10/02/2015

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Responsabilidade Civil e...
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  1. 1. 10/02/2015 Trabalhos e Monografias Gerador de Citação Resumo do Livro Como Julgar, Defender e Acusar - Artigos Cientíñcos - Rose25058O Olá claudiatriba Pesquise 2.300.000 Trabalhos 1 Mais T> (9 posthcus Página Inicial » Diversos Resumo do Livro Como Julgar, Defender e Acusar Enviado por rose250580, junho 2013 | 17 Páginas (4666 Palavras) | 174 Consultasl | | FACULDADE DO SUL DA BAHIA CURSO DE DIREITO ROSILANA SILVA DE ALMEIDA COMO JULGAR, COMO DEFENDER, COMO ACUSAR Roberto Lyra TEIXEIRA DE FREITAS 2013 ROSILANA SILVA DE ALMEIDA COMO JULGAR, COMO DEFENDER, COMO ACUSAR Roberto Lyra Resumo do Livro Como Julgar, Como Defender, Como J do autor Roberto Lyra, apresentado ao colegiado do Curso de Direito da FASB - Faculdade do Sul da Bahia, como atividade avaliativa do III Semestre da disciplina Direito Penal II Orientador: Prof. Dr. Gilberto R. Camoos http: //www. trabalhosfeitos. com/ ensaios/ Resumo-Do-Livro-Como-Julgar-Defender/30576B45.htmI R$49 R$ 46,55 Você não tem nenhum trabalho salvo até o momento. Trabalhos Relacionados Resumo - como Acusar, como defender, como julgar . ..“Honraremos osjuizes que, sem garantias reais, contrariam os interesses dos poderosos; que, com a pobreza. .. 4 Páginas Resumo como os juizes devem julgar Resenhas: Como os Juizes devemjulgar- Ivo Gico JuniorA nova Interpretação. .. 6 Paginas Resenha - Livro "DOS DILEMAS E DA ARTE DE JULGAR". . ..Resenha - Livro “DOS DILEMAS E DA ARTE DE JULGAR”. O livro. .. 5 Paginas Resumo do livro a organização dos livros . ..Resenha do Livro O homem desde a criação do universo tem sido o senhor de tudo sobre a. .. 1/14
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  3. 3. 1 0/02/201 5 Resumo do Livro Como Julgar, Defender e Acusar - Artigos Científicos - Rose250580 Responsabilidade Civil e Penal do Juiz O juiz preside o processo com o dever legal de diligenciar e fiscalizar, de tudo elucidar e suprir no uso de crescente arbítrio. Suas imperícias e frouxidões devem ser intransigentemente punidas. Todos quantos concorreram para elas, devem sofrer as sanções legais. O Estado responderá pela culpa in eligendo (concurso de nomeações) e in vigilando (ética e disciplina), com a ação regressiva correspondente. A Constituição do Brasil, dispõe: "As pessoas jurídicas de direito público, responderão pelos danos que seus funcionários, nessa qualidade, causarem a terceiros" (art. 107). Cabe "ação regressiva contra o funcionário responsável nos casos de culpa ou de dolo” Em regra, os "erros judiciários" não ressoam. Há erros miúdos, ordinários, despercebidos ou tolerados. Os erros que repercutem são relativos à autoria de homicídio, propícios à exploração publicitária. Julgamento É preferível julgar bem a julgar depressa. Que é julgar bem? É melhor absolver um culpado que condenar um inocente. O juiz ficará em duvida se quiser, se constitucionalmente hesitante, indeciso e tímido. Agora ele dirige, preside mesmo a instrução, mandando ouvir testemunhas não arroladas e determinando outras provas, inclusive pericial. Justiça rápida, sim, porém, refletida. Nem todojuiz demora ojulgamento para melhor refletir, esmiuçar, esclarecer. Há atrasos que nada têm a ver com cautela, escrúpulo, segurança. Há os que reclamam preparando "luminosas" para a publicidade. O processo penal é o mais importante e o mais difícil, mais importante, pelos extremos vexames e constrangimentos, pelas tremendas expectativas para o réu e os que o amam, os que dele dependem, dificil, pela publicidade, pela agitação, pela falta de meios, pelo acúmulo de sen/ iço, pelos prazos, pelo arbítrio. O