O documento discute a escala M-CHAT, um questionário usado para rastrear perturbações do espectro autista em crianças de 16 a 30 meses. Ele contém 20 perguntas sobre comportamentos e habilidades sociais. Os resultados não diagnosticam autismo, mas indicam o risco, sendo baixo para 0-2 falhas, moderado para 3-7 falhas e alto para 8-20 falhas. O objetivo é identificar características individuais e desenvolver estratégias educacionais diferenciadas para cada caso.