O sequestro de abílio diniz no cenário esquerdista da américa latina

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O sequestro de abílio diniz no cenário esquerdista da américa latina

  1. 1. Página 1 de 14 Parte da Historia Recente do Brasil. Fatos de 1989 O Sequestro de Abílio Diniz no Cenário Esquerdista da América Latina. Autor: José Cícero Honorato 14 Oto 2015 Em outro artigo que escrevi, citei as FARC. Dizia que este grupo narcoterrorista tem como receita financeira para a sobrevivência, além de as drogas, os sequestros. Segundo fontes do governo colombiano, Luís Edgar Devia Silva, codinome Raúl Reyes foi quem deu as ideias da chamada Lei 002 que obrigava empresários e pessoas com patrimônio econômico superior a um milhão de dólares a pagar uma taxa ao grupo insurgente em troca de não serem por ele sequestrados.
  2. 2. Página 2 de 14 Em 01 de março de 2008, Reyes e mais 20 companheiros foram mortos. Não se sabe bem por quem. As Farc acusam EUA de disparar míssil que matou Raúl Reyes e seus companheiros. Na ocasião lamentou Hugo Chávez, o então homólogo de Luís Inácio Lula da Silva na Venezuela. Disse ele: “Mataram o nº 2 das FARC, Raúl Reyes, e nós rendemos tributos a um grande revolucionário que foi Raúl Reyes. Eu o conheci pessoalmente na ocasião em que conheci o Lula, entre outros” (1 ). A América Latina tornou-se, com o apoio de partidos de esquerda, campo minado das ações destes grupos de guerrilheiros e sequestradores. No Brasil, ocorreram vários sequestros nas últimas décadas, em que milionários são vítimas. Em dois sequestros esclarecidos, o de Washington Olivetto e o de Abílio Diniz, uma coincidência chama-nos atenção: a participação de integrantes de grupos de esquerda chilenos ligados à luta armada. Entre os sequestradores de Olivetto, além de William Becerra, do grupo colombiano ELN (Exército de Libertação Nacional), e de Marco Rodolfo Ortega, do Exército Geral dos Povos Pátria-Livre – havia ao menos dois outros ex-guerrilheiros chilenos da FPMR (Frente
  3. 3. Página 3 de 14 Patriótica Manuel Rodrigues): Mauricio Hernandez Norabuena e Alfredo Canales Moreno. O grupo, no depoimento, afirmou que o sequestro aconteceu por motivos políticos, especificamente para financiar a Frente Patriótica Manuel Rodrigues (FPMR) e o Movimento Esquerdo Revolucionário (MIR). Norabuena é integrante da Frente Patriótica Manoel Rodrigues (FPMR), organização armada que atuou contra a ditadura chilena do general Augusto Pinochet. Ele tem duas penas de prisão perpétua no Chile, uma por planejar e executar, em 1991, o assassinato do senador chileno Jaime Guzmán, importante colaborador do governo Pinochet e outra, por ser um dos autores do sequestro de Cristián Edwards, herdeiro do diário El Mercurio, um dos maiores jornais chileno. O emblemático sequestro de Abílio Diniz. Na manhã do dia 11 de dezembro de 1989, o empresário Abílio Diniz, do grupo Pão de Açúcar, foi sequestrado quando se dirigia a seu escritório. Seus sequestradores eram estrangeiros militantes do MIR - Movimento de Esquerda Revolucionária - organização chilena.