juiz não opta, inconseqüentemente, entre versões e angulações. Ele escurece ou ilumina destinos, como responsável pela vida ou pela morte. A morte lenta é mais cruel. Arbítrio A lei penal limita o arbítrio do juiz, precisando o que ele deve e o que pode fazer. O juiz há de partir da lei e a ela voltar para o dispositivo. Ele não pode ditar sua lei. Será ditador. Dai um conflito ainda sem menção entre a lei - lei e a lei que está na mente do aplicador com o complexo de César. Grandes magistrados omitiram ou afeiçoaram penas de cominação rígida. Tais rebeldias, além de contribuírem para a incerteza do Direito, pecam pela iniqüidade. Só aproveitam aos réus confiados à excepcional emancipação de um julgador que, em sua consciencia solta, opta pela ilegalidade contra a justiça. Ajustiça penal, visa o futuro. E é neste que devem concentrar-se o espírito e o coração do juiz. O juiz não deve atribuir-se onisciência para, a um toque de vara, extrair toda http: /lwww. trabalhosfeitos. com/ ensaios/ Resumo-Do-Livro-Como-JuIgar-Defender/30576B45.htmI 3/14
  4. 4. 1 0/02/201 5 Resumo do Livro Como Julgar, Defender e Acusar - Artigos Científicos - Rose25058O a verdade de um aspecto, de um episódio, de um personagem na superfície das formalidades e das convenções. E isso entre dados de toda a ordem que dividem os técnicos mais peritos e atentos. Jurisprudência Não há bem dizer, jurisprudência "Pansa e pacífica", para sumulas, maximários, ementários, salvo quanto à arte e à técnica. Como impor "normas aconselháveis" à prestação jurisdicional? A diversidade do mérito retletirá a justaposição casuística. O acusado incidirá na lei e a sentença incidirá em tipicidade magna, sobre o acusado Ética A ética profissional é devida por todos os juristas, sobretudo pelos juizes, e não somente pelos advogados. Ela não se limita à disciplina ordinária, ao escrúpulo comum, à compostura e à cortesia elementar. Antes e acima de tudo, deve imperar a ética humana, social, patriótica, cívica, doméstica. Cap. II- ARTE E TÉCNICA DOS DEFENSORES Milciades Mário de Sá Freire, Advogado da Liberdade Individual "Muito vale trabalhar pela liberdade individual. Por pouco que se faça nunca se é esquecido" Adolgo Bergamini, Advogado do Povo "Morre um liberal, mas não morre a liberdade" Cândido Mendes de Almeida, Advogado Professor Transferiu sua cátedra para a tribuna forense, continuando nela suas prelações sobre processo penal e seus clamores contra as misérias e infâmias de nossas prisões. José Cândido de Albuquerque Melo Matos Tornemos irrestrita, autônoma e estável a jurisdição do juizado de menores, através de um juiz único, nunca um tribunal, jurista especializado, com assessores vindo da sociologia, da pedagogia, da medicina, todos dotados de competência técnica, mas, sobretudo, de vocação para uma das mais importantes obras humanas. Antonio Evaristo de Morais Foi precursor da legislação social a co-autor de um projeto de código criminal, serviu até a morte os ideais de sua juventude sofredora e Iutadora: abolicionista, republicano, socialista. Mário Bulhões Pedreira Estava sempre fazendo discurso. .. A composição absolvia e, às vezes, desviava o estrategista. A memória vinha superlotada. João da Costa Pinto Uma das suas armas era a parte mímico, simulando desconexão entre palavras e gestos. João Romero Neto °: Ir1rrlrñ I I. '., .:,1^ VP . ... ... m^. no, m;: ^. : ..ç. ,.. ... .:-^n›^ I AÍNnÕÍnArÍ/ s var¡ “AIAMJAA http: /lwww. trabalhosfeitos. com/ ensaios/ Resumo-Do-Livro-Como-JuIgar-Defender/30576B45.htmI 4/14
