Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
Capítulo 1
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Embrião da Globalização 
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Embrião da Globalização 
-Objetivo dos navegantes?
-Origem da partida?
-Destino?
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A Globalização não é um fenômeno novo.
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A Globalização não é um fenômeno novo.
É só lembrarmos das Grande Navegações realizadas por portugueses e
espanhóis e veremos que até mesmo a descoberta do Brasil já faz parte
de um processo de integração global.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
A Globalização não é um fenômeno novo.
É só lembrarmos das Grande Navegações realizadas por portugueses e
espanhóis e veremos que até mesmo a descoberta do Brasil já faz parte
de um processo de integração global.
Só que naquela época não se utilizava este termo.
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A notícia do assassinato do presidente norte-americano Abraham
Lincoln, em 1865, levou 13 dias para cruzar o Atlântico e chegar à
Europa.
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A notícia da independência do Brasil, demorou 3 meses para chegar ao
país. Aconteceu em setembro e chegou apenas no Natal.
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A notícia da independência do Brasil, demorou 3 meses para chegar ao
país. Aconteceu em setembro e chegou apenas no Natal.
O destino cruzou o caminho de D. Pedro em situação de
desconforto e nenhuma elegância quando se aproximava do riacho
do Ipiranga às 16h30 de 7 de setembro de 1822. O príncipe
regente, futuro imperador do Brasil e rei de Portugal, estava com
dor de barriga.(...) A montaria usada por D. Pedro nem de longe
lembrava o fogoso alazão (retratado mais tarde) (...)Em outras
palavras, uma mula sem nenhum charme porém forte e confiável.
(...)
Como um simples tropeiro, coberto de lama e poeira do caminho,
às voltas com as dificuldades naturais do corpo e de seu tempo, D.
Pedro proclamou a Independência do Brasil.
“
”GOMES, Laurentino. 1822. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2010. p.29
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A busca de novas mercadorias e novos mercados impulsionou a saída dos
navegantes europeus pelo mundo, ampliando assim a noção de mundo (ou seja, o
conhecimento dos demais continentes e dos povos que neles viviam)
Suas viagens permitiram o contato com os territórios e povos desconhecidos. Foram instaladas
colônias (América, África e Ásia) surgindo uma DIT que perdurou por muito tempo.
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A exploração marítima, em suma, foi a corrida espacial da Europa no
passado. Ou melhor, a corrida por especiarias.
Fonte: FERGUNSON, Niall. Civilização: Ocidente x Oriente. São Paulo, Ed Planeta, 2°edição, 2016. p 30 e 32.
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Imagine uma comunidade há dezenas de milhares de anos. Uma comunidade nômade, formada
por um grupo pequeno de indivíduos, que, por necessidade de sobrevivência, acaba de se mudar
para uma nova região (...)
Qual a riqueza dessa comunidade? (...) O que esse grupo tem a distribuir entre seus integrantes
para garantir sua sobrevivência?
recursos naturais e mão de obra
Se o objetivo dessa comunidade é construir riqueza, só existe, portanto, uma maneira de fazê-lo:
extraindo mais coisas da natureza e trabalhando mais. (...)
Fonte: MOREIRA, Eduardo. Desigualdade & caminhos para uma sociedade mais justa. 3ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2019. p.29.
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1)Quais foram os principais continentes
explorados por portugueses e espanhóis nos
séculos XV e XVI?
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1)Quais foram os principais continentes
explorados por portugueses e espanhóis nos
séculos XV e XVI?
2)Como os portugueses conseguiram chegar as
Índias sem passar pelo Mar Mediterrâneo?
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
1)Quais foram os principais continentes
explorados por portugueses e espanhóis nos
séculos XV e XVI?
2)Como os portugueses conseguiram chegar as
Índias sem passar pelo Mar Mediterrâneo?
3)Quais as regiões da Ásia que tiveram ocupação
portuguesa?
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-Encontro com o outro  -Alteridade (situação, estado ou qualidade que se
constitui através de relações de contraste, distinção, diferença)
-Etnocentrismo
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- “Descoberta do Brasil”
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- “Descoberta do Brasil”
-A chegada dos portugueses inaugurou a nossa história?
