ARRANQUE MOTORES AC

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Arranque directo
Inversor de giro
Arranque estrella- delta
Arranque dalhander
Arranque motor anillos rasantes
Arranque motor trifásico como monofásico
Portón de garaje
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ARRANQUE MOTORES AC

  1. 1. 1
  2. 2. 2 Yury Daniela Rojas Mican Juan David Puerto López Gabriel Eduardo Cruz Forero Frankly Hernando Moreno Zamora 518253-1
  3. 3. 3 Informes sobre Arranque directo Inversor de giro Arranque estrella- delta Arranque dalhander Arranque motor anillos rasantes Arranque motor trifásico como monofásico Portón de garaje Frenado por el contrario corriente
  4. 4. 4 Tabla de contenido 1. ARRANQUE DIRECTO ............................................................................................................... 8 1.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO ................................................................................ 8 1.1.1. MATERIALES ................................................................................................................ 8 1.1.2. FUNCIONAMIENTO ..................................................................................................... 8 1.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS ........................................................................................... 8 1.2.1. VENTAJAS ..................................................................................................................... 8 1.2.2. DESVENTAJAS ............................................................................................................. 9 1.3. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO .................................................................................... 9 1.3.1. PAR VS VELOCIDAD ................................................................................................... 9 1.3.2. TIEMPO VS CORRIENTE ......................................................................................... 10 1.4. ESQUEMA ........................................................................................................................... 10 1.5. APLICACIONES ................................................................................................................. 11 1.6. MEDICIÓN DE PRUEBA (V; I; N) ................................................................................... 11 1.6.1. DATOS PLACA ............................................................................................................ 11 1.6.2. DATOS MEDIDOS ...................................................................................................... 11 2. INVERSOR DE GIRO................................................................................................................ 12 2.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO .............................................................................. 12 2.1.2. MATERIALES .............................................................................................................. 12 2.2.2. FUNCIONAMIENTO ................................................................................................... 12 2.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS ......................................................................................... 13 2.2.1. VENTAJAS ................................................................................................................... 13 2.2.2. DESVENTAJAS ........................................................................................................... 13 2.3. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO .................................................................................. 13 2.3.1. PAR VS VELOCIDAD ................................................................................................. 13 2.3.2. TIEMPO VS CORRIENTE ......................................................................................... 14 2.4. ESQUEMA ........................................................................................................................... 14 2.5. APLICACIONES ................................................................................................................. 15 2.6 MEDICIÓN DE PRUEBA (V; I; N) .................................................................................... 15 2.6.1. DATOS DE PLACA ..................................................................................................... 15 2.6.2. DATOS MEDIDOS ...................................................................................................... 15
  5. 5. 5 3. ARRANQUE ESTRELLA- DELTA .......................................................................................... 16 3.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO .............................................................................. 16 3.1.1 MATERIALES................................................................................................................ 16 3.1.2 FUNCIONAMIENTO .................................................................................................... 16 3.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS ......................................................................................... 17 3.2.1. VENTAJAS: .................................................................................................................. 17 3.2.2. DESVENTAJAS: .......................................................................................................... 17 3.4. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO .................................................................................. 17 3.4.1. PAR VS VELOCIDAD ................................................................................................. 17 3.4.2. TIEMPO VS CORRIENTE ......................................................................................... 18 3.6.1. PLACA MOTOR ........................................................................................................... 19 3.6.2. DATOS MEDIDOS ...................................................................................................... 19 4. ARRANQUE DALHANDER ...................................................................................................... 20 4.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO .............................................................................. 20 4.1.1. MATERIALES .............................................................................................................. 