www iuvtsianainpoirtiugocios com tu — Ano I N‘ 2 — Agtunit;  ( St-ia-tttlut:  2012 - RS 13.90

l,  | F 0 código para o suc...
A silvicultura no Brasil vem se modernizando a
cada dia,  náo diferente de outras culturas,  como
milho,  soja,  café etc....
Luro Hen

‘l

Sim.  diz o consultor florestal - “essa reoeita era largamente usada em qual-
quer tipo de solo e espécie de...
M-CÜufid

Outro exemplo de problema no campo é a aplícacáo de fósfo-
ro.  pelos elevados índices de perda do componente dev...
Farm CflmW‘ l"

  

Plantagócs ¡nteiras de eucalipto
podem ser devastadas pelo ataque
do percevejo bronzeado,  que ainda
mo...
Controle biológico em andamento

Até inicio do ano de 20I0 nao se conhecia um inimi-
go natural do perceveio bronzeado no ...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Adubação Inteligente e Percevejo Bronzeado do Eucalipto

515 visualizações

Publicada em

Neste documento estão duas matérias escritas por mim na revista Campo & Negócios Florestas onde em uma delas falo sobre adubações inteligentes com adubos de liberação lenta e controlada e em outra falo a respeito da praga do Eucalipto conhecida como percevejo Bronzeado.

Publicada em: Ciências
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
515
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
9
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
9
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Adubação Inteligente e Percevejo Bronzeado do Eucalipto

