CENTRO DE 
INFORMÁTICA UFPB 
Interação além da tela: design de 
aplicações para as próximas 
gerações 
Glauco Sousa, Vinícius Antônio Campos Fagundes, Braulio Siebra, Raul Felipe 
de Morais Fernandes, Eliza Oliveira, Tatiana Aires Tavares 
www.lavid.ufpb.br 
Campina Grande – 09 de setembro de 2014 - V Jornada de Tecnologia da Informação e Comunicação
Sumário 
´ Interação Humano-Computador 
´ Design da Interação 
´ Interação Natural 
´ Drones 
´ Design Multisensorial – PAINTing BALL
Interação Humano-Computador (IHC) 
´ Sistemas (Software + hardware) 
´ Usuários (Peopleware) 
´ Interfaces de Usuário (comunicação)
Design da Interação 
´ It is not about technology… 
http://designmind.frogdesign.com/blog/behaving-badly-in-vancouver.html 
“If we, as a community, are 
not willing to invest some 
effort and yes, exert some 
influence, through the 
products and services we 
design, then how exactly will 
these changes come 
about?” 
Robert Fabricant is the frog's Vice President of Creative and an 
expert in design for social innovation.
Fato ou Ficção?
Matrix, 1999 
Minority Report, 
2002 
The 6th Day, 2000 
Ficção Científica
Kinect, 2010 
Google Glass, 2013 
Teclado Holográfico, 
2011 
Fatos Científicos
Saindo do mundo dos pixels…
Saindo do mundo dos pixels…
Saindo do mundo dos pixels…
Saindo do mundo dos pixels…
Saindo do mundo dos pixels… 
Passado… Presente… Futuro…
Como pensar no design do futuro? 
´ É loucura pensar no que ainda não “existe”? 
´ Como é possível pensar no que as pessoas vão interagir amanhã?
Como pensar no design do futuro? 
´ É loucura pensar no que ainda não “existe”? 
´ Como é possível pensar no que as pessoas vão interagir amanhã? 
Lévy, Pierre. Qu’est-ce le virtuel? (1995)
Multisensory 
Interaction Design 
Thinking of how things will look like in the 
future
Multisensory Interaction Design 
´ Quanto mais sofesticada é nossa tecnologia, mais simples e 
transparente é forma com a qual as pessoas interagem com ela. 
´ Hoje em dia, nossos bebês já possuem um modo de interação 
“touch-oriented” com anossa tecnologia. 
´ Sentidos humanos são cada vez mais exigidos na interação com a 
nossa tecnologia.
Multisensory Interaction Design 
´ Quanto mais sofisticada é nossa tecnologia, mais simples e 
transparente é forma com a qual as pessoas interagem com ela. 
´ Hoje em dia, nossos bebês-usuários já possuem um modo de 
interação “touch-oriented” com anossa tecnologia. 
´ Sentidos humanos são cada vez mais exigidos na interação com a 
nossa tecnologia.
Multisensory Design Interaction
Multisensory Design Interaction 
+ 
HUMAN SENSES
Multisensory Design Interaction 
+ 
HUMAN SENSES
Multisensory Design Interaction 
+ 
HUMAN SENSES
Multisensory Design Interaction 
+ 
HUMAN SENSES
Multisensory Design Interaction 
+ 
HUMAN SENSES
Multisensory 
Interaction Design 
Ongoing projects
Interação Natural 
Leap Motion versus Kinect
Motivação 
´ Interagir através de gestos
Motivação 
´ Interação Natural 
´ Experiência do Usuário 
´ Intuitivo 
´ Imersivo 
´ Satisfatório 
´ Avaliar a experiência
Interfaces Naturais de Usuário (NUI) 
´ Inversão de papéis 
´ O sistema enxerga as intenções do usuário 
´ Comunicação Natural 
´ Características cognitivas 
´ Interpretação pessoal
Interfaces Naturais de Usuário (NUI) 
´ Interface “invisível” 
´ Atuação direta do usuário 
´ Ausência de instrumentos intermediários
Dispositivos
Jogos com recursos de IN 
´ Fruit Ninja 
´ Arcade Mode
Experimentos realizados 
´ Leap Motion 
´ Kinect
Resultados 
´ Contato com a tacnologia 
9 
Contato Anterior 
0 
13 
9 
18 
5 
KINECT LEAP MOTION FRUIT NINJA 
Já teve contato Nunca Utilizou
Resultados 
´ Avaliação dos usuários 
8 
10 
Preferência 
Leap Motion Kinect 
4 
Avaliação da Experiência 
14 
4 
3 
9 
6 
REGULAR BOA EXCELENTE 
Leap Motion Kinect
Trabalhos Futuros 
´ Guidelines para Construção de Interfaces com IN 
´ Como usar/especificar gestos? 