20 4.1.2. FUNCIONAMIENTO ................................................................................................... 20 4.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS ......................................................................................... 21 4.2.1. VENTAJAS ................................................................................................................... 22 4.2.2. DESVENTAJAS ........................................................................................................... 22 4.3. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO .................................................................................. 22 4.3.1. PAR VS VELOCIDAD ................................................................................................. 22 4.4. ESQUEMA ........................................................................................................................... 23 4.5. APLICACIONES ................................................................................................................. 23 4.6. MEDICIÓN DE PRUEBA (V; I; N) ................................................................................... 24 4.6.1. DATO DE PLACA ....................................................................................................... 24 4.6.2. DATOS MEDIDOS ...................................................................................................... 24 5. ARRANQUE MOTOR ANILLOS ROZANTES ...................................................................... 25 5.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO .............................................................................. 25 5.1.1. MATERIALES .............................................................................................................. 25 5.1.2. FUNCIONAMIENTO ................................................................................................... 25 5.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS ......................................................................................... 26 5.2.1. VENTAJAS ................................................................................................................... 26
  6. 6. 6 5.2.2. DESVENTAJAS ........................................................................................................... 26 5.3. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO .................................................................................. 26 5.3.1. PAR VS VELOCIDAD ................................................................................................. 26 5.3.2. TIEMPO VS CORRIENTE ......................................................................................... 27 5.4. ESQUEMA ........................................................................................................................... 27 5.5. APLICACIONES ................................................................................................................. 27 5.6. MEDICIÓN DE PRUEBA (V; I; N) ................................................................................... 28 5.6.1. DATOS PLACA ............................................................................................................ 28 5.6.2. DATOS TOMADOS ..................................................................................................... 28 5.6.2.1. CON REÓSTATO .................................................................................................... 28 6. ARRANQUE MOTOR TRIFÁSICO COMO MONOFÁSICO ............................................... 29 6.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO .............................................................................. 29 6.1.1. MATERIALES .............................................................................................................. 29 6.1.2 FUNCIONAMIENTO .................................................................................................... 29 6.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS ..................................................................................... 29 6.2.1 VENTAJAS .................................................................................................................... 29 6.2.2 DESVENTAJAS ............................................................................................................ 30 6.3. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO .................................................................................. 30 6.3.1. PAR VS VELOCIDAD ................................................................................................. 30 6.3.2. TIEMPO VS CORRIENTE ......................................................................................... 30 6.4. ESQUEMA ........................................................................................................................... 31 6.5. APLICACIONES ................................................................................................................. 31 6.6. MEDICIÓN DE PRUEBA (V; I; N) ................................................................................... 31 6.6.1DATOS DE PLACA ....................................................................................................... 31 6.6.2. DATOS DE MEDICIÓN .............................................................................................. 31 6.6.2.2. DELTA ....................................................................................................................... 32 7. PORTÓN DE GARAJE.............................................................................................................. 33 7.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO .............................................................................. 33 7.1.1. MATERIALES .............................................................................................................. 33 7.1.2. FUNCIONAMIENTO ................................................................................................... 33 7.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS ......................................................................................... 33 7.2.1. VENTAJAS ................................................................................................................... 33