  1. 1. www iuvtsianainpoirtiugocios com tu — Ano I N‘ 2 — Agtunit; ( St-ia-tttlut: 2012 - RS 13.90 l, | F 0 código para o sucesso
  2. 2. A silvicultura no Brasil vem se modernizando a cada dia, náo diferente de outras culturas, como milho, soja, café etc. Produzir madeira, para qualquer fim, náo é somente plantar e esperar para colher. Escolher os adubos inteligentes está entre as ferramentas mais expressivas para tal ' 0 01. ¡n . 0»! _ ‘B3 . . vezes; r ' ‘r ‘ T T ' la. Q Mim‘ 49', . , ,‘ , ‘ y finas tácticas. tipos de dones específicos. implementos diferenciado“ adn‘ baoóes modernas devem ser adotados para o sucesso de um plantío llo« restal. Porém. mesmo oom roda a tecnologia ¡á disponível, há produtorcs eprestadoresdeservigoque aíndaadotamafamosafieoeitade bolo" noquesc di: respeioo a nutrlgáo. tanto na lmplantagáo quanto na manutenqáo das florestas: Rodrigo Rafael de Deus Machado. engenhelro agrónomo e cottsuluor floresta! ‘ da RM. Consult Flor. atenta para a nutrigao como uma das panes mais importan- nesdoprocessoprodutivofiaqualsedeveeeratengáoespecial. Rcceita de bolo Awaimente. qualquer produtor pode hngr mao de ¡números insumos díferen» _ T , - dadosqueiáestáodisponívelsnomeradobrasíleiroparaflnsdelomtaqáoema- . nutengao de florestas. “Com o advento da donagem do eucalipto. lor-am criados x ¡números dones. cada um delas oom caracteristicas e exigencias nucñclonais par; timbres. Portanto. para se ter uma boa produgáo. fazendo oom que os dones de- monstrem todo o seu potencial genético. a nutrigáo deve ser lavada muito a sérioï‘ , considera Rodrigo Machado, Iembrando que nao se aduba o solo. mas sim a planta. Até pouoo tempo atrás, o que se fazia na silvicultura era isso. adubar mais 9 . solodoqueaprópriaplantaoqueambientalmenteéumdesasueporvários mea-- tivos. como, por exempio. o uso erróneo do nítrogénío. Ao aplicannos nítrogé- nio em urna lavoura de milho, o ruultado é visível, a lavoura fica mais bonitae as "E77 plantascrescem mais. ' . _ ‘ Mas muito do nitrogénlo aplicado nas lavouras val parar nos rios. lagos e ma; res. desencadeartdo um processo de aacimenso de algas que oonsomem o oxi- génio dissolvido na água, terminando oom a vida. Portanto. ‘reoeita de bolo" náo_' pode existir. . ..-T Y Adubagáo inteligente w Cada dia mais. surpreende-se Rodrigo Machado. as fábrlas de fer-cilinntes ' , _ inovam e langam no mercado fertilizantes diferenciados. dinos “inteligentes”. que i‘ " cumprem o que prom-emm, proporcionando produgáo elevada e ím- , _ pacto ambiental. .' ' Volando a tal: “recetas de bolo". quem la teva algum contarte oom a silvi- cultura ouviu falar das fórmulas trágica: de 400 kg/ ha de fosfato natural reatlva na subsolagem, de ¡S0 g/ mucla de NPK (6-30-6). aplicado logo no pos-plantio em duas oovetas lanerals a muda. como adubagáode arranque enatamenno pre-plan? ‘ Í u, ‘ 0. T dadas mudascomadássicamlsturadeouplnicldarmls | ,5 kgde MAPparacada «W IOO lluos de agua, T ‘l ' 1g Aooatoissttusao am f‘. :7. ‘J 0 u, .r. ,.: ,¿_{_a;0.. .-_ 0.
  3. 3. Luro Hen ‘l Sim. diz o consultor florestal - “essa reoeita era largamente usada em qual- quer tipo de solo e espécie de eumlipto plantado. se é o que está A muda de eucalipto receso-plantada tem siaema radicular restrito e provavel- mente náo alcancen‘: o adubo de cobertura náo protegido antes que parte ou todo ele seja absorvldo, volaüzado ou lixlvlado no solo. devido ter sido aplica- do muito dedo. oomputando ineficiencia da adubagáo. perda finanoeira e pro- vável intoxicacáo do melo ambiente. Outro problema sérioe multas vezes desconhecldo por muito: é o uso dos formulados NPK que tem na mistura produtos de ganulometria diferente. Ro- drigo Machado lembra que. oom a aplicacáo manual ou mecanizada de NEK oom granulonmetrfias diferentes. a adubacáo nunca será homogénea. m ‘¿Y .92?? ?