Trabalho realizado por:
Gonçalo Figueira
Pedro Mateus
João Barata
A deusa Clio adormeceu e atou
2 fios na tapeçaria da História.
Naquela manhã de Setembro, os automobilistas
viram-se no meio de uma multidão de árabes.
Os árabes assustaram-se e fizeram rodar os seus
cavalos.
O chefe dos mouros,
com a espada,
organizou os seus
homens.
Manuel Reis Tobias, agente da PSP que
estava escondido com o objetivo de
multar os automobilistas, tentou resolver
a situação.
A Polícia de Intervenção resolveu agir e
dirigiu-se para o local com grande aparato
de sirenes. Ibn-el-Muftar não achou as
pessoas perigosas.
Manuel da Silva
Lopes, camionista,
atirou uma pedra a
Mamud Beshewer.
Como resposta, Ben-Yussuf ordenou que
atirassem setas.
Os homens do
comissário Nunes e
as tropas dos Ralis e
da Escola Prática de
Administração
Militar intervieram.
O comissário Nunes ouviu o
protesto e pensou que era
uma revolta popular.
Mandou os seus homens empurrarem toda a
gente à bastonada.
Contudo, a tarefa
não foi fácil. Alguns
até foram atacados
por populares.
Os blindados dos Ralis
ficaram presos num
engarrafamento de camiões
TIR.
O capitão Aurélio
Soares organizou
uma comissão
para falar com os
árabes.
O capitão Aurélio Soares e Ibn-el-
Muftar decidiram parlamentar.
Entretanto a deusa Clio
acordou, desenlaçou os
fios e borrifou os
homens com água do
rio Letes.
Todos ficaram
perplexos
com a
situação em
que se
encontravam.
O comissário, o capitão e o
coronel enfrentaram um
processo marcial.
Como castigo, Clio
ficou proibida de
provar os manjares
dos Deuses durante
400 anos.
FIM
Realizador: Pedro Mateus, Gonçalo Figueira e João Barata
Atores: Clio;
Ibn-El-Muftar;
Capitão Aurélio Soares;
Manuel Tobias;
Comissário Nunes;
Ben-Yussuf;
Manuel Silva
Figurantes: Manifestantes;
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