Este documento apresenta três poemas de diferentes autores portugueses: "Impressão digital" de António Gedeão, que descreve como cada pessoa vê o mundo de forma única; "Pedra filosofal" também de António Gedeão, que descreve o sonho como uma constante da vida; e "Não posso adiar o amor para outro século" de António Ramos Rosa, que fala sobre a necessidade de viver o amor no presente, mesmo em tempos difíceis.