 A igreja católica ao longo da idade média
firmou um poder tão amplo que não se
restringia somente a vida religiosa dos
indivíduos.
 No século XVI essa mentalidade começa a se
desgastar.
 Reforma x contrarreforma.
 Esse conflito fez se refletir nas artes.
 Ocorre na Bahia;
 Ciclo da cana-de-açúcar;
 Invasões Holandesas;
 O Brasil é influenciado pelo Barroco que teve
origem em Portugal e Espanha;
 O Barroco, que já transparecia no
renascimento, é uma expressão artísticas de
todos esses conflitos.
 Conflito entre corpo e alma;
 O fluir do tempo;
 Tensão;
 Angústia existencial;
 Preocupação com a morte;
 Forte contraste entre:
claro e escuro;
 As formas perdem
contorno no escuro;
 Figuras em movimento
e dramaticidade.
 CULTISMO/
GONGORISMO
 Jogo de palavras
 O uso de figuras de
linguagem;
 CONCEPTISMO/
QUEVEDISMO
 Jogo de ideias
 Usa mais o
pensamento
 LÍRICO AMOROSA:
À Dona Ângela (trecho)
“Anjo no nome, Angélica na cara!
Isso é ser flor, e anjo juntamente
Ser Angélica flor, e anjo florente
Em quem, senão em vós, se uniformara?”
 RELIGIOSA:
“A Jesus cristo nosso Senhor (trecho)
Pequei Senhor, mas não porque hei pecado,
Da vossa alta clemência me despido;
Porque quanto mais tenho delinquido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado”
 SATÍRICA:
 Epílogos (trecho)
“Que falta nessa cidade?...Verdade.
Que mais por sua desonra?...Honra.
Falta mais que se lhe ponha?...Vergonha.
O demo a viver se ponha,
Por mais que a fama a exalta,
Numa cidade onde falta
Verdade, honra, vergonha”
 SATÍRICA:
 Define a sua cidade (trecho)
“ De dois ff se compõe
Esta cidade a meu ver:
Um furtar, outro foder ”
 Principal autor
barroco;
 Foi o maior orador;
 Um gênio da língua;
 Efeitos extraordinários
sem exageros e
metáforas;
 Sua obra é inventiva e
original;
 O sermão da Sexagésima
“ Não fez Deus o Céu em xadrez de estrelas,
como os pregadores fazem sermões em
xadrez de palavras?”
 Na Europa:
 Século das luzes(iluminismo);
 Revolução Francesa ;
 Revolução industrial;
 IndependênciaAmericana;
 Busca da simplicidade;
 Imitação da natureza;
 Imitação dos clássicos greco-latinos;
 Levados pela teoria do “bom selvagem”
 Ausência de subjetividade;
 Amor galante;
 Bucolismo
 Pastoralismo
 Locos amoenus - local agradável
 Fugere urbem - fugir da cidade
 InutiliaTrucant- truncar inútil
 Carpe diem – aproveite o dia
 Vida cheia de
aventura, poesia
satírica, por isso
ganhou a fama de
boêmio devasso, poeta
pornográfico
 Duas fases: Arcádia e a
pré- romântica.
 Subjetivismo: Da própria experiência;
 Poesia tensa e pessimista: dramática das
angústias humanas, temas negativos,
decepção amorosa.
 Abandono das condições arcádicas: imagem
pessimista, a noite e tempestade.
 O amor deixa de ser expresso pelos suaves
idílios campestres.
 A poesia tende a ser confissão de
sentimentos pessoas.
 O período é só uma noção;
 Trata-se de um Barroco tardio e eclético
 Novas técnicas pelo artesão (Alejadinho)
 Delimita a publicação das obras poéticas de
Claudio Manuel da Costa e o início do
romantismo;
 Imita os modelos europeus
 Fala da História da colonização
 Quebra a rigidez da convençãoArcádia e
prenunciam o nacionalismo romântico.
 Poesia Lírica:
 Claudio Manuel da Costa:
Iniciador do neoclassicismo, é um poeta de
transição.
Obras poéticas sonetos e éclogas.
 Tomas Antônio Gonzaga:
Embora português viveu no Brasil parte de sua
infância. Com 40 anos se apaixona por uma
adolescente de 17 anos, depois foi preso acusado
de participar da inconfidência mineira.
 Poesia Épica:
 Os poemas mais importantes: O Uruguai e
Caramuru
 São importantes pelas inovações que trazem
para o Neoclassicismo;
 Temas de nossa história colonial, a descrição
da natureza tropical
 Indígena como Herói
 Prenuncia o nacionalismo Romântico do
século XIX.

Barroco e arcadismo

  • 2.
