Muitos de nós já devem ter lido ou ouvido algumas fábulas carregadas de
ensinamentos morais. E, talvez uma das mais famosas seja “Os três
porquinhos”. Segundo essa estória, Heitor, Cícero e Prático, ao receberem um
herança, decidiram cada um construir sua própria casa. Cícero, o porquinho
mais preguiçoso, construiu sua casa à base de palha e lama. Heitor, também não
muito afeito ao trabalho, fez sua casa de madeira; contudo, não usou prego. Já
Prático fez sua casa com segurança. Então, entra na estória um lobo faminto. O
que fez ele? Foi ao encalço de Heitor, que saiu correndo e se trancou em casa,
tremendo de medo. O lobo, então, soprou, soprou, e a casa de palha e lama foi
ao chão. Mais do que depressa, Heitor refugiou-se na casa de Cícero. Ficaram
os dois lá, morrendo de pavor de serem devorados.
O lobo novamente soprou, soprou, e a casa de madeira meramente encaixada
também tombou. Os dois irmãos, correndo do lobo em desabalada carreira, se
abrigaram na casa de Prático, feita com material sólido e seguro. Ficaram os três
lá dentro. Heitor e Cícero ainda com medo. Prático não. Novamente o lobo
soprou, soprou, até não poder mais. Só que a casa, resistente, manteve-se de pé.
Então o lobo resolveu esperar a chegada da noite para tentar entrar na casa
descendo pela chaminé. Foi quando sentiu cheiro de queimado, era Prático, o
porquinho precavido, que fervia água num caldeirão e, assim, queimava a cauda
do malvado lobo, que fugiu assustado e nunca mais voltou. Então, os três
porquinhos viveram felizes para sempre.
Na Bíblia, mais precisamente no Novo Testamento, encontramos ...
A Parábola da casa edificada na rocha, contada por Jesus, ao final do Sermão da
Montanha, e relatada pelos evangelistas Mateus, Cap. 7 vv. 24 a 27 e por Lucas,
Cap. 6 vv. 47 a 49. Podemos comparar a crença em Jesus com a construção de
uma casa. Muitos interpretam essa passagem de maneira equivocada, de uma
forma muito material. O Mestre nos fala de dois tipos de construção. A boa
construção, que nasce do estudo, do exame e da observação; e a má construção,
que é feita sem análise, com os dogmas que são sugeridos, resultando daí a
edificação sobre a areia.
Vamos apreciar o texto de Mateus.
7.24. “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as observa, será
comparado a um homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha”.
Certamente, esse homem não visava a ostentação, mas tinha por finalidade ficar
firme, em meio as tempestades. A casa é o símbolo da vida. A vida deve ser
edificada com bom senso, considerando o futuro, e não apenas o presente.
7.25. “Desceu a chuva, vieram as torrentes, sopraram os ventos e deram com
ímpeto contra aquela casa, e ela não caiu; pois estava edificada sobre a rocha”.
Aqui, entendemos rocha, simbolizando Jesus; que os ventos, a chuva, o
transbordamento de rios, que representam as aflições, as dores, os infortúnios,
não atingem a casa.
7.26. “Mas todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as observa, será
comparado a um homem néscio, que edificou a sua casa sobre a areia”. Ou seja,
uma casa sem alicerces, sem segurança, sem proteção.
7.27. “desceu a chuva, vieram as torrentes, sopraram os ventos e bateram com
ímpeto contra aquela casa, e ela caiu; e foi grande a sua ruina”. Nota-se, então,
que aquele que edifica a sua casa sobre a areia ignora a necessidade de um
alicerce. A experiência humana mostra que muitos se alicerçam com coisas vãs,
distantes dos ensinamentos de Jesus. Na prática, quem quer construir uma boa
casa, e que possa pela sua solidez resistir às intempéries, procura um bom
terreno, e assenta sobre ele uma base de pedra para suportar o peso da casa. Só
depois, então, é que ergue as paredes e conclui o prédio. Outros há que não
fazem questão de terreno, nem de alicerce. Constroem em qualquer lugar. E
estas casas não oferecem garantia, e se tornam perigosas aos moradores.