  7. 7. 7 7.2.2. DESVENTAJAS ........................................................................................................... 33 7.3. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO .................................................................................. 34 7.3.1. PAR VS VELOCIDAD ................................................................................................. 34 7.3.2. TIEMPO VS CORRIENTE ......................................................................................... 34 7.4. ESQUEMA ........................................................................................................................... 35 7.5. APLICACIONES ................................................................................................................. 35 7.6. MEDICIÓN DE PRUEBA (V; I; N) ................................................................................... 35 7.6.1 PLACA MOTOR ............................................................................................................ 35 7.6.2. DATOS MEDIDOS ...................................................................................................... 35 8. FRENADO POR LA CONTRACORRIENTE .......................................................................... 37 8.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO .............................................................................. 37 8.1.1. MATERIALES .............................................................................................................. 37 8.1.2. FUNCIONAMIENTO ................................................................................................... 37 8.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS ......................................................................................... 37 8.2.1. VENTAJAS ................................................................................................................... 38 8.2.2. DESVENTAJAS ........................................................................................................... 38 8.3. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO .................................................................................. 38 8.3.1. PAR VS VELOCIDAD ................................................................................................. 38 8.3.2. TIEMPO VS CORRIENTE ......................................................................................... 38 8.4. ESQUEMA ........................................................................................................................... 39 8.5. APLICACIONES ................................................................................................................. 39 8.6. MEDICIÓN DE PRUEBA (V; I; N) ................................................................................... 40 8.6.1. PLACA MOTOR ........................................................................................................... 40 8.6.2. DATOS MEDIDOS ...................................................................................................... 40
  8. 8. 8 1. ARRANQUE DIRECTO 1.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO 1.1.1. MATERIALES Se usaron en el circuito de mando x Un disyuntor (q) Un térmico (f1) Un pulsador normalmente serrado (s0) Un pulsador normalmente abierto (s1) Una bobina con un contactor normalmente serrado y uno normalmente abierto (km1) Tres testigos (h1 h2 h3) En el circuito de potencia se usaron Un disyuntor (q) Tres contactores normalmente abiertos (km1) Un relé térmico (f1) Y un motor trifásico 1.1.2. FUNCIONAMIENTO cuando el circuito esta energizado pero sin funcionar el testigo h2 esta prendido, cuando accionamos s1 la bobina se energiza haciendo que el contacto normalmente abierto (km1_ 13-14) se cierre para que quede un enclavamiento y el testigo h1 se accione, al mismo tiempo hace que los contactos de circuito de potencia(km1_1-2_3-4_5-6) de enclaven haciendo que el motor se ponga en marcha y el contacto normalmente serrado(km1_11-12) se habrá haciendo que el testigo h2 se des energice mostrándonos que está en marche el motor , cuando hay algún problema con el relé (f1) este se dispara haciendo que el testigo h3 se energice. 1.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS 1.2.1. VENTAJAS Es lo más sencillo. Por lo general, más económico Tecnología más accesible. Mayor confiabilidad. Menor mantenimiento.
  9. 9. 9 Menor espacio. Mayor velocidad para su puesta en marcha. Mayor velocidad para arrancar. Mayor facilidad para los operadores. Menor posibilidad de equivocación al momento de automatizar. Relación cupla bomba motor en el período de arranque asegura su aceleración hasta el régimen. 1.2.2. DESVENTAJAS Elevada corriente de arranque Provoca caídas de tención Sobredimensionamiento del sistema de protección (cables y contactores) Produce picos de torque Aumenta el mantenimiento y quiebras mecánicas 1.3. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO 1.3.1. PAR VS VELOCIDAD
  10. 10. 10 1.3.2. TIEMPO VS CORRIENTE 1.4. ESQUEMA
  11. 11. 11 1.5. APLICACIONES La potencia del motor es débil con respecto a la red la limitar las perturbaciones que provoca la corriente solicitada La máquina accionada no requiere un aumento progresivo de velocidad y dispone de un dispositivo mecánico que impide el arranque brusco El par de arranque debe ser elevado 1.6. MEDICIÓN DE PRUEBA (V; I; N) 1.6.1. DATOS PLACA Motor tipo4acb-80b 220v-380v 1500rpm 3,5-2,1 a 50-60hz 1.6.2. DATOS MEDIDOS 1132,1 rpm 220v 0,4 a nominal 1.7 a de arranque
  12. 12. 12 2. INVERSOR DE GIRO 2.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO 2.1.2. MATERIALES Un trio de fusibles (f1f) Un relé térmico (f2f) Tres contactos normalmente abiertos (k1m) Tres contactos normalmente abiertos (k2m) Un térmico (f2f) Un pulsador normalmente cerrado (s0q) Dos pulsadores normalmente abiertos (s1q-s2q) Un contactor normalmente abierto (k1m) Un contactor normalmente abierto (k2m) Un contactor normalmente cerrado (k1m) Un contacto normalmente cerrado (k2m) Tres testigos (h1q-h2q-h0q) Dos bobinas (k1m-k2m) 2.2.2. FUNCIONAMIENTO Para lograr la inversión de giro de un motor vasta con montar dos contactores en paralelo, uno le enviará las 3 fases en un orden y en otro intercambiará dos de las fases entre si manteniendo la tercera igual. El esquema de potencia quedará como sigue. En el esquema de mando tendremos que tener la precaución de que los dos contactores no puedan funcionar a la vez, ya que ello provocará un cortocircuito a través del circuito de potencia. Para evitarlo se montarán unos contactos cerrados, llamados de enclavamiento, en serie con las bobinas de los contactores contrarias. En el mercado también existen contactores ya construidos a tal efecto que incluyen unos enclavamientos mecánicos para una seguridad adicional. Inversor de giro pasando por paro. Mando de dos contactores mediante dos pulsadores de marcha (s1 y s2) y parada a través del contacto del relé térmico f2 o pulsador s0.
