Este texto conta a história de Marta, uma dona de casa que se identificou como "doutora em desenvolvimento infantil e relações humanas" ao renovar sua carteira de motorista. Quando questionada sobre seu trabalho, Marta detalhou suas responsabilidades de criar e cuidar de sua família, trabalhando 14 a 24 horas por dia. Ao chegar em casa, Marta foi recebida por suas crianças, demonstrando as muitas demandas de seu "trabalho". O texto defende que o trabalho das mães e mulheres deve ser valorizado.