CONEM2012-0938
Caracterização dos Parâmetros Físicos no
    Desempenho de Jatos Sintéticos
       Matheus Vicenzo Lehnen1 (matheusvicenzo@gmail.com)
           Conrad Yuan Yuen Lee1 (conrady@unisinos.br)
         1Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)

 São Leopoldo/RS, Av. Unisinos, 950, Bairro Cristo Rei, CEP: 93.022-000




              Apresentado por: Matheus Vicenzo Lehnen
1. INTRODUÇÃO
           UM PROBLEMA ATUAL
           Figura 1 - Tamanho dos Microprocessadores.




                       Fonte: Ohadi (2003).
SOLUÇÃO: JATOS SINTÉTICOS
 Figura 2: Esquema de formação do jato sintético.




             Fonte: Smith e Glezer (1998).
JATO SINTÉTICO vs. JATO CONTÍNUO
     Figura 3: Esquema de formação do jato contínuo.




    Fonte: Smith e Glezer (1998) e Smith e Swith (2003).
2. OBJETIVO
CARACTERIZAR O EFEITO DA VARIAÇÃO DOS PARÂMETROS
GEOMÉTRICOS NA FORMAÇÃO DO JATO
 Profundidade da Cavidade.
 Formato do Orifício.
 Espessura da placa do Orifício.
                         Figura 4: Desenho esquemático da geometria.




                                Fonte: Smith e Glezer (1998).
3. VALIDAÇÃO
VELOCIDADE LONGITUDINAL MÉDIA DO JATO
         Figura 5: Velocidade longitudinal média na linha central.




                      Fonte: Elaborado pelo autor.
3. VALIDAÇÃO
LARGURA MÉDIA DO JATO
                   Figura 6: Largura média do jato.




                    Fonte: Elaborado pelo autor.
3. VALIDAÇÃO
   PERFIL DE VELOCIDADE LONGITUDINAL MÉDIA
Figura 7: Perfil de velocidade média longitudinal segundo o afastamento transversal da linha de centro do jato.




                                            Fonte: Elaborado pelo autor.
4. RESULTADOS
       PROFUNDIDADE DA CAVIDADE
Figura 8: Velocidade central de jato nas geometrias com orifício retangular, com diferentes alturas de cavidade.




                                                  Fonte: Elaborado pelo autor.
4. RESULTADOS
       PROFUNDIDADE DA CAVIDADE
Figura 9: Largura média do jato nas geometrias com orifício retangular, com diferentes alturas de cavidade.




                                                      Fonte: Elaborado pelo autor.
4. RESULTADOS
PROFUNDIDADE DA CAVIDADE

      Figura 10: Contornos de magnitude da vorticidade média normalizada para uma cavidade profunda e uma rasa.




                                                  Fonte: Elaborado pelo autor.
4. RESULTADOS
   FORMATO DO BOCAL
Figura 11: Velocidade central de jato na geometria com orifício retangular e com orifício em corte de 45º.




                                                             Fonte: Elaborado pelo autor.
4. RESULTADOS
   FORMATO DO BOCAL
Figura 12: Largura média do jato na geometria com orifício retangular, com orifício em corte de 45º.




                                                Fonte: Elaborado pelo autor.
4. RESULTADOS
        FORMATO DO BOCAL

  Figura 13: Contornos de velocidade longitudinal média normalizada.                Figura 14: Média temporal da componente vetorial da velocidade nas
Orifício retangular (lado esquerdo) e orifício em corte de 45º (lado direito).   direções x e y. Orifício retangular (lado esquerdo) e orifício em corte de 45º
                                                                                                                  (lado direito).




                        Fonte: Elaborado pelo autor.
                                                                                                      Fonte: Elaborado pelo autor.
4. RESULTADOS
   ESPESSURA DA PLACA DO ORIFÍCIO

Figura 15: Velocidade central do jato na geometria com espessura de placa do orifício mais fina e mais espessa.




                                                Fonte: Elaborado pelo autor.
4. RESULTADOS
   ESPESSURA DA PLACA DO ORIFÍCIO
Figura 16: Largura média do jato nas geometrias com espessura de placa do orifício mais fina e mais espessa.




                                               Fonte: Elaborado pelo autor.
4. RESULTADOS
        FORMATO DO BOCAL
Figura 17: Contornos de velocidade longitudinal média normalizada. Placa de     Figura 18: Média temporal da componente vetorial da velocidade nas
 espessura espessa (lado esquerdo) e placa de espessura fina (lado direito).   direções x e y. Placa de espessura espessa (lado esquerdo) e placa de
                                                                                                     espessura fina (lado direito).




                      Fonte: Elaborado pelo autor.

