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CENTRO PAROQUIAL SOCIAL DE S.  PEDRO MERUFE

7 BALANÇO MODELO REDUZIDO

Dezembro 2014

RUBRICAS NOTAS

CAPITAL PRÓPRIO E P...
CENTRO PAROQUIAL SOCIAL DE S.  PEDRO MERUFE Ç

DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DOS RESULTADOS POR NATUREZAS
Dezembro 2014

montant...
CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S.  PEDRO DE MERUFE
(Instituição Particular de Solidariedade Social - lPSS)

NISS:  200 178 1...
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Prestação de contas 2014

  1. 1. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL S. PEDRO MERUFE < Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção NIF: 506 242 676; NISS: 200 178 172 81 RELATÓRIO de GESTÃO (Período económico: exercício de 2014) Exmos. Senhores, Membros dos órgãos de gestão do Centro P. Social S. Pedro Merufe 1. Actividade, gastos, rendimentos e respostas sociais: No exercício de 2014, os níveis de actividade, rendimentos, consumos e gastos sofreram, relativamente ao ano anterior, alterações conforme indicado no quadro anexo "indicadores de gestão". Por motivo da queda contínua e generalizada do rendimento disponível dos utentes (efectivos e potenciais), fruto da crise em que a economia portuguesa se encontra mergulhada, continuamos a deparar com dificuldades no que se refere ao esforço empreendido para assegurar a sustentabilidade das valências iniciadas no ano de 2012 (Lar de acolhimento e Apoio domiciliário). No ano a que se reporta o presente Relatório, o volume total dos gastos de funcionamento (cerca de 76.0006) cifrou-se em 88% do total dos rendimentos provenientes da prestação dos serviços, tendo sido apurado um resultado positivo (120936) embora de reduzida dimensão, o que seria de esperar, atenta a natureza desta Instituição, a qual não foi constituída visando o lucro, mas sim os serviços e apoios a quem deles necessita. Os Gastos totais no valor de 76.0066, repartiram-se basicamente por três grandes rubricas: «Gastos com o pessoal», 40.1106 (menos 2%, do que em 2013), equivalendo a 53% do total dos Gastos; «Compras de bens alimentares», 20.3226, (27%) e «Fornecimentos e serviços externos», 11.1096 (14,5%). Os Rendimentos, provenientes do recebimento de quotas e mensalidades pagas pelos utentes (excepto canções) totalizaram 88.0786, superando em 16% o total dos Gastos. Após ter sido ultrapassada a «fase de instalação» que, por obstáculos de natureza diversa, se prolongou por vários anos, temos exercido do modo possível a actividade para a qual nos encontramos vocacionados, apesar de estarmos ainda longe de um desempenho que garanta o crescimento sustentado dos fundos patrimoniais próprios, da diversificação das respostas sociais em termos potenciais e, por consequência, o incremento e continuidade da actividade da nossa Instituição em moldes adequados e consentâneos com a sua índole. Com a conclusão das obras de adaptação e ampliação da antiga escola básica do Mosteiro esperamos, no início de 2015, atingir parcialmente tal desiderato com a inauguração de novos equipamentos sociais, incluindo edifícios e instalações para 17 utentes, praticamente o dobro da capacidade verificada no exercício de 2014, encerrando assim uma nova fases do processo de desenvolvimento (elaboração: VirorGiI » Economista, Consumr Financeiro/ TOC) 1/3
  2. 2. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL S. PEDRO MERUFE Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção NIF: 506 242 676; NISS: 200 178 172 81 da ca acidade instalada em termos das res ostas sociais ue P pretendemos pôr em prática para dar resposta cabal à procura dos nossos serviços e valências. 2. Análise financeira: No que respeita ao investimento global, realçamos o peso do Activo não corrente, composto pelo activo fixo tangível (equipamentos - 14.2226) e investimentos em curso (edifícios e outras construções - 346.3796) no Activo total (91%) sendo o restante composto por Estado O. E.P. (IVA a recuperar - 5%) e Meios financeiros líquidos (4%). Para o financiamento do Activo a empresa recorreu a Capitais/ Fundos próprios, no montante de 150.3586 - (38%) e Alheios 247.6566 - (62%) sendo estes divididos segundo o respectivo grau de exigibilidade, em dívida corrente, i. e., até 1 ano 34.4466 (14% do passivo total) e dívida não corrente, exigível a mais de 1 ano, 213.2106 - (86% do passivo), o que revela uma estrutura "correcta" do ponto de vista do equilibrio financeiro, visto que a dívida de médio / longo prazo, juntamente com os Fundos Próprios, devem financiar os Activos não correntes (3606466), isto é, aqueles que perduram por um longo período; para além desta premissa verifica-se que, em simultâneo, o Activo de curto prazo supera o Passivo de curto prazo não dando, assim, lugar a uma pressão sobre a tesouraria, ficando por consequência garantida a regra do equilíbrio financeiro mínimo. 3. Situação contríbutiva perante o Estado: A nossa Instituição não se encontra em mora para com o Estado, nem para com a Segurança Social. 4. Aplicação de Resultados: Tendo sido apurado um Resultado Líquido positivo de 6 12.092,54, propomos que o mesmo seja transferido para Resultados Transitados. Merufep. ; r ' q “2015 à' f. , O Er íDfrecçãoÉ' (elaboraáo: VimrGil e eurorrrrsra. Consurnr Financeiro, TOC] 2/ 3
