O poema descreve os perigos do uso de drogas, afirmando que ele pode levar à doença, dominar o corpo e a mente da pessoa e eventualmente levá-la à morte, deixando-a como "um morto vivo e sem vontade".
Um charro quetu fumes pode ser:
O princípio do fim da tua vida!
É doença que se encontra decidida:
A te enganar que a dor te dá prazer!
6.
Se apossa doteu corpo, do teu
sangue!
É senhora de ti, do teu pensar!
Amante que jamais te vai largar,
A não ser que teu corpo fique
exangue!
8.
Serás farrapo humanoretalhado!
Pela maldita droga dominado,
Vais viver na maior promiscuidade!
10.
Teu corpo corroído,estropiado...
A que foi pelo vício condenado;
É mais um morto vivo... sem
vontade!
12.
Um charro quetu fumes pode ser:
O princípio do fim da tua vida!
É doença que se encontra decidida:
A te enganar que a dor te dá prazer!
Se apossa do teu corpo, do teu sangue!
É senhora de ti, do teu pensar!
Amante que jamais te vai largar,
A não ser que teu corpo fique exangue!
Serás farrapo humano retalhado!
Pela maldita droga dominado,
Vais viver na maior promiscuidade!
Teu corpo corroído, estropiado...
A que foi pelo vício condenado;
É mais um morto vivo... sem vontade!
Droga
Alfredo Dos Santos Mendes
Lagos - Algarve - Portugal
02/06/2022
13.
Formatação e Criação:Luzia Gabriele
E-mail: luziagabriele@hotmail.com
Texto: Alfredo Dos Santos Mendes
Imagens: Internet e Arquivo Pessoal
Música: Enrique Chia Todavia Instrumental
http://www.slideshare.net/luziagabriele
https://www.youtube.com/channel/UCAdCeCGHGTxtxQskjl4zko
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Data: 27 de Agosto de 2023
Fortaleza - Ce - Brasil