                                                                                               Fonte: Elaborado pelo autor.
5. CONCLUSÕES
PROFUNDIDADE DA CAVIDADE:
   Para cavidades extremamente rasas.
        Aumento no perfil de velocidade.
        Aumento na largura do jato.
   Fator geométrico de maior importância na formação do jato.
   Representação necessária para a precisão da simulação numérica.

FORMATO DO GARGALO E ESPESSURA DA PLACA DO ORIFÍCIO:
   Alterações substanciais apenas no perfil de velocidade.
   Condições de gerar ótimos resultados na transferência de calor.

JATOS SINTÉTICOS:
   Acredita-se que podem, num futuro próximo, substituir os coolers de processadores
   em notebooks.

ESTUDOS ADICIONAIS:
   Estudo térmico.
   Jatos tridimensionais.
   Jatos de orifício circular.
6. BIBLIOGRAFIA ILUSTRAÇÕES
•   LEE, C.Y.; GOLDSTEIN, D.B. Two-dimensional synthetic jet simulation. AIAA Fluids Meet. 2000-
    0406, Denver, Colo. 2002.
•   OHADI, M. In: ADVANCED LIQUID COOLING, 2003. Thermal Management of Next Generation
    Low Volume Complex Electronics. Scottsdale, Az. CALCE Summary Report C03-14, 2003.
•   SMITH, B. L.; GLEZER, A. The formation and evolution of synthetic jets. Phys Fluids, v. 10, n. 9, p.
    2281-2297, 1998.
•   SMITH, B. L.; SWIFT, G. W. A comparison between synthetic jets and continuous jets.
    Experiments in Fluids, v. 34, p. 467-472, 2003.
6. AGRADECIMENTOS
    Ao professor Dr. Conrad Yuan Yuen Lee, orientador deste trabalho, pelos
seus conhecimentos a mim transmitidos, sua paciência e dedicação, sua atenção
e boa vontade.
    Aos demais professores do Programa de Pós-Graduação em Engenharia
Mecânica da Unisinos, que nestes dois anos muito me ensinaram e influenciaram
com o seu grande conhecimento.
    À Fundação Pe. Milton Valente pela bolsa de estudos em nível de Mestrado
    À Unidade Acadêmica de Pesquisa e Pós-Graduação da Unisinos por
disponibilizar computadores e licenças do ANSYS CFX para este estudo.
    Ao Dr. Amit Agrawal, do Indian Institute of Technology Bombay, por seus
esclarecimentos em relação a simulações de jatos sintéticos.
    A meus pais e minha namorada, pelo suporte, dedicação e compreensão.