-Não havia história no Brasil antes de 1500?
-Quem teria interesse em criar essa ideia de DESCOBERTA?
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“Duzentos anos atrás, o Brasil não existia. Pelo menos, não como é hoje: um país integrado, de fronteiras bem
definidas e habitantes que se identificam como brasileiros, torcem pela mesma seleção de futebol, usam os mesmos
documentos, viajam para fazer turismo ou trabalhar em cidades e estados vizinhos, frequentam escolas de currículo
unificado e compram e vendem entre si produtos e serviços. (...)
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“Duzentos anos atrás, o Brasil não existia. Pelo menos, não como é hoje: um país integrado, de fronteiras bem
definidas e habitantes que se identificam como brasileiros, torcem pela mesma seleção de futebol, usam os mesmos
documentos, viajam para fazer turismo ou trabalhar em cidades e estados vizinhos, frequentam escolas de currículo
unificado e compram e vendem entre si produtos e serviços. (...)
Às vésperas da chegada da corte ao Rio de Janeiro, o Brasil era um amontoado de regiões mais ou menos
autônomas, sem comércio ou qualquer outra forma de relacionamento, que tinham como pontos de referência
apenas o idioma português e a Coroa portuguesa, sediada em Lisboa, do outro lado do Oceano Atlântico.(...)
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
“Duzentos anos atrás, o Brasil não existia. Pelo menos, não como é hoje: um país integrado, de fronteiras bem
definidas e habitantes que se identificam como brasileiros, torcem pela mesma seleção de futebol, usam os mesmos
documentos, viajam para fazer turismo ou trabalhar em cidades e estados vizinhos, frequentam escolas de currículo
unificado e compram e vendem entre si produtos e serviços. (...)
Às vésperas da chegada da corte ao Rio de Janeiro, o Brasil era um amontoado de regiões mais ou menos
autônomas, sem comércio ou qualquer outra forma de relacionamento, que tinham como pontos de referência
apenas o idioma português e a Coroa portuguesa, sediada em Lisboa, do outro lado do Oceano Atlântico.(...)
Cada capitania tinha o seu governante, sua pequena milícia e seu pequeno tesouro; a comunicação entre elas era
precária, sendo que geralmente uma ignorava a existência da outra(...)Não havia um Brasil com um centro comum.
Era um círculo imenso, no qual os raios convergiam para bem longe da circunferência central”.
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“Duzentos anos atrás, o Brasil não existia. Pelo menos, não como é hoje: um país integrado, de fronteiras bem
definidas e habitantes que se identificam como brasileiros, torcem pela mesma seleção de futebol, usam os mesmos
documentos, viajam para fazer turismo ou trabalhar em cidades e estados vizinhos, frequentam escolas de currículo
unificado e compram e vendem entre si produtos e serviços. (...)
Às vésperas da chegada da corte ao Rio de Janeiro, o Brasil era um amontoado de regiões mais ou menos
autônomas, sem comércio ou qualquer outra forma de relacionamento, que tinham como pontos de referência
apenas o idioma português e a Coroa portuguesa, sediada em Lisboa, do outro lado do Oceano Atlântico.(...)
Cada capitania tinha o seu governante, sua pequena milícia e seu pequeno tesouro; a comunicação entre elas era
precária, sendo que geralmente uma ignorava a existência da outra(...)Não havia um Brasil com um centro comum.
Era um círculo imenso, no qual os raios convergiam para bem longe da circunferência central”.
Nem mesmo a expressão “brasileiro” era reconhecida como sendo a designação das pessoas que nasciam no Brasil.
Panfletos e artigos publicados no começo do século XIX discutiam se a denominação correta seria brasileiro,
brasiliense ou brasiliano.”
(GOMES, Laurentino. 1808. São Paulo, Ed Planeta do Brasil, 2°edição, 2010. p 110 e 111.)
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
O grande potencial de recursos do continente americano motivou a colonização por parte dos
europeus.
-a população nativa foi dominada, escravizada, perseguida e até dizimada;
-a dominação cultural levou a imposição religiosa e linguística;
-mais tarde outro grupo populacional (africanos)foi escravizado e obrigado a vir para o
continente americano, visando aumentar os lucros da metrópole.