  5. 5. 1 0/02/201 5 Resumo do Livro Como Julgar, Defender e Acusar - Artigos Científicos - Rose25058O ollllplcb G IuUIuU Ila dlgulllclltayuu, llllldllàlyblllü t: Uuallllauu Ila jJUIUllIIbd. Heitor Lima Estava sempre com cara de espanto. Truculento e terrorista. Mais dialético do que retórico. Mário Gamero Não defendia, explicava o crime e tinha sempre o que dizer, porque conhecia bem os fundamentos da sociologia e, sobretudo, da antropologia criminal. Sua linguagem era original, clamorosa, sincera. Stélio Galvão Bueno Sua violência fria, astuta e premeditada, varando recessos, seus desafios audaciosos obrigaram muitas vezes, a advertências e até a interrupções do plenário. Cap. III- CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS Este código acrescenta às normas gerais de ética as que o advogado deve especialmente observar 1) Deveres fundamentais 2) Primeiras relações com o cliente - aceitação da causa 3) Exercicio da advocacia 4) Relações pessoais com o cliente 5) Relações em juízo 6) Exercício de cargos públicos e relações com a administração 7) Desistência do mandato 8) Honorários 9) Obsen/ ância do código 10) Extensão do código 11) Modificação do código 12) Vigência do código Cap. IV - ERRO DE TÉCNICA DA ACUSAÇÃO Direito e Medicina Substituiram os loucos pelos estudantes. Não acredito nestes sem a febre da paixão, da ruptura, do avanço. Juliano Moreira Quando não encontrava o que elogiar em alguém, exclamava: “Esforçadd” Heitor Carrilho O professor deve apresentar a ciência bastante baixa para ser vista por todos e bastante alta para não ser tocada por ninguém. Acusação e Sentença "Se o procurador pede o mínimo, é que o caso é de absolvição”. Antonio Eugênio Magarinos Torres Era um associador de homens. A sociedade brasileira de Criminologia deve- lhe a ressurreição. O congresso, em que discutimos e anteprojeto Alcântara Machado, foi obra de sua devoção e de seu sacrifício. http: /lwww. trabalhosfeitos. com/ ensaios/ Resumo-Do-Livro-Como-JuIgar-Defender/30576B45.htmI 5/14
  6. 6. 1 0/02/201 5 Resumo do Livro Como Julgar, Defender e Acusar - Artigos Científicos - Rose25058O Cap. v- ERRO DE ETICA NA ACUSAÇÃO Julgamento do assassino do Barão de Werther O crime é um auto-retrato para galerias celeradas, diante dos gemidos, das lágrimas e das súplicas do mutilado, revelou insensibilidade mercenária Cap. VI - CORREÇÃO DE ERRO DE TÉCNICA NA ACUSAÇÃO Influência da emoção na responsabilidade Penal “Os hiperemotivos ficam ininterruptamente, sob o império de uma espécie de opressão psíquica que se traduz nas circunstâncias múltiplas da vida cotidiana, mesmo as mais fúteis, por estados diversos de apreensão, de dúvida, de escrúpulo, de hesitação, de impulsividade" influencia da fadigada responsabilidade Penal Quantos são martirizados pela vigília, exaurindo-se nas lides obscuras de biscates e serões? Não dormem porque não podem, porque necessitam de comer ainda que migalhas, porque precisam estender um trapo pelo corpo. Não é possível favorecer um homem por um motivo que se estende a multidões. "É profanação falar em fadiga nesta causa! " Maldita a fadiga da ganância, a fadiga do vicio, a fadiga da exploração. Se a fadiga anti social influi na responsabilidade de quem mata, que diriamos da exaustão social? A massa que passa fome e sede, não desce dos morros para saquear armazém, ou reservatórios. Os pais com filhos sem remedio, não assaltam farmácias. E os enterrados vivos nas minas, os minérios humanos confundidos nas fornalhas, as imagens de Deus, abismada no lixo e no excremento? Homens intoxicados pelos excessos nas labutas honestas e desesperados pelas privações, são condenados diariamente em todo país. E só se interrompe o abandono para o castigo. Cap. VII- CONCILIAÇÃO ENTRE ÉTICA E TECNICA NA ACUSAÇÃO Crime de amor filial Entre tantos casos que emergem da memória retrospectiva, cada vez mais viva coma idade - consolo ou tormento da velhice - escolho o que me parece próximo de uma conciliação entre ética e técnica, considerando-se a soberania do Júri e sua sensibilidade pelos motivos do crime. Cap. VIII- PENITÊNCIA DE UM PROMOTOR PÚBLICO Teria abusado? Se é o órgão da lei e ñscal de sua execução e a lei determina a absolvição em certos casos, quando ocorrer qualquer deles, promotor público não somente pode, como deve, exatamente para a execução da lei, reconhecer a inocência e pedir absolvição. Cap. IX - CORREÇÃO DE ERRO DE TÉCNICA NA ACUSAÇÃO http: /lwww. trabalhosfeitos. com/ ensaios/ Resumo-Do-Livro-Como-JuIgar-Defender/30576B45.htmI 6/14
  7. 7. 10/02/2015 Resumo do Livro Como Julgar, Defender e Acusar - Artigos Científicos - Rose25058O Justiça privada A pior forma da justiça privada - luta livre entre ofensor e ofendido, ante a diferença da sociedade, é julgar, hoje, tendo em vista apenas a situação do criminoso, suas condições, suas conveniências, suas suplicas, suas versões, por mais verídicas e poderosas. É a justiça pública, atendendo a um aspecto da causa, com desprezo dos direitos da vítima e de sua família e da sociedade. Matar alguém A vida e o único bem de recuperação impossível. Para defendê-Ia do nascituro ao agonizante, ambulâncias preterem o movimento da cidade, limita-se a liberdade pessoal, interrompe-se a rota dos navios, impõem-se quarentenas e isolamentos, internam-se contagiosos, penetra-se no domicilio. .. Para proteger a vida de quem matou, contra a injustiça pela multidão, mobiliza-se a força. A honra dos jurados Os jurados são responsáveis civis e criminalmente, como os demais juízes. Cidadãos, para os quais apelam pessoalmente a lei e justiça, que se erguem, solenemente, em publico, prometendo sinceridade, retidão, imparcialidade, convicção, para o serviço exclusivo da verdade, sentir-se-ão, à vontade pra transpor os limites morais do julgamento. A condenação nas penas do libelo é o que a sociedade espera de vós. Prova testemunhal Todo depoimento acusa s condições pessoais e até personalissimas, objetivas e subjetivas, fisiológicas e psicológicas da testemunha, ao receber, fixar e reproduzir as mensagens. Dívida e certeza, mentira e verdade Falam-se em dúvidas. Resolvendo dúvidas é que adquirimos certeza. E a certeza para o júri não depende de formalismo e ficções. Honra e verdade Em dois instantes a soberania popular exige, solenemente, a legitimação ética: no compromisso, añançado pela honra, de julgar sem paixão e sem interesse, é no veredicto, que o próprio nome diz - é expressão da verdade. Honra e verdade! O amor ou a vida "Não há diferença entre o bandido que exige a bolsa ou a vida e o apaixonado que reclama o amor ou a vida! ” Embriaguez e honra O crime não lava a honra, porque e desonra. Trata-se de brutal vingança. O amor próprio não é pretexto para o homicídio, mas pode ser, com pena, estímulo para a redenção. Em causa social e não em causa própria Não se julga em causa própria, ainda imaginariamente. O júri há de sobrepor as razões sociais e às razoes individuais. Resistir às versões e súplicas http: /lwww. trabalhosfeitos. com/ ensaios/ Resumo-Do-Livro-Como-JuIgar-Defender/30576B45.htmI 7/14
  8. 8. 10/02/2015 Resumo do Livro Como Julgar, Defender e Acusar - Artigos Científicos - Rose25058O pessoais é agir sentimentalmente, humanamente, para evitar dores maiores no futuro. O sacrifício da parte culpada, presen/ a o todo inocente, a bem dos direitos e garantias comuns, hoje da vítima deste réu, amanhã deste próprio réu, como vitima. Berços, e não túmulos O verdadeiro passional não mata. O amor é, por natureza e por finalidade, criador, fecundo, solidário, generoso. O amor jamais desceu aos bancos dos réus. Para os fins da responsabilidade, a lei considera apenas