O ex-ministro da Educação, Cristóvam Buarque, defende em um debate nos EUA que a Amazônia não deve ser internacionalizada, enfatizando que ela é um patrimônio brasileiro, apesar da degradação ambiental. Ele sugere que a internacionalização deve se aplicar a recursos globais, como petróleo e museus, e propõe que Nova York, como sede da ONU, também deveria ser considerada patrimônio mundial. Buarque finaliza afirmando que, enquanto for visto como brasileiro, ele continuará defendendo a Amazônia como território exclusivo do Brasil.