  4. 4. Página 4 de 14 O sequestro fora planejado quase um ano antes pelo MIR e pelas Forças Populares de Libertação - FPL, uma das facções da então guerrilha de El Salvador. Uma caravan disfarçada de ambulância foi usada para interditar o carro do empresário. Com Diniz em suas mãos, os sequestradores pediram de resgate a quantia de 30 milhões de dólares. Todavia um cartão esquecido na caravan abandonada levou a polícia chegar até os sequestradores. No dia 17 de dezembro, depois de 36 horas de campana em torno do cativeiro, os sequestradores que lá se encontravam, se renderam e o empresário Abílio Diniz foi libertado. Ao todo eram 4 chilenos, 3 argentinos , 2 canadenses e 1 brasileiro - Raimundo Rosélio da Costa Freire. Presos, eles foram condenados as penas de 26 a 28 anos. Descobriu-se entre outras coisas que no cativeiro os bandidos mantinham um caixão funerário para enterrar o prisioneiro caso ele morresse. No cubículo - de cerca de 3 metros quadrados -, onde Diniz era mantido prisioneiro, não tinha banheiro e nem água encanada. De móveis, somente um colchão e uma banqueta. O som e as luzes ficavam ligados 24 horas. Diniz não tinha noção se era dia ou noite. A cela era subterrânea e a ventilação era mantida
  5. 5. Página 5 de 14 por um precário duto. Tudo preparado antecipadamente pelos sequestradores. Abílio Diniz foi libertado à véspera da primeira eleição direta para presidente da República após o regime militar, disputada por Collor e Lula. As investigações levaram a polícia a nomes de vários petistas em agendas dos criminosos – todos eles integrantes de organizações de esquerda que haviam optado pela luta armada na América Latina. Isso levou a polícia a vincular o caso ao PT, que tinha em seu quadro, vários militantes da luta armada. Para complicar, os sequestradores foram apresentados à imprensa com camisetas da campanha de Lula, encontradas nas casas que haviam alugado. Apesar de todo sofrimento causado ao empresário, logo depois se iniciou uma movimentação, em nome dos direitos humanos, liderada pela embaixada canadense para transferir para o Canadá dois sequestradores daquele país, Christine Lamont e David Spencer. O lobby acabou sendo apoiado pelo senador Eduardo Suplicy, do PT, pelo então Secretário de Direitos Humanos do Ministério da Justiça, José Gregori, e pelo próprio ministro Renan Calheiros, que estava na pasta da Justiça.
  6. 6. Página 6 de 14 Dez anos depois do sequestro, Lula, convencido pelo advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, visitou os presos em greve de fome - como faz Battisti-, e passou a defender a expulsão dos prisioneiros. O Senador Suplicy, como também age com Battisti, fez uma visita de cortesia aos presos. O então Secretário de Direitos Humanos do Ministério da Justiça, José Gregori, não sossegou até que os bandidos fossem soltos. Dom Evaristo Arns, como sempre agiu com terroristas, levou suas bênçãos aos prisioneiros. Na época, Lula chegou a pedir a interferência do então presidente da República Fernando Henrique Cardoso. Graças a um acordo de troca de presos entre o Brasil e o Canadá, aprovado pelo Congresso, os canadenses David Spencer e Christine Lamont foram extraditados para o Canadá. No início de 1999, os nove estrangeiros foram expulsos e o único brasileiro do grupo, Raimundo Rosélio da Costa Freire, foi indultado (2 ). Convém esclarecer que os sequestradores de Diniz queriam ser expulsos do Brasil porque sabiam que seriam libertados ao chegarem aos seus países e contaram com o apoio amigo do PT. Já Cesare Battisti, revolucionário italiano acusado de assassinatos, não deseja ser extraditado porque sabe que vai cumprir pena na Itália e neste caso também contou com o paio de Lula e do PT para permanecer no Brasil.
  7. 7. Página 7 de 14 Síndrome de Estocolmo ou conveniência político-econômica e submissão? Em 2002, Lula ganhou a eleição para presidente da República Brasileira, em seguida, o empresário Abílio Diniz, presidente do Grupo Pão de Açúcar, foi pessoalmente se desculpar ao Lula pelo seu sequestro em 1989. Sim, neste caso o sequestrado foi quem pediu desculpas. Desde então, até os dias de hoje, não para de apoiar o PT e elogiar suas principais lideranças. Abílio foi integrado no plano socialista do PT, para integrar o quadro dos empresários sócios do esquema de poder socialista do Foro de São Paulo. Depois disso passou a comprar tudo que era rede de supermercado, para fundir empresas e ter controle de tudo, e assim, eliminar o livre mercado, como é de interesse esquerdista (3 ). Ou você ainda é um dos que pensam que os socialistas/marxistas/comunistas trabalham mesmo é pelo social? O mesmo aplica-se às empresas de telefonia, que foram "privatizadas", mas entregues para empresários amigos desses partidos. E tornou-se um mercado fechado, formado pelo clube dos empresários (amigos e submissos) dos revolucionários.
  8. 8. Página 8 de 14 José Cícero Honorato é autor/escritor e já publicou os livros: 1. A Dissipação da Escuridão. Ou o Reino do Anticristo. 2. KGB: Infiltrações, Enganos e Assassinatos. 3. Carlos Marighella: Sua Incursão Comunista e o Minimanual do Guerrilheiro Urbano. 4. O Documento Li Wei Han: Um Passaporte Vermelho Para o Inferno. (Estes livros encontram-se também no site da amazon.com). Fontes: 1. A Enfermidade do Progressismo na América. Carta Pelo Direito de Autodeterminação do Povo Brasileiro. (Autor José Cícero Honorato) 2. Blog, A Verdade que a Mídia não Mostra. 3. Blog, A Verdade que a Mídia não Mostra. Traducción (Isabel Silva García) El Secuestro de Abílio Diniz en el Escenario Izquierdista de América Latina Autor: José Cícero Honorato 14 Oct. 2015 En otro artículo que escribí, cité a las FARC. Decía que este grupo narcoterrorista tiene como método financiero para su sobrevivencia, más allá de las drogas, los secuestros.
