Em um artigo de 1996, a Folha de São Paulo relata que cerca de 50 milhões de brasileiros não possuem registro de nascimento, o que impacta negativamente suas vidas, especialmente em termos de cidadania e oportunidades. O relato de Agean, um garoto trabalhador e analfabeto, exemplifica essa realidade, revelando sua condição precária e falta de identificação formal. Apesar da aprovação de uma lei para a gratuidade do registro civil, muitos, como Agean, permanecem invisíveis e sem direitos básicos.