´ Avaliação em outros dispositivos (MYO) 
´ Novas visões de interação natural 
´ Desenvolvimento de aplicações 
´ Novas áreas de aplicações (jogos, fisioterapia, treinamento) 
´ Expandir o alcance da tecnologia
Interação com Drones 
Interação com Objetos Físicos
Drones 
´ Definição 
´ Drone, VANT (UAV), VARP 
´ Surgimento e Ascensão 
´ EUA, cerca de 60 anos atrás 
´ Fins militares 
´ Modalidade de veículos que mais cresce em níveis de tecnologia 
´ Compartilhamento do espaço aéreo com outras aeronaves 
´ Vantagens 
´ Diversidade de aplicações 
´ Baixo custo
Drones 
´ Questionamentos 
´ Segurança x Privacidade 
´ Qualquer pessoa pode pilotar um drone? E em qualquer lugar? 
´ E se um drone cair em alguma rua, ou sobre alguém? 
´ O sistema é livre de falhas? 
´ Qual a distância que um drone deve manter de uma pessoa?
Tecnologias dos Drones 
´ Exemplos 
Drone de Asa Fixa Drone de Asa Giratória
Desafios de Áreas de Atuação 
´ Uso Militar 
´ Espionagem 
´ Patrulhamento de fronteiras 
´ Missões bélicas 
´ Uso Comercial 
´ Amazon (entregas) 
´ Vídeos (filmagem, jornalismo) 
´ Agricultura 
´ Legislação
Drones no Brasil 
´ Surgimento: década de 80 
´ Atualmente 
´ Acordo com Israel (2010) 
´ Monitoramento de fronteiras 
´ Monitoramento da Copa do Mundo 
´ Monitoramento das Olimpíadas de 2016
Tecnologia Utilizada 
´ Drone UDIR/C U817A 
´ Tamanho: 33x33 cm 
´ Peso: 0,4kg 
´ Autonomia: 7-10 minutos 
´ Distância máxima: 30 metros
Distância Interpessoal 
´ Edward Hall (1966)
Distância com Drone 
´ A distância interpessoal é válida para drones?
Experiência de Uso 
´ Áreas de atuação e exemplos de uso 
´ Uso militar, comercial 
´ Graether e Mueller (2012) – Joggobot 
´ Cormac Eubanks (2014) – Cycledrone
Experiência de Uso 
´ Voo do Drone
Experiência de Uso 
´ Making Off
Análise Qualitativa 
´ Parte II – Pergunta 1 
´ Como você se sentiria dividindo seu espaço cotidiano com drones? 
14 
12 
10 
8 
6 
4 
2 
0 
Falta de 
Privacidade 
Dúvida 
À Favor
Análise Qualitativa 
´ Parte II – Pergunta 2 
´ Você se imagina sendo acompanhado por um drone na execução de alguma atividade de seu 
cotidiano? Se sim, cite exemplos de atividades. 