Assim é a religião. Quem procura com boa vontade, e livre de ideias
preconcebidas a verdade, e está disposto a abraçá-la, está edificando sobre a
rocha. Assim como não é o bastante encontrar o terreno para ter a casa feita,
também não basta encontrar a verdade para tê-la em si. É preciso construir a
crença, como se constrói uma casa. Quando se encontra a verdade, depois de se
estar certo, pela investigação, pelo exame, pelo raciocínio, que é de fato, temos
que tratar com urgência da construção da crença, a começar pelo alicerce, e este
há de ser forçosamente o mesmo posto por Jesus, a revelação divina. “sobre esta
pedra edificarei a minha igreja”. Mateus, Cap. XVI, vv. 13 a 19. E assim, com o
material vindo dos ensinamentos do Mestre, com o nosso trabalho e esforço,
devemos seguir a recomendação de Francisco de Assis que,
Na sua perseverança, na busca constante do seu objetivo dizia: “É necessário
que se coloque tijolos na construção de nossas vidas; mas, que, a cada dia, se
coloque pelo menos um tijolo”. Assim, vamos pouco a pouco construindo a casa
da nossa crença que, tanto mais sólida e mais segura será quanto maior for a
dedicação que tivermos. A nossa edificação terá a firmeza inabalável da verdade
que é Jesus. Será o nosso eterno abrigo. Deste modo, as marés do mundo podem
subir que não encontrarão o caminho fácil das nossas vaidades para possibilitar
qualquer dano. Se pautarmos a nossa vida, os nossos atos e, principalmente, os
nossos pensamentos por essa rocha que é Jesus, nunca seremos derrubados. Não
haverá maré. Não haverá tempestade. Não haverá ventania que derrube o que
foi construído.
No entanto, se nós pautarmos a nossa vida com base nos nossos interesses, nas
nossas vaidades, nas coisas mundanas, com certeza, nós estaremos construindo
sobre a areia. Por mais que demore, vem o vento, vem chuva, os rios do mundo
sobem e destroem tudo aquilo que nós construímos. O mundo está sempre nos
oferecendo verdadeiros areais, para nós construirmos sobre eles a nossa vida. É
muito mais fácil avistarmos um areal do que uma pedra. Só que, quando o rio
subir, o areal vai desaparecer e a pedra vai sobressair. Nós temos a opção de
escolha. Resta-nos ter a consciência plena do nosso raciocínio para usar o nosso
livre-arbítrio, fazendo a escolha correta, na hora certa. Nem todos os que me
dizem: Senhor! Senhor! Entrarão no reino dos céus, Mateus, Cap. VII, vv. 21 a
23.
Essas palavras são uma séria advertência de Jesus, com referência ao fato de nós
seguirmos ou não os Seus ensinamentos. A entrada no reino dos céus só é
facultada àqueles que cumprem a lei de Deus, segundo os preceitos de Jesus.
Nem sempre o balbuciar de palavras reverenciando o Senhor é acompanhado de
atos que caracterizam o verdadeiro cristão. Os atos exteriores de devoção, as
expressões bonitas, sem sacrifício do nosso orgulho, do nosso egoísmo e da
nossa cupidez, nada valem aos olhos do Pai. A Ele interessa o que vai em nosso
íntimo. Realmente, de que serve chamar o Mestre se não seguimos os seus
preceitos? Isto acontece com aqueles que se dizem discípulos de Jesus e que
passam o dia inteiro a rezar e não de tornam melhores, nem mais caridosos, nem
mais indulgentes para com os seus semelhantes.
Passam a vida em eterna devoção. Profetizam, expulsam demônios, oram, mas
isto só não adianta se no coração não existir sentimento pela ação. Os fariseus
tinham os ensinamentos na ponta da língua. Para o homem simples daquela
época eles eram sábios, em função do profundo conhecimento que possuíam das
leis mosaicas. Mas os seus corações destilavam fel, razão porque Jesus os
chamou de “sepulcros caiados”, ou seja, limpos por fora e cheios de podridão
por dentro. Tinham a prece nos lábios e não no coração; honravam as palavras
do Senhor com atos exteriores de devoção e, ao mesmo tempo, as sacrificavam
ao orgulho e a todas as suas paixões. Desmentiam com seus atos o que diziam
com os seus lábios. Jesus deixou ensinada uma lição para cada situação de
nossas vidas. Aqueles que buscam perfeição, baseados em valores exteriores,
E em curto prazo, ainda não estão preparados para ela. Há que se ter uma visão
clara do futuro, mas também há que se ter o firme propósito de construirmos
alguma coisa que seja referente à nossa evolução moral, praticando ações no
bem, se possível todos os dias. As palavras de Jesus são eternas, porque
representam a verdade. Elas constituem o salvo-conduto para a vida celeste,
como também a garantia de paz, da tranquilidade e da estabilidade nas coisas da
vida terrestre. Daí nós concluirmos que, conhecer a lei de Deus e reverenciá-lo
por palavras é condição necessária, porém, não suficiente para a plena
felicidade. É igualmente indispensável agir de acordo com os ditames da
soberana lei, tão bem expressa e exemplificada por Jesus, em Seu Evangelho.
Só chegaremos a bom termo no cumprimento das tarefas que nos compete ...
Realizar, se tomarmos por base os mandamentos divinos.
Muita Paz!
Meu Blog: http://espiritual-espiritual.blogspot.com.br
Com estudos comentados de O Livro dos Espíritos, de O Livro dos Médiuns, e
de O Evangelho Segundo o Espiritismo.