o momento do crime. É nele o que atua é o ódio. O amor não figura nas cifras da mortalidade, e sim nas da natalidade, não tira, põe gente no mundo. Está nos berços, e não nos túmulos. Júri- Júri O júri é júri quando obedece à flama da convibração comunitária. Punição protetora Punir é proteger o réu, contra o desespero dos que ficaram com o coração em crepe. Caridade e Justiça O júri não é instituição de caridade, mas de justiça. Não enxuga lágrimas integradas no passivo do crime, mas o sangue derramado na sociedade. Erros contra a liberdade Se o veredicto não convence a defesa ou a acusação, dispõem ambas de recursos. Erros, comete-os tanto o juiz popular, quanto o juiz togado. E os erros contra a liberdade são, política e socialmente, mais graves. Garantias comuns Em beneficio de todo inocente, sacrifica-se a parte culpada. Soberania para absolver? A soberania do júri não está em jogo somente em caso de absolvição, mas, também, em caso de desmentido prático às criticas de frouxidão e ingenuidade. Amor e Sociedade A sociedade não subordina a questiúnculas e arrufos o princípio da inviolabilidade da vida humana, não ergue á altura dos seus pronunciamentos para preservação fundamental. Ela não intervém nos recessos individuais. Não desenvolve entrechos, não orienta epílogos de casos privados. Não pode, não deve fazê-Io. Penumbra Histórica É preciso combater preconceito que ainda aloja a honra do homem entre as pernas de sua mulher. A mulher tem honra própria e responsabilidade pelos seus atos. Trata-se de uma noção, pelo menos anacrônica, da honra do homem. Daí uxoricídios. Amnr n Qnvn http: /lwww. trabalhosfeitos. com/ ensaios/ Resumo-Do-Livro-Como-JuIgar-Defender/30576B45.htmI 8/14
  9. 9. 10/02/2015 Resumo do Livro Como Julgar, Defender e Acusar - Artigos Científicos - Rose25058O ruIIvI e vom¡ Os chamados românticos falavam em amor mesmo e não somente em sexo ou em resultantes, equivalentes, disfarces sexuais. Instinto, e não sentimento, é o que degenera nestas fúrias suarentas, ofegantes e desgrenhadas. São resíduos da caverna. O próprio romantismo é enfermo, como todo periodo. O lirismo, sim, constituiu substância duradoura com o perfume da vida. E quando fala em morte, já é no simbolismo. Há quem eleja o amor ou a honra como responsável por uma espécie de intervalo louco no Iúcido, cabe, preliminarmente, a prova desse amor e dessa exorbitante em quantidade e nobre em qualidade. L'amour peut tout excuser; mais II faut être sur qu'il y a de lamour (Prosper Mérimmee). O amor perfeito só existe em jardins, sob forma vegetal. O amor eterno é invenção de poetas que ignoram fisiologia. Sentimentalismo e Júri O jurado erguerá o coração, sobranceiramente, para o panorama integral. Ouça e atenda ao coração. Mas, se esse coração, não “for frívolo, exterior e carnal", como repugnava Rui Barbosa, se tiver fibra, sensibiIidade, governo, não oscilará para a frouxidão, para a condescendência, para a passividade diante do crime. Indulgência para o réu? Crueldade para a vítima? Se reo sacra resest, mais sagrada é a vítima. Profanação de cadáver é contravenção prevista na lei (Código penal revogado). Indivíduo e Sociedade O jurado não é espectador, mas protagonista. Se se comover, violará o dever de imparcialidade. Não será mais juiz, e sim interessado. Para punir homicídio, mesmo nos grupos mais modestos em suas veleidades de cultura, a Justiça não vai apurar, decisivamente, transes íntimos, crises domésticas, erguendo-os à altura de problemas vitais, por isso mesmo fechados à intriga vulgar da vida. A Justiça não conduz, não retifica, não afeiçoa caminhos que cada homem se traça ou se determina segundo contingências que não constituem privilégios dos criminosos. O Júri não aprecia teses. Não! A Justiça abre o cenário. Olha, golpeantemente, do alto para frente. Furto Passional Todo dia são condenados os pequenos criminosos passionais. Não podemos privilegiar os que cometem o mais grave dos crimes pelo mais refalsado dos motivos. Adultério e Crime O adultério é crime contra a família, e não contra a honra. Hoje, a mulher tem a honra própria como o homem. Ela é responsável pelos seus atos. O Júri deve combater, não consagrar, os preconceitos retrógado e funestos que obrigam o homem digno, e somente este, ao sacrifício da liberdade pela honra de alcova, pela honra sexual, como se esta regulasse, anti-socialmente, a dignidade, a paz e a segurança. Cap. X - Acusadores Exemplares Galdino Siqueira Ele guardava, como sempre, a compostura da modéstia, abstração da http: /lwww. trabalhosfeitos. com/ ensaios/ Resumo-Do-Livro-Como-JuIgar-Defender/30576B45.htmI 9/14
  10. 10. 1 0/02/201 5 Resumo do Livro Como Julgar, Defender e Acusar - Artigos Científicos - Rose25058O simplicidade e da timidez, o recato das consciências que são mesmo consciências, a surpresa filosófica dos que muito sabe e compreendem e ainda se consideram principiantes. Sua emoção, esta, todos sentiam nos dedos inquietos tamborilando, desordenadamente, na mesa egrégia, nos vincos da máscara trêmula. Mas aquela vibração afetiva passava bem longe dos celeiros da vaidade. Marcelo Heitor De Souza O promotor só deve falar nos autos e no momento oportuno. As confidências são extremamente nocivas. Mas o promotor só sente realmente promotor no Júril O resultado imediato é uma escola. Cap. XI - Independência e Imparcialidade Fanatismo Religioso Ao fanatismo religioso cabe a responsabilidade pelas lutas mais sangrentas e mais estúpidas da história. Por isso mesmo, a lei penal pune as perseguições religiosas (art.179 do Código revogado). impõe-se o maior rigor na repressão contra aqueles que, antes de violar o Código, ofendem os princípios, cujo o nome se desmandam. Policiais e Criminosos Não poupei um só policial responsável pela inversão do dever. Defendi, assim, a honra da instituição mais necessitada da confiança e da simpatia do povo. "Absolver é confirmar o desespero proletário. Um trabalhador não teve o direito de engolir um café em tasca imunda se sacrifício da vida. Quem matou? Um policial. É justo, mas, sobretudo, útil provar que nossa civilização não permite á autoridade manchar, impunemente, o distintivo da lei no sangue dos que madrugam para o trabalho! Absolver, mais do que imprudência e injustiça, é acinte, escárnio, afronta! " Substituição de Procurador-Geral "Pela primeira vez, na história do Ministério Público, procuradores-gerais seriam substituídos e, sobretudo, escolhidos à mercê de réus. O escândalo dessa dissolução moral seria, além de tudo, contraproducente, pois a magistratura ficaria suscetibilizada no mais santo dos seus cóleras. " Cap. XII- Problemas e Soluções Erro Judiciário Li tanto sobre erro judiciário que me angustiava diante da dúvida, assumindo a iniciativa que habilitassem à afirmação da autoria. Assim fiz, no chamado "crime de rua do Núncio". Cap. Xlll - Experiência sobre a Prova Penal Violência com fraude http: /lwww. trabalhosfeitos. com/ ensaios/ Resumo-Do-Livro-Como-JuIgar-Defender/30576B45.html 10/14
  11. 11. 1 0/02/201 5 Resumo do Livro Como Julgar, Defender e Acusar - Artigos Científicos - Rose25058O Minha boa-fé recebeu um choque inesquecível. Em 1930, depois de iniciada a rebelião de outubro, fui convidado a comparecer ao gabinete do chefe de Polícia. Até a gentileza do intermediário telefônico pareceu-me suspeita. "Cachorro não se engana! " Ao organizar a cadeia de indícios contra um réu, hesite¡ em incluir essa circunstância assinalada na pronúncia: o crime ocorrera no sítio em que morava a vítima e o cachorro não Iatiu. Limitei-me a acentuar: "Ora o animal conhecia o acusado; logo, quem entrou no sítio para matar a vítima foi acusado. " Agonia e mentira Única prova de autoria: as palavras da vítima instantes antes de morrer. A defesa alegará o vicio da suspeição e da desintegração da síntese mental pela agonia. E citou autores. A vítima sabia que ia morrer, que a morte era inevitável. E estava lúcida , serena, á altura da majestade da agonia. Se admissível um impulso de vingança, é claro que se dirigia contra quem realmente praticara o crime. O moribundo não iria inocentar o culpado inocente. Cap. XVI - Oratória Forense Autocrítica Devemos testar os argumentos e fundamentos que preparamos para falar ou escrever. Que resposta daria se fosse adversário? Esse controle prévio evita Não são oradores os recitadores que ficam sujeitos a todos os vexames da memorização com estudo, a ordem, o sumário. O orador que busca do auditório, sobretudo o forçado ou indefeso, além de descortês e ingrato, é pretensioso e inábil. Pretensioso porque supõe que os ouvintes (ouvintes ou assistentes? ) estão encantados e agradecidos com tanta eloqüência e tanta cultura. ..lnábil, porque fatiga a afugenta a atenção que precisa conquistar e manter para o mais sublime ato de amor- a fecundação espiritual. Esta é insusceptivel de inseminação artificial. Oradores Pré-fabricados Nunca o Brasil precisou tanto de seus juristas fiéis e atuantes. O mais sacriñcado é o moço, podado, expurgado, alienado na flama audaciosa e renovadora. O espírito público mais perfeito - o do verdadeiro moço - constrange-se ou estioIa-se no "curral" da hipocrisia, da obediência e da mesmice. O "orador" pré-fabricado recebe diploma. Seria um brevet propriamente dito pela brevidade de curseco. Secol. Há quem diga que eu abuso de "trocadilhos". Não se trata de trocadilhos, mas de grito das palavras ou recursos pedagógicos de fixação e provocação culturais. Eram os antigos achados. Agora, os que não acham nada, porque não podem, criticam os que acham. A oratória é arte, e não artifício ou artimanha. Não é recitativo, não é memorização, não é mecanização. O orador não é aquela voz á procura de uma sátira popular. Ao contrário, é a idéia a' procura de uma voz. Oradores! Entre o exórdio e a peroração, hay que poner talento. http: /lwww. trabalhosfeitos. com/ ensaios/ Resumo-Do-Livro-Como-JuIgar-Defender/30576B45.html 11/14
  12. 12. 1 0/02/201 5 Resumo do Livro Como Julgar, Defender e Acusar - Artigos Científicos - Rose25058O Valor da oratoria A oratória sempre foi, e continuará a ser, extraordinário instrumento de persuasão, conquista e domínio. O efeito da palavra (tanto escrita quanto falada) produz-se nos juízos e tribunais em geral, não somente no Júri. Dir- se-á que aqueles magistrados estão prevenidos e, conhecendo a lei, poderão bem apIicá-Ia. O conhecimento da lei é absoluta á todos. O juiz prestará esclarecimentos especíñcos. O Júri não está obrigado a decidir segundo os cânones. Mas os jurados trazem a mesma desconfiança vulgarizada pelojornal, pela revista, pelo teatro, pelo rádio, pela televisão, contra a magia e a alquimia profissionais. Os jurados ouvem, a cada passo do julgamento, advertências dos promotores e, se estes são relaxados ou imperitos, não devem transferir seus pecados ao Júri. Adversário Os combatentes intelectuais não devem admitir que os lutadores da força física lhes dêem lições de cavalheirismo. Quando decidem a pugna, a primeira preocupação do vencido, mais morto do que vivo, é apertar a mão do vencedor. Experiência Valeu-me antes e acima de tudo, a liberdade que, desde de menino, sulcou e Iavrou minha alma. Andava sozinho pelos campos e não pelas ruas, mais sentindo do que pensando. Daí a mastigação do ideal para a luta compenetrava contra os que "algarismam os amanhã" (Mário de Andrade). Adquiri experiência treinando sempre nas assembléias estudantis jornalísticas e até esportivas. Instruí-me e eduquei-me, assistindo, torcendo e depois jogando. Atenção O orador forense não fala para os espectadores, e sim para os que vão julgar, em regra, imediatamente. Não importa o gosto ou desgosto dos ouvintes. Ou apena assistentes? O orador forense não pode contar com chamamento de atenção pelo juiz- presidente. 0 toque da campainha é para as partes e o público, e não para quem tem dever funcional de audiência. Os oradores têm mandatos públicos e individuais a cumprir intransigentemente. A leitura de peças do processo ou de citações deve ser evitada ou, pelo menos, reduzida. A menção, a assimilação, a anotação serão suficientes conforme as circunstâncias. Para evitar a desatenção dos que irão decidir, aconselho a elevação e gravidade da voz, a firmeza do olhar, a direção de gesto concentrado, e até dirigido, e, nos casos extremos, a interrupção propositada do discurso até que o distraído repare. O oradorjudiciário, mais do que os outros juristas, precisa dos arrimos e clarões sociológicos. http: /lwww. trabalhosfeitos. com/ ensaios/ Resumo-Do-Livro-Como-JuIgar-Defender/30576B45.html 12/14
  13. 13. 10/02/2015 Resumo do Livro Como Julgar, Defender e Acusar - Artigos Científicos - Rose25058O CONCLUSÃO No livro (Como Julgar, Como Defender, Como Acusar), tem um trecho interessante, sob o titulo ACUSAÇÃO - SENTENÇA, onde o autor, no papel de acusador pede a condenação do réu por 6 anos de reclusão (pena mínima), e o resultado é que o júri absolve o réu pelo laudo psiquiátrico que constava nos autos. .. Quando ele se despede o juiz, este o chama e diz: Dr. Lyra, o Sr. não fez uma acusação, deu a sentença. .. "ouvindo do júri o seguinte: se o procurador pede o mínimo, é que o caso é de absolvição" Nesse sentido, como o Promotor, quer a condenação do réu, se ele pede pena mínima? É porque provavelmente até ele acredita que o réu não é tão culpado assim. Najustiça, quem pede pouco, recebe pouco ou nada. .. O correto é exercer o poder de convencimento, é preciso ter bons argumentos, informações, criatividade, raciocínio lógico, coerência de idéias e, às vezes, fazer uso até da intuição. Quando se acusa, se defende, tem que demonstrar no que você acredita, e no que se acredita é que o réu é literalmente culpado, devendo ser condenado. Quando o promotor ou advogado falam, estão demonstrando o que são, o que pensam, e no que acreditam, construindo uma imagem de si, sem ao menos falar de si mesmo, Visualizar como multi-páginas Citar Este Trabalho APA MLA MLA 7 CHICAGO (2013, 06). Resumo do Livro Como Julgar, Defender e Acusar. TrabaIhosFe/ toscom. Retirado 06, 2013, de http: /lwwwtrabalhosfeitos. com/ ensaios/ Resumo-Do-Livro-Como-JuIgar- Defenderl30576845.htmI Comentar. .. J Publicartambém no Facebook Publícando como Cláudia Trlvelatto Battiston v Plug-in social do Facebook http: //www. trabalhosfeitos. com/ ensaios/ Resumo-Do-Livro-Como-Julgar-Defender/30576B45html 13/14
  14. 14. 1 0/02/201 5 Resumo do Livro Como Julgar, Defender e Acusar - Artigos Científicos - Rose25058O Compartilhe Sua Experiência Nossos Produtos Sobre Nós É Trabalhos e Monografias Gerador de Citação Ajuda App Android Contate-nos ©2015 TrabalhosFeitoscom Legal (Atualização 25/4/14) Mapa do Site http: /lwww. trabalhosfeitos. com/ ensaios/ Resumo-Do-Livro-Como-JuIgar-Defender/30576B45.html Sobre Trabalhos Feitos Divulgar Siga-nos Facebook Twitter Googl e+ RSS Site móvel 14/14

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