14 
12 
10 
8 
6 
4 
2 
0 
Não Dúvida 
Sim
Considerações 
´ Experimento com drone realizado com 20 voluntários 
´ Análise de um questionário respondido por cada voluntário 
´ Dificuldade 
´ Autonomia da bateria do drone 
´ Conclusões Gerais 
´ A maioria das pessoas não estão acostumadas à esta tecnologia 
´ Estão dispostas a conhecê-la e a utilizá-la de alguma forma 
´ A distância interpessoal não é válida para drones como é para pessoas
PAINTing BALL 
Jogos Sinestésicos
Sinestesia 
´ Sinestesia do grego syn (união) e esthesia (sentidos) 
´ “¬Anestesia” 
´ Estímulo de um sentido quando outro é incitado 
´ Capacidade de escutar cores, sentir o sabor de formas 
52
53 Sinestesia 
´ Efeito Kiki-Bouba (Köhler, 1929)
Sinestesia em computação 
´ Corrêa et al (2009) - sistema musical de realidade aumentada para a 
terapia musical de pacientes com problemas físicos nas mãos 
54
Sinestesia em computação 
´ Tavares et al (2013) – uso de tecnologias digitais para a apreciação 
artística de pinturas sinestésicas 
55 
Fonte: Chromesthetic painting interactions: working with synethesia and interactivity - Tavares el al (2013)
Sphero 
´ Esfera robótica fabricada pela Orbotix 
´ Controle por dispositivos móveis 
´ IOS 
´ Android 
´ Movimentação 
´ Luminosidade 
56
Sphero 
´ Sensores 
´ Acelerômetro 
´ Magnetômetro 
´ Giroscópio 
´ Desenvolvimento 
´ OrbBasic 
´ Macros 
´ Bibliotecas Android e IOS
PAINTingBALL 
´ Esquema de interação proposto 
58
PAINTingBALL 
´ Storyboard e Protótipo 
59
Considerações Finais 
´ Indústria Criativa 
´ Jogos e Entretenimento 
´ Transmídia 
´ Dispositivos de Interação 
´ Acessibilidade
Convite 
http://webmedia2014.lavid.ufpb.br/ 
http://www.facebook.com/XXWebmedia 
Obrigado J 
Profa. Tatiana Aires Tavares 
E-mail: tatiana@lavid.ufpb.br 
Home: http://tatiana.lavid.ufpb.br/

Interação além da tela: design de aplicações para as próximas gerações (JATIC)

  • 1.
    CENTRO DE INFORMÁTICAUFPB Interação além da tela: design de aplicações para as próximas gerações Glauco Sousa, Vinícius Antônio Campos Fagundes, Braulio Siebra, Raul Felipe de Morais Fernandes, Eliza Oliveira, Tatiana Aires Tavares www.lavid.ufpb.br Campina Grande – 09 de setembro de 2014 - V Jornada de Tecnologia da Informação e Comunicação
  • 2.
    Sumário ´ InteraçãoHumano-Computador ´ Design da Interação ´ Interação Natural ´ Drones ´ Design Multisensorial – PAINTing BALL
  • 3.
    Interação Humano-Computador (IHC) ´ Sistemas (Software + hardware) ´ Usuários (Peopleware) ´ Interfaces de Usuário (comunicação)
  • 4.
    Design da Interação ´ It is not about technology… http://designmind.frogdesign.com/blog/behaving-badly-in-vancouver.html “If we, as a community, are not willing to invest some effort and yes, exert some influence, through the products and services we design, then how exactly will these changes come about?” Robert Fabricant is the frog's Vice President of Creative and an expert in design for social innovation.
  • 5.
  • 6.
    Matrix, 1999 MinorityReport, 2002 The 6th Day, 2000 Ficção Científica
  • 7.
    Kinect, 2010 GoogleGlass, 2013 Teclado Holográfico, 2011 Fatos Científicos
  • 8.
    Saindo do mundodos pixels…
  • 9.
    Saindo do mundodos pixels…
  • 10.
    Saindo do mundodos pixels…
  • 11.
    Saindo do mundodos pixels…
  • 12.
    Saindo do mundodos pixels… Passado… Presente… Futuro…
  • 13.