‘ r Problema hesolvído Devido ao movimento do homem ou da rráquím. os elementos de grano- Iomevia menor (geralmente m bolinhas de ureia) váo para o fundo da saoola ou do depósito da máquina. e asim por diante. Assim. ada lugar terá dotes diferenciadas do NPK original. Para sanar esse tipo de problema. Rodrigo Machado conta que foram cria- dos adubos granulados NPK. no grio de alta tecnologia. sendo que alguns po- dem center calcio marinho. algas marinhas. fontes diferenciadas de fósforo. micronutrientes e até mesmo moléculas protetoras. as quais garantem a libe- racáo gradual dos elementos. Tudo isso é colocado em cada gráo. o que significa de apli- cagáo. alta eficiencia e menor cusco operacional. “Com esses tipos de adubos modemos ditos "inteligentes". é possível se usar um únlco produto com múlti- plas fungóes no ato da subsolagem. deixando-oa uma profundídade máxima de 30 cm dentro do solo. Nas solugóes de tratamento pre-plantio das mudas. po- dem-se usar também fertilizantes líquidos. que sao os bioestimulantes do enrai- zamentoedometabofisnwodaplanmoquefaráamudaresiairbemasslmacóes de solo e clima a que ficará exposta após ser plantada". detalha o profesional. Elelernbraquenáohácomosefazerumaadubegáocorretasemaome- nos conheoer a fertilidade do solo que será trabalhado, e para ísso é impres- cíndível fazer umaboaaanálise de solo, se possível completa. Manejo Em torno de | S a 20 dias, dependendo das cortdioóes de clima e solo. as raízes das mudas de eucalipto ¡á estaráo se alimentando do adubo especial in- serido a 30 cm de prolundidade. encontrando prontamente urm nutricáo pri- maria. que é solúvel em agua. possibilitando um amanque vigoroso. Posteriormente, oom a acidificacáo causada naturalmente no envolto do ambiente radicular. haverá uma nuufiqáo seoundária. Assim. diz Rodrigo Ma- dndo. a prlmeira adubagáo de cobertura pode ser adíada por até seis meses em alguns casos. Ponanto. menos operagóes no campo sáo realizadas. o que é igual a me- nor custo de implantacáo. “Esse tipo de insumo pode representar um Custo de até RS MODO/ ha. porém os resultados sáo elevados. o que torna o cus- to-beneficio muito viável". garante o consultor. Aooaro ¡ setmana 2012137‘:
  4. 4. M-CÜufid Outro exemplo de problema no campo é a aplícacáo de fósfo- ro. pelos elevados índices de perda do componente devido a sua ‘neutraliucáo’ diante do pH (acidez) do solo. Alem disso. a bal- xa mobílidade do fósforo dificulta o aoesso das iaizes das plantas. Viabilidade dos adubos inteligentes Pesquisa: mostram que a cada IOO kg de fósforo aplicado. apenas4S a S0 kg sáo de fato aproveitados pelas plantas. proble- rna esse que náo ooorre com os modemos fertilizantes de base fosfórica, que podem aumentar de 45 a 80% a disponibilidade de fósforo no solo nos primeiros dias de cultivo. Esse comportamiento é atribuido a uma molécula orgánica que seliga ao fósforo por melo de uma ponte metálica. inibindo sua reacáo diante de outros metals praentes na terra. ou seia. o fósforo será melhor aproveitado e. consequentemente. as plan- tas serio superiores. Caso seja necessário se fazer a calagem na área de plantio. Rodrigo Machado Ielnbra que o uso de sllicato de cáloio e mag- nésloem lugardocalcárioédegrandevaliaparaa melhorado ambiente solo. melhora da saturacáo. diminuicáo da tioxidade de aluminio. manganés e ferro. fornecimento de dildo. magné- sio e. principalmente. de silicio. que proporcionará inducáo a re- namral das plantas contra varias enfermidades. além de nutricáo superior. “A melhor: da resistencia das plantas contra insetos e fungos significa uma planta mais saudável por mais tempo, podendo as- simsedesenvolveremvezdegastarenergiaparaserecuperardo estresse causado por doencas e pragas“. acrescenta o corsuitor. Aadubagio de cobertura também poderá ser feita oom NPK ouNK. nográodeliberagáorápidaoulenta. comousemmicro- elementos. O formulado c a dosagem deveráo ser determi na- dos mediante análises foliares e de solo. A operacáo de aplicacáo poderá ser feita manualmente. em cometas laterals ou mecani- zada. em filete contínuo. sem o risoo de perda dos elementos. Monitoramento O monitoramento nutricional deve ser contínuo para quem V Gdnuln: com un Ernesto u SETEMBRO 2m ¡mm llum-n) P‘ ¡’vaio ‘¡v . .