  9. 9. Página 9 de 14 Según fuentes del gobierno colombiano, Luis Edgar Devia Silva, alias Raúl Reyes, fue quien sugirió la idea de la llamada Ley 002 que obligaba a empresarios y personas con patrimonio económico superior a un millón de dólares a pagar una tasa al grupo insurgente a cambio de no ser secuestrado por ellos. El 1 de marzo de 2008, Reyes y más de 20 compañeros fueron muertos. No se sabe bien por quien. La FARC acusa a EE UU de disparar un misil que mató a Raúl Reyes y sus compañeros. En esa ocasión lamentó Hugo Chávez, comentándole a su homólogo Luis Inácio Lula da Silva en Venezuela. Dijo él: “Mataron al Nº 2 de las FARC, Raúl Reyes, y nosotros rendimos tributo al gran revolucionario que fue Raúl Reyes. Yo lo conocí personalmente en la ocasión en que conocí a Lula, entre otros” (1). América Latina se tornó, con el apoyo de los partidos de izquierda, en campo minado de las acciones de estos grupos guerrilleros y secuestradores. En Brasil, ocurrieron varios secuestros en las últimas décadas, en que millonarios fueron víctimas. En dos secuestros aclarados, el de Washington Olivetto y el de Abílio Diniz, una coincidencia llama la atención: la participación de integrantes de grupos de izquierda chilenos ligados a la lucha armada. Entre los secuestradores de Olivetto, además de William Becerra, del grupo colombiano ELN (Ejército de Liberación Nacional), y de Marco Rodolfo Ortega, del Ejército General de los Pueblos Patria Libre – había al menos otros dos ex – guerrilleros chilenos de FPMR (Frente Patriótico Manuel
  10. 10. Página 10 de 14 Rodríguez): Mauricio Hernández Norabuena y Alfredo Canales Moreno. El grupo, en el testimonio, afirmó que el secuestro aconteció por motivos políticos, específicamente para financiar al Frente Patriótico Manuel Rodríguez (FPMR) y al Movimiento Izquierda Revolucionaria (MIR). Norabuena es integrante del Frente Patriótico Manuel Rodríguez (FPMR), organización armada que actuó contra la dictadura chilena del General Augusto Pinochet. Él tiene dos penas de prisión perpetua en Chile, una por planear y ejecutar, en 1991, el asesinato del senador chileno Jaime Guzmán, importante colaborador del gobierno de Pinochet y otra, por ser uno de los autores del secuestro de Cristian Edwards, heredero del diario El Mercurio, uno de los mayores periódicos chilenos. El emblemático secuestro de Abílio Diniz. En la mañana del día 11 de diciembre de 1989, el empresario Abílio Diniz, del grupo Pan de Azúcar, fue secuestrado cuando se dirigía a su despacho. Sus secuestradores eran extranjeros militantes del MIR- Movimiento de Izquierda Revolucionaria – organización chilena. El secuestro fue planeado casi un año antes por el MIR y por las Fuerzas Populares de Liberación – FPL, una de las facciones de la entonces guerrilla de El Salvador. Una caravana disfrazada de ambulancia fue usada para interceptar el auto del empresario. Con Diniz en sus manos,
  11. 11. Página 11 de 14 los secuestradores pedirían de rescate la cantidad de 30 millones de dólares. Sin embargo una tarjeta escondida en la caravana abandonada hizo llegar a la policía hasta los secuestradores. El día 17 de diciembre, después de 36 horas de campana en torno al cautiverio, los secuestradores que allí se encontraban, se rindieron y el empresario Abílio Diniz fue liberado. A todo esto eran 4 chilenos, 3 argentino, 2 canadienses y un brasileño – Raimundo Rosélio da Costa Freire. Presos, ellos fueron condenados a penas de 26 a 28 años. Se descubrió entre otras cosas que en el cautiverio los bandidos mantenían un ataúd para enterrar al prisionero en caso que muriera. En el cubículo – de cerca de 3 metros cuadrados -, donde Diniz era mantenido prisionero, no había baño y no había agua funcionando. Muebles, solamente un colchón y una banqueta. El sonido y las luces quedaban prendidos 24 horas. Diniz no tenía noción si era de día o de noche. La celda era subterránea y la ventilación era mantenida por un precario ducto. Todo preparado anticipadamente por los secuestradores. Abilio Diniz fue liberado en la víspera de la primera elección directa para presidente de la República después del régimen militar, disputada por Collor y Lula. Las investigaciones llevaron a la policía a nombres de varios petistas en agendas de delincuentes – todos ellos integrantes de organizaciones de izquierda que habían optado por la lucha armada en América Latina. Eso llevó a la policía a vincular el caso del PT, que tenía en su imagen, varios militantes de la lucha armada. Para complicar, los secuestradores fueron presentados a la prensa con