    Como pensar nodesign do futuro? ´ É loucura pensar no que ainda não “existe”? ´ Como é possível pensar no que as pessoas vão interagir amanhã?
  • 14.
    Como pensar nodesign do futuro? ´ É loucura pensar no que ainda não “existe”? ´ Como é possível pensar no que as pessoas vão interagir amanhã? Lévy, Pierre. Qu’est-ce le virtuel? (1995)
  • 15.
    Multisensory Interaction Design Thinking of how things will look like in the future
  • 16.
    Multisensory Interaction Design ´ Quanto mais sofesticada é nossa tecnologia, mais simples e transparente é forma com a qual as pessoas interagem com ela. ´ Hoje em dia, nossos bebês já possuem um modo de interação “touch-oriented” com anossa tecnologia. ´ Sentidos humanos são cada vez mais exigidos na interação com a nossa tecnologia.
  • 17.
    Multisensory Interaction Design ´ Quanto mais sofisticada é nossa tecnologia, mais simples e transparente é forma com a qual as pessoas interagem com ela. ´ Hoje em dia, nossos bebês-usuários já possuem um modo de interação “touch-oriented” com anossa tecnologia. ´ Sentidos humanos são cada vez mais exigidos na interação com a nossa tecnologia.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
    Interação Natural LeapMotion versus Kinect
  • 26.
    Motivação ´ Interagiratravés de gestos
  • 27.
    Motivação ´ InteraçãoNatural ´ Experiência do Usuário ´ Intuitivo ´ Imersivo ´ Satisfatório ´ Avaliar a experiência
  • 28.
    Interfaces Naturais deUsuário (NUI) ´ Inversão de papéis ´ O sistema enxerga as intenções do usuário ´ Comunicação Natural ´ Características cognitivas ´ Interpretação pessoal
  • 29.
    Interfaces Naturais deUsuário (NUI) ´ Interface “invisível” ´ Atuação direta do usuário ´ Ausência de instrumentos intermediários
  • 30.
  • 31.
    Jogos com recursosde IN ´ Fruit Ninja ´ Arcade Mode
  • 32.
    Experimentos realizados ´Leap Motion ´ Kinect
  • 33.
    Resultados ´ Contatocom a tacnologia 9 Contato Anterior 0 13 9 18 5 KINECT LEAP MOTION FRUIT NINJA Já teve contato Nunca Utilizou
  • 34.
    Resultados ´ Avaliaçãodos usuários 8 10 Preferência Leap Motion Kinect 4 Avaliação da Experiência 14 4 3 9 6 REGULAR BOA EXCELENTE Leap Motion Kinect
  • 35.
    Trabalhos Futuros ´Guidelines para Construção de Interfaces com IN ´ Como usar/especificar gestos? ´ Avaliação em outros dispositivos (MYO) ´ Novas visões de interação natural ´ Desenvolvimento de aplicações ´ Novas áreas de aplicações (jogos, fisioterapia, treinamento) ´ Expandir o alcance da tecnologia
  • 36.
    Interação com Drones Interação com Objetos Físicos
  • 37.
    Drones ´ Definição ´ Drone, VANT (UAV), VARP ´ Surgimento e Ascensão ´ EUA, cerca de 60 anos atrás ´ Fins militares ´ Modalidade de veículos que mais cresce em níveis de tecnologia ´ Compartilhamento do espaço aéreo com outras aeronaves ´ Vantagens ´ Diversidade de aplicações ´ Baixo custo
  • 38.
    Drones ´ Questionamentos ´ Segurança x Privacidade ´ Qualquer pessoa pode pilotar um drone? E em qualquer lugar? ´ E se um drone cair em alguma rua, ou sobre alguém? ´ O sistema é livre de falhas? ´ Qual a distância que um drone deve manter de uma pessoa?
  • 39.
    Tecnologias dos Drones ´ Exemplos Drone de Asa Fixa Drone de Asa Giratória
  • 40.
