Delft  Holanda
Faiança de Delft A cidade de Delft, que já mantinha ativo comércio de cerveja e tecidos no século XII, e foi, até o século XVII, um dos mais importantes centros comerciais dos Países Baixos, ficou famosa pelas suas fábricas de faiança, que datam do meado do século XVII.  De princípio inspirada em modelos chineses, o apogeu dessa indústria se siitua entre 1680 e 1740 e seu grande mestre foi Abraham de Coog. As pinturas mais perfeitas são as dos primeiros tempos, marinhas, cenas bíblicas, paisagens. A partir do século XVIII a produção se vulgarizou. É o período dos chamados  delfts  franceses, feitos de encomenda, dos  delfts  camponeses, das peças de propaganda orangista. A cerâmica de Delft influenciou toda a cerâmica européia: a alemã (Hamburgo, Hanau, Frankfurt), a inglesa – chamada, por isso mesmo,  delftware  – e a francesa. As manufaturas instaladas por Luis XIV tomaram as de Delft por modelo e seu produto era conhecido como porcelana holandesa.
Uma feira rural Anônimo c. 1700
O  Profeta Elias observa os corvos que vieram para alimentá-lo, 1658
Cena inspirada no Novo Testamento
Ministro Dionysius Spranckhuys  1660 Robertus Junius  1660
Cena Mitológica,  1680
 
„ Plaque“ -  Quadro para parede com moldura de madeira
„ Plaque“ Quadro para parede com moldura de madeira
„ Dois Pássaros“
William III e Mary Stuart encomendaram vários adornos para seu palácio inglês,  Hampton-Court. O pavilhão do jardim foi ornamentado com conjuntos de azulejos de tamanho excepcional, vindos de Delft, desenhados por Daniel Marot.
Placa retratando „Niobe e seus filhos“  c. 1670-1685
Rio – Paisagem desenhada por Frederik van Frijtom, 1670-1690
Príncipe William III, da dinastia Orange Nassau, com 8 anos de idade
Desenho de Frederik van Frijtom, 62x105cm,  1670-1700
 
W.S.I. 03.09.2007 mailto:waltraud.infeld@chello.at Produção e Formatação: Waltraud Infeld
Cooperação: Mario Capelluto Ida Aranha Elisabeth Victoria Rachaus [email_address] http://www.sabercultural.com Música: Joe Dassin Si tu t'appelles mélancolie

Delft Holanda Wsi

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    Faiança de DelftA cidade de Delft, que já mantinha ativo comércio de cerveja e tecidos no século XII, e foi, até o século XVII, um dos mais importantes centros comerciais dos Países Baixos, ficou famosa pelas suas fábricas de faiança, que datam do meado do século XVII. De princípio inspirada em modelos chineses, o apogeu dessa indústria se siitua entre 1680 e 1740 e seu grande mestre foi Abraham de Coog. As pinturas mais perfeitas são as dos primeiros tempos, marinhas, cenas bíblicas, paisagens. A partir do século XVIII a produção se vulgarizou. É o período dos chamados delfts franceses, feitos de encomenda, dos delfts camponeses, das peças de propaganda orangista. A cerâmica de Delft influenciou toda a cerâmica européia: a alemã (Hamburgo, Hanau, Frankfurt), a inglesa – chamada, por isso mesmo, delftware – e a francesa. As manufaturas instaladas por Luis XIV tomaram as de Delft por modelo e seu produto era conhecido como porcelana holandesa.
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    Uma feira ruralAnônimo c. 1700
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    O ProfetaElias observa os corvos que vieram para alimentá-lo, 1658
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    Cena inspirada noNovo Testamento
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    Ministro Dionysius Spranckhuys 1660 Robertus Junius 1660
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    „ Plaque“ - Quadro para parede com moldura de madeira
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    „ Plaque“ Quadropara parede com moldura de madeira
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    William III eMary Stuart encomendaram vários adornos para seu palácio inglês, Hampton-Court. O pavilhão do jardim foi ornamentado com conjuntos de azulejos de tamanho excepcional, vindos de Delft, desenhados por Daniel Marot.
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    Placa retratando „Niobee seus filhos“ c. 1670-1685
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    Rio – Paisagemdesenhada por Frederik van Frijtom, 1670-1690
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    Príncipe William III,da dinastia Orange Nassau, com 8 anos de idade
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    Desenho de Frederikvan Frijtom, 62x105cm, 1670-1700
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    W.S.I. 03.09.2007 mailto:waltraud.infeld@chello.atProdução e Formatação: Waltraud Infeld
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    Cooperação: Mario CapellutoIda Aranha Elisabeth Victoria Rachaus [email_address] http://www.sabercultural.com Música: Joe Dassin Si tu t'appelles mélancolie