PACTO COLONIAL
exclusividade de
comercialização da colônia
com a metrópole (somente
Portugal podia comprar ou
vender para o Brasil)
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“Os dois mundos que se encontraram no Rio de Janeiro em 1808 tinham vantagens e carências que se complementavam. De um
lado, havia uma corte que se julgava no direito divino de mandar, governar, distribuir favores e privilégios, com a desvantagem de
não ter dinheiro. De outro, uma colônia que já era mais rica do que a metrópole, mas ainda não tinha
educação, refinamento ou qualquer traço de nobreza. Três séculos após o Descobrimento, o Brasil era uma terra de
oportunidades imensas, típica das novas fronteiras americanas, onde fortunas eram construídas do nada e da noite para o dia...”
(GOMES, Laurentino. 1808. São Paulo, Ed Planeta do Brasil, 2°edição, 2010. p 176.)
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
“Dom João precisava do apoio financeiro e político dessa elite rica em dinheiro, porém destituída de prestígio e refinamento.
Para cativá-la, iniciou uma pródiga distribuição de honrarias e títulos de nobreza que se prolongaria até seu retorno a Portugal,
em 1821. Apenas nos seus oito primeiros anos no Brasil, Dom João outorgou mais
títulos de nobreza do que em todos os trezentos anos anteriores da história
da monarquia portuguesa..” (GOMES, Laurentino. 1808. São Paulo, Ed Planeta do Brasil, 2°edição, 2010. p 177.)
Rei Príncipe real Infante Duque Marquês Conde Visconde Barão
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“Dom João precisava do apoio financeiro e político dessa elite rica em dinheiro, porém destituída de prestígio e refinamento.
Para cativá-la, iniciou uma pródiga distribuição de honrarias e títulos de nobreza que se prolongaria até seu retorno a Portugal,
em 1821. Apenas nos seus oito primeiros anos no Brasil, Dom João outorgou mais
títulos de nobreza do que em todos os trezentos anos anteriores da história
da monarquia portuguesa..” (GOMES, Laurentino. 1808. São Paulo, Ed Planeta do Brasil, 2°edição, 2010. p 177.)
Rei Príncipe real Infante Duque Marquês Conde Visconde Barão
“Em Portugal, para fazer-se um conde se pediam quinhentos anos; no
Brasil, quinhentos contos”
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LESTE
OESTE
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LESTE ORIENTE
OESTE OCIDENTE
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NORTE
SUL
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NORTE SETENTRIONAL
SUL MERIDIONAL
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NORTE SETENTRIONAL  BOREAL
SUL MERIDIONAL  AUSTRAL
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-Em qual hemisfério o continente americano está situado?
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-Em que hemisférios a maior parte dos territórios dos demais continentes está
situada?
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
-Em quais hemisférios o Brasil possui suas terras?
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-Em quais hemisférios o Brasil possui a maior parte de suas terras?
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Quando se fala em mundo
Ocidental não
necessariamente se refere
às terras localizadas a oeste
de Gr.
identifica as diferentes nações
que têm uma população
significativa de descendência
europeia e/ou que têm
culturas fortemente
influenciadas pela Europa.
Ocidente
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Ou seja, para
a definição de
países
ocidentais e
orientais,
considera-se os
valores
culturais.
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“Cada vez mais seres humanos seguem uma dieta ocidental, vestem roupas ocidentais e vivem
em uma casa ocidental. Até mesmo o modo tipicamente ocidental de trabalhar – cinco ou seis
dias por semana, das 9h às 17h, com duas ou três semanas de férias – está se tornando uma
espécie de padrão universal”.
“A cada ano que passa , mais e mais seres humanos compram
como nós, ficam saudáveis (ou doentes) como nós e rezam (ou não
rezam) como nós”.
Fonte: FERGUNSON, Niall. Civilização: Ocidente x Oriente. São Paulo, Ed Planeta, 2°edição, 2016. p 30 e 32.
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Cap 1 da europa para o mundo

  • 1.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Capítulo 1
  • 2.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Embrião da Globalização 
  • 3.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Embrião da Globalização  -Objetivo dos navegantes? -Origem da partida? -Destino?