    Desafios de Áreasde Atuação ´ Uso Militar ´ Espionagem ´ Patrulhamento de fronteiras ´ Missões bélicas ´ Uso Comercial ´ Amazon (entregas) ´ Vídeos (filmagem, jornalismo) ´ Agricultura ´ Legislação
  • 41.
    Drones no Brasil ´ Surgimento: década de 80 ´ Atualmente ´ Acordo com Israel (2010) ´ Monitoramento de fronteiras ´ Monitoramento da Copa do Mundo ´ Monitoramento das Olimpíadas de 2016
  • 42.
    Tecnologia Utilizada ´Drone UDIR/C U817A ´ Tamanho: 33x33 cm ´ Peso: 0,4kg ´ Autonomia: 7-10 minutos ´ Distância máxima: 30 metros
  • 43.
  • 44.
    Distância com Drone ´ A distância interpessoal é válida para drones?
  • 45.
    Experiência de Uso ´ Áreas de atuação e exemplos de uso ´ Uso militar, comercial ´ Graether e Mueller (2012) – Joggobot ´ Cormac Eubanks (2014) – Cycledrone
  • 46.
    Experiência de Uso ´ Voo do Drone
  • 47.
    Experiência de Uso ´ Making Off
  • 48.
    Análise Qualitativa ´Parte II – Pergunta 1 ´ Como você se sentiria dividindo seu espaço cotidiano com drones? 14 12 10 8 6 4 2 0 Falta de Privacidade Dúvida À Favor
  • 49.
    Análise Qualitativa ´Parte II – Pergunta 2 ´ Você se imagina sendo acompanhado por um drone na execução de alguma atividade de seu cotidiano? Se sim, cite exemplos de atividades. 14 12 10 8 6 4 2 0 Não Dúvida Sim
  • 50.
    Considerações ´ Experimentocom drone realizado com 20 voluntários ´ Análise de um questionário respondido por cada voluntário ´ Dificuldade ´ Autonomia da bateria do drone ´ Conclusões Gerais ´ A maioria das pessoas não estão acostumadas à esta tecnologia ´ Estão dispostas a conhecê-la e a utilizá-la de alguma forma ´ A distância interpessoal não é válida para drones como é para pessoas
  • 51.
    PAINTing BALL JogosSinestésicos
  • 52.
    Sinestesia ´ Sinestesiado grego syn (união) e esthesia (sentidos) ´ “¬Anestesia” ´ Estímulo de um sentido quando outro é incitado ´ Capacidade de escutar cores, sentir o sabor de formas 52
  • 53.
    53 Sinestesia ´Efeito Kiki-Bouba (Köhler, 1929)
  • 54.
    Sinestesia em computação ´ Corrêa et al (2009) - sistema musical de realidade aumentada para a terapia musical de pacientes com problemas físicos nas mãos 54
  • 55.
    Sinestesia em computação ´ Tavares et al (2013) – uso de tecnologias digitais para a apreciação artística de pinturas sinestésicas 55 Fonte: Chromesthetic painting interactions: working with synethesia and interactivity - Tavares el al (2013)
  • 56.
    Sphero ´ Esferarobótica fabricada pela Orbotix ´ Controle por dispositivos móveis ´ IOS ´ Android ´ Movimentação ´ Luminosidade 56
  • 57.
    Sphero ´ Sensores ´ Acelerômetro ´ Magnetômetro ´ Giroscópio ´ Desenvolvimento ´ OrbBasic ´ Macros ´ Bibliotecas Android e IOS
  • 58.
    PAINTingBALL ´ Esquemade interação proposto 58
  • 59.
  • 60.
    Considerações Finais ´Indústria Criativa ´ Jogos e Entretenimento ´ Transmídia ´ Dispositivos de Interação ´ Acessibilidade
  • 61.
    Convite http://webmedia2014.lavid.ufpb.br/ http://www.facebook.com/XXWebmedia Obrigado J Profa. Tatiana Aires Tavares E-mail: tatiana@lavid.ufpb.br Home: http://tatiana.lavid.ufpb.br/