¡ z, ‘ Lfig»; Fan ‘uanics NPK com ¡rantlomelria iiilerenit c NPK cam tudo M ¡de deseja ter altas producóes. Poderá ser necesario, antes do inver- no. complementar algum elemento faltante. que provavelmen- te pode se tornar limitante ao bom desenvolvimento da llores- n durante o período da seca. Essa complementacáo poderá ser feíta facilmente pela adubacáo foliar. que tem custo bem reduzido e alta eficlén- cia. conhecida popularmente por “iniecáo na veia". “A nutri- cáo e a sanidade da floresta sáo os principais fatores que de- vem ser encarados sempre como investimento. mesmo em pequenas áreas. e nunca como gasto. porque sao eles que di- ráo se o produtor terá ou náo um lucro satisfatório. A ¡dela de uma nutricáo bem elaborada e bem executada é para que se possa ter desenvolvimento oontínuo da floresta. fazendo com que ela náo gaste energia desnecessarlamente". ¡ustili- ca Rodrigo Machado. Segundo ele. náo há segredo quanto a uma excelente nutri- cáo. que render-á boa produgáo e. consequentemente. um lu- oro expresivo. "Tenha sempre um engenheiro agrónomo ou llorestal com experiencia ao seu lado como responsável técni- comcontraïnodoquepareoeterum bom profissionalanran- do a seu favor pode gerar um custo muito menor do que fazer tudo fora das técnicas e ter que corrigir depois, isso se for pos- sivel", alerta o profesion-ral. ‘max;
  5. 5. Farm CflmW‘ l" Plantagócs ¡nteiras de eucalipto podem ser devastadas pelo ataque do percevejo bronzeado, que ainda mostra diflculdades dc controle percevejo bronzeado (Thaumaszocoris percgrinus) é uma praga exótica. A especie mais suscetível a ele é o Eucalypws camaldulensis. mas o perceveio se adap- tou muito bem aos clones hflaridos como o urograndis. mui- to plantado no Brasil. Surgiu na Australia. causou grandes danos aos eucaliptos na África. foi encontrado no Chile, naArgentina e chegou ao Brasil em 2008. Apesar de ser muito pequeno (03 mm). o in- seto tem uma voracidade muito grande. É sugador e tem pre- ferencia por folhas mais novas e recém-maduras das extremi- dades das árvores de eucalipto. Procria muito rapido. devido ao seu curto ciclo de vida. che- gando á fase adulta com 35 a 40 dias. Na fase adulta uma lémea pode botar ave 60 ovas. que eclodem quase integralmente. “É muito rápida a propagagáo do inseto e o interesante é que no Brasil, quando foi encontrado. o ataque estava acon- tecendo em llorestas que margeavarn estradas. pois o perce- veio era levado por veículos. que espalhavam o inseto de for- ma muito rápida". explica Rodrigo Rafael de Deus Machado. engenheiro agrónomo e consultor llorestal. A preocupacáo aumentou em razáo da comprorvagáo da oconéncia da pinga também no Estado de Sao Paulo em mea- dos de maio de 2008. O ponto zero da ocorréncia foi emjagua- riúna. Depols de dois meses de deteccáo. zu árvores daquela re- ééígñañokaoi: _ o, » ' . -. . r . . riïcwxr. . mw e. -. ..7». f1 i? ‘ HÉÏIfi. —>_. j og‘, . ' ‘ . {üfinnamnp LÍüí-1»&. .">'}"a. 4113. giáo utawm bronzeadas e desfolhando. O dano é muito rápido. Uma vistorla detectou árvorcs com presenta do inseto em Cam pinas. na regiáo do Aeroporto de Viracopos, entorno de Sao Paulo. principalmente a regifio de Barueri. e em outros IS municipios do Estado. entre eles Itu. Sorocaba. Piracicaba. Santa Bárbara do 061€. Limeira. Anhembi. Botucatu e Avaí. Como a disseminagáo do inseto parece seguir o tragado das rodovias. pode ter sido assim o meio rápido pelo qual ele se espalhou no oeste paulista. c nos estados do Paraná. Mi- nas Gerais e Mato Grosso do Sul. Síntomas Devido a uma grande quantidade de insetoa perlunrem e sugarem as folhas. o primeiro síntoma do percevejo nas ár- vores de eucalipto é o prateamento das folhas. muito pare- cido com os sintomas do ataque do tripas. Na próxima fase as folhas ficam bronzeadas. motivo que deu nome ao ínseto. “De Ionge se percebe a área atacada pelo perceveio bron- zeado. Após o bronzeametwto as lolhas secam e a planta des- folha", relata Rodrigo Machado. que conta que o auque. até agora. acontece só no eucalipto. “O ataque é muito severo e pode dewistar a floresta”. avisa.