  • 4.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A Globalização não é um fenômeno novo.
  • 5.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A Globalização não é um fenômeno novo. É só lembrarmos das Grande Navegações realizadas por portugueses e espanhóis e veremos que até mesmo a descoberta do Brasil já faz parte de um processo de integração global.
  • 6.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A Globalização não é um fenômeno novo. É só lembrarmos das Grande Navegações realizadas por portugueses e espanhóis e veremos que até mesmo a descoberta do Brasil já faz parte de um processo de integração global. Só que naquela época não se utilizava este termo.
  • 7.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A notícia do assassinato do presidente norte-americano Abraham Lincoln, em 1865, levou 13 dias para cruzar o Atlântico e chegar à Europa.
  • 8.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A notícia da independência do Brasil, demorou 3 meses para chegar ao país. Aconteceu em setembro e chegou apenas no Natal.
  • 9.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A notícia da independência do Brasil, demorou 3 meses para chegar ao país. Aconteceu em setembro e chegou apenas no Natal. O destino cruzou o caminho de D. Pedro em situação de desconforto e nenhuma elegância quando se aproximava do riacho do Ipiranga às 16h30 de 7 de setembro de 1822. O príncipe regente, futuro imperador do Brasil e rei de Portugal, estava com dor de barriga.(...) A montaria usada por D. Pedro nem de longe lembrava o fogoso alazão (retratado mais tarde) (...)Em outras palavras, uma mula sem nenhum charme porém forte e confiável. (...) Como um simples tropeiro, coberto de lama e poeira do caminho, às voltas com as dificuldades naturais do corpo e de seu tempo, D. Pedro proclamou a Independência do Brasil. “ ”GOMES, Laurentino. 1822. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2010. p.29
  • 10.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 11.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 12.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 13.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A busca de novas mercadorias e novos mercados impulsionou a saída dos navegantes europeus pelo mundo, ampliando assim a noção de mundo (ou seja, o conhecimento dos demais continentes e dos povos que neles viviam) Suas viagens permitiram o contato com os territórios e povos desconhecidos. Foram instaladas colônias (América, África e Ásia) surgindo uma DIT que perdurou por muito tempo.
  • 14.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A exploração marítima, em suma, foi a corrida espacial da Europa no passado. Ou melhor, a corrida por especiarias. Fonte: FERGUNSON, Niall. Civilização: Ocidente x Oriente. São Paulo, Ed Planeta, 2°edição, 2016. p 30 e 32.
  • 15.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 16.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Imagine uma comunidade há dezenas de milhares de anos. Uma comunidade nômade, formada por um grupo pequeno de indivíduos, que, por necessidade de sobrevivência, acaba de se mudar para uma nova região (...) Qual a riqueza dessa comunidade? (...) O que esse grupo tem a distribuir entre seus integrantes para garantir sua sobrevivência? recursos naturais e mão de obra Se o objetivo dessa comunidade é construir riqueza, só existe, portanto, uma maneira de fazê-lo: extraindo mais coisas da natureza e trabalhando mais. (...) Fonte: MOREIRA, Eduardo. Desigualdade & caminhos para uma sociedade mais justa. 3ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2019. p.29.
  • 17.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 18.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia 1)Quais foram os principais continentes explorados por portugueses e espanhóis nos séculos XV e XVI?
  • 19.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia 1)Quais foram os principais continentes explorados por portugueses e espanhóis nos séculos XV e XVI? 2)Como os portugueses conseguiram chegar as Índias sem passar pelo Mar Mediterrâneo?
  • 20.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia 1)Quais foram os principais continentes explorados por portugueses e espanhóis nos séculos XV e XVI? 2)Como os portugueses conseguiram chegar as Índias sem passar pelo Mar Mediterrâneo? 3)Quais as regiões da Ásia que tiveram ocupação portuguesa?
  • 21.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 22.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia -Encontro com o outro  -Alteridade (situação, estado ou qualidade que se constitui através de relações de contraste, distinção, diferença) -Etnocentrismo
  • 23.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 24.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia - “Descoberta do Brasil”
  • 25.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia - “Descoberta do Brasil” -A chegada dos portugueses inaugurou a nossa história? -Não havia história no Brasil antes de 1500? -Quem teria interesse em criar essa ideia de DESCOBERTA?
