O poema descreve como as pessoas constroem barreiras emocionais para evitar a vulnerabilidade, como o medo de amar completamente, aceitar o que não entendemos e nos entregarmos verdadeiramente. Em vez disso, acumulamos bens materiais e mantemos nossas emoções secretas, temendo sermos ingênuos ou tolos. No final, tememos uns aos outros acima de tudo.