  6. 6. Controle biológico em andamento Até inicio do ano de 20I0 nao se conhecia um inimi- go natural do perceveio bronzeado no Brasil, mas pesqui- sadores da Embrapa e do Instituto de Pcsquisas e Estu- dos Florestais Íoram até a Australia atrás deste inimigo de nome Cleruchoides noackae. Esse inseto parasita os ovos do perceveio bronzeado, nio permltindo o aparecimento de uma nova geragïio. Os experimentos ainda estao em andamento já com su- caso de reproducáo deste inseto em laboratorio, nzscido de ovos de percevejo bronzcado parasitarias, mas ainda sem uma data definida para comercializagáo do mesmo. No Chile o parasitoide inimigo natural do perceveio bronzeado ¡á teve grande sucesso. “As grandes empresas florestals vém testan- do varios defensivos. sem rnuita eficiencia. pois a reprodu- cáo da praga é muito rápida e a acia dos defensivos curta A aplicagio destes defensivos exige multas vezes que seia aé- rea, devido ‘a altura das árvores. Alem disso, qualquer carro ou pessoa que visite uma floresta infectada pelo perceveio bronzeado pode leva-lo para uma área náo infectada". aler- ta Rodrigo Machado. Resistencia da planta Um resultado muito eíetivo contra o percevejo bron- zoado é a inducáo da resistencia natural da planta. já os ou- tros métodos. embora seiam mais caros. náo mostram mui- ta eficiencia no controle, de acordo com Rodrigo Machado. "O ideal seria ¡untar a técnica de indugáo de resistencia da planta corn o controle biológico por meio do parasitoide". recomenda. Ainda segundo ele, é praticamente impossivel comer o perceveio. por ele ser muito pequeno e leve, além de poder ser levado para longe por correntes de ar. Por isso é preciso controlar o tránsito de cargas llorestais. evitando levar a ma- deira de onde ha inlescagáo para áreas onde ainda náo há o mal. É prudente sempre visitar o viveiro no qual voce com- pre ou vá comprar mudas, há casos de inlestagóes em Vivei- ros e as mudas destes se tornam outro meio da propagagáo do inseto para diferentes regióes. Silício no processo juntando a técnica do inimigo natural com a indugao de resistencia da planta usando silicato de cálcio e magnesio. o controle do percevcjo bronzeado fica mais evidente. As duas metodologías se complemenmm — uma a nutrigáo diferencia- da e outra o controle biológico. “mi; liza Rodrigo Machado. Pina- ‘ie- Praga problemática do eucalipto Antes de tudo é preci- so ser feita a análise de solo para verificar a necessida- de da calagem. com os nú- meros em máos calcula-se a quantidade a ser aplicada de calcário. "Na calagem subs- titui-se o calcário por silicato de cálcio e magnesio usan- do-se em tomo de metade a l/3 do calculado. A apli- cagáo acontece a Iango em área total como corretivo de solo. E caso náo seia ne- oessária a calagem. o silica- to pode ser aplicado granu- lado junto com a adubagáo de baso. Dependendo dos números da análise de solo substitui-se em homo de IO a 20% do adubo da base por granulado de silicato. 0 importante é adicionar silicio ao sis- tema". ensina o consultor. A ¡ustificativa para a técnica é que, assim. a planta acumu- la silicio e induz a pronecáo de dentro para fora. Estando mais forte, logicamente ela ficará mais protegida. Falla: mandas pelo watch hroiiteann Mon itoramento É preciso, ainda. monitorar a progressáo desn praga. co- locando armadilhas adesivas amarelas, com distancia de no minimo ISO m uma da outra, e com l.5 m a 2 m do solo. A contagem do número de perceveios bronzeados na annadi- Iha deve acontecer de dois em dois dias, "Quando aparecer a praga. independente do número de insetos contados em capturas, ¡a será preocupante. por- que a procriagïao do inseto é muito rápida E como a defesa contra o percevejo bronzeado ainda é limitada. o produ- tor, caso possa. deve fazer uso dos defensivos para tentar conter o avango da praga. Essas aplicagóes. quando aére- as. devem acontecer de fora para dentro do talháo. com o aviáo voando em circulos ou lechando o quadrado de fora para dentro. Também ha a possibilidade de se fazer estas aplicagóes em florestas mais novas com o uso de pulveri- zadores de barras verticais e/ ou turbopulverizadores. fa- zendo primeiramente as bordaduras e posteriormente a parte interna dos talhóes. Isso aiuda a manter a praga den- tro da llorcsta. para que ela náo escape do veneno", fina- mosro | semana miï]

×