Construir sobre a rocha

  • 2.
    Muitos de nósjá devem ter lido ou ouvido algumas fábulas carregadas de ensinamentos morais. E, talvez uma das mais famosas seja “Os três porquinhos”. Segundo essa estória, Heitor, Cícero e Prático, ao receberem um herança, decidiram cada um construir sua própria casa. Cícero, o porquinho mais preguiçoso, construiu sua casa à base de palha e lama. Heitor, também não muito afeito ao trabalho, fez sua casa de madeira; contudo, não usou prego. Já Prático fez sua casa com segurança. Então, entra na estória um lobo faminto. O que fez ele? Foi ao encalço de Heitor, que saiu correndo e se trancou em casa, tremendo de medo. O lobo, então, soprou, soprou, e a casa de palha e lama foi ao chão. Mais do que depressa, Heitor refugiou-se na casa de Cícero. Ficaram os dois lá, morrendo de pavor de serem devorados.
  • 3.
    O lobo novamentesoprou, soprou, e a casa de madeira meramente encaixada também tombou. Os dois irmãos, correndo do lobo em desabalada carreira, se abrigaram na casa de Prático, feita com material sólido e seguro. Ficaram os três lá dentro. Heitor e Cícero ainda com medo. Prático não. Novamente o lobo soprou, soprou, até não poder mais. Só que a casa, resistente, manteve-se de pé. Então o lobo resolveu esperar a chegada da noite para tentar entrar na casa descendo pela chaminé. Foi quando sentiu cheiro de queimado, era Prático, o porquinho precavido, que fervia água num caldeirão e, assim, queimava a cauda do malvado lobo, que fugiu assustado e nunca mais voltou. Então, os três porquinhos viveram felizes para sempre. Na Bíblia, mais precisamente no Novo Testamento, encontramos ...
  • 4.
    A Parábola dacasa edificada na rocha, contada por Jesus, ao final do Sermão da Montanha, e relatada pelos evangelistas Mateus, Cap. 7 vv. 24 a 27 e por Lucas, Cap. 6 vv. 47 a 49. Podemos comparar a crença em Jesus com a construção de uma casa. Muitos interpretam essa passagem de maneira equivocada, de uma forma muito material. O Mestre nos fala de dois tipos de construção. A boa construção, que nasce do estudo, do exame e da observação; e a má construção, que é feita sem análise, com os dogmas que são sugeridos, resultando daí a edificação sobre a areia. Vamos apreciar o texto de Mateus. 7.24. “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as observa, será comparado a um homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha”.
  • 5.
    Certamente, esse homemnão visava a ostentação, mas tinha por finalidade ficar firme, em meio as tempestades. A casa é o símbolo da vida. A vida deve ser edificada com bom senso, considerando o futuro, e não apenas o presente. 7.25. “Desceu a chuva, vieram as torrentes, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela não caiu; pois estava edificada sobre a rocha”. Aqui, entendemos rocha, simbolizando Jesus; que os ventos, a chuva, o transbordamento de rios, que representam as aflições, as dores, os infortúnios, não atingem a casa. 7.26. “Mas todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as observa, será comparado a um homem néscio, que edificou a sua casa sobre a areia”. Ou seja, uma casa sem alicerces, sem segurança, sem proteção.
  • 6.
    7.27. “desceu achuva, vieram as torrentes, sopraram os ventos e bateram com ímpeto contra aquela casa, e ela caiu; e foi grande a sua ruina”. Nota-se, então, que aquele que edifica a sua casa sobre a areia ignora a necessidade de um alicerce. A experiência humana mostra que muitos se alicerçam com coisas vãs, distantes dos ensinamentos de Jesus. Na prática, quem quer construir uma boa casa, e que possa pela sua solidez resistir às intempéries, procura um bom terreno, e assenta sobre ele uma base de pedra para suportar o peso da casa. Só depois, então, é que ergue as paredes e conclui o prédio. Outros há que não fazem questão de terreno, nem de alicerce. Constroem em qualquer lugar. E estas casas não oferecem garantia, e se tornam perigosas aos moradores.
  • 7.
    Assim é areligião. Quem procura com boa vontade, e livre de ideias preconcebidas a verdade, e está disposto a abraçá-la, está edificando sobre a rocha. Assim como não é o bastante encontrar o terreno para ter a casa feita, também não basta encontrar a verdade para tê-la em si. É preciso construir a crença, como se constrói uma casa. Quando se encontra a verdade, depois de se estar certo, pela investigação, pelo exame, pelo raciocínio, que é de fato, temos que tratar com urgência da construção da crença, a começar pelo alicerce, e este há de ser forçosamente o mesmo posto por Jesus, a revelação divina. “sobre esta pedra edificarei a minha igreja”. Mateus, Cap. XVI, vv. 13 a 19. E assim, com o material vindo dos ensinamentos do Mestre, com o nosso trabalho e esforço, devemos seguir a recomendação de Francisco de Assis que,
  • 8.