  • 26.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 27.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia “Duzentos anos atrás, o Brasil não existia. Pelo menos, não como é hoje: um país integrado, de fronteiras bem definidas e habitantes que se identificam como brasileiros, torcem pela mesma seleção de futebol, usam os mesmos documentos, viajam para fazer turismo ou trabalhar em cidades e estados vizinhos, frequentam escolas de currículo unificado e compram e vendem entre si produtos e serviços. (...)
  • 28.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia “Duzentos anos atrás, o Brasil não existia. Pelo menos, não como é hoje: um país integrado, de fronteiras bem definidas e habitantes que se identificam como brasileiros, torcem pela mesma seleção de futebol, usam os mesmos documentos, viajam para fazer turismo ou trabalhar em cidades e estados vizinhos, frequentam escolas de currículo unificado e compram e vendem entre si produtos e serviços. (...) Às vésperas da chegada da corte ao Rio de Janeiro, o Brasil era um amontoado de regiões mais ou menos autônomas, sem comércio ou qualquer outra forma de relacionamento, que tinham como pontos de referência apenas o idioma português e a Coroa portuguesa, sediada em Lisboa, do outro lado do Oceano Atlântico.(...)
  • 29.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia “Duzentos anos atrás, o Brasil não existia. Pelo menos, não como é hoje: um país integrado, de fronteiras bem definidas e habitantes que se identificam como brasileiros, torcem pela mesma seleção de futebol, usam os mesmos documentos, viajam para fazer turismo ou trabalhar em cidades e estados vizinhos, frequentam escolas de currículo unificado e compram e vendem entre si produtos e serviços. (...) Às vésperas da chegada da corte ao Rio de Janeiro, o Brasil era um amontoado de regiões mais ou menos autônomas, sem comércio ou qualquer outra forma de relacionamento, que tinham como pontos de referência apenas o idioma português e a Coroa portuguesa, sediada em Lisboa, do outro lado do Oceano Atlântico.(...) Cada capitania tinha o seu governante, sua pequena milícia e seu pequeno tesouro; a comunicação entre elas era precária, sendo que geralmente uma ignorava a existência da outra(...)Não havia um Brasil com um centro comum. Era um círculo imenso, no qual os raios convergiam para bem longe da circunferência central”.
  • 30.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia “Duzentos anos atrás, o Brasil não existia. Pelo menos, não como é hoje: um país integrado, de fronteiras bem definidas e habitantes que se identificam como brasileiros, torcem pela mesma seleção de futebol, usam os mesmos documentos, viajam para fazer turismo ou trabalhar em cidades e estados vizinhos, frequentam escolas de currículo unificado e compram e vendem entre si produtos e serviços. (...) Às vésperas da chegada da corte ao Rio de Janeiro, o Brasil era um amontoado de regiões mais ou menos autônomas, sem comércio ou qualquer outra forma de relacionamento, que tinham como pontos de referência apenas o idioma português e a Coroa portuguesa, sediada em Lisboa, do outro lado do Oceano Atlântico.(...) Cada capitania tinha o seu governante, sua pequena milícia e seu pequeno tesouro; a comunicação entre elas era precária, sendo que geralmente uma ignorava a existência da outra(...)Não havia um Brasil com um centro comum. Era um círculo imenso, no qual os raios convergiam para bem longe da circunferência central”. Nem mesmo a expressão “brasileiro” era reconhecida como sendo a designação das pessoas que nasciam no Brasil. Panfletos e artigos publicados no começo do século XIX discutiam se a denominação correta seria brasileiro, brasiliense ou brasiliano.” (GOMES, Laurentino. 1808. São Paulo, Ed Planeta do Brasil, 2°edição, 2010. p 110 e 111.)
