O avô do narrador, com quase noventa anos, estava sentado olhando fixamente para suas mãos enrugadas. Quando perguntado se estava bem, ele disse que sim e perguntou ao narrador se ele já havia realmente observado suas próprias mãos. O avô então conta a história de como suas mãos o serviram ao longo da vida, desde alimentá-lo quando criança até orar. Ele reflete que serão essas mesmas mãos que Deus tomará quando chegar a hora de levá-lo.