULTURA Aobra de arte realizada especial- mente em três dimensões que cons- titui uma estrutura, geralmente está- tica, integrada no espaço. I. “Cowlorida Voadora”, Cow Parede 2010. Cako Martin.
  • 26.
    EXPRESSÕES DE ARTE MÚSICA Artee ciência de combinar os sons realizando uma composição musical. A música abrange diversos estilos de manifestação sonora evocando a erudição, a religiosidade, o popular, o instrumental entre outros. I. Glam Rock. David Bowie.
  • 27.
    EXPRESSÕES DE ARTE DANÇA Seqüênciade movimentos corporais executados de maneira ritmada, em geral ao som de música. A dança pode ser pautada num com- junto de normas que regem os movi- mentos, passos e gestos dentro do estilo clássico, folclórico, religioso, contemporâneo entre outros. I. Michael Clark and Leigh Bowery.
  • 28.
    EXPRESSÕES DE ARTE LITERATURA Artede compor ou escrever traba- lhos artísticos em prosa ou verso. A literatura apresenta diversos esti- los narrativos sobre fatos reais ou imaginados pelo escritor. Desperta a imaginação e sensibilida- de permitindo ao leitor se transportar no tempo aos personagens e situa- ções vivenciadas em suas narrati- vas. I. Mitologia Grega. Píramo e Tisbe.
  • 29.
    EXPRESSÕES DE ARTE TEATRO Aarte de representar, lugar onde se passa algum acontecimento memo- rável; palco. Edifício onde se repre- sentam obras dramáticas, óperas, etc. O teatro pode fundir várias lingua- gens artísticas como figurino, ceno- grafia, dança, musica, vídeos entre outros. I. Hamlet. Willian Shakespeare.
  • 30.
    EXPRESSÕES DE ARTE HAPPENING/ PERFOMANCE Manifestação artística em que se mesclam artes visuais, improvisa- ções cênicas e objetos não-artísti- cos, e que é aberta à participação do público. Qualquer atividade artística elabora- da e previsível que, inspirada nas artes cênicas, se apresenta como evento transitório, e que pode incluir dança, música, poesia, e até mesmo cinema, ou televisão, ou vídeo sem necessariamente a participação do publico. I. Performance Art, NY – EUA, 2009. Jill McDermid.
  • 31.
    EXPRESSÕES DE ARTE BODYART Expressão artística associada à arte conceitual e ao minimalismo. O cor- po do artista é utilizado como supor- te ou meio de expressão. O especta- dor pode atuar não apenas de forma passiva, mas também como voyeur ou agente interativo. Há casos em que a body art assume o papel de ritual ou apresentação pública, sintonizando se com o Hap- pening e a Performance. Outras ve- zes, sua comunicação se dá através de documentação, por meio de ví- deos ou fotografia. I. Craig Tracy, Body-Art artist.
  • 32.
    EXPRESSÕES DE ARTE FOTOGRAFIA Processode formar e fixar sobre uma emulsão fotossensível a ima- gem dum objeto, e que compreende, usualmente, duas fases distintas: na primeira, a emulsão é impressionada pela luz, e sobre ela se forma, por meio dum sistema óptico, a imagem do objeto; na segunda, a emulsão impressionada é tratada por meio de reagentes químicos que revelam e fixam, permanentemente, a imagem desejada. I. Seu Jorge, CD “Cru”. Vik Muniz.
  • 33.
    EXPRESSÕES DE ARTE CINEMAgr. Kinema, movimento. Arte e técnica de compor e realizar filmes cinematográficos. Há mais de um século imagens em movimento seduzem o ser humano, os gêneros se multiplicaram aliados a tecnologia da contemporaneidade. I. Blade Runner – O Caçador de Androídes. Ridley Scott, 1982. Phillip K. Dick, 1968.
  • 34.
    EXPRESSÕES DE ARTE INSTALAÇÃO Naarte contemporânea, obra tridi- mensional concebida e montada pa- ra ocupar uma área determinada, e cujos diversos elementos ou disposi- tivos agem sobre os sentidos e ima- ginário do espectador. Sua exposi- ção é temporária e a obra, desmon- tada, subsiste apenas através de re- gistros fotográficos. Pode ser chama também de Site- specific art, Land Art, Arte Ambiente remetem a noção de arte pública. I. Wrapped Tree, 1998, Suiça. Christo.
  • 35.
    EXPRESSÕES DE ARTE MINIMALART / CONCEITUAL Corrente artística surgida na década de 1960, que privilegia o conceito, a idéia aonde o artista recorre a asso- ciações que convidam à reflexão. Estruturas bi ou tridimensionais que podem ser chamadas de "objetos" (ou ainda, "não-objetos") e eventual- mente de instalações. Desta forma, não se submetiam à limitação que se fazia entre o campo da pintura e o campo da escultura, indo além des- tes conceitos. I. Dan Flavins, blogs.artinfo.com
  • 36.
    EXPRESSÕES DE ARTE STREETART Arte Urbana, urbanografia ou street art é a expressão que se refere a manifestações artísticas no espaço público. A princípio, considerado um movi- mento underground, foi gradativa- mente se constituindo como forma do fazer artístico, abrangendo várias modalidades que vão do Graffiti ao Estêncil, passando por stickers, cartazes lambe-lambe (também cha- mados poster-bombs), intervenções, instalações, flash mob, entre outras. I. Snort, London UK. villageofjoy.com
  • 37.