  • 31.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia O grande potencial de recursos do continente americano motivou a colonização por parte dos europeus. -a população nativa foi dominada, escravizada, perseguida e até dizimada; -a dominação cultural levou a imposição religiosa e linguística; -mais tarde outro grupo populacional (africanos)foi escravizado e obrigado a vir para o continente americano, visando aumentar os lucros da metrópole. PACTO COLONIAL exclusividade de comercialização da colônia com a metrópole (somente Portugal podia comprar ou vender para o Brasil)
  • 32.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia “Os dois mundos que se encontraram no Rio de Janeiro em 1808 tinham vantagens e carências que se complementavam. De um lado, havia uma corte que se julgava no direito divino de mandar, governar, distribuir favores e privilégios, com a desvantagem de não ter dinheiro. De outro, uma colônia que já era mais rica do que a metrópole, mas ainda não tinha educação, refinamento ou qualquer traço de nobreza. Três séculos após o Descobrimento, o Brasil era uma terra de oportunidades imensas, típica das novas fronteiras americanas, onde fortunas eram construídas do nada e da noite para o dia...” (GOMES, Laurentino. 1808. São Paulo, Ed Planeta do Brasil, 2°edição, 2010. p 176.)
  • 33.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia “Dom João precisava do apoio financeiro e político dessa elite rica em dinheiro, porém destituída de prestígio e refinamento. Para cativá-la, iniciou uma pródiga distribuição de honrarias e títulos de nobreza que se prolongaria até seu retorno a Portugal, em 1821. Apenas nos seus oito primeiros anos no Brasil, Dom João outorgou mais títulos de nobreza do que em todos os trezentos anos anteriores da história da monarquia portuguesa..” (GOMES, Laurentino. 1808. São Paulo, Ed Planeta do Brasil, 2°edição, 2010. p 177.) Rei Príncipe real Infante Duque Marquês Conde Visconde Barão
  • 34.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia “Dom João precisava do apoio financeiro e político dessa elite rica em dinheiro, porém destituída de prestígio e refinamento. Para cativá-la, iniciou uma pródiga distribuição de honrarias e títulos de nobreza que se prolongaria até seu retorno a Portugal, em 1821. Apenas nos seus oito primeiros anos no Brasil, Dom João outorgou mais títulos de nobreza do que em todos os trezentos anos anteriores da história da monarquia portuguesa..” (GOMES, Laurentino. 1808. São Paulo, Ed Planeta do Brasil, 2°edição, 2010. p 177.) Rei Príncipe real Infante Duque Marquês Conde Visconde Barão “Em Portugal, para fazer-se um conde se pediam quinhentos anos; no Brasil, quinhentos contos”
  • 35.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 36.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 37.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 38.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia LESTE OESTE
  • 39.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia LESTE ORIENTE OESTE OCIDENTE
  • 40.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 41.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia NORTE SUL
  • 42.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia NORTE SETENTRIONAL SUL MERIDIONAL
  • 43.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia NORTE SETENTRIONAL  BOREAL SUL MERIDIONAL  AUSTRAL
  • 44.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia -Em qual hemisfério o continente americano está situado?
  • 45.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia -Em que hemisférios a maior parte dos territórios dos demais continentes está situada?
  • 46.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia -Em quais hemisférios o Brasil possui suas terras?
  • 47.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia -Em quais hemisférios o Brasil possui a maior parte de suas terras?
  • 48.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Quando se fala em mundo Ocidental não necessariamente se refere às terras localizadas a oeste de Gr. identifica as diferentes nações que têm uma população significativa de descendência europeia e/ou que têm culturas fortemente influenciadas pela Europa. Ocidente
  • 49.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Ou seja, para a definição de países ocidentais e orientais, considera-se os valores culturais.
  • 50.
    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia “Cada vez mais seres humanos seguem uma dieta ocidental, vestem roupas ocidentais e vivem em uma casa ocidental. Até mesmo o modo tipicamente ocidental de trabalhar – cinco ou seis dias por semana, das 9h às 17h, com duas ou três semanas de férias – está se tornando uma espécie de padrão universal”. “A cada ano que passa , mais e mais seres humanos compram como nós, ficam saudáveis (ou doentes) como nós e rezam (ou não rezam) como nós”. Fonte: FERGUNSON, Niall. Civilização: Ocidente x Oriente. São Paulo, Ed Planeta, 2°edição, 2016. p 30 e 32.
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    Apresentação elaborada pelaProfessora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia