O poema descreve as observações do poeta em seu passeio diário por um quarteirão de paredes nuas e sujas. Ele nota rascunhos de pernas de grilos e moscas nas pedras, conchas de caracóis e marcas de asas de borboletas. Ao observar tais detalhes, o poeta questiona se está percorrendo realmente o quarteirão deserto ou se existe um deserto dentro de si.