  3. 3. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL S. PEDRO NIERUFE Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção NIF: 506 242 676; NISS: 200 178 172 81 Indicadores de gestão: (valores em Euros) Ano Rubricas 2012 2013 2014 , Xijjgiãjg Prestações de serviços (P. S.) 74.205 74.795 88.078 Resultados antes de impostos 1.975 3.402 12.093 - Resultados líquido do período 1.975 3.402 12.093 255% 360.646 160% 37.359 73.036 157.863 398.015 152% Activo não corrente (m. /l. prazo) Activo corrente (cu rto prazo) TOTAL do ACTIVO Capital Próprio 96.478 150.359 Passivo não corrente (m. /l. prazo) Passivo corrente (curto prazo) 8.185 TOTAL do PASSIVO 8.185 61.385 247.656 TOTAL do CAPITAL PRÓPRIO e do PASSIVO Rácio de Autonomia financeira (1) Ráciodesolvabilldade <2› Rácio de liquidez geral (3) xl E” o cu cn I-¡ u-l N oo as w U¡ co 9° o H U1 i-l U1 N! J Rácio de Cobertura do Activo fixo (4) Rácio da estrutura de endividamento (5) _-Z-Z Ne E 40.940 40.110 0,2% 16.689 20.322 22% 1 Produtividade do trabalho (P. S. p/ trabalhador) Gastos com o Pessoal (6) Outros gastos (inclui Depreciações do Activo ñxo) GASTOS TOTAIS Notas: (1) - Capital próprio/ Activo total (2) - Capital próprio/ Passivo total (3) - Activo corrente/ Passivo corrente (4) - (Capital próprio+Pass¡vo não corrente)/ Activo total (5) a Passivo corrente/ Passivo total (6) - n! ! médio de trabalhadores, cf. base de dados do sistema de procssamento de salários; (elaboração: vlmr Gil - Economista, Consmnr Financeiro. Toc) 3/ 3
  4. 4. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) lugar da Mosteiro; Merufe; Monção; 4950-318 Merufe NIF: 506 242 676 *** NISS: 200 178 172 81 Anexo às Demonstrações Financeiras do período findo em 31-12-2014 (valores expressos em Euros) 1. Identificação da entidade A entidade «Centro Paroquial e Social de S. Pedro de Merufe» é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), tem a sua sede no lugar de Mosteiro, freguesia de Memfe, concelho de Monção, distrito de Viana do Castelo, encontrando-se enquadrada para o exercício da ACTIVIDADE DE APOIO SOCIAL PARA PESSOAS IDOSAS - CAE 87301; 88101, Rev.3. O ano de 2014 foi, na prática, o 3° ano de funcionamento efectivo no âmbito do seu objecto social, abarcando duas valências: serviço LAR (75% do valor dos serviços prestados) e serviço de APOIO DOMICILIÁRIO (25%). Apesar de se tratar do terceiro ano consecutivo de real funcionamento, terá laborado a não mais de 50% da sua capacidade normal actual, entendendo-se esta como capacidade potencial, visto não se encontar ainda completada a construção/ adaptaçãolampliação do imóvel da antiga Escola básica do Mosteiro, bem como dos equipamentos necessários Iaboração, prevendo-se para o primeiro trimestre de 2105, um acréscimo para cerca do dobro da sua capacidade de funcionamento actual, nomeadamente nas respostas Serviço de LAR e Serviço de Apoio Domiciliário, em ambas as vertentes dirigido a pessoas idosas. 2 - Referencial Contabilística de Preparação das Demonstrações Financeiras 2.1 - Enguadramento: As presentes demonstrações financeiras (DF) foram preparadas em conformidade com as normas que integram o Sistema de Normalização Contabilística (SNC), designadamente o quadro da sua Estrutura Conceptual (EC), as Bases para a Apresentação das Demonstrações Financeiras (BADF), os Modelos de Demonstrações Financeiras, o Código de Contas e as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro definidas para as entidades do sector não lucrativo (ESNL), regulado pelo Decreto-Lei n? 36-A/2011, de 09 de Março, com as alterações introduzidas pelos seguintes diplomas legais de 14 de Março de 2011: Portaria n9 105/2011 (modelos de Demonstrações Financeiras), Portaria n9 106/2011 (quad ro de contas e notas de enquadramento para as ESNL), Aviso n9 6726-B/2011 (Norma Contabilística e de Relato Financeiro para as entidades do sector não lucrativo, NCRF-ESNU), no quadro dos seguintes pressupostos: - Continuidade: significa que as DF foram preparadas subentendendo-se que a empresa opera continuadamente ao longo do tempo, não tendo em vista a liquidação imediata do seu património nem necessitando de reduzir substancialmente o volume das suas operações, sendo os seus registos contabilísticos realizados e mantidos de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal. (elaborado por Vimr cu e Economista, Consultor Financeiro, TOC) <Anex0 às DF/ 20 14> Página 1
  5. 5. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monúo; 4950-318 Merufe NIF: 506242 676 *** NISS: 200 178 172 81 - Regime da periodização económica (acréscimo): a entidade reconhece os rendimentos e gastos à medida que são, respectivamente, gerados e incorridos, independentemente do momento do seu recebimento ou pagamento, fazendo uso, neste âmbito, dos conceitos de «Devedores por acréscimos de rendimento», «Credores por acréscimos de gastos» e «Diferimentosm - Materialidade: a entidade não definiu em concreto, no período em análise, qualquer critério de materialidade pa ra efeitos de apresentação das suas DF. - Comparabilidade: as políticas contabilísticas e, bem assim, os critérios de mensuração adoptados nas presentes DF são consistentes e comparáveis com os utilizados na preparação das DF do período findo em 31-12-2013. - rincípio da não compensação: tanto activos e passivos, como rendimentos e gastos, foram objecto de relato em separado nos respectivos items constantes na face do balanço e na demonstração dos resultados, não tendo sido nenhum activo compensado por qualquer passivo, nem nenhum gasto por qualquer rendimento e vice-versa para ambas as situações. - Disposições do SNC que, em casos excepcionais, tenham sido derrogadas e respectivos efeitos nas DF: não ocorreu derrogação de qualquer disposição do SNC-ESNL que pudesse afectar a imagem verdadeira e apropriada do activo, do passivo e dos capitais próprios e, de modo idêntico, dos resultados da empresa. 3 - Principais Políticas Contabilísticas, estimativas e ¡ulgamentos relevantes 3.1 - Bases de Mensuração Usadas na Preparação das Demonstrações Financeiras Custo histórico (de aquisição): os ativos são registados pelas quantias de caixa ou equivalentes de caixa pagas, ou pelo justo valor da retribuição dada para os adquirir no momento da sua aquisição. Os passivos são registados pela quantia dos proventos recebidos em troca da obrigação (legal ou construtiva) ou, em algumas circunstâncias (v. g., impostos sobre o rendimento), pelas quantias de caixa, ou de equivalentes de caixa, que se espera que venham a ser pagas para satisfazer o passivo no decurso normal dos negócios. 3.2 - Activos fixos tangíveis (AFT) (elaborado por Vitor cn . Economista, Consultor Financeira, TOC) <Anex0 às DF/2014> Página 2
  6. 6. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção; 4950-318 Merufe NIF: 506 242 676 *** NISS: 200 178 172 81 Os elementos adquiridos até 31 de Dezembro de 2014 encontram-se registados pelo custo de aquisição, deduzido das correspondentes depreciações e de eventuais perdas por imparidade acumuladas resumindo-se, nesta fase, a «Investimentos em Curso» (96%) e «Activos fixos tangíveis - AFT» (4%). As depreciações são calculadas, pelo método das quotas constantes, de acordo com o período de vida útil estimado pela administração para cada elemento ou grupo homogéneo e em termos proporcionais com referência à fracção do tempo decorrido a partir da data em que os bens se encontrem completamente instalados e disponíveis para funcionamento (depreciação por duodécimos, por cada nova aquisição). As taxas de depreciação utilizadas correspondem, essencialmente, aos seguintes períodos de vida útil estimada (em anos): Edifícios . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . 25 Equipamento básico . ... ... ... ... .. 7 a 10 Equipamento de transporte n. a. Equipamento administrativo: n. a. Outros activos fixos ta ngiveis: n. a No caso de se veriñcar uma alteração significativa da vida útil (ou do valor residual) de um activo, a política definida passará por uma revisão da depreciação desse activo de forma prospectiva, a fim de que possa reflectir as novas expectativas, se for caso disso (atendendo à eventual variação da vida útil esperada). Não aplicável aos «Investimentos em curso». As quantias despendidas com reparações que não aumentem a vida útil dos activos nem resultem em melhorias significativas nos elementos dos AFT são reconhecidas como gastos do período em que foram incorridos, sendo tratados de modo idêntico os dispêndios com inspecção e conservação dos activos, igualmente reconhecidos como gasto. As mais ou menos-valias resultantes da alienação ou abate de um activo fixo tangivel são determinadas como a diferença entre o preço de venda e o valor liquido contabilístico, na data de alienação ou abate, sendo evidenciadas na demonstração dos resultados, em rubricas de «outros rendimentos e ganhos» ou «outros gastos e perdas». 3.3 - Activos intangíveis (não aplicável no presente exercício) No momento da sua aquisição serão reconhecidos ao custo de aquisição, deduzido das correspondentes amortizações e de eventuais perdas por impa ridade acumuladas. As amortizações serão calculadas, após a data em que os elementos estejam disponiveis para uso ou em funcionamento, pelo método das quotas constantes ou da linha recta, atendendo ao período de vida útil estimado. Poderá ser, ou não, prevista qualquer quantia para valor residual. (elaborado por wun cu - Economiaa, Consulmr Financeiro, TOC) <Anex0 às DF/ 2014> Página 3
  7. 7. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção; 4950-318 Merufe NIF: 506242 676 *** NISS: 200 178 172 81 De modo idêntico ao deñnido em relação às depreciações dos AFT, a amortização destes activos poderá ser reformulada de forma prospectiva, para traduzir novas expectativas, se for caso disso. 3.4 - Participações financeiras Na rubrica «Investimentos financeiros - investimentos noutras empresas - participações de capital» far-se-á o reconhecimento ao custo de aquisição, subtraido de qualquer perda por imparidade acumulada. Os rendimentos (dividendos ou outros) serão reconhecidos quando se estabelece o direito ao respectivo recebimento por parte da entidade, sendo reconhecidos em «Juros e outros rendimentos similares» (sendo observado o regime do «acréscimo», se for caso disso). Não aplicável no exercício em apreço. 3.5 - Impostos directos sobre o rendimento. A entidade encontra-se isenta do imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas (IRC). 3.6 - inventários As matérias-primas, subsidiárias e de consumo, foram mensuradas ao custo de aquisição (valor de compra mais despesas directas ou acessórias de compra até à sua entrada nos armazéns da empresa) o qual, sendo previsivelmente inferior ao valor realizável líquido, não foi objecto de reconhecimento de qualquer imparidade resultante de depreciação de inventários. Não houve lugar a aquisições de mercadorias durante o periodo em análise, não se encontrando, pois, tais activos reflectidos nas quantias evidenciadas na face do balanço. 3.7 ~ Clienteslutentes e Outros valores a receber As contas de «Clientes e utentes» e «Outros valores a receber» encontram-se reconhecidas pelo seu valor nominal. 3.8 - Caixa e Depósitos Bancários Este item inclui "Caixa" e "Depósitos à Ordem". Os descobertos bancários, se for caso disso, são incluídos na rubrica «Financiamentos obtidos», expressa no balanço, numa rubrica do passivo corrente. 3.9 - Fornecedores e outras contas a pagar As contas a pagar a Fornecedores e a Outros credores não sujeitas a juros, são registadas pelo seu valor nominal, sendo este substancialmente equivalente ao seu justo valor. 3.10 - Financiamentos bancários [elaborado por mm: cn - Economista, consultor Financeira, TOC) <Anex0 às DF/ 20 14> Página 4
  8. 8. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção; 4950-318 Merufe NIF: 506242 676 *” NISS: 200 178 172 81 Os empréstimos obtidos são registados no passivo pelo valor nominal recebido, líquido de comissões conexas com a sua emissão. Os encargos financeiros negociados (ou apurados com base na taxa de juro efectiva) são registados na demonstração dos resultados, com observância do regime do acréscimo. Os em réstimos obtidos são classificados como " assivos correntes" se vencíveis até 1 ano ; se a em resa diferir a P liquidação do inerente passivo por mais de 12 meses após a data do relato, serão classificados como "passivos não correntes" pelas quantias que se vencerem para além deste prazo. 3.11 - Rédito e regime do acréscimo O rédito compreende o justo valor da contraprestação recebida ou a receber pelas Prestações de serviços e Outros rendimentos decorrentes da actividade normal da Entidade. O rédito (isento de IVA) e' reconhecido líquido de abatimentos e descontos. Observou-se o disposto no ponto "10 - Rédito", das Normas contabilísticas e de relato financeiro-ESNL, dado que o rédito só foi reconhecido por ter sido razoavelmente mensurável, sendo provável que fluam para a empresa benefícios económicos e todas as contingências relativas a cada transacção tenham sido substancialmente resolvidas. Os rendimentos dos serviços prestados são reconhecidos na data da prestação dos serviços ou, se periódicos, no fim do periodo a que digam respeito. Os juros eventualmente recebidos são reconhecidos atendendo ao regime da periodização económica. As restantes receitas e despesas são registadas de acordo com o pressuposto do acréscimo pelo que são reconhecidas à medida que são geradas, independentemente do momento em que são recebidas ou pagas. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e as correspondentes receitas e despesas geradas são reconhecidas nas rubricas de "Diferimentos" ou "Outras contas a receber e a pagar". 3.12 - Subsídios Os subsídios do governo, quando tenham lugar, serão reconhecidos ao seu justo valor, dado existir a garantia de uma forte probabilidade de que o subsidio venha a ser recebido e de que a Entidade cumpra todos os requisitos pa ra o receber. Os subsídios atribuídos a fundo perdido para o financiamento de activos fixos tangiveis e intangíveis, encontram-se incluídos no item "Outras variações nos capitais próprios”. São transferidos, numa base sistemática, para resultados, à medida que decorrer o respetivo período de depreciação ou amortização. Os subsídios à exploração destinam-se à cobertura de gastos (ou diminuição de rendimentos), incorridos e registados no período pelo que, se for caso disso, serão reconhecidos em resultados, à medida que os gastos são incorridos, independentemente do momento de recebimento do subsídio. (elaborado porVitor Gil - Economista, Consultor Financeiro, Toc) <Anex0 às DF/ Z014> Página S
  9. 9. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção; 4950-318 Merufe NIF: 506 242 676 *** NISS: 200 178 172 81 3.13 - Outras políticas contabilísticas relevantes Os activos contingentes são possíveis activos derivados de acontecimentos passados e cuja existência somente será confirmada pela ocorrência, ou não, de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob controlo da empresa. Os activos contingentes não são, pelo pressuposto da prudência, reconhecidos nas demonstrações financeiras da entidade (seriam objecto de divulgação se fosse provável a existência de um beneficio económico futuro não sendo, no presente contexto, caso disso). Não aplicável no exercício em análise. Os passivos contingentes são definidos como obrigações possiveis (legais ou constmtivas) que possam emergir de acontecimentos passados e cuja existência somente seja confirmada pela ocorrência, ou não, de um ou mais acontecimentos futuros, incertos e não totalmente sob controlo da entidade; ou obrigações presentes que resultem de acontecimentos passados, mas que não são reconhecidas por não ser provável que um ex-fluxo de recursos afecte em termos económicos a entidade de tal modo que se tomasse necessário para liquidar a obrigação, ou a quantia da obrigação não possa ser mensu rada com suficiente fiabilidade. Não foram previstos passivos contingentes, pelo que não foram reconhecidos nas demonstrações financeiras da entidade, nem mesmo objecto de divulgação, por não ser provável uma saída de fundos afectando benefícios futuros. 3.14 - Juízos de valor (exceptuando os que envolvem estimativas): não aplicável no exercício em causa. 3.15 - Principais pressupostos relativos ao futuro (envolvendo risco significativo de provocar ajustamento material nas quantias escrituradas de activos e passivos durante o período financeiro seguinte): Não foram expressos pressupostos relativos ao futuro que envolvam qualquer risco de ajustamentos, materialmente relevantes, nas quantias escrituradas de activos e passivos durante o próximo período económico. 3.16 - Principais fontes de incerteza das estimativas (envolvendo determinada dose de risco de provocar ajustamento material nas quantias escrituradas de activos e passivos durante o ano financeiro seguinte): Na preparação das demonstrações financeiras a entidade adoptou certos pressupostos e estimativas que afectam os activos e passivos, rendimentos e gastos relatados. Todas as estimativas e factos assumidos pelo orgão de administração foram efectuadas com a precaução e prudência recomendadas pelo seu conhecimento e experiência da específica actividade exercida pela entidade, à data de aprovação das demonstrações financeiras, dos eventos e das transações em curso. Neste âmbito toma-se patente a preocupação da administração no que concerne nomeadamente aos prazos de pagamentos, pelo que se encontra numa das primeiras linhas de prioridades o cumprimento de pagamentos a fornecedores, por forma a preservar o equilíbrio financeiro e os rácios de solvabilidade e de consequente preservação da autonomia financeira. Quanto aos prazos de recebimentos não há evidências de desequilíbrio. (elaborado por Vitor ou - Economista, Consultor Financeiro, TOC) <Anex0 às D F / 20 14> Página 6
  10. 10. C CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monúo; 4950-318 Merufe NIF: 506242 676 "i" NISS: 200 178 172 81 As estimativas contabilísticas mais significativas reflectidas nas demonstrações financeiras incluem: vidas úteis dos activos fixos, análises de impa ridade dos activos e provisões para riscos e incertezas. As estimativas foram determinadas com base na melhor informação disponivel à data da preparação das demonstrações financeiras e com base no melhor conhecimento e na experiência de acontecimentos passados e/ ou correntes. Poderão, todavia, ocorrer situações em periodos subsequentes que, não sendo previsíveis à data do relato, não foram consideradas nessas estimativas. As alterações a tais estimativas, que ocorram posteriormente à data das demonstrações financeiras, serão corrigidas na demonstração dos resultados de forma prospectiva e alvo de relato e divulgação. 4 - Políticas contabilísticas, alterações nas estimativas contabilísticas e erros. 4.1. Efeitos das alterações de políticas e estimativas contabilísticas bem como da detecção de erros nos períodos anterior, corrente e futuros: Não ocorreram, durante o período em análise, alterações no método de determinação das estimativas, nem o conhecimento de erros materialmente relevantes, relativos a períodos anteriores, correntes ou futuros. 4.2. Outras divulgações: Não foram verificadas alterações das políticas contabilísticas, alteração de estimativas ou erros que, pela sua relevância ou materialidade, devam ser alvo de qualquer divulgação. 5 - Activos fixos tangiveis 5.1. Divulgações sobre activos fixos tangiveis, conforme guadro seguinte: Edifíciose E u¡ amento Equipamento E u¡ amenm Out. DESCRIÇÃO outras q p. . de q . p. . activos fix. TOTAL N basico administrativo , , construçoes transporte tangiveis Valor bruto início periodo 14.457,30 14.457,30 Depreciações acumuladas no início do periodo . ... ... . . . 3.777,66 3.777,66 Saldo no início do período: 10.679,64 10.679,64 (elaborado purVILor Gil Economista, ConsulrorFinanceiro, TOC) <Anex0 às DF/2014> Página 7
  11. 11. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção; 4950-318 Merufe NIF: 506242 676 """" NISS: 200 178 172 81 Variações do período Total de aumentos(ajustam) Aquisições em lê mão 5613.30 5.613,30 Total de diminuições(abates) Depreciações do período 2.071,30 2.071,30 Ajust. Depreciaç. Ac. (abates) Outras transferências Saldo fim do período 14.221,64 14.221,64 Valor bruto fim período 20.070,60 20.070,60 Depreci. Acumul. fim per. 5.848,96 5.848,96 Quadro comparativo (N41): EÍÊÍÍÂÊÍ E°": :;: :;: "m 5212222:: : : :.: ::: ::: .:: .:: , construçoes Valor bruto inicio período 12.473,28 12.473,28 Depreciações acumul. lnício per. 1.764,81 1.764,81 Saldo no início do período 10.708,47 10.708,47 Variações do período 1.984,00 1.984,00 Total de aumentos 1.984,00 1.984,00 Aquisições em 19 mão 1.984,00 1.984,00 Total de diminuições 0,00 0,00 Depreciações do período 2.012,81 2.012,81 Alienações 0,00 0,00 O utras transferências 0,00 0,00 (elaborado por Vitor cn - economista, Consultor Financeiro, TOC) <An exo às DF / 20 14> Página a
  12. 12. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção; 4950-318 Merufe NIF: 506242 676 *** NISS: 200 1 78 172 81 Saldo no fim do período 10.679,66 10.679,66 Valor bruto no fim do período 14.457,28 14.457,28 Depreci. Acumul. fim período 3.777,62 3.777,62 6 - Activos intangíveis 6.1. Não aplicável no exercício de 2014 (não existem Activos intangiveis). 7 - Locações - A entidade não possui quaisquer contratos de locação, querfinanceira, quer operacional. 8 - Custos de empréstimos obtidos 8.1 - Política contabilística adoptada no custo dos empréstimos obtidos: Os custos com empréstimos obtidos são reconhecidos como gastos na demonstração dos resultados do período, de acordo com o pressuposto do acréscimo. Os empréstimos bancários são, na sua totalidade, denominados em euros e vencem juros a taxas de mercado e de acordo com a capacidade negocial da entidade (não aplicável no exercício de 2014). Os financiamentos obtidos de Outras Entidades estão, na sua totalidade, denominados em euros e serão utilizados quando necessário, não vencendo juros. Destinam-se a financiar a construção/ realização de obras de adaptação e ampliação de um edifício préexistente, pertença de outrem, cuja utilização outorgada por comodato à entidade, em periodo longo (mais de 20 anos). Destina-se a servir de edifício residencial para a valência LAR, possuindo os necessários equipamentos não só para essa resposta social, mas também como âncora de apoio logístico ao Serviço de apoio domiciliário. Espera-se que este imprescindível equipamento venha a ser inaugurado durante o 19 trimestre de 2015. 8.2. - Não existem custos com empréstimos obtidos capitalizados em qualquer rubrica do Balanço. 8.3. Outras divulgações: (Não existem outras divulgações materialmente relevantes susceptíveis de serem evidenciadas). (elaborado por Vitor ci¡ . Ecanomisa, Consultar Financeiro, TOC) <Anex0 às DF / 20 14> Página 9
  13. 13. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção¡ 4950-318 Merufe NIF: 506242 676 *** NISS: 200 178 172 81 9 - lnve ntários 9.1. - Políticas contabilísticas adoptadas na mensuração dos inventários e fórmula de custeio utilizada: As políticas contabilísticas adoptadas na mensuração dos inventários e fórmula de custeio utilizada, encontram-se indicadas no ponto 3.6 deste anexo. 9.2,- Apuramento do custo das mercadorias vendidas e matérias consumidas e outras informações relevantes sobre as diferentes naturezas dos inventários, conforme quadro seguinte: ~ Mat. Primas, Mercadorias Mat. Primas, Tom¡ do DESCRlÇAO Mercadorias Subsid. e de Tata¡ do pel_ Anterior Subsid. - Per. pegado Consumo peñodo ' Anterior ameno, cômputo do Custo Mercad. vendidas e Mat. Primas consumidas: : inventários iniciais 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Compras 0,00 20.322,66 20.322,66 0,00 16.689,09 16.689,09 Reclassif. e Rgulariz. Existênclas 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0 , O0 Inventários finais 0,00 0,00 0,00 l 0,00 0,00 0,00 Custo Mercad. vendidas e Mat. Primas consumidas 0,00 20.322,66 20.322,66 0,00 16.689,09 16.689,09 Outras informações ____________. .__. _.. _.-. -.r. :í7-. _.. ... -._. _.. .__. -_. _._. ..__. ... .._. ... . (elaborado por Vitor Gil - Economista, Consultor Financeiro, TOC) <AIIBXD às Página 10
  14. 14. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monúo; 4950-318 Merufe NIF: 506 242 676 "”'* NISS: 200 178 172 81 9.3. - Qua ntia escritu rada de inventários dados como penhor de garantia de passivos: Não existem quaisquer inventários dados como penhores de garantia de passivos. 10 - Rédito. 10.1 - Sobre a EC e as BADF respeitantes a esta matéria, vejam-se as divulgações feitas no ponto 3.11 deste Anexo. 10.2 - Quantia de cada categoria significativa de rédito reconhecida durante o periodo, conforme quadro seguinte: Valores do período DESCRIÇÃO Valores do período . anterior Prestações de serviços 88.077,99 74.794,70 Juros/ rendim. simi| ares obtidos(d. p.p. ) 3,76 1,27 Outros réditos 17,88 380,00 Total 88.099,63 75.175,97 11 - Subsídios do Governo e apoios do Governo 11.1. Políticas conta bilísticas adoptadas pa ra os subsídios do Governo, incluindo os métodos de apresentação adoptados nas demonstrações financeiras: já descritas no ponto 3.12, deste anexo. 11.2. Não aplicável à entidade, no exercício de 2014. [elaborado por Vitor ou - Economista. Consultor Financeiro, TOC) <Anex0 às DF / 20 14> Página 11
  15. 15. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção; 4950-318 Merufe NIF: 506 242 676 *** NISS: 200 178 172 81 12 -Impostos e contribuições 12.1. A entidade encontra-se isenta do paga mento de impostos sobre o rendimento (IRC) e, bem assim, sobre o património (IMT e IMI), imposto do selo e IUC, este sob determinadas condições e a requerimento da IPSS. Nota: Nos termos legais em vigor, as declarações fiscais podem estar sujeitas a revisão e correcção por parte da autoridades tributária durante um periodo de quatro anos (cinco para a Segurança Social), excepto quando tenha havido prejuizos fiscais, tenham sido concedidos benefícios fiscais, ou estejam em curso inspecções, reclamações ou impugnações, casos em que, em função das circunstâncias, os prazos são alargados ou suspensos. Deste modo, as declarações fiscais da empresa, dentro destes prazos, poderão vir, ainda, a ser sujeitas a revisão. O órgão de administração da entidade entende que eventuais correcções resultantes de revisões/ inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos não teriam efeito signiñcativo nas demonstrações financeiras. 12.2. Outras divulgações relacionadas com impostos sobre os rendimentos Não existem quaisquer factos materialmente relevantes para divulgar, sobre esta matéria. 12.3. Divulgações relacionadas com outros impostos e contribuições: Não existem quaisquer outros factos materialmente relevantes a divulgar, além dos abaixo mencionados: 13 - Instrumentos financeiros 13.1. Perdas por impa ridade em activos financeiros: Não foram reconhecidas perdas por imparidade em activos financeiros. 13.2. Discriminação das dívidas de cobrança duvidosa: Não foram reconhecidas dividas de cobrança duvidosa ou em mora. (elaborado por Virar Gil - Economista, consuimr Financeiro, TOC) <Anex0 às DF / 20 14> Página 12
  16. 16. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção; 4950-318 Merufe NIF: S06 242 676 “f” NISS: 200 178 172 81 13.3. Categorias (naturezas) de activos e passivos financeiros, perdas por imparidade, rendimentos e gastos associados: não aplicável no exercicio em análise. 13.4. Situações de incumprimento, pa ra empréstimos contra idos reconhecidos à data do balanço: Não existe qualquer incumprimento no decurso do periodo relativo a amortização, juro, procura de fundos ou nos termos da conversão de tais empréstimos que permitam ao credor exigir o pagamento à data do balanço. 14 - Benefícios dos empregados: 14.1. Pessoal ao serviço da empresa e horas trabalhadas ANO 2013: - N9 médio de N9 de horas DESCR| ÇAO pessoas trabalhadas Pessoas ao serviço da empresa, por sexo 4 7.392 (a tempo completo) Masculino 0 0 Feminino 4 7.392 14.2. Benefícios dos empregados e encargos da entidade: DESCRlÇÃO Valor do Valor periodo periodo anterior Gastos com o Pessoal 40.110,43 40.940,22 (elaborado por Vitor Gil - Economista, Consultor Financeiro, TOC] <Anex0 às DF/2014-> Página 13
  17. 17. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção; 4950-318 Merufe NIF: 506 242 676 *W* NISS: 200 178 172 81 Remunerações do Pessoal 32.809,60 33.048,58 Encargos sobre Remunerações 6.959,29 6.742,12 Outros gastos c/ Pessoal 341,54 1.149,52 14.3. Outras divulgações: A entidade não proporciona aos seus empregados qualquer benefício pós emprego ou por cessação de emprego para além das obrigações que decorrem da própria legislação laboral. Não existem quaisquer outros factos materialmente relevantes para divulgação. 15 - Divulgações exigidas por diplomas legais 15.1. Informação por atividade económica: DEscRlçð cAʧtfálgÍ78eão1 ma' Prestações de Serviços 88.077,99 88.077,99 Compras 20.322,66 20.322,66 Fornecim. Serviços Extemos 11.108,56 11.108,56 Custo mercadvendidas e mat. Consumidas 20.322,66 20.322,66 N9 médio de pessoas ao serviço 4 4 Gastos com o Pessoal 40.110,43 40.110,43 (elaborada por Vitor Gil . Economica, Consultor Financeiro, TOC) <Anex0 às DF / 2014> Página 14
  18. 18. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monáo; 4950-318 Merufe NIF: 506242 676 *** NISS: 200 178 172 81 Remunerações 32.089,60 32.089,60 Outros gastos 8.020,83 8.020,83 Activos fixos tan gíveis Valor líquido ñnal 14.221,64 14.221,64 Total das aquisições 5.613,30 5.613,30 Propriedades de investimento 0,00 0,00 Valor líquido final 0,00 0,00 15.2. Informação por mercado geográfico: Mercado Mercado Merc. Extra- DESCRIÇÃO _ . . . . , _ Total Interno comunitario comunitario Vendas 0,00 00,00 0,00 0,00 Prestações de serviços 88,077,99 0,00 0,00 88,077,99 Compras 20.322,66 0,00 0,00 20.322,66 Fornecim Serviços Externos 11.108,56 0,00 0,00 11.108,56 Aquüição activos fixos tangiveis 5613,30 0,00 0,00 5613,30 Rendimentos suplementares 13.406,20 0,00 0,00 13.406,20 15.3. Decomposição e movimento do capital próprio: [elaborado pcrvllor Gil -Economislm Consultor Financeiro, TOC) <Anex0 às DF/2014> Página 15
  19. 19. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção; 4950-318 Merufe NIF: 506242 676 *f* NISS: 200 178 172 81 DESCRIÇÃO Saldo inicial Débitos Créditos Saldo final Resultados transitados (495,24) 0,00 3.401,92 2.906,68 Outras variações nos fundos patrimoniais 93.571,55 0,00 41.788,13 135.359,68 Total 93.076,31 0,00 45.190,05 138.266,36 15.4. Outras divulgações exigidas por diplomas legais: A entidade apresenta a sua situação regularizada perante a Autoridade Tributária e Aduaneira, tendo Iiquidado as suas obrigações fiscais nos prazos legalmente estipulados. Apresenta igualmente a sua situação regularizada perante a Segurança Social, tendo Iiquidado as suas obrigações contributivas nos prazos legalmente estipulados. 16 - Outras informações: 16.1 - Discriminação dos fornecimentos e serviços externos: DESCRIÇÃO Valor do Valor Período Periodo anterior Subcontratos 0,00 0,00 Trabalhos especializados 30,54 477,95 Honorários 1.348,40 1.328,40 (elaborado pci Vitor Gil - Economista, Consultor Financeiro, TOC) <Anex0 às DF/2014> Página 16
  20. 20. 5 CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção; 4950-318 Merufe NIF: 506242 676 *** NISS: 200 178 172 81 Conservaçao e reparação 905,84 687,74 Outros serviços 242,24 150,85 Ferramentas e utensílios desg. ráp. 471,42 9,77 Material escritó río 150,68 242,93 Artigos para oferta 0,00 30,00 Medicamentos, exames e consultas 356,19 126,07 Outros 476,38 0,00 Electricid ade 541,73 1.168,08 Combustíveis 2.168,55 2.621,87 Deslocações e estadas 118,40 8,40 Comunicação 188,61 243,44 Seguros (excepto A. T.) 122,71 100,91 Contencioso e notariado 41,50 198,45 Despesas de representação 41,20 0,00 Limpeza, higiene e conforto 3.834,39 2.587,60 Outros serviços 106,00 0,00 Total 11.108,56 9.982,46 16.2. - Outras divulgações consideradas relevantes para melhor compreensão da posição financeira e dos resultados: (elaborado por vum cn - Economias, Consultor Financeiro, TOC) <Anex0 às DF / 2014> Página 17
  21. 21. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção; 4950-318 Merufe NIF: 506 242 676 '** NISS: 200 178 172 81 As demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de Dezembro de 2014 foram aprovadas pela Direcção e autorizadas para emissão no início de Março de 2015. Após a data do Balanço não ocorreu nenhum acontecimento que, pela sua dimensão ou natureza, implique ajusta mentos nas demonstrações financeiras. Para melhor compreensão da situação económica e financeira da entidade reporta-se para a análise económica e financeira anexa. 17 - Fluxos de caixa 17.1.- Desagregação dos valores inscritos na rubrica de caixa e em depósitos bancários: DESCRIÇÃO Saldo inicial Débitos Créditos Saldo final Caixa 4.395,61 157.326,74 156.128,01 5.594,34 Depósitos à ordem: 15.241,32 252.898,54 257.374,78 10.765,08 BCP 15.241,32 252.898,54 257.374,78 10.765,08 Total 19.636,93 410.225,28 413.502,79 16.359,42 Note-se que as quantias «Caixa e equivalentes de caixa» incluem os totais dos movimentos e saldos de Caixa e de Depósitos bancários. Os descobertos bancários seriam apresentados na face do Balanço, no passivo corrente, na rubrica "Financiamentos obtidos" se fosse caso disso. (elaborado por Vitor Gil - Economista, Consultor Financeiro, TOC) <ADEXO àS DF/ ZO 14> Página 18
  22. 22. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social) Lugar do Mosteiro; Merufe; Monção; 4950-318 Merufe NIF: 506 142 675 "' N55: 200 178 172 81 17.2. - Comentário da Direcção sobre a quantia dos saldos significativos de caixa e seus equivalentes: Todos os saldos de caixa e seus equivalentes estão, na sua totalidade, disponíveis para uso. 17.3. - Outras informações: Não existem quaisquer outros factos materiaimente relevantes para divulgar, para além do reconhecimento de que as demonstrações financeiras são resultantes da expressão, medida e análise dos fenómenos patrimoniais ocorridos na entidade durante o periodo económico em apreço, inerentes ao sistema de contabilidade implementado, o qual se baseou e operou sobre o conjunto de documentos entregues ou facultados ao TOC (e apenas estes), para a execução das tarefas que lhe são cometidas. o. .. . TOC, V3# m Vitor Manuel Alves Gil um. 12s nas 931 r. o.c. restará-iss; ¡hkibnrzidn ; mr Vilar u. ) -lítuilumlsll Coxisulmr línanreira, rar. ; <Anex0 às DF/2014> líwjiu i -i
  23. 23. CENTRO PAROQUIAL SOC| AL DE S. PEDRO MERUFE BALANÇO MODELO REDUZIDO De_zernbro_2014 Montante: expressos em Euro "””“'°^s “m” ACTIV_O Activo não corrente: Activos fixos tangiveis . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Propriedades de investimento . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . Activos intangiveis . ... ... ... . . . 360.600,66 133.573,11 Investimentos financeiros. .. Accionistas/ sócios . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . 360.646,16 138.673,11 Activo corrente: inventários. . Clientes. ... ..4 Adiantamentos a lomecedoresz. ; . ... ... .. . . Estadqe outros entes públicos Accionistas/ sócios . ... ... ... ... ... .. . . Outras contas a recebem. Diferimentos. . Outros activos financeiros. 1.800,88 2.366,00 19.203,75 4.207,31 5,48 Caixa e depósitos bancários . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . 16.359,42 37.369,03 26.210,24 Total do Activo 398.015 19 164.883 35 - ¡_ Página 1 ae 2 10
  24. 24. CENTRO PAROQUIAL SOCIAL DE S. PEDRO MERUFE 7 BALANÇO MODELO REDUZIDO Dezembro 2014 RUBRICAS NOTAS CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO MOHIaMBS expressos em Euro PERÍODOS ÉíÉí Capital realizado . ... ... ... ... ... .. Acções (quotas) próprias. Outros instrumentos de capital próprio. Prémios de emissão. . Reservas legais . ... ... .. Outras reservas . ... ... ... ... . . . Resultados transitados. Excedentes de revalorização . ... ... ... .. Outras variações no capital próprio. .. Resultado líquido do periodo . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... __ Total do capital próprio Passivo: (.00) (.00) ___ (DO) (,00) (,00) (,00) (495,24) (.00) (.00) (.00) _ __ (.00) 2.906,68 (.00) 135.359,68 138.266,36 93076.31 12.092,54 3.401,92 150-358.9o _ 96.478,23 Passivo não corrente Provisões . ... ... ... ... ... ... ... . . . l-'Inanoiarnentos obtidos Outras contas a pagar . ... .. Passivo corrente Fomecedores . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Adiantamentos de clientes . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. Estado e outros entes públicos. . Accionistas/ sócios . ... ... ... ... ... ... . . . Financiamentos obtidos. .. Diferimentos . ... ... ... ... ... ... .. Outras contas a pagar . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... _ Outros passivos financeiros . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. Total do passivo (.00) , _ __ _132:399›9° . Total do Capital Próprio e do Passivo 398.015 19 164.883 35 Página 2 de 2 Notas: (a) - valor respeitante ao periodo 2014: conta 27 (parte) 10 L eríodo 2014: contas 23 e 27 arte . b) › valor reseitante ao
  25. 25. CENTRO PAROQUIAL SOCIAL DE S. PEDRO MERUFE Ç DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DOS RESULTADOS POR NATUREZAS Dezembro 2014 montantes expressos em EURO PERÍODOS RUBRICAS NOTAS _s_- 2o14 2013 RENDIMENTOS E GASTOS Vendas e serviços prestados . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Subsídios à exploração . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Ganhoslperdas imputados de subsidiárias, associadas e empreendimentos conjuntos. .., Variação nos inventários da produção . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . Trabalhos para a própria entidade . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas. (20.322,66) (R$689,09) Fomecimentos e serviços extemos . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . (11.108,56) (9.982,46) Gastos com o pessoal . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . (40.110,43) (40.940,22) imparidade de inventários (perdas/ reversões) . ... ... ... .. imparidade de dividas a receber (perdas/ reversões). . Provisões (aumentoslreduções) . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . imparidade de investimentos não depreciáveislamortizáveis (perdaslreversões). Aumentoslreduções de justo valor . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. 88.077,99 74.794,70 Outros rendimentos e ganhos 21,64 381 ,27 Outros gastos e perdas . ... ... . . . (2.394,14) (2.149,47) Resultados antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos 14.163,84 5.414,73 Gastos/ reversões de depreciação e de amortização . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. (2.071 ,30) (2.012,81) imparidade de investimentos depreciáveis/ amortizáveis (perdaslreversões) . ... ... ... ... ... .. se Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) 12.092,54 3.401,92 Juros e rendimentos similares obtidos . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. Juros e gastos similares suportados . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. Resultado antes de impostos 12.092,54 3.401,92 Imposto sobre o rendimento do periodo. . Resultado liquido do período 12.092,54 3.401,92 Resultado das actividades descontinuadas (líquido de impostos) incluido no RL Exercicir Resultado líquido do período atribuível a: * Detentores do capital da empresa-mãe . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Interesses minoritários . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. Resultado por acção básico . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . " - Esta informação apenas será fornecida no caso de contas consolidadas Licenciado a: BRITO & GIL, LDA. 22-04-2015
  26. 26. CENTRO PAROQUIAL E SOCIAL DE S. PEDRO DE MERUFE (Instituição Particular de Solidariedade Social - lPSS) NISS: 200 178 172 81 *** NIF: 506 242 676 Demonstra ão de Resultados or Valências Ano 2014 GASTOS: 61 Custo das Matérias consumidas: Matérias-primas, Subsidiarias 20.322,66 15.242,00 5.080,67 0 Subtotal 20.322,66 15.242,0 5.080,67 Fornecimentos e Serviços Externos: Trabalhos especializados Honorários Conservação e reparação Outros serviços (serviços bancários) Ferramentas e utensílios desgaste ráp. Material de escritório 30,54 1.348,40 905,84 242,24 471,42 150,68 356,19 476,36 541,73 2.168,55 118,40 188,61 127,71 41,50 3.834,39 3.259,23 575,16 106,00 106,00 0,00 11.108,56 7.894,18 3.214,38 30,54 1.348,40 435,17 242,24 471,42 150,68 356,19 476,36 541,73 0,00 118,40 188,61 127,71 41,50 0,00 0,00 470,67 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 2.168,55 0,00 0,00 0,00 0,00 Medicamentos, consultas, exames p/ utentes Outros materiais Electricidade Combustíveis Deslocações e estadas Comunicação Seguros (excepto A. T.) Contencioso e notariado Limpeza, higiene e conforto-rasa LAR) Outros serviços Subtotal Gastos com o Pessoal: Remunerações do pessoal Encargos Segurança Social Seguros Acidentes de Trabalho 32.809,60 24.607,20 6.959,29 5.219,47 1.739,82 341,54 256,16 85,39 8.202,40 Su btotal Depreciações do período: Equipamento básico 2.071,30 2.071,30 Outros gastos e perdas: Impostos (taxas) 370,62 370,62 2.023,52 2.023,52 0,00 O : O RENDIMENTOS: Prestações de serviços Quotas/ mensalidades Outras Prest. Serviços (val. LAR) Outros rendimentos e ganhos 17,88 17,88 0,00 Juros e out. rendim. similares 3,76 3,76 0,00 2 Total dos rendimentos 88.099,63 76.579,63 11.520 oo - íím Result-WM líquid° 4° Perí°d° _ --- I I 1/1 OUÍTOS (correcç. relat. exerc. anteriores) 72 7211+7212 7251 78 11.520,00 0,00 86.326,99 1.751,00 74.806,99 1.751,00

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