    Na sua perseverança,na busca constante do seu objetivo dizia: “É necessário que se coloque tijolos na construção de nossas vidas; mas, que, a cada dia, se coloque pelo menos um tijolo”. Assim, vamos pouco a pouco construindo a casa da nossa crença que, tanto mais sólida e mais segura será quanto maior for a dedicação que tivermos. A nossa edificação terá a firmeza inabalável da verdade que é Jesus. Será o nosso eterno abrigo. Deste modo, as marés do mundo podem subir que não encontrarão o caminho fácil das nossas vaidades para possibilitar qualquer dano. Se pautarmos a nossa vida, os nossos atos e, principalmente, os nossos pensamentos por essa rocha que é Jesus, nunca seremos derrubados. Não haverá maré. Não haverá tempestade. Não haverá ventania que derrube o que foi construído.
  • 9.
    No entanto, senós pautarmos a nossa vida com base nos nossos interesses, nas nossas vaidades, nas coisas mundanas, com certeza, nós estaremos construindo sobre a areia. Por mais que demore, vem o vento, vem chuva, os rios do mundo sobem e destroem tudo aquilo que nós construímos. O mundo está sempre nos oferecendo verdadeiros areais, para nós construirmos sobre eles a nossa vida. É muito mais fácil avistarmos um areal do que uma pedra. Só que, quando o rio subir, o areal vai desaparecer e a pedra vai sobressair. Nós temos a opção de escolha. Resta-nos ter a consciência plena do nosso raciocínio para usar o nosso livre-arbítrio, fazendo a escolha correta, na hora certa. Nem todos os que me dizem: Senhor! Senhor! Entrarão no reino dos céus, Mateus, Cap. VII, vv. 21 a 23.
  • 10.
    Essas palavras sãouma séria advertência de Jesus, com referência ao fato de nós seguirmos ou não os Seus ensinamentos. A entrada no reino dos céus só é facultada àqueles que cumprem a lei de Deus, segundo os preceitos de Jesus. Nem sempre o balbuciar de palavras reverenciando o Senhor é acompanhado de atos que caracterizam o verdadeiro cristão. Os atos exteriores de devoção, as expressões bonitas, sem sacrifício do nosso orgulho, do nosso egoísmo e da nossa cupidez, nada valem aos olhos do Pai. A Ele interessa o que vai em nosso íntimo. Realmente, de que serve chamar o Mestre se não seguimos os seus preceitos? Isto acontece com aqueles que se dizem discípulos de Jesus e que passam o dia inteiro a rezar e não de tornam melhores, nem mais caridosos, nem mais indulgentes para com os seus semelhantes.
  • 11.
    Passam a vidaem eterna devoção. Profetizam, expulsam demônios, oram, mas isto só não adianta se no coração não existir sentimento pela ação. Os fariseus tinham os ensinamentos na ponta da língua. Para o homem simples daquela época eles eram sábios, em função do profundo conhecimento que possuíam das leis mosaicas. Mas os seus corações destilavam fel, razão porque Jesus os chamou de “sepulcros caiados”, ou seja, limpos por fora e cheios de podridão por dentro. Tinham a prece nos lábios e não no coração; honravam as palavras do Senhor com atos exteriores de devoção e, ao mesmo tempo, as sacrificavam ao orgulho e a todas as suas paixões. Desmentiam com seus atos o que diziam com os seus lábios. Jesus deixou ensinada uma lição para cada situação de nossas vidas. Aqueles que buscam perfeição, baseados em valores exteriores,
  • 12.
    E em curtoprazo, ainda não estão preparados para ela. Há que se ter uma visão clara do futuro, mas também há que se ter o firme propósito de construirmos alguma coisa que seja referente à nossa evolução moral, praticando ações no bem, se possível todos os dias. As palavras de Jesus são eternas, porque representam a verdade. Elas constituem o salvo-conduto para a vida celeste, como também a garantia de paz, da tranquilidade e da estabilidade nas coisas da vida terrestre. Daí nós concluirmos que, conhecer a lei de Deus e reverenciá-lo por palavras é condição necessária, porém, não suficiente para a plena felicidade. É igualmente indispensável agir de acordo com os ditames da soberana lei, tão bem expressa e exemplificada por Jesus, em Seu Evangelho. Só chegaremos a bom termo no cumprimento das tarefas que nos compete ...
  • 13.
    Realizar, se tomarmospor base os mandamentos divinos. Muita Paz! Meu Blog: http://espiritual-espiritual.blogspot.com.br Com estudos comentados de O Livro dos Espíritos, de O Livro dos Médiuns, e de O Evangelho Segundo o Espiritismo.