O número de jornalistas precários tem vindo a aumentar drasticamente. O número de pessoas que recebem à peça é incerto. O jornalismo está mergulhado numa crise sem precedentes, mas será que a sua origem está no próprio jornalismo? Uns defendem que sim, outros culpam o governo e a sociedade em que vivemos.
Ana largou o estágio em Lisboa e rumou ao Alentejo em busca de uma oportunidade de trabalho numa rádio local. O resultado não foi o esperado e Ana está actualmente desempregada, motivo: precariedade existente no jornalismo actual.
As horas extras de cobertura nocturna de eventos nunca foram pagas a Ana.
Perante um inúmero caso de situações desagradáveis e injustas que passou na rádio local, Ana tomou a decisão final, demitir-se.Actualmente está desempregada e ainda à espera de um verdadeiro estágio profissional.
Perante a crise que afecta o jornalismo, há quem opte por enveredar por outras áreas, é o caso de Inês Aroso, licenciada em Ciências da Comunicação e professora universitária de profissão.
Inês sempre gostou das duas áreas, mas confessa que escolheu a docência por ser mais seguro, por ter ordenado fixo ao fim do mês.
Conseguir emprego na nossa área de estudos nem sempre é fácil, há que tentar outra coisa, mas há também quem persista em não desistir dos sonhos e continuar a percorrer um percurso que por vezes é incerto.Muitos dos recém-licenciados em jornalismo optam por continuar com a vida académica através de um segundo ciclo de estudos, vulgarmente designado mestrado. Susana Cruto é uma dessas pessoas.
Susana confessa mesmo ter amor pelo jornalismo “eu apaixonei-me pelo jornalismo e nunca é demais aprender sobre ele”Mas será que este amor conseguirá ultrapassar todas as barreiras existentes? O jornalismo está em constante mudança e cada vez mais é tratado à margem da sociedade. Será que daqui a uns anos a profissão de jornalista continuará a ser tida com digna e essencial para o mundo?
Até quando os jornalistas se manterão calados perante situações de extrema discriminação e vítimas de uma precariedade sem precedentes? Até quando o jornalismo viverá nesta precariedade?FimAna Tavares

Apresentação reportagem precariedade

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    O número dejornalistas precários tem vindo a aumentar drasticamente. O número de pessoas que recebem à peça é incerto. O jornalismo está mergulhado numa crise sem precedentes, mas será que a sua origem está no próprio jornalismo? Uns defendem que sim, outros culpam o governo e a sociedade em que vivemos.
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    Ana largou oestágio em Lisboa e rumou ao Alentejo em busca de uma oportunidade de trabalho numa rádio local. O resultado não foi o esperado e Ana está actualmente desempregada, motivo: precariedade existente no jornalismo actual.
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    As horas extrasde cobertura nocturna de eventos nunca foram pagas a Ana.
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    Perante um inúmerocaso de situações desagradáveis e injustas que passou na rádio local, Ana tomou a decisão final, demitir-se.Actualmente está desempregada e ainda à espera de um verdadeiro estágio profissional.
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    Perante a criseque afecta o jornalismo, há quem opte por enveredar por outras áreas, é o caso de Inês Aroso, licenciada em Ciências da Comunicação e professora universitária de profissão.
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    Inês sempre gostoudas duas áreas, mas confessa que escolheu a docência por ser mais seguro, por ter ordenado fixo ao fim do mês.
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    Conseguir emprego nanossa área de estudos nem sempre é fácil, há que tentar outra coisa, mas há também quem persista em não desistir dos sonhos e continuar a percorrer um percurso que por vezes é incerto.Muitos dos recém-licenciados em jornalismo optam por continuar com a vida académica através de um segundo ciclo de estudos, vulgarmente designado mestrado. Susana Cruto é uma dessas pessoas.
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    Susana confessa mesmoter amor pelo jornalismo “eu apaixonei-me pelo jornalismo e nunca é demais aprender sobre ele”Mas será que este amor conseguirá ultrapassar todas as barreiras existentes? O jornalismo está em constante mudança e cada vez mais é tratado à margem da sociedade. Será que daqui a uns anos a profissão de jornalista continuará a ser tida com digna e essencial para o mundo?
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    Até quando osjornalistas se manterão calados perante situações de extrema discriminação e vítimas de uma precariedade sem precedentes? Até quando o jornalismo viverá nesta precariedade?FimAna Tavares