     A igrejacatólica ao longo da idade média firmou um poder tão amplo que não se restringia somente a vida religiosa dos indivíduos.  No século XVI essa mentalidade começa a se desgastar.  Reforma x contrarreforma.  Esse conflito fez se refletir nas artes.
  • 3.
     Ocorre naBahia;  Ciclo da cana-de-açúcar;  Invasões Holandesas;  O Brasil é influenciado pelo Barroco que teve origem em Portugal e Espanha;
  • 4.
     O Barroco,que já transparecia no renascimento, é uma expressão artísticas de todos esses conflitos.  Conflito entre corpo e alma;  O fluir do tempo;  Tensão;  Angústia existencial;  Preocupação com a morte;
  • 5.
     Forte contrasteentre: claro e escuro;  As formas perdem contorno no escuro;  Figuras em movimento e dramaticidade.
  • 6.
     CULTISMO/ GONGORISMO  Jogode palavras  O uso de figuras de linguagem;  CONCEPTISMO/ QUEVEDISMO  Jogo de ideias  Usa mais o pensamento
  • 8.
     LÍRICO AMOROSA: ÀDona Ângela (trecho) “Anjo no nome, Angélica na cara! Isso é ser flor, e anjo juntamente Ser Angélica flor, e anjo florente Em quem, senão em vós, se uniformara?”
  • 9.
     RELIGIOSA: “A Jesuscristo nosso Senhor (trecho) Pequei Senhor, mas não porque hei pecado, Da vossa alta clemência me despido; Porque quanto mais tenho delinquido, Vos tenho a perdoar mais empenhado”
  • 10.
     SATÍRICA:  Epílogos(trecho) “Que falta nessa cidade?...Verdade. Que mais por sua desonra?...Honra. Falta mais que se lhe ponha?...Vergonha. O demo a viver se ponha, Por mais que a fama a exalta, Numa cidade onde falta Verdade, honra, vergonha”
  • 11.
     SATÍRICA:  Definea sua cidade (trecho) “ De dois ff se compõe Esta cidade a meu ver: Um furtar, outro foder ”
  • 12.
     Principal autor barroco; Foi o maior orador;  Um gênio da língua;  Efeitos extraordinários sem exageros e metáforas;  Sua obra é inventiva e original;
  • 13.
     O sermãoda Sexagésima “ Não fez Deus o Céu em xadrez de estrelas, como os pregadores fazem sermões em xadrez de palavras?”
  • 15.
     Na Europa: Século das luzes(iluminismo);  Revolução Francesa ;  Revolução industrial;  IndependênciaAmericana;
  • 16.
     Busca dasimplicidade;  Imitação da natureza;  Imitação dos clássicos greco-latinos;  Levados pela teoria do “bom selvagem”  Ausência de subjetividade;  Amor galante;
  • 17.
     Bucolismo  Pastoralismo Locos amoenus - local agradável  Fugere urbem - fugir da cidade  InutiliaTrucant- truncar inútil  Carpe diem – aproveite o dia
  • 18.
     Vida cheiade aventura, poesia satírica, por isso ganhou a fama de boêmio devasso, poeta pornográfico  Duas fases: Arcádia e a pré- romântica.
  • 19.
     Subjetivismo: Daprópria experiência;  Poesia tensa e pessimista: dramática das angústias humanas, temas negativos, decepção amorosa.  Abandono das condições arcádicas: imagem pessimista, a noite e tempestade.  O amor deixa de ser expresso pelos suaves idílios campestres.  A poesia tende a ser confissão de sentimentos pessoas.
  • 20.
     O períodoé só uma noção;  Trata-se de um Barroco tardio e eclético  Novas técnicas pelo artesão (Alejadinho)
  • 21.
     Delimita apublicação das obras poéticas de Claudio Manuel da Costa e o início do romantismo;  Imita os modelos europeus  Fala da História da colonização  Quebra a rigidez da convençãoArcádia e prenunciam o nacionalismo romântico.
  • 22.
     Poesia Lírica: Claudio Manuel da Costa: Iniciador do neoclassicismo, é um poeta de transição. Obras poéticas sonetos e éclogas.  Tomas Antônio Gonzaga: Embora português viveu no Brasil parte de sua infância. Com 40 anos se apaixona por uma adolescente de 17 anos, depois foi preso acusado de participar da inconfidência mineira.
  • 23.
     Poesia Épica: Os poemas mais importantes: O Uruguai e Caramuru  São importantes pelas inovações que trazem para o Neoclassicismo;  Temas de nossa história colonial, a descrição da natureza tropical  Indígena como Herói  Prenuncia o nacionalismo Romântico do século XIX.