  13. 13. 13 Ambos contactores no pueden funcionar a la vez (enclavamientos eléctricos). La marcha de un contactor debe pasar por paro. En caso de avería por sobre intensidad lucirá h0q. 2.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS 2.2.1. VENTAJAS Es seguro porque cuando se energiza el pulsador s1q el pulsador s2q queda des energizado y así evitar un corto 2.2.2. DESVENTAJAS Al momento de poner en marcha s2q toca interrumpir la circula de energía con s0q 2.3. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO 2.3.1. PAR VS VELOCIDAD
  14. 14. 14 2.3.2. TIEMPO VS CORRIENTE 2.4. ESQUEMA
  15. 15. 15 2.5. APLICACIONES El par de arranque disminuye de forma cuadrática, luego solo es válido ante cargas de bajísimo par de arranque. Hoy está casi obsoleto. 2.6 MEDICIÓN DE PRUEBA (V; I; N) 2.6.1. DATOS DE PLACA Motor tipo4acb-80b 220v-380v 1500rpm 3,5-2,1 a 50-60hz 2.6.2. DATOS MEDIDOS 1,5 a de arranque 0,5 a nominal Horario 219 v de arranque n=1237 rpm Anti horario 1225 rpm V1-u1=192v U1-w1=175.3v V1-w1=186.7v
  16. 16. 16 3. ARRANQUE ESTRELLA- DELTA 3.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO 3.1.1 MATERIALES En el circuito de control se usaron Cuatro fusibles (f3) Un térmico (f2) Un pulsador normalmente cerrado (s0) Un pulsador normalmente abierto (s1) Tres bobinas (km1-km2-km3) Una bobina temporizada (kt1) Un contactor normalmente abierto (km1) Dos pulsadores normalmente serrados (km1-km2) Un contactor normalmente abierto (kt1) Un contactor normalmente cerrado (kt1) En el circuito de potencia de uso Tres fusibles (f1) Un disyuntor (s1) Tres tríos de contactores normalmente abiertos (km1-km2-km3) Un relé térmico (f) 3.1.2 FUNCIONAMIENTO Se cierra km1 y km2 conectándose el motor en estrella y arrancando con los valores de par e intensidad del punto 1(fíjate que km2 cortocircuita x-y-z). A continuación la velocidad va aumentando y el punto de funcionamiento del motor evoluciona hacia el punto 2. Transcurrido un pequeño tiempo (de 2 a 5 s), se abre km2 y simultáneamente se cierra km3 (que cortocircuita u-z, v-x, w-y) con lo cual el motor se conecta en triángulo (salto del punto 2 al 3). X que la caja de conexiones no tiene chapas puesto que los puentes los realizan los contactores (km2 para la estrella y km3 para el triángulo).
  17. 17. 17 Finalmente el motor evoluciona en triángulo desde el punto 3 al 4, donde el motor se estabiliza a la velocidad que corresponda en función del par de carga. 3.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS 3.2.1. VENTAJAS: Costo reducido No tiene límite en el número de arranques Componentes ocupan poco espacio Corriente de arranque reducida para 1/3 (curva de i) 3.2.2. DESVENTAJAS: Disponibilidad de 6 bornes para conexión La tensión de red debe coincidir con la tensión en triángulo del motor En el arranque el motor debe alcanzar por lo menos 90% de su velocidad nominal Torque de arranque reducido para 1/3 del nominal 3.4. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO 3.4.1. PAR VS VELOCIDAD
  18. 18. 18 3.4.2. TIEMPO VS CORRIENTE ESQUEMA
  19. 19. 19 3.5. APLICACIONES Se una en la industria ya que reduce los esfuerzos mecánicos y limitando las corrientes durante el arranque 3.6. MEDICIÓN DE PRUEBA (V; I; N) 3.6.1. PLACA MOTOR Motor tipo4acb-80b 220v-380v 1500rpm 3,5-2,1 a 50-60hz 3.6.2. DATOS MEDIDOS Corriente arranque 4.7 a Corriente nominal 1.2 a 1.1 a estrella 0.6 a delta 915.49 rpm estrella 1143.2 rpm delta
  20. 20. 20 4. ARRANQUE DALHANDER 4.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO 4.1.1. MATERIALES En el circuito de mando se usaron Un fusible (F5) Dos térmicos (F3-F4) Un pulsador normalmente cerrado (S0) Dos pulsadores dobles (S1-S2) Tres contactos normalmente abiertos (KM1-KM2) Tres contactos normalmente cerrados (KM1-KM2-KM3) Tres bobinas (KM1-KM2-KM3) En el circuito de potencia se usaron Dos tríos de fusibles (F1-F2) Tres tríos de contactos (KM1-KM2-KM3) Dos relés térmicos (F3-F4) 4.1.2. FUNCIONAMIENTO Las características eléctricas de los elementos de mando y protección necesarios, para ejecutar este tipo de arranque serán como mínimo las siguientes: - contactor k1, para la conexión y desconexión del motor en pequeña velocidad. Será de una intensidad igual o superior al in del motor en conexión triángulo, y con categoría de servicio ac3. - contactores k2 y k3, para la conexión y desconexión del motor en gran velocidad. Serán de una intensidad igual o superior al in del motor conectado en doble estrella, y con categoría de servicio ac3. - relés térmicos f3 y f4, para la protección contra sobrecargas en ambas velocidades. Cada uno se calibrará a la in del motor que este consuma, en la velocidad que protege. - fusibles f1 y f2, para la protección contra cortocircuitos. Serán del tipo am e intensidad igual o superior a la máxima in del motor, en cada una de sus dos velocidades.
  21. 21. 21 - fusible f5, para la protección de los circuitos de mando. - botonera, con un pulsador simple de parada s0 y dos pulsadores dobles de marcha s1 y s2. Seguidamente se describe, de forma resumida, el proceso de arranque, tanto en pequeña como en gran velocidad: a)- arranque y parada en pequeña velocidad - arranque, por pulsación sobre s1. - cierre del contactor de línea k1 y arranque del motor, conectado en triángulo. - auto alimentación, por (k1, 13-14). - apertura de (k1, 21-22), que actúa como enclavamiento, para que aunque se pulse ahora marcha s2, no se exciten los contactores de gran velocidad k2 y k3. - parada, por pulsación sobre s0. b)- arranque y parada en gran velocidad. - arranque, por pulsación sobre s2. - cierre del contactor de estrella k2, que forma la estrella del motor, al cortocircuitar: u1, v1 y w1. - cierre del contactor de línea k3, por (k2, 21-22), con lo cual el motor se pone en marcha, conectado en doble estrella. - auto alimentación, por (k2, 13-14) - apertura de (k2, 21-22) y (k3, 21-22), que actúan como enclavamiento, para que nunca pueda cerrarse k1, mientras lo estén k2 o k3. - parada, por pulsación sobre s0. Los contactos auxiliares de la botonera (s1 y s2, 21-22), actúan como enclavamiento doble de botonera, para que si se intentan pulsar a la vez ambos pulsadores de marcha, no pueda excitarse ningún contactor. Estos contactos podrían suprimirse, siempre que existiera un enclavamiento de tipo mecánico, entre los contactores k1 y k2. 4.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS
  22. 22. 22 4.2.1. VENTAJAS A igual potencia, su tamaño y peso son más reducidos. Se pueden construir de cualquier tamaño y forma, siempre que el voltaje lo permita. Tiene un par de giro elevado y, según el tipo de motor, prácticamente constante. Su rendimiento es muy elevado (típicamente en torno al 75 %, aumentando a medida que se incrementa la potencia de la máquina). Este tipo de motores no emite contaminantes, aunque en la generación de energía eléctrica de la mayoría de las redes de suministro, sí se emiten contaminantes. No necesita de refrigeración ni ventilación forzada, están autoventilados. No necesita de transmisión/marchas. 4.2.2. DESVENTAJAS Hacen distancias inferiores Detecta solo materiales metálicos. 4.3. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO 4.3.1. PAR VS VELOCIDAD 4.3.2. Tiempo vs corriente
  23. 23. 23 4.4. ESQUEMA 4.5. APLICACIONES Los motores eléctricos se utilizan en la gran mayoría de las máquinas modernas. Su reducido tamaño permite introducir motores potentes en máquinas de pequeño tamaño, por ejemplo taladros o batidoras. Su elevado par motor y alta eficiencia lo convierten en el motor ideal para la tracción de transportes pesados como trenes; así como la propulsión de barcos, submarinos y dúmperes de minería.
  24. 24. 24 4.6. MEDICIÓN DE PRUEBA (V; I; N) 4.6.1. DATO DE PLACA 220v 60hz 2p=8/4 p=0,7 /1.4kw n=800/1700rpm 4.6.2. DATOS MEDIDOS 220v 5,6a linea 2,6a face n= 990 rpm n=1669 rpm
  25. 25. 25 5. ARRANQUE MOTOR ANILLOS ROZANTES 5.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO 5.1.1. MATERIALES En el circuito de potencia se usaron Un trio de fusibles (f1f) Tres contactores normalmente abiertos (k1m) Un relé térmico (f2f) Tres contactores normalmente abiertos de (k2m) Tres resistencias (r) En el circuito de control se usaron Un fusible (f3f) Un térmico (f2f) Un pulsador normalmente serrado (s0q) Un pulsador normalmente abierto (s1q) Dos contactor normalmente abierto (k1m) Dos bobinas (k1m-k2m) Una bobina temporizada (k3t) Un contacto normalmente abierto (k3t) 5.1.2. FUNCIONAMIENTO Cuando accionamos S1Q la bobina K1M se energiza haciendo que contacto normalmente abierto se cierre quedando un enclavamiento para que cuando se deje de oprimir el pulsador no se des energice, con esto el motor inicia con el variador de velocidad Al mismo tiempo se cierra el contacto normalmente abierto del segundo ramal haciendo que las bobinas una de ellas temporizada (K3T) tomándose un tiempo ( el programado )para que se cierre el contacto normalmente abierto de dicha bobina haciendo que se
  26. 26. 26 energice K2M haciendo un enclavamiento del trio de contactos normalmente abiertos de K2M para que el motor quede a velocidad nominal 5.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS 5.2.1. VENTAJAS Arranque configurable. Se puede elegir la A arranque suave. La velocidad aumenta a tramos La alimentación es continua. No hay cortes 5.2.2. DESVENTAJAS Es caro (Un método económico es utilizar resistencias líquidas (cubos de carbonato de sodio) El par de arranque es pequeño Es un método ineficaz y con gran pérdida calórica . 5.3. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO 5.3.1. PAR VS VELOCIDAD
  27. 27. 27 5.3.2. TIEMPO VS CORRIENTE 5.4. ESQUEMA 5.5. APLICACIONES Máquinas de arranque en carga, de arranque progresivo: grúas, puentes grúa, ascensores, montacargas, compresores de pistón, bombas volumétricas, cizallas, trituradoras, etc.
  28. 28. 28 5.6. MEDICIÓN DE PRUEBA (V; I; N) 5.6.1. DATOS PLACA 220-380 v 2p=4 60 Hz 2.2 kW n=1700 rpm 5.6.2. DATOS TOMADOS 1694 rpm arranque 1787 rpm nominal 1,6 a resistencia rotorica 4,3 a nominal 5.6.2.1. CON REÓSTATO 880rpm arranque 1783 rpm nominal 1,6a nominal
  29. 29. 29 6. ARRANQUE MOTOR TRIFÁSICO COMO MONOFÁSICO 6.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO 6.1.1. MATERIALES En el circuito de mando se uso Un fusible (F) Un pulsador normalmente cerrado (S0) Un pulsador normalmente abierto (S1) Un contactor normalmente abierto (KM1) Una bobina (KM1) En el circuito de potencia se uso Un disyuntor (Q1) Un dúo de contactos normalmente abiertos (KM1) Condensadores (depende los faradios para el numero de condensadores) 6.1.2 FUNCIONAMIENTO Cuando pulsamos S1 la bobina se energiza haciendo que el contacto normalmente abierto de KM1 se cierre y este haga un enclavamiento para que cuando de deje de pulsar S1 no se des energice la bobina, cuando la bobina se energiza se cierra el dúo de contactos de KM1 haciendo tención e intensidad pasando por un relé térmico este a su vez deja pasar la tensión y la intensidad de la L1 la cual va conectada en paralelo a un grupo de condensadores que hacen un desfase de 90 grados y simulando la línea tres. 6.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS 6.2.1 VENTAJAS son ideales para la mayoría de las ocasiones. Los motores del condensador de arranque son buenos motores de uso general
  30. 30. 30 6.2.2 DESVENTAJAS Que contienen elementos delicados que requieren una revisión periódica; es preciso entonces comprobar eldesgaste del colector, de las escobillas, el envejecimiento de los muelles que las oprimen contra las delgas delcolector, etc. El contacto deslizante entre colector y escobillas produce chispas que pueden perturbar el funcionamiento de los receptores de radio y de televisión que se encuentran en zona próxima al motor 6.3. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO 6.3.1. PAR VS VELOCIDAD 6.3.2. TIEMPO VS CORRIENTE
  31. 31. 31 6.4. ESQUEMA 6.5. APLICACIONES son ideales en las máquinas que son pequeñas con baja potencia, generalmente fracciones de un caballo de fuerza, como ventiladores, bombas, refrigeradores, taladros portátiles y compresores. 6.6. MEDICIÓN DE PRUEBA (V; I; N) 6.6.1DATOS DE PLACA Motor tipo4acb-80b 220v-380v 1500rpm 3,5-2,1 a 50-60hz 6.6.2. DATOS DE MEDICIÓN 120 v
  32. 32. 32 6.6.2.1. ESTRELLA 1187 rpm 2.5 a arranque 6.6.2.2. DELTA 1312 rpm 1.5 a nominal
  33. 33. 33 7. PORTÓN DE GARAJE 7.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO 7.1.1. MATERIALES En el circuito de mando se uso Un fusible (F) Un pulsador normalmente cerrado (S0) Dos pulsadores normalmente abiertos (S1-S2) Dos contactos normalmente abiertos (KM1-KM2) Dos contactos normalmente cerrados (KM1-KM2) Dos bobinas (KM1-KM2) Dos finales de carrera (FC1-FC2) 7.1.2. FUNCIONAMIENTO Cuando pulsamos S1 se energiza KM1 haciendo un enclavamiento paralelo al pulsador para que cuando se deje de pulsar S1 no se des energice la bobina al mismo tiempo el contacto normalmente cerrado del segundo ramal se abre haciendo que no se pueda activar KM2 hasta que el final de carrera se abra para que des energice la bobina KM1; cuando se des energice KM1 podemos activas KM2 con el pulsador S2 haciendo el mismo procedimiento anterior. 7.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS 7.2.1. VENTAJAS Cuando vamos salir solo tenemos que oprimir un botos para que se abra y se cierre sin necesidad de abrirlo o cerrarlo nosotros mismos 7.2.2. DESVENTAJAS Toca esperar hasta que la puerta abra el final de puerta para que se pueda invertir el giro y dejarlo del mismo modo
  34. 34. 34 7.3. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO 7.3.1. PAR VS VELOCIDAD 7.3.2. TIEMPO VS CORRIENTE
  35. 35. 35 7.4. ESQUEMA 7.5. APLICACIONES Garajes de casas 7.6. MEDICIÓN DE PRUEBA (V; I; N) 7.6.1 PLACA MOTOR Motor tipo4acb-80b 220v-380v 1500rpm 3,5-2,1 a 50-60hz 7.6.2. DATOS MEDIDOS 0,4 a constante
  36. 36. 36 220v l1-l2 218v l2-l3 1138.8 rpm
  37. 37. 37 8. FRENADO POR LA CONTRACORRIENTE 8.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO 8.1.1. MATERIALES En el circuito de mando se usaron Un térmico (F1) Un pulsador normalmente cerrado (S1) Un pulsador normalmente abierto (S2) Un contactor normalmente abierto (KM1) Dos contactos normalmente cerrados (KM1-KM2) Una bobina temporizada de des enclavamiento (KT1) Dos bobinas (KM1-KM2) En el circuito de potencia se usaron Un disyuntor (Q1) Dos tríos de contactos normalmente abiertos (KM1-KM2) Un relé térmico (F1) 8.1.2. FUNCIONAMIENTO Cuando pulsamos S2 la bobina KM1 se energizan haciendo que el Contacto normalmente abierto que este en paralelo al pulsador S2 se enclave y el contactor normalmente cerrado se abrra para que no se activeKM2 cuando KT1 se energice haciendo que el contacto normalmente abierto de la bobina temporizada de des enclavamiento se cierre. Cuando pulsamos S1 se des energiza los ramales de las bobinas KM1-KT1 de des energice, pero el contacto normalmente abierto de la bobina teorizada de des enclavamiento sigue enclavado y ahí es cuando la bobina hace el conteo para desanclarse y así entrar en funcionamiento las bobina KM2 creando un par inverso al par motor que se le denomina par de frenado. 8.2. VENTAJAS Y DESVENTAJAS
  38. 38. 38 8.2.1. VENTAJAS Para el motor en menos de un segundo no se debe tomar la precaución de impedir la inversión de marcha de la máquina accionada 8.2.2. DESVENTAJAS Par de frenado bajo Frenado en zona inestable de la curva par velocidad Corriente alta durante el frenado Solicitación del rotor muy levada Necesario construcción especial 8.3. CURVAS DE FUNCIONAMIENTO 8.3.1. PAR VS VELOCIDAD 8.3.2. TIEMPO VS CORRIENTE
  39. 39. 39 8.4. ESQUEMA 8.5. APLICACIONES Cuando hay un problema y es necesario parar el motor en menos de un segundo
  40. 40. 40 8.6. MEDICIÓN DE PRUEBA (V; I; N) 8.6.1. PLACA MOTOR Motor tipo4acb-80b 220v-380v 1500rpm 3,5-2,1 a 50-60hz 8.6.2. DATOS MEDIDOS I línea 0,4 a I de arranque 3,3 223v v-u-w 1128.3 rpm

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