CONEM 2012-0938

  • 1.
    CONEM2012-0938 Caracterização dos ParâmetrosFísicos no Desempenho de Jatos Sintéticos Matheus Vicenzo Lehnen1 (matheusvicenzo@gmail.com) Conrad Yuan Yuen Lee1 (conrady@unisinos.br) 1Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) São Leopoldo/RS, Av. Unisinos, 950, Bairro Cristo Rei, CEP: 93.022-000 Apresentado por: Matheus Vicenzo Lehnen
  • 2.
    1. INTRODUÇÃO UM PROBLEMA ATUAL Figura 1 - Tamanho dos Microprocessadores. Fonte: Ohadi (2003).
  • 3.
    SOLUÇÃO: JATOS SINTÉTICOS Figura 2: Esquema de formação do jato sintético. Fonte: Smith e Glezer (1998).
  • 4.
    JATO SINTÉTICO vs.JATO CONTÍNUO Figura 3: Esquema de formação do jato contínuo. Fonte: Smith e Glezer (1998) e Smith e Swith (2003).
  • 5.
    2. OBJETIVO CARACTERIZAR OEFEITO DA VARIAÇÃO DOS PARÂMETROS GEOMÉTRICOS NA FORMAÇÃO DO JATO  Profundidade da Cavidade.  Formato do Orifício.  Espessura da placa do Orifício. Figura 4: Desenho esquemático da geometria. Fonte: Smith e Glezer (1998).
  • 6.
    3. VALIDAÇÃO VELOCIDADE LONGITUDINALMÉDIA DO JATO Figura 5: Velocidade longitudinal média na linha central. Fonte: Elaborado pelo autor.
  • 7.
    3. VALIDAÇÃO LARGURA MÉDIADO JATO Figura 6: Largura média do jato. Fonte: Elaborado pelo autor.
  • 8.
    3. VALIDAÇÃO PERFIL DE VELOCIDADE LONGITUDINAL MÉDIA Figura 7: Perfil de velocidade média longitudinal segundo o afastamento transversal da linha de centro do jato. Fonte: Elaborado pelo autor.
  • 9.
    4. RESULTADOS PROFUNDIDADE DA CAVIDADE Figura 8: Velocidade central de jato nas geometrias com orifício retangular, com diferentes alturas de cavidade. Fonte: Elaborado pelo autor.
  • 10.
    4. RESULTADOS PROFUNDIDADE DA CAVIDADE Figura 9: Largura média do jato nas geometrias com orifício retangular, com diferentes alturas de cavidade. Fonte: Elaborado pelo autor.
  • 11.
    4. RESULTADOS PROFUNDIDADE DACAVIDADE Figura 10: Contornos de magnitude da vorticidade média normalizada para uma cavidade profunda e uma rasa. Fonte: Elaborado pelo autor.
  • 12.
    4. RESULTADOS FORMATO DO BOCAL Figura 11: Velocidade central de jato na geometria com orifício retangular e com orifício em corte de 45º. Fonte: Elaborado pelo autor.
  • 13.
    4. RESULTADOS FORMATO DO BOCAL Figura 12: Largura média do jato na geometria com orifício retangular, com orifício em corte de 45º. Fonte: Elaborado pelo autor.
  • 14.
    4. RESULTADOS FORMATO DO BOCAL Figura 13: Contornos de velocidade longitudinal média normalizada. Figura 14: Média temporal da componente vetorial da velocidade nas Orifício retangular (lado esquerdo) e orifício em corte de 45º (lado direito). direções x e y. Orifício retangular (lado esquerdo) e orifício em corte de 45º (lado direito). Fonte: Elaborado pelo autor. Fonte: Elaborado pelo autor.
  • 15.
    4. RESULTADOS ESPESSURA DA PLACA DO ORIFÍCIO Figura 15: Velocidade central do jato na geometria com espessura de placa do orifício mais fina e mais espessa. Fonte: Elaborado pelo autor.
  • 16.
    4. RESULTADOS ESPESSURA DA PLACA DO ORIFÍCIO Figura 16: Largura média do jato nas geometrias com espessura de placa do orifício mais fina e mais espessa. Fonte: Elaborado pelo autor.
  • 17.
    4. RESULTADOS FORMATO DO BOCAL Figura 17: Contornos de velocidade longitudinal média normalizada. Placa de Figura 18: Média temporal da componente vetorial da velocidade nas espessura espessa (lado esquerdo) e placa de espessura fina (lado direito). direções x e y. Placa de espessura espessa (lado esquerdo) e placa de espessura fina (lado direito). Fonte: Elaborado pelo autor. Fonte: Elaborado pelo autor.
  • 18.
    5. CONCLUSÕES PROFUNDIDADE DACAVIDADE: Para cavidades extremamente rasas. Aumento no perfil de velocidade. Aumento na largura do jato. Fator geométrico de maior importância na formação do jato. Representação necessária para a precisão da simulação numérica. FORMATO DO GARGALO E ESPESSURA DA PLACA DO ORIFÍCIO: Alterações substanciais apenas no perfil de velocidade. Condições de gerar ótimos resultados na transferência de calor. JATOS SINTÉTICOS: Acredita-se que podem, num futuro próximo, substituir os coolers de processadores em notebooks. ESTUDOS ADICIONAIS: Estudo térmico. Jatos tridimensionais. Jatos de orifício circular.
  • 19.
    6. BIBLIOGRAFIA ILUSTRAÇÕES • LEE, C.Y.; GOLDSTEIN, D.B. Two-dimensional synthetic jet simulation. AIAA Fluids Meet. 2000- 0406, Denver, Colo. 2002. • OHADI, M. In: ADVANCED LIQUID COOLING, 2003. Thermal Management of Next Generation Low Volume Complex Electronics. Scottsdale, Az. CALCE Summary Report C03-14, 2003. • SMITH, B. L.; GLEZER, A. The formation and evolution of synthetic jets. Phys Fluids, v. 10, n. 9, p. 2281-2297, 1998. • SMITH, B. L.; SWIFT, G. W. A comparison between synthetic jets and continuous jets. Experiments in Fluids, v. 34, p. 467-472, 2003.
  • 20.
    6. AGRADECIMENTOS Ao professor Dr. Conrad Yuan Yuen Lee, orientador deste trabalho, pelos seus conhecimentos a mim transmitidos, sua paciência e dedicação, sua atenção e boa vontade. Aos demais professores do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica da Unisinos, que nestes dois anos muito me ensinaram e influenciaram com o seu grande conhecimento. À Fundação Pe. Milton Valente pela bolsa de estudos em nível de Mestrado À Unidade Acadêmica de Pesquisa e Pós-Graduação da Unisinos por disponibilizar computadores e licenças do ANSYS CFX para este estudo. Ao Dr. Amit Agrawal, do Indian Institute of Technology Bombay, por seus esclarecimentos em relação a simulações de jatos sintéticos. A meus pais e minha namorada, pelo suporte, dedicação e compreensão.