    EXPRESSÕES DE ARTE ARTNAIF Arte que é produzida por artistas sem preparação acadêmica (o que não implica que a qualidade seja in- ferior). Caracteriza-se, em termos gerais, pela simplicidade e pela falta de alguns elementos ou qualidades formais na arte produzida por artis- tas com formação nessa área. As principais características são as di-ficuldades no desenho e no uso da perspectiva que resultam numa beleza desequilibrada; uso frequente de padrões, cores primárias e sim- plicidade no lugar da subtileza. I. Café a colheita Nerival Rodrigues
  • 38.
    EXPRESSÕES DE ARTE ARTESMENORES Objetos artísticos com função utilitá- ria e portátil, realizadas de forma úni- ca expressando uma característica de tradição ou ornamento. Cestaria, tapetes, mosaicos, vitrais, utensílios, joalheria entre outros. I. Cesta Guarani-Mbyá, Jacqueline Gomes. flickr.com
  • 39.
    EXPRESSÕES DE ARTE ARTESANATO Oproduto do trabalho do artesão; objeto ou conjunto de objetos feitos artesanalmente. O artesão pode dominar técnicas artísticas empregadas de forma exi- mia, mas o produto final gerado não se trata de uma obra de arte. I. babeldasartes.wordpress.com
  • 40.
    EXPRESSÕES DE ARTE ARTETERAPIA Processoterapêutico que se serve do recurso expressivo a fim de co- nectar os mundos internos e exter- nos do indivíduo, através de sua simbologia e auto-expressão. É a arte livre, segundo a Associação Brasileira de Arteterapia, é “um mo- do de trabalhar utilizando a lingua- gem artística como base da comuni- cação cliente-profissional. Sua es- sência é a criação estética e a elabo- ração artística em prol da saúde”. I. anacafe.blogspot.com
  • 41.
    EXPRESSÕES DE ARTE DESIGN Emlatim, designare quer dizer es- colher por sinais, na língua inglesa, significando desenho ou projeto. “O design é uma atividade criadora cujo propósito é determinar as quali- dades formais dos objetos produzi- dos industrialmente. Por qualidades formais não se deve apenas enten- der as características exteriores, mas, sobretudo, as relações estrutu- rais e funcionais que são objeto de uma unidade coerente.” Internatio- nal Council of Societies of Indus- trial Design. I. Smilecup by Studio Psycho.
  • 42.
    EXPRESSÕES DE ARTE MODA/ FASHION Uso passageiro que rege, de acordo com o momento, a maneira de viver, de vestir. Derivado do latim factio, que signifi- ca “a ação ou processo de fazer”, “modo” ou “maneira”. “A moda é um sistema original de regulação e de pressão sociais: suas mudanças apresentam um caráter constrangedor, são acompanhadas do “dever” de adoção e de assimila- ção, impõem-se mais ou menos obri- gatoriamente a um meio social deter- minado”. Lipovetsky I. POP ART, Yves Saint Laurent
  • 43.
    ARTE PÓS MODERNA •Autoria - não põe as mãos na obra, possui uma equipe de trabalho; • Metalinguagem - utiliza a arte para falar sobre a própria arte, principalmente quando entra na questão dos valores estéticos da cultura de massa. • Inspiração Cotidiana - busca elementos do cotidiano das pessoas para ques- tioná-los e discuti-los. • Participação Pública. - alguns trabalhos só se formam com a presença do ob- servador, chegando, às vezes, a ser o próprio observador. • Espaços não convencionais - alguns trabalhos são realizados dentro da mídia, • Mistura entre Personagem e Artista - o artista passa a ser o próprio persona- gem da obra. • Novos Critérios e Valores - questionamento dos paradigmas impostos pelo mercado de arte, através de uma sutil ironia (padrões de beleza).O culpado de tudo. Oswald de Andrade.
  • 44.
    CONSIDERAÇÃO FINAIS Podemos perguntarsobre a ARTE: • Qual seu objetivo? • Qual seu significado? • Qual sua importância? • O homem necessita dela? • Como seria nossa vida sem ela? “Talvez, no sentido amplo da palavra a arte, como processo nos aproxime mais de DEUS como criador e cria- tura” I. Transgressão de detalhe. A Cria- ção de Adão. Michelângelo.
  • 45.
    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BELL, Julian.Uma Nova História da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 2008. FARTHING, Stephen. Tudo Sobre Arte. Rio de Janeiro: Editora Sextante, 2011. GRAHAM, Andrew. O Guia Visual Definitivo da Arte: da Pré História ao Século XXI. São Paulo: Publifolha,2011. JANSON, H.W.; Anthony E. Iniciação à História da Arte. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009. MACKENZIE, Mairi. Ismos para Entender a Arte. São Paulo: Editora Globo, 2010. PAREYSON, Luigi. Os Problemas da Estética. São Paulo: Martins Fontes, 2011. Visite: https://www.facebook.com/art.connect.people/