  12. 12. Página 12 de 14 camisetas de la campaña de Lula, encontradas en las casas que habían alquilado. A pesar de todo el sufrimiento causado al empresario, después se inició una movilización, en nombre de los derechos humanos, liderada por la embajada canadiense para transferir a Canadá dos secuestradores de aquel país; Christine Lamont y David Spencer. El lobby terminó siendo apoyado por el Senador Eduardo Suplicy, del PT, por el entonces Secretario de Derechos Humanos del Ministerio de Justicia, José Gregori, y por el propio Ministro Renan Calheiros, que estaba en la pasta de la Justicia. Diez años después del secuestro, Lula, convencido por su abogado Luiz Eduardo Greenhalgh, visitó a los presos en huelga de hambre – como lo hace Battisti -, y pasó a defender la expulsión de los prisioneros. El Senador Suplicy, como también lo hizo Battisti, hicieron visita de cortesía a los presos. El entonces Secretario de Derechos Humanos del Ministerio de Justicia, José Gregori, no se tranquilizó hasta que los bandidos estuvieron sueltos. Don Evaristo Arns, como siempre ayudó a los terroristas, llevó sus bendiciones a los prisioneros. En la época, Lula llegó a pedir la interferencia del entonces Presidente de la República Fernando Henrique Cardoso. Gracias a un acuerdo de intercambio de presos entre el Brasil y Canadá, aprobado por el Congreso, los canadienses David Spencer y Christine Lamont fueron extraditados para Canadá. Al inicio de 1999, los nueve extranjeros fueron expulsados y el único brasileño del grupo, Raimundo Rosélio da Costa Freire, fue indultado (2). Es conveniente aclarar que los secuestradores de Diniz querían ser expulsados de Brasil porque sabían que serían
  13. 13. Página 13 de 14 liberados al llegar a sus países y contarían con el apoyo amigo del PT. Ya Cesare Battisti, revolucionario italiano acusado de asesinatos, no deseaba ser extraditado porque sabe que va a cumplir pena en Italia, en este caso también contó con el apoyo de Lula y del PT para permanecer en Brasil. ¿Síndrome de Estocolmo o conveniencia político-económica y sumisión? En 2002, Lula ganó la elección para Presidente de la República Brasileña, enseguida, el empresario Abílio Diniz, presidente del Grupo Pan de Azúcar, fue personalmente a disculparse a Lula por su secuestro en 1989. Si, en este caso el secuestrado fue quien pidió disculpas. Desde entonces, hasta el día de hoy, no para de apoyar al PT y elogiar a sus principales líderes. Abílio fue integrado al plano socialista del PT, para integrar el cuadro de los empresarios socios del esquema de poder socialista del Foro de San Pablo. Después de eso pasó a comprar todo lo que era red de supermercado, para fundir empresas y tener el control de todo y así eliminar el libre mercado, como es el interés del izquierdista. (3). ¿Tú eres todavía, uno de los que piensa que los socialistas/marxistas/comunistas mismamente trabajan por lo social? Lo mismo se aplica a las empresas de telefonía, que fueron “privatizadas”, pero entregadas a los empresarios amigos de esos partidos. Y se volvió un mercado cerrado, formado por
  14. 14. Página 14 de 14 el club de los empresarios (amigos y sumisos) de los revolucionarios. José Cícero Honorato es autor / escritor y ya publicó los siguientes libros: 1 - La Disipación de la Oscuridad. O el Reino del Anticristo. 2 - KGB: Infiltraciones, Engaños y Asesinatos. 3 – Carlos Marighella: Su Incursión Comunista y su Mini manual del Guerrillero Urbano. 4 – El Documento Li Wei Han: Un pasaporte Rojo Para el Infierno. (Estos libros se encuentran también en el sitio web de amazón.com). Fuentes: 1- La Enfermedad del Progresismo en América. Carta Por el Derecho de Autodeterminación del Pueblo Brasileño. (Autor: José Cícero Honorato). 2- Blog, A Verdade que a Midia Não Mostra. (La Verdad que los Medios No